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Trabalhadores não perdem direitos em caso de desemprego


Pedro Mota Soares revela

Ministro Pedro Mota Soares garante manutenção de direitos em caso de desemprego

O ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, revelou que um trabalhador com 40 anos, mesmo que ainda esteja empregado, não irá perder os direitos já adquiridos. “Ou seja se tiver direito a dois anos de subsídio manterá esse direito”, referiu em entrevista à Rádio Renascença.

O ministro adiantou também que de acordo com as novas regras de subsídio de desemprego que serão conhecidas ainda esta semana os trabalhadores a partir dos 50 anos poderão ter garantidos mais 60 dias por cada 5 anos de trabalho, para lá do limite máximo de 18 meses que o subsídio de desemprego passará a estabelecer.

In Correio da Manhã online
04/01/2012 | 12h24
Por:João Saramago

Sem honra nem glória


Fio de Prumo

Paulo Morais

Na maioria das câmaras, vive-se um estranho vazio de poder. Os presidentes já pouco ou nada mandam.

Na maioria das câmaras portuguesas, vive-se um estranho vazio de poder. Os presidentes já pouco ou nada mandam. E isto porque quase dois terços estão de saída, por força da lei que limita os mandatos.

Nos últimos tempos, com a perspectiva do abandono, os poderes clientelares que os autarcas criaram ao longo de anos começam a rebelar-se contra eles. Multiplicam-se já as lutas fratricidas pela sucessão.

São muitos os jogos de sombras e as manobras de bastidores.

Os presidentes cessantes, salvo honrosas e raras excepções, ficaram embriagados por anos de poder e combatem agora ferozmente pela sua sobrevivência política.

Alguns anseiam por um posto na administração pública ou disputam um cargo numa qualquer empresa pública.

Este caminho é uma tentação sobretudo para os social-democratas, que assim aproveitam a boleia das recentes mudanças governativas. Mas os “tachos” são hoje menos e mais pequenos. E ainda bem!

Há ainda quem tente a sua sobrevivência na política autárquica, anunciando a sua eventual candidatura a um concelho vizinho, cujos eleitores se renderiam aos seus encantos.

Tentam desta forma manter o seu grupo de apoiantes coeso e os seus negócios intactos. Mas sabem que não vão poder candidatar-se.

A lei de limitação de mandatos determina que “o presidente de câmara municipal só pode ser eleito para três mandatos consecutivos”. E afirma ainda que “um presidente de câmara municipal, depois de concluídos os mandatos referidos, não pode assumir aquelas funções (de presidente “de” câmara) durante o quadriénio imediatamente subsequente ao último mandato consecutivo permitido”. Claro como água.

A limitação de mandatos veio pois condenar os caciques, os presidentes plenipotenciários de outrora, a uma angústia sem solução.

Um lugar na administração pública, pouco provável, não lhes confere o poder nem os negócios a que estão habituados. E uma nova candidatura é uma miragem.

Em desespero e agarrados ao poder, arrastam-se agora até ao final do mandato, sem honra nem glória.

In Correio da Manhã online
03/01/2012 | 01h00
Por:Paulo Morais, Professor Universitário

Laços familiares


Dia a dia

Fernanda Cachão

É extraordinária a importância dos laços na família do autarca de Oeiras. Já sabíamos que Isaltino Morais tem na Suíça um sobrinho taxista chamado Leandro, agora ficámos a saber que tem também uma irmã, de seu nome Floripes, uma companheira chamada Patrícia e que convive bem com os pais desta. A estes últimos e a todos os anteriores, Isaltino muito estima.

Em 2003, o emigrante na Suíça teve o nome na imprensa devido à fé que em si depositava o tio. Certamente convicto da credibilidade que tinha o milagre da multiplicação da tarifa, Isaltino disse que as contas suíças que se dizia serem suas eram do sobrinho taxista. Condenado por fraude fiscal e branqueamento de capitais, o autarca corre, desde então, todas as milhas que a maratona do sistema judicial oferece aos bons atletas.

Soubemos agora que as contas da irmã Floripes e dos sogros foram bafejadas com depósitos e que, destas, milhares saíram para as contas de Isaltino e de Patrícia. Tal sorte e solidariedade familiar são dignas de ficção televisiva.

À falta doutro melhor, ocorre-nos o actor James R. Gandolfini Jr. – instruam-no no esquema português, dêem-lhe influência política e uma câmara para governar e vai aos Emmys.

In Correio da Manhã online
03/01/2012 | 01h00
Por:Fernanda Cachão, Editora Correio Domingo

O paraíso dos ricos


Correio Directo

Armando Esteves Pereira

Alexandre Soares dos Santos, o segundo homem mais rico de Portugal, com uma fortuna avaliada em 1,9 mil milhões de euros, transferiu as suas acções da Jerónimo Martins, a campeã nacional em Bolsa de 2011, para uma sociedade holandesa detida por si.

A manobra destina-se a evitar a pesada tributação. Chama-se a esta operação planeamento fiscal, e o patrão da Jerónimo Martins não é o primeiro a fazê-la. Amorim, o português mais rico, e Belmiro de Azevedo, o terceiro do ranking, já a fizeram.

O que é planeamento fiscal para os milionários é fuga ao Fisco na classe média e nos trabalhadores por conta de outrem, que não podem transferir o rendimento, nem heranças, para nenhum paraíso. Vivem no inferno fiscal.

In Correio da Manhã online
03/01/2012 | 01h00
Por:Armando Esteves Pereira, Director-Adjunto

Novos preços de medicamentos entram amanhã em vigor


Diploma publicado em Diário da República

As farmácias dispõem de 90 dias para escoar os medicamentos em stock ainda com preço antigo

A partir de terça-feira os medicamentos passam a ser mais baratos para os utentes e a margem de lucro das farmácias e dos distribuidores diminui, segundo um diploma esta segunda-feira publicado em Diário da República.

As farmácias dispõem ainda de um prazo de três meses para escoar medicamentos ao preço antigo, mas não poderão já colocar à venda novos medicamentos que não tenham os preços actualizados de acordo com a nova lei.

As novas regras para formação dos preços de medicamentos constam de uma portaria hoje publicada, que veio regulamentar um decreto-lei de final de Novembro que determinou uma “baixa generalizada dos preços” para os utentes e uma poupança dos gastos públicos.

A partir de dia 3 de Janeiro, data de entrada em vigor dos novos preços, a indústria não pode colocar nos distribuidores por grosso, nem nas farmácias, medicamentos que apresentem preços diferentes dos definidos por lei.

Os medicamentos abrangidos pelo diploma que se encontrem nos distribuidores grossistas com o preço antigo terão que ser escoados no prazo de 60 dias.

As farmácias dispõem de 90 dias para escoar os medicamentos em stock ainda com preço antigo.

O diploma define que os preços dos medicamentos genéricos “devem ser reduzidos até ao valor correspondente a 50% do preço máximo, administrativamente fixado, do medicamento de referência com igual dosagem e na mesma forma farmacêutica”.

Nos casos em que os preços de venda ao armazenista sejam inferiores a 10 euros o preço máximo de venda ao público dos medicamentos genéricos deve ser reduzidos até 75% do preço do produto de marca com o mesmo princípio activo.

O diploma permite alterações dos preços autorizados, desde que para valores sempre inferiores ao estipulado e mediante comunicação prévia ao Infarmed e à Direcção-geral das Actividades Económicas, e define que os preços dos medicamentos serão objecto de revisão anual.

In Correio da Manhã online
02/01/2012

PCP: “Aumentos constituem roubo ao povo”


Jerónimo de Sousa promete “vigorosas lutas” para 2012

Jerónimo de Sousa diz que Cavaco está identificado com plano da troika

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, considerou esta segunda-feira que não pode existir compreensão ou aceitação dos aumentos dos preços dos bens e serviços essenciais, admitindo ponderar acompanhar um pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade do Orçamento do Estado.

“Não pode haver nem compreensão, nem aceitação destes aumentos. Eles constituem um roubo ao povo. São parte de um processo de empobrecimento do país”, afirmou o secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, em conferência de imprensa na sede do partido.

Condenando de forma veemente “o brutal agravamento dos preços dos bens e serviços essenciais” que “empurrará milhões de portugueses para níveis de dificuldade, pobreza e privação que há muito não eram conhecidos”, Jerónimo de Sousa admitiu ponderar acompanhar um pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade do Orçamento do Estado para 2012.”Se avançarem, na altura ponderaremos”, disse.

Questionado sobre a mensagem de Ano Novo do Presidente da República, o secretário-geral do PCP recordou a “grande identificação” de Cavaco Silva com o acordo assinado com a troika, considerando que o chefe de Estado tem de resolver a “contradição” em que caiu.

“Todas as declarações bem intencionadas valem o que valem, o grande problema é que o actual Presidente da República tem uma grande identificação com esse pacto de agressão de onde emanam as políticas e as medidas”, referiu.

Por isso, acrescentou, Cavaco Silva “tem de resolver a contradição” em que caiu, pois “não pode estar bem com o pacto de agressão e mal com as injustiças que ele provoca”.

O secretário-geral do PCP prometeu ainda “vigorosas e poderosas lutas” para o ano de 2012, sublinhando que a única certeza do partido é que os portugueses não se irão submeter a um processo de “destruição do país”.

“Aos que têm a consciência que 2012 será um ano necessariamente pior, daqui reafirmamos que a única certeza que temos é a de que os trabalhadores e o povo português não se irão submeter a este processo de destruição do país, de liquidação das suas condições de vida e agravamento da exploração”, salientou.

Por isso, continuou o secretário-geral comunista, 2012 será “um ano de vigorosas e poderosas lutas contra a exploração e o empobrecimento, contra a política de desastre nacional, por um Portugal com futuro”.

In Correio da Manhã online
02/01/2012 | 18h51

Vida fica mais cara a 1 de Janeiro


Subidas: Impostos agravam-se e fazem disparar as contas das famílias

A conta do supermercado vai pesar no orçamento familiar

Poupar será palavra de ordem em 2012, já que o orçamento não estica e os produtos e serviços vão ficar mais caros. No próximo ano, o aumento dos impostos vai fazer-se sentir fortemente no bolso dos portugueses.

A factura da luz já subiu em Outubro, mas volta a aumentar. Em média, uma conta mensal de 50 euros sofre um agravamento de 1,75 euros. E se for ao supermercado, prepare-se para o engordar do recibo e o encolher do carrinho. Produtos como as batatas pré-fritas, os refrigerantes ou a água engarrafada vêem o IVA subir de 6% para 13%. E o café, compotas, margarinas, óleos e produtos congelados, entre outros, vêem o IVA crescer da taxa intermédia (13%) para a máxima (23%). O pão também subirá, influenciado pelo preço das matérias-primas, mas não se sabe quanto.

Nos transportes, as tarifas também crescem, mas os novos preços só são fixados em Fevereiro. Já falar ao telemóvel ou enviar um SMS também sairá mais caro, pois as comunicações vão aumentar 3,1%.

Na habitação, a situação piora para quem é arrendatário, já que os aumentos situam-se em 3,2% para as rendas actuais e até 5% para as antigas.

E até vícios como fumar ou beber uma cerveja não escapam ao Fisco: o tabaco sobe 4,6% e as bebidas alcoólicas 2,3%. A bica sobe entre cinco e dez cêntimos. Pelo contrário, para minimizar prejuízos, o sector leiteiro e o da restauração vão absorver os aumentos para não perderem clientes.

RESTAURAÇÃO TENTA MANTER PREÇOS

Os empresários da restauração prometem suportar parte do aumento do IVA para evitar perder clientes. “Na maioria dos casos não haverá repercussão nos preços na totalidade porque o poder de compra dos portugueses já é muito baixo”, diz à Lusa Mário Gonçalves, da AHRESP. Além da subida do IVA na restauração para 23%, os empresários somam os aumentos nos produtos alimentares, electricidade, água e gás, entre outros. Os cafés, bares e restaurantes podem cobrar os novos preços, mesmo com os produtos comprados em 2011.

VAI SER MAIS CARO IR À BOLA

Actividades desportivas como o futebol passam da taxa mínima para a máxima de 23%.

Os bilhetes que comprar ainda hoje para um jogo em 2012 têm uma taxa de IVA ainda de 6%. Para não perderem público, os clubes podem ter de baixar a margem de lucro, para tentar manter o preço dos bilhetes.

PORTAGENS SOBEM 4,36%

Circular nas auto-estradas do País vai ser mais caro a partir deste domingo, com aumento médio das tarifas de 4,36 por cento, valor tomado por referência à inflação homóloga – sem habitação – de Outubro. Acresce que os portugueses começaram também a pagar portagens nas ex-Scut.

In Correio da Manhã online
31/12/2011

Culpados de morte


Pensar alto

Joana Amaral Dias

No balanço da operação Natal, um responsável da PSP, a propósito dos mortos nas estradas, disse que esses cidadãos “não cooperaram, não quiseram manter-se vivos”.

Eis a frase que melhor simboliza o ano que termina e que poderá ser a bandeira de 2012. 2011 foi politicamente intenso. Mas não é preciso ser nenhum zandinga para saber que 2012 será crucial. Amanhã o euro fará uma década. Já o seu 11º aniversário não está garantido.

O ano novo decidirá o futuro da UE: sem euro, paz e democracia poderão estar em risco. Pelo contrário, se a Europa salvar a sua moeda, democracia e paz poderão estar em perigo. A tirada do porta-voz da PSP é o retrato dos governos da UE que impõem todos os sacrifícios aos cidadãos, obrigando-os a pagar por erros que não cometeram.

É o símbolo de uma UE que está a destruir a sua democracia, substituindo-a pelo império dos mercados comandado por “peritos” que obrigam à austeridade, por “especialistas” que tiram o pão mas culpabilizam os cidadãos de morrerem de fome.

Já se sabe que, se em 2012, os europeus não aguentarem, os executivos a mando de Merkozy dirão: “Não cooperaram, não quiseram manter-se vivos.”

In Correio da Manhã online
31/12/2011 | 01h00
Por:Joana Amaral Dias, Docente Universitária

“Estávamos a precisar de descansar um pouco”


Assembleia da República de férias até 3 de Janeiro

Assunção Esteves

“Compensar o tempo que não teve no Verão”. É assim que a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, explica as férias dos deputados entre 23 de Dezembro e 3 de Janeiro. E acrescenta: “Foi só por isso que o Parlamento parou: todos estávamos a precisar de descansar um pouco.”

Em declarações à RR, Assunção Esteves desmente que os deputados estejam a trabalhar nos círculos eleitorais para os quais foram eleitos, a razão avançada pelos grupos parlamentares na sexta-feira passada, na sequência de uma reportagem do CM na Assembleia da República.

Agora, a presidente do Parlamento declara que “este tempo de descanso, somado ao escasso tempo de descanso que os deputados tiveram no Verão, ainda não perfaz um tempo anual normal de descanso.” E conclui: “Não vamos estar com demagogias e dizer que fomos fazer outras coisas.”

»»»» comentários do online:

- Realmente, que politica a vossa, então vocês precisa de descansar, visto estarem cansados de nos lixarem, se vocês fossem descansar para um local em bilhete de retorno, o povo português agradecia. vocês ainda gozam connosco

- Coitada da Senhora Presidente da AR e dos Senhores Deputados, estão cansadinhos. Por acaso terão a noção que são os representantes dos Portugueses desempregados e dos que trabalham que nem tolerância de ponto tiveram (?)

- Esta senhora sedo se reformou o que ela precisava na verdade ela e essa escumalha era mesmo trabalhar não era estar as nos roubar, essa escumalha imagino o que eles fazem por la. malandros há muitos e na A. REPUBLICA????

- QUE GRANDE EXEMPLO. já os TRABALHADORES precisam de menos direitos (Saúde,Habitação,Educação,Trabalho,Reformas,férias,Feriados), e mais obrigações(MAIS DIAS,HORAS,IMPOSTOS)DESGRAÇADA PÁTRIA QUE TAIS POLÍTICOS TEM

- Descansar de não fazerem nada. Malandros … Devemos ter pena desta canalha.

- realmente trabalhar com este governo é cansativo,aos roubos que fazem também cansam

- Tadinhos! Para onde vão? Caraíbas?

- A Senhora está fora do nosso tempo político ! Os nossos políticos são “Aldrabões” por natureza e se alguém é sério deixa de o ser quando se mete na “Politica”!A Senhora está a mais,tem começar a imitar o P.R. e P.M !

- Está correto,para quem está reformada desde os 42 anos,vidê vários OCS, VªEXª deve estar a precisar de descansar,V.Exª e os outros 230 “marmanjos”, que “de manhã ñ fazem nada e de tarde, vão ver o que fizeram de manhã”??

- Esta é a anedota do dia.Já sei porque cheira mal na AR,deve ser por causa do cheiro a suor.

- E os Portugueses, que trabalham o ano inteiro para pagar os (desvios €€ do PSD, CDS,PS) Não necessitam de descansar?estes hipócritas mais valia ficarem calados.

- Eu quando preciso de descansar tenho q meter dias de férias …. que não são eternos está claro. Em acabando os dias, cansado ou não, tenho que regressar. Esses dias foram descontados em dias de ferias?? Ou foram somados

- Nós também precisávamos de descansar um pouco de vocês todos. Mas, infelizmente, a nossa classe política não nos dá descanso. Aliás, coloca-nos a trabalhar nos dias de descanso, ainda por cima reduzindo vencimentos…

- Foi por isso que o Parlamento parou ? Foi mas e pelo descaramento e desrespeito que a ma formação moral vos da. Tanta gente que trabalha realmente no duro ha tantos anos sem ferias e que vocês resolveram achincalhar.

- São uns trabalhadores incansáveis…por isso reformam-se ao 40

- ESTÁ CANSADA DE FAZER TÃO MAL AOS POBRES E AOS TRABALHADORES PORTUGUESES ! NÃO SE CANSE MAIS ? SAIA !…QUE NÓS OS POBRES, AGRADECEMOS.

In Correio da Manhã online
31/12/2011 | 01h00
Por:P.P.M.

E onde pára o papel higiénico?

Bastonário dos Médicos contra aumento “brutal” das taxas moderadoras


José Manuel Silva diz que classe média vai ser castigada

Bastonário da Ordem dos Médicos não está convencido com os aumentos

O bastonário da Ordem dos Médicos classifica de “brutal” o aumento das taxas moderadoras, sobretudo num contexto em que os cidadãos já sofreram reduções de salários e aumentos de impostos.

Em entrevista à Lusa, José Manuel Silva considerou que eram suficientes os valores das taxas moderadoras que estavam em vigor, mas reconheceu a necessidade de aumentar “um pouco” as taxas em função da situação e da “confrangedora incapacidade” que o Governo tem revelado em resolver os problemas do País.

“Mesmo assim, uma duplicação das taxas é um aumento brutal, não só pelo aumento das taxas, mas porque os cidadãos estão a ser esmagados por todas as vias, com redução dos salários e aumento dos impostos”, afirmou.

O bastonário sublinhou, contudo, as medidas do Governo que “amenizam” o impacto do aumento: estabelecer um tecto máximo de 50 euros no pagamento por actos nas urgências e elevar ligeiramente o limiar inferior abaixo do qual as pessoas estão isentas, aumentando deste modo o número de isentos de taxas moderadoras.

“Mas isso significa também que a classe média vai ser castigada pelas taxas moderadoras e temos que ter a noção de que a justiça social na saúde se faz através dos impostos, a comparticipação de todos paga o SNS [Serviço Nacional de Saúde]“, salientou.

O bastonário lembra que os impostos são “um seguro público que cada cidadão que paga impostos faz”, sendo a justiça social assegurada pela diferença de descontos entre quem ganha mais e quem ganha menos.

Para José Manuel Silva, o aumento das taxas é discutível e criticável, porque os problemas financeiros de Portugal deveriam ser resolvidos de outra maneira, nomeadamente através do combate à evasão fiscal, à fraude e à corrupção, bem como através de reformas estruturais.

“Para discutirmos o problema das taxas moderadoras, temos que discutir o financiamento do SNS e para discutirmos o financiamento do SNS temos que discutir a governação, porque o dinheiro tem que vir de algum lado”, afirmou, acrescentando que “o problema das taxas moderadoras está na governação do País dos últimos anos e da actual”.

In Correio da Manhã online
30/12/2011 | 17h49
Por:Lusa

E você, acredita?


Quarto Poder

Manuela Moura Guedes

Só os pobres escapam ao raide de uma política fiscal que castiga quem trabalha como ninguém na Europa

Não me lembro de ter chegado ao fim de um ano tão mau e, mesmo assim, desejar que o novo não comece. As perspectivas são negras e nem mesmo as promessas de Passos de “democratizar a economia” suavizam o horizonte. Os seis meses de Governo mostram que entre as intenções e a prática há um enorme vazio.

A austeridade tem como alvo a classe média, da alta à baixa. Só os pobres escapam ao raide de uma política fiscal que castiga quem trabalha como ninguém na Europa, e deixa de fora quem vive de mais-valias e dividendos. E os que têm “acesso privilegiado ao poder” continuam a ser os poderes reais do País. Os interesses corporativos que se alimentam do Estado não acabaram, o que se alterou foi um faz-de-conta. As nomeações para cargos dirigentes da Administração Pública serão por concurso público mas o ministro terá a última palavra, anulando a escolha por concurso.

A reforma do Poder Local acaba apenas com freguesias deixando as 308 autarquias do século XIX desfasadas das necessidades actuais. Os interesses partidários sobrepuseram-se e os caciques locais ganharam. Continuam as mais de 2ooo empresas municipais, quase todas endividadas e a albergar familiares e amigos de autarcas. Antes de ser Governo, o PSD prometia acabar com todas as que não tivessem “50% de receita privada”. Também iam acabar com Fundações, Institutos, “o Estado gordo”… a dieta foi tão ligeira que até vai haver o novo Instituto Português da Moda (procuram um palacete).

Em contrapartida, corta-se em coisas tão essenciais como medicamentos, médicos, enfermeiros ou nos 3 helicópteros do INEM à noite. Não estavam a ser rentabilizados. Custam 1,8 milhões de euros por ano e só às vezes é que há gente quase a morrer que precisa deles! Já a RTP custa mais de 100 milhões e vai deixar de ter publicidade para depender só do OE e do Governo que cedeu à pressão das privadas. Tal como tem cedido ao peso de quem intervém nas negociatas da PPP (60 mil milhões), grandes empresas, construtoras, banca e advogados.

Os sinais já são muitos e fortes de falta de vontade política do Governo para acreditar outra vez em promessas de “democratização da economia”. Mas espero mesmo estar enganada – É o meu desejo para 2012!

In Correio da Manhã online
30/12/2011 | 01h00
Por:Manuela Moura Guedes, Jornalista

[importante] – Acreditar? Em quem, Manuela? Nesta canalha imunda de aldrabões? Neste gang de gatunos que nos andam a ROUBAR legal e descaradamente sob o pretexto que temos dívida para pagar? Eu? Pagar a dívida que encheu a pança destes canalhas, dos compadres, amigos e quejandos? Mas porque carga d’água tenho de pagar uma dívida monstruosa, criada por esta escumalha política e que não é minha? Dizem que eu e todos os Portugueses, em 2012, vamos ter de pagar 1.945 €uros, cada um, pela dívida que estes vagabundos criaram, amamentaram, desenvolveram e gozaram… Porquê? Porque é “democrático”? Eu já nem na minha sombra acredito…! [/importante]

 

Então bom descanso, senhores deputados


O Cronista Indelicado

João Miguel Tavares

Vamos cá ver: 2012 não vai ser um ano mau. Vai ser um ano horrível. O pior em décadas. Milhares de empresas irão fechar. Dezenas de milhares de pessoas ficarão sem os seus empregos. Centenas de milhares de pessoas serão lançadas na pobreza. E como aquecimento para este annus horribilis o que é que fazem os nossos queridos deputados? Vão 11 dias de férias.

Entre 23 de Dezembro e 2 de Janeiro os deputados estarão a reflectir sobre o futuro do País, no conforto de suas casas, com peru no bucho e uma flute de champanhe na mão direita. Ouvida pelo CM, a secretária–geral da Assembleia da República explicou que “o facto de não estar agendado plenário nem comissões não significa que os trabalhos não continuem”. Claro que os trabalhos continuam – estou certo de que se neste momento visitássemos o Parlamento encontraríamos centenas de deputados banhados em suor e cercados de produção legislativa.

É curioso notar que após tanto esforço para moralizar o País, eliminar feriados, aumentar o tempo de trabalho, diminuir as férias ou acabar com as tolerâncias de ponto, os deputados tenham decidido manter a semana de regabofe natalício.

Os próprios funcionários do Parlamento não têm férias nem tolerância, mas já os deputados, esses, estão a melhorar a produtividade da pátria com os pés esticados em cima do sofá. Ora, se a malta gosta tanto de aproveitar os festejos, então que abra o Parlamento na noite de 31 e organize uma festa de arromba para todos os quadrantes políticos. Apanhavam a piela do costume, só que nos seus postos de trabalho – o que, não melhorando a situação do País, sempre consolava um bocadinho.

In Correio da Manhã online
30/12/2011 | 01h00
Por:João Miguel Tavares (jmtavares@cmjornal.pt)

Dívida Pública: Cada português paga 1945 euros em 2012


Dívida Pública

imagem: Sonya Schoenberger/Reuters

No próximo ano, Portugal vai ter de pagar mais de 20 mil milhões aos investidores.

»»»» comentários do online:

- Ok, cada um paga e ficamos descansados?????Depois passam um recibo etc… Ta bem alinho e depois nao xuxam mais???’

- E… será que a cambada de “vampiros” que se passeia pela assembleia da república (que devia ser do povo) também está incluída a pagar o calote (que eles próprios fizeram)dos tais 1.945,00 €?

- Paga se trabalhar. Se não trabalhar não paga e logo quem trabalha paga o dobro.

- Quem deve pagar a crise é quem tem o dinheiro do povo, que andaram a roubar estes vinte e tal anos…

- O problema não é pagar. O problema é ganhar para pagar. Se depois de pagar 1945 € restasse o suficiente para viver decentemente, o pagar não faria grande mossa. O problema é a miséria que espalha o encargo de tal dívida.

- Que mentira! Eu e minha mulher, com salários anuais de 60.000 euros (dois juntos) pagamos 10.000 euros… Enquanto que os meus vizinhos com salários (os dois) anuais de 120.000 euros, não pagam nada!

- E vivam os xuxalistas! E viva o Marocas e o Sócrates mais toda a cambada de amigos que andaram a roubar-nos durante anos. Agora dão entrevistas a criticar as medidas impostas como se não fosse nada com eles. Hipócritas!

- Enquanto a divida do BPN não for paga integralmente por quem o roubou, Dias Loureiro e a restante camarilha, não me conformo. Não tenho dividas porque não as fiz. Não admito pagar a dos outros, paguem os seus autores.

- Eles andaram a pedir dinheiro para se governarem e criarem grandes fortunas (PS,PSD/PPD,CDS)sempre estiveram no governo umas sozinhos outras em coligação então a divida é deles não minha. Cadeia com eles,eles que paguem

- Por agora,é o Fado património Mundial!Falta a Sina a k os Portugas estão sujeitos pork,está incluída na tristeza do Fado!!No fundo, somos uns tristes a aturar corruptos e a viver de aparência quando estamos na miséria!!

- É vergonhoso, não fomos nós trabalhadores de facto que ficamos com o dinheiro, nós somos os explorados pelos governos e patrões, a diferença com a Grécia, é que lá foi distribuído pelo povo…

- O Partido Socialista, Mário Soares, sócrates, armando vara, josé lelo, zorrinho, seguro,e tc., que colocaram o País neste estado o que é que pagam?É mais uma vez o mesmo a pagar?E durante quanto mais tempo?O QUE VAI SER DE NÓS?

- Ora esta! Então ja começam o cobrar? Sao uns bandidos esses tais investidores, são e uns exploradores! Razão tinha o Zezito, o emigrante de Paris quando disse e bem que pagar dividas e coisa de criança.

In Correio da Manhã online
29/12/2011 | 01h00
Por:Pedro H. Gonçalves

E os burros somos nós!!!???

O ilegal agente provocador


Estado das Coisas

Rui Rangel

Começo por dizer que tenho apreço e estima pessoal pelo actual ministro da Administração Interna. Do que conheço sei que a sua formação cívica e política o impedem de pensar travar qualquer manifestação legal, com a utilização de agentes provocadores, para retirar força e eficácia a uma manifestação, que é um direito constitucional.

Eu sei e Miguel Macedo também sabe que a utilização de agentes provocadores numa manifestação de cariz sindical, devidamente autorizada, é ilegal. Qualquer acção de polícias à paisana, que contribua para a agitação e para a violência, numa manifestação legal que decorra dentro das regras que regulam um Estado com Lei, levanta questões éticas e legais preocupantes.

Polícias à paisana, com a inteligência nos músculos, fazendo lembrar o que de mau têm alguns seguranças da noite, que abusem do poder e agridem pessoas que se manifestam dentro da ordem legal, não podem ficar impunes de responsabilidade criminal e disciplinar.

Se o governo quer legitimar os actos ilegais do agente provocador, então, tem bom remédio: crie legislação específica que clarifique estes comportamentos. E é urgente que pense nisso, porque a crise social e de desemprego vão fazer quebrar a coesão social e potenciar a indignação.

Diz a história que o agente provocador tem sido uma táctica operacional de agentes infiltrados da polícia, para se imiscuir, monitorar, destruir e ou subverter manifestações sindicais. Percebo a lógica do agente infiltrado, como método para garantir a segurança e prevenir o crime. Não aceito o agente provocador que incita à exaltação e à desobediência, para, a seguir, ganhar legitimidade, para agir, usando, de forma desproporcionada, a força contra cidadãos indefesos. Como também não aceito que polícias à paisana, sem qualquer identificação, se coloquem na primeira fila de contenção de uma manifestação. O que está aqui em causa não é combater a criminalidade.

A componente política de uma manifestação sindical e os seus efeitos devem obrigar, por parte das forças policiais, a outra contenção e a toda a prudência. A preparação que têm (ou deviam ter) a isso obriga. A repressão de direitos legítimos não se faz por esta via.

Os agentes provocadores, que estão à paisana, não podem gozar de impunidade por via da sua não identificação, situação de ofensa clara ao princípio da igualdade, uma vez que o polícia que está identificado não tem margem de fuga.

É um dever a sua identificação e um direito exigi-la. Pactuar com comportamentos ilegais e difusos faz nascer duas consequências, uma de natureza política e outra judicial. Cada um que tire a sua.

In Correio da Manhã online
29/12/2011 | 01h00
Por:Rui Rangel, Juiz Desembargador

[nota] - Por curiosidade, deixo aqui o comentário de um “opinador” do C.M. online sobre esta peça: «E porque toma como garantido que os houve nas últimas manifestações? Por os anarquistas e extremistas de esquerda terem usado esse argumento para branquear os crimes que cometeram? Para Juiz, falta-lhe isenção, não?…»
Digo eu: eles quando são picados… mostram os dentes… Não gostam porque não admitem a democracia dos outros. É do que vive Portugal actualmente: uma “democraCIA” fantoche, social-fascista e bastarda![/nota]

Desconto de 50% nos passes de estudantes e idosos mantém-se


Em Janeiro

Os estudantes e os idosos vão continuar a beneficiar dos descontos de 50 por cento nos passes em Janeiro, afirmou à Lusa o presidente da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários Pesados de Passageiros (ANTROP).

Luís Cabaço Martins, presidente da associação que representa cerca de 120 empresas privadas de transporte rodoviário de passageiros, disse que as operadoras continuam a vender os passes com descontos.

“Estamos a vender [os passes para estudantes e idosos com 50 por cento de desconto] para Janeiro, a lei está em vigor”, afirmou o presidente da ANTROP, que admite que o Governo “queira alterar” o sistema actual.

“A indicação que as empresas têm é para continuarem a vender, até que haja alguma revisão da lei”, acrescentou.

Em Novembro, o secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, afirmou, em entrevista ao jornal Correio da Manhã, que os descontos de 50 por cento nos passes dos idosos e dos jovens estudantes acabariam.

“A subsidiação etária 4-18, sub-23 e sénior acabou”, afirmou, na altura, o secretário de Estado ao jornal diário, numa referência aos passes 4_18@escola.tp e sub23@superior.tp.

A Lusa contactou hoje o Ministério da Economia para tentar saber até quando se vão manter estes descontos, mas não obteve resposta.

Recorde-se que o Governo decidiu adiar de Janeiro para Fevereiro a entrada em vigor do aumento dos preços dos passes e dos bilhetes dos transportes públicos.

No final da semana passada, várias empresas de transportes publicaram anúncios na imprensa a informar os passageiros que a partir de 01 de Janeiro seriam cobrados novos preços, sem terem sido informadas pelo Governo dos novos valores.

Ao abrigo da legislação em vigor, “as empresas devem publicar num dos jornais mais lidos da região o preçário ou aviso do local onde aquele se encontra à disposição do público, com a antecedência mínima de 10 dias”.

Este ano, o Governo vai pagar aos operadores privados cerca de 16,8 milhões de euros relativos ao passe 4_18@escola.tp e cerca de 6,6 milhões de euros do título Sub23@superior.tp.

In Correio da Manhã online
28/12/2011 | 19h18

Tim-tim por tim-tim


Fio de Prumo

Paulo Morais

Os três últimos primeiros-ministros eleitos foram empossados na sequência de campanhas em que prometeram não aumentar impostos. Mas não tardaram a fazê-lo, mal se instalaram no poder. Durão Barroso tinha até anunciado um choque fiscal, com uma brutal redução de impostos. Para justificarem a sua incoerência, todos alegaram desconhecimento da situação efectiva das finanças públicas. O que não colhe. Pois ao candidatarem-se teriam de conhecer toda a informação. Se a não conheciam, são incompetentes; se, por outro lado, dela dispunham, são mentirosos.

Duma forma ou doutra, todos nos vieram ao bolso. Com o discurso da “tanga” de Barroso, do “défice descontrolado” de Sócrates ou do “buraco colossal” de Passos Coelho. Prometendo em campanha uma política fiscal e fazendo exactamente o seu contrário, os políticos desacreditaram a democracia enquanto regime em que se contrapõem ideias e se espera que se implementem as propostas dos que vencem nas urnas.

O facto é que os impostos são hoje um verdadeiro esbulho aos nossos rendimentos. E, paradoxalmente, ao aumento da carga fiscal dos últimos dez anos tem correspondido uma diminuição das regalias que o Estado concede. Durão Barroso introduziu portagens nas Scut, José Sócrates reduziu a rede escolar e hospitalar, diminuiu as pensões de reforma, e Passos Coelho parece ir pelo mesmo caminho. Todas estas decisões seriam até talvez aceitáveis se os impostos em vez de subir… estivessem a descer.

Como é isto possível? Para onde têm ido todos os recursos? Alguns desvarios são conhecidos, mas não se tem noção de qual é a sua verdadeira dimensão. Ainda estão por esclarecer os montantes esbanjados na Expo 98 ou no Euro 2004.

Outros gastos são ainda mais secretos, como os das parcerias público-privadas em auto-estradas e hospitais, os montantes escandalosos dos juros de dívida pública ou a nacionalização do BPN.

Aqui chegados, impõe-se um cabal esclarecimento de qual o destino que tem sido dado, nos últimos anos, aos milhões arrecadados através dos nossos impostos. Explicados euro a euro, tim-tim por tim-tim.

In Correio da Manhã online
27/12/2011 | 01h00
Por:Paulo Morais, Professor Universitário

Via do Infante: Novo acto de vandalismo


Cabos do sistema informático foram cortados

Reforço do policiamento parece impotente para controlar vandalismo na Via do Infante

A Via do Infante, A 22, foi esta madrugada alvo de novo acto de vandalismo. Desta vez, os estragos foram provocados no sistema informático, perto da saída de Olhão, no sentido de Espanha.

Os cabos do sistema informático foram cortados, avançou a rádio Antena 1.

Os estragos provocados na auto-estrada 22 surgem depois dos protestos em que foi reclamado o não pagamento de portagens na Via do Infante.

»»»» comentários do online:

- José Campos, se houvesse justiça neste país não nos iam ao bolso, porque nunca tinham roubado como roubaram. Puna-se quem nos conduziu a isto e apresentem-lhes a factura. Estamos fartos de pagar pelos desmandos políticos

- So faltava esta, termos talibans na via do infante

- Porque não mandam a factura aos chulos que andaram a desgovernar o país desde o 25 de Abril?

- É caso para dizer: Quando não funciona a força da razão, tem que se fazer vingar a razão da força!…

- Não se esqueçam! Quanto mais estragarem mais temos de pagar.

- É a luta! Vamos ver se Portugal deixa de ser um país de MANSOS!

- ehehehehe boa…

- É de lamentar que ainda não tenham deitado mão aos criminosos. A pretexto de não pagamento de portagens, o vandalismo continua a campear. Quem estará por detrás destas destes desmandos? Os oportunistas do costume.

- Ola o Félix! Também é Bagão como o outro?Deve ser mais um baguinho a pensar que chega a grande.Vais ser esmifrado pelos grandes como todos nós!Depois quero ver de que lado te pões tu!

- APOIO!!! We shall not fear our governament… The governament should fear US! Isto é só o começo!!

- Ainda é pouco. Ninguém devia passar lá.

- A Via do Infante não tem condições de auto estrada e muito menos a ter portagens.Não foi construída com dinheiro do estado e deve de estar á disposição do turismo sem massacrar quem lá passa.Vão roubar ao diabo!

- Se houvesse justiça a sério,estes crimes e outros tantos não existiriam.Infelizmente o nosso país é uma “república de criminosos”,com um sentimento de quase total impunidade.

- parabéns assim é que é deviam era fazer pior gatunos uma coisa que esta paga andam a roubar-nos força pessoal vamos arrebentar com isso tudo.

- Que seja um exemplo para todo o país,a quem o fez e continua a fazer PARABÉNS e coragem de continuarem,sempre em vigilância e estratégia bem delineada.

- …Que a policia comece a utilizar as suas armas! querem-nas para que???

In Correio da Manhã online
27/12/2011 | 09h12
Por:João Saramago

[aviso]- Cabeçalho da notícia: NOVO ACTO DE VANDALISMO. Embora seja contra este tipo de situações, será oportuno questionar também o seguinte: não serão ACTOS DE VANDALISMO o que este (des)governo anda a fazer à classe média-baixa-miserável? No entanto, não leio cabeçalhos nos jornaleiros, quando aumentam preços, taxas moderadoras, IVA, IRS, fecham hospitais, urgências, congelam salários, ROUBAM subsídios de Natal e de férias, etc., etc., etc., a dizerem: GOVERNO PRATICA ACTOS DE VANDALISMO CONTRA OS PORTUGUESES... Porque será, cambada? Alinhamento político com a Nova Ordem instaurada? [/aviso]

 

E os burros somos nós!!!???

Sonhos de Natal


Dia a Dia

José Rodrigues

Não sou muito dado a açúcares, mas neste Natal não resisti a uns sonhos. Sei que não podemos abusar deles, mas um dia não são dias, e, afinal de contas, como diz o povo,para amarga já basta a vida…

Assim, na noite da Consoada, permiti-me uns quantos sonhos, bem dourados e açucarados: que em 2012 vamos conseguir cumprir a meta do défice de 4,5%; que não serão mesmo necessárias medidas adicionais de austeridade além das previstas; que em 2013 vamos começar a sair da crise; que não será necessário prepararmos um plano B para a saída do euro… Eram, afinal, os mesmos sonhos que nos têm sido “vendidos” por quem nos governa, mas no Natal ninguém leva a mal…

Por esta altura, o telejornal que começava devolveu-me à realidade. Da mensagem de Natal do Cardeal-patriarca, retive a frase inicial, que dizia que em Portugal “há crise de esperança”, e pensei que esta é talvez a crise mais grave que actualmente enfrentamos.

Mas em breve voltei aos sonhos, ao ouvir o cardeal defender que “um dos frutos do presente sofrimento colectivo pode ser levar a sociedade a abrir-se a uma nova etapa de civilização, que dê maior prioridade à pessoa, uma ordem económica que acentue o bem comum”…

In Correio da Manhã online
26/12/2011 | 01h00
Por:José Rodrigues, Editor de Política/Economia

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REVISÃO DE TEXTOS



Todos os textos aqui inseridos, são corrigidos para a Língua Portuguesa de antes do acordo ortográfico.

Mentiroso…!!!

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visitas desde 17/08/2011

artigos interessantes…

... não só pelos conteúdos, como pelos comentários que demonstram o que esta canalha política no poder (e não só) merece da maioria dos portugueses...

- Diário de Notícias: Cavaco sublinha importância da coesão nacional

- Diário de Notícias: Electricidade da Madeira desmente novo 'buraco'

- Expresso: Jardim diz que não se arrepende do endividamento

Os responsáveis pela derrocada de Portugal

Mário Soares - 9 de Junho de 1983 - 6 de Novembro de 1985

Cavaco Silva - 6 de Novembro de 1985 - 28 de Outubro de 1995

António Guterres - 28 de Outubro de 1995 - 6 de Abril de 2002

Durão Barroso - 6 de Abril de 2002 - 17 de Julho de 2004

Santana Lopes - 17 de Julho de 2004 - 12 de Março de 2005

José Sócrates - 12 de Março de 2005 - 21 de Junho de 2011

Passos Coelho - desde 21 de Junho de 2011

promessas do passado…

C E N S U R A

A partir desta data e tal como já foi exercido com outro online, este Blogue deixará de inserir notícias publicadas no Correio da Manhã online, dado que ontem foram deixados 3 comentários naquele online que não foram publicados e que se encontravam completamente dentro das regras exigidas pelo jornal nesta matéria.

Notícias Bravas
12.09.2011

salários mínimos na Europa

Bulgária € 123,00
Roménia € 153,00
Polónia € 281,00
PORTUGAL € 525,00
Grécia € 628,00
Espanha € 728,00
Reino Unido € 1.010,00
França € 1.321,00
Bélgica € 1.387,00
Irlanda € 1.462,00
Luxemburgo € 1.642,00

valores calculados sobre 14 meses
(incluem férias e 13º. mês)

E já que falam tanto em colocar Portugal ao mesmo nível dos países da UE, esqueceram-se da igualdade do salário mínimo?

Portugal fora da U.E.

frases ao acaso…

- Impressionante como Portugal não apresenta novos quadros na política e no seu grande empresariado. Onde estão os jovens portugueses? Ouvir um mesmo Cavaco e Silva há mais de três décadas é dose. Um Mário Soares, um Ramalho Eanes (esse ainda está vivo?), é brincadeira. Juventude lusitana assumam logo seu país antes que esses incompetentes o levem à derrocada total. Vejo diariamente a SIC e fico impressionado com o quadro político que se apresenta do continente à Madeira e Açores. Os comentários intermináveis e inócuos no programa "Quadratura do Círculo". O nome diz tudo: Umas bestas quadradas vociferando asneiras em círculo que não levam a lugar algum. Triste ver a nação de Camões, da Escola de Sagres, da Universidade de Coimbra acabar assim.

- Este Governo age como autêntico capataz da Srª. Merkel e Sr. Sarkozy. É o próprio Governo a dizer que os Portugueses têm que fazer sacrifícios, tem que ir para além da troika, para a Srª Merkel e o Sr. Sarkozy ficarem satisfeitos. E para agradar aos olhos daquelas duas personagens, este Governo submete os Portugueses a uma política que não leva a lado nenhum se o objectivo é pagar a dívida. Mas como o que interessa é o sorriso das tais personagens, este Governo optou por medidas de fazer sangue e quando o faz há quem corra para junto de Merkel e de Sarkosy a perguntar se está bem assim ou querem com mais sangue? São pacotes de austeridade atrás de pacotes de austeridade, são impostos directos acompanhados com cortes de vencimentos e como ainda acham,o Governo, que os Portugueses ainda ficam com uns trocos para matar a fome lá vêm com impostos indirectos... O simples cidadão está ensanduichado e sufocado em impostos...
O que este Governo condenou o anterior está a fazer ainda pior e sem se importar com políticas sociais e económicas... O que interessa a este Governo é que Merkel sorria de satisfação, bata palmas a este espectáculo de circo romano onde os Portugueses foram atirados às feras. O Governo fica sempre satisfeito com o seu desempenho quando Merkel bate palmas!!!!
Não temos um Governo inovador para contornar a crise ao serviço dos Portugueses, temos sim um capataz/carrasco ao serviço de quem lhes passa as mãos pelas costas!

- O povo português não é todo estúpido, subserviente e ignorante, temos de calar esta gente sem escrúpulos que manda trabalhar e nada faz pelo país, gente vendida ao capitalismo internacional. A paciência tem limites e o desespero já começa a fazer comichão nas palmas das mãos, prontas para distribuir chapada por esta gentalha miserável e oportunista que reduziu uma nação soberana a uma coutada de meia dúzia de atiradores furtivos que gosta de gozar com a cara de quem ainda acredita no seu país. O melhor é mudarem de discurso senão tudo pode acontecer e os responsáveis por isso terão de fazer as malas e bater com os calcanhares no traseiro.

- Num País de aldrabões e corruptos, nada é demais!!... Vale tudo, até tirar olhos!!! Fazem o que querem e o Povo consente!!! Aqui é que está o mal!!... É o Povo consentir toda esta bagunça e esperar pelo dia D, da sua desgraça!!! Mas, alguma vez existe alguma legislação ou Lei ou seja lá o quê, credível neste País!!! Só nos resta a natureza que essa mão falha!!! Para o ano, serão também taxados os Subsídios de Férias e de Natal, até nos levarem à depressão e ao suicídio!!! Só a INSURREIÇÃO será a solução, nada mais!!! E O POVO PÁ!!!!

- "Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis".

- Farto deste sistema de merda que nos engole
Farto destes políticos a coçar os colhões ao sol
Farto de promessas da treta
Sobem ao poder metem as promessas na gaveta
Farto de ver o país parado como uma lesma
Ver as moscas mudarem e a merda ser a mesma
Farto de miséria, o povo na pobreza
Uns deitam a comida fora, outros não a têm à mesa
Farto de rótulos, estigmas e preconceitos
Abrir os olhos e ver que não temos os mesmos direitos
Farto de mentiras, farto de tentar acreditar
Farto de esperar sem ver nada a melhorar
Farto de ser a carta fora do baralho
Farto destes cabrões neste sistema do caralho
Não te iludas ninguém quer saber de ti
Todos falam da crise mas nem todos a sentem
Muitos com razão, mas muitos deles apenas mentem
Crimes camuflados durante anos a fio
Tavam lá todos eles mas ninguém viu
Não foi ninguém, ninguém fez nada,
E se por acaso perguntarem ninguém diz nada
Farto de ver intocáveis saírem impunes
Dizem que a justiça é para todos mas muitos são imunes
Dois pesos, duas medidas
Fazem o que fazem, seguem com as suas vidas
Para o povo não há facilidades
E os verdadeiros criminosos do lado errado das grades
Boss AC

- O povo português, mesmo com todos os seus defeitos e manias, não merece estar à mercê de uma classe política que só se importa consigo própria.
100editora.net

- Marinho Pinto é tipo ciclone... nunca se sabe que rumo e intensidade toma... Às vezes diz umas verdades...outras burrega em toda a linha. Perdeu na sua defesa do pagamento das defesas oficiosas. Os Advogados metiam "mesmo" a mão na massa, como a ministra já provou, como se verifica pela quantidade de casos descobertos. Agora Marinho ameaça , numa reacção pouco civilizada e imodesta. É o que temos neste país... Marinhos Pintos e João Albertos....

Jardim pede independência da Madeira - Há pouco mais de 5 séculos 2 intrépidos navegadores,João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, cobriram de glória o nome de Portugal, abrindo as portas à grande epopeia dos Descobrimentos Portugueses. Contrariamente ao que diz o apátrida Jardim, atraiçoando a memória destes grandes portugueses, a Madeira nunca foi COLONIZADA, por ser um arquipélago sem ocupação humana, à data da descoberta.
Esta última e miserável declaração desta ingrata personagem conduz-nos a uma situação sem retorno e exige a realização de um REFERENDO que nos permita saber se os portugueses da Madeira querem manter a sua condição de PORTUGUESES – com todas as obrigações e direitos –ou se, pelo contrário, querem embarcar num navio à deriva, que rapidamente afundará, conduzido por um rasca aprendiz de marinheiro que condenará a população da Madeira a um futuro pouco risonho.

- No exterior são muitas as vozes - Martin Feldstein, George Soros são dois exemplos - que consideram provável que Portugal acabe por sair do euro pelo seu pé, uma vez que não terá condições de aguentar tanta austeridade ou de crescer com as regras do euro, orientadas para economias fortes. Esta semana, em entrevista à SIC, o economista João Ferreira do Amaral - crítico da entrada de Portugal no euro - apontava que vista de fora, sem o envolvimento com o país, a situação insustentável seria fácil de observar.

- Chamar merceeiros a estes "gestores/economistas" de pacotilha, é ofender seriamente os verdadeiros merceeiros...

- Hoje não há uma notícia que nos deixe reconfortados e o problema é só um: o mundo neoliberal em que nós mergulhámos deixou-nos neste estado de pura desgraça. Cavaco começou esta pouca vergonha em Portugal: ele o timoneiro e os seus comparsas. Gente sem categoria nenhuma pouco cultos sem inteligência que vieram dos montes para singrarem na cidade e na política onde se consegue um bom emprego a não fazer nada e depois conseguir-se um grande lugar numa empresa ou em várias. É uma alegria: pessoas com 5 e 6 reformas. Eu sei. Dinheiro muito dinheiro da CEE mal gerido e desperdiçado nas mãos de gente nada séria.Uma máfia. BPN, BPP, MADEIRA. Os portugueses a pagarem as vigarices do homem que quer passar a imagem de honesto mas que a mim nunca me enganou.

- O 25 de Abril tem sido um paraíso fiscal para estes políticos Gatunos que deixam as famílias portuguesas falidas e eles Milionários...!!!

- Votar, em Portugal, já não é democrático, é consentir que o crime de corrupção prolifere sem limite. Podemos travá-los? Sim...
Sem o teu voto, eles não são nada!

- "O País entrou no bloco operatório para fazer uma lipoaspiração e, devido a um erro clínico, saiu de lá sem um rim e com um braço a menos"

- Paulo Macedo, esse grande herói da Direcção-Geral dos Impostos, com vasto currículo na Saúde, quer, por exemplo, economizar nos transplantes. Muito bem. Toda a gente sabe que essas operações são meros caprichos e que, frequentemente, as listas de cirurgia estão cheias de utentes que querem mudar de fígado só porque o que tinham estava fora de moda.

- O ministro também anunciou que o Estado deixará de comparticipar a pílula, sem dúvida uma excelente maneira de combater o aborto. O mesmo caminho segue a vacina contra o cancro do colo do útero e os medicamentos para asmáticos, esses malandros que querem respirar à borla.

- Com menos portugueses e mais asfixiados, certamente o Estado terá menos despesas. Confirma-se: não há vida além do défice.

Porque é que as dívidas de particulares aumentam?

Existem por aí uns economistas de capoeira, a mandarem bitaites sobre os "calotes" que as famílias pregam à banca e às "sociedades financeiras" que designo de "mercearias de dinheiro fácil" sem terem em linha de conta, na maioria dos casos, do porquê de tal situação.
O Dr. Paulo Morais em meia dúzia de frases, sintetizou os porquês dessa situação e eles são, principalmente:

- Ganância irresponsável de uma Banca usurária.
- Quando se vulgarizaram, o crédito ao consumo e os empréstimos pessoais pareciam uma solução fácil. Um embuste colossal.
- As empresas de crédito ao consumo lançaram milhões num inferno. Prometiam taxas de juro que eram já de si elevadas. Mas a estas acresceram comissões, seguros, impostos e outros assaltos. Obrigam assim os clientes ao pagamento de taxas anuais efectivas de encargos (a famosa TAEG) de quase 30 por cento. Em famílias de escassos recursos, estes empréstimos provocaram a insolvência.
- Ao longo de anos, as autoridades de supervisão bancária nada fizeram. Sucessivos governos deixaram os consumidores de produtos financeiros à mercê das verdadeiras sanguessugas que são as sociedades financeiras de “apoio” (?!) ao consumo e de concessão de crédito pessoal.
- Há que tentar perceber a ausência de intervenção do Banco de Portugal e até a inércia do Ministério Público, incompreensível, uma vez que a usura em Portugal constitui crime. De seguida, baixar compulsivamente as taxas, repondo a equidade.

Nem o Banco de Portugal, nem o Ministério Público, nem os (des)governos, todos eles, em conjunto, alguma vez puseram cobro a esta USURA que, como Paulo Morais diz, constitui CRIME em Portugal.

A.C.A.M.

União de Doentes com Cancro em risco de fechar

A União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC) anunciou hoje que corre o risco de encerrar devido à redução de donativos e apela às dádivas dos portugueses para poder continuar a apoiar estes doentes e os seus familiares.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a UHDC refere que, "devido à crise e consequente drástica redução de donativos", está a "passar por graves dificuldades económicas".
Nas contas da UHDC está já com um saldo negativo de 27 mil euros, relativo a 31 de Agosto, valor que a organização precisa reunir até final do ano, "de modo a garantir o pagamento de salários e a prossecução de todas as suas actividades de apoio a doentes com cancro e seus familiares, nomeadamente, a Linha Contra o Cancro e o Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico".
A União Humanitária dos Doentes com Cancro apela aos contributos da população (empresas e particulares), disponibilizando a conta da organização no Montepio com o NIB: 0036 0216 99100077363 22.
Esta associação - que tem como primeiro objectivo apoiar os doentes com cancro e seus familiares, mediante a prestação de diversas valências de apoio, inteiramente gratuitas - promove anualmente uma campanha de angariação de fundos, de modo a garantir a sua sustentabilidade, tendo registado este ano uma redução de cerca de 30 mil euros face à campanha do ano passado.
Esta redução de fundos "coloca em causa a sobrevivência da associação", lê-se no comunicado.

inquérito Diário Digital

Inquérito JN 500 euros aos alunos

Inquérito JN sobtre quebra de proditividade

Inquérito JN – Taxa para financiar bombeiros

Inquérito J.N. desvio contas Madeira

aldrabices de algibeira

"Ninguém nos verá no Governo a impor sacrifícios aos que mais precisam apenas para fazer de conta que está tudo bem, se as coisas não estiverem bem, nós teremos de dizer que aqueles que têm mais, têm de ajudar mais os que têm menos em Portugal".
Passos Coelho
In JN de 2011-06-01

"A Grécia pediu ajuda e falhou. E sabem o que é que pode acontecer? Pode não haver mais ajuda externa. Não é a Europa que pode estar em causa com o Euro. São os gregos que podem ficar de fora da Europa e podem sofrer o que não é justo que sofram", disse, num paralelo com o que pode vir a acontecer a Portugal, se não houver um Governo "forte e coeso".
"Nós não podemos ter um Governo que faça de conta, que minta".
"Não percam tempo com quem já sabe que fracassa, dêem força a quem pode ganhar Portugal", pediu, apelando a que, numa "altura histórica" como a que Portugal vive, os portugueses não votem num Governo que "pode deitar tudo a perder".
Para além de ter dito: GOVERNAR PORTUGAL É IR AO POTE!
Passos Coelho
In JN de 2011-05-29

“O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, garantiu hoje que, se ganhar as eleições, “não vai mexer nas taxas de IVA” e que pretende recolher mais dinheiro dos impostos “alargando a base”. “Eu já tive ocasião de dizer que o PSD, e eu próprio, não vamos mexer naquilo que são as taxas de IVA que estão previstas, nomeadamente no acordo que foi estabelecido com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional. Nós vamos ter de recolher mais dinheiro dos impostos alargando a base, que não aumentando ou agravando as taxas do imposto”, disse.”<
Passos Coelho falava numa acção de campanha em Valença do Minho, durante a qual ouviu as preocupações dos comerciantes e dos autarcas locais sobre a disparidade já existente entre o IVA em Portugal e em Espanha.”
In LUSA/SOL 30 de Maio de 2011

A 01.Abr.2011, Passos Coelho GARANTIU a uma aluna de uma escola de Vila Franca de Xira que NÃO IRIA MEXER NO SUBSÍDIO DE NATAL 2011...!!!

C A R R I S

15% de aumento nos títulos de transporte resultaram na continuidade dos maus serviços prestados aos utentes!
Equipamentos de ar condicionado, em pleno Agosto, com temperaturas exteriores mais frescas que dentro das viaturas porque o AC está DESLIGADO! 80% dos motoristas devem ser alérgicos ao AC pois pela janelinha do lado deles entra corrente de ar, ao passo que os que pagam o seu título de transporte vão numa de sauna forçada!
E como isto é um País de mansos, onde ninguém protesta, a estória continua diariamente... E não esqueçam, seus pategos, que em Janeiro está previsto novo aumento de tarifário...!

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