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“Esforço exigido para corrigir os desvios será prolongado”


Contas da Madeira

Fotografia © Pedro Aperta - Global Imagens

O valor da dívida, no final do 1º semestre de 2011, era de 6.328 milhões de euros. Segundo Victor Gaspar, o esforço exigido à Madeira para corrigir os desvios do défice financeiro da região será prolongado.

O ministro das Finanças, Victor Gaspar, revelou hoje, a partir do Ministério das Finanças, o relatório sobre a situação económica e financeira da Região Autónoma da Madeira, preparado pela Inspecção Geral de Finanças.

Credibilidade do País

Victor Gaspar afirmou que a situação na Madeira é grave e vai exigir um grande esforço de ajustamento. Segundo o ministro, o desvio das contas da Região Autónoma colocou em causa a credibilidade do País, lembrando que o momento que o país atravessa é “particularmente grave” e que este caso veio afectar a imagem de Portugal perante os seus pares e credores.

“Os desenvolvimento das contas da Região Autónoma da Madeira afectaram muito negativamente a credibilidade do pais”, disse o ministro, sublinhando no entanto que para além das contas hoje apresentadas o Governo não espera mais surpresas no futuro próximo, sobre a questão orçamental da madeira.

Alteração à lei

No seu discurso, Victor Gaspar lamentou as “enormes violações nos limites do endividamento” e disse que era “fundamental alterar a lei das finanças regionais e outras disposições complementares que sejam necessárias para assegurar a modernização dos sistemas de elaboração, monitorização e controlo orçamentais”.

Dívida

Segundo o ministro, no final do 1º trimestre de 2011, o valor total da dívida da Madeira ascendia a 6.328 milhões de euros, o que representa 123% do PIB da região autónoma. Segundo Victor Gaspar, cerca de 47% desse valor corresponde a responsabilidades do sector empresarial regional.

Este mês, o INE e o banco de Portugal revelaram omissões de dívidas no valor de 1.113,3 milhões de euros.

Medidas de ajuste do défice

O ministro das Finanças afirmou que existem riscos para os próximos anos quanto ás necessidades de financiamento da região e que o reequilíbrio financeiro irá exigir um forte ajustamento. Para Victor Gaspar, serão necessárias “medidas de grande impacto”, tanto do lado das despesas como do das receitas.

O esforço exigido à Madeira para corrigir os desvios orçamentais será prolongado bem para além de 2012, mas as medidas permanentes para as corrigir só serão conhecidas com o Orçamento do Estado para 2012, indicou o ministro das Finanças.

“Acontece contudo que esta situação terá necessariamente de ser corrigida com medidas permanentes, com medidas estruturais para o ano de 2012 e para anos seguintes, consequentemente essa situação será tida em conta na elaboração do Orçamento do Estado para 2012 e as medidas concretas sobres as quais me interrogou serão conhecidas nesse documento”, respondeu Vítor Gaspar, quando questionado pelos jornalistas sobre o que será feito para corrigir estas contas.

O ministro sublinhou ainda que “dada a dimensão do problema detectado, o ajustamento necessário exigira um período muito prolongado de tempo que passará bem para além de 2012”.

Vítor Gaspar indicou ainda que existem “acções prévias” que serão para aplicar de imediata, de forma a controlar as contas da região, mas não especificou mais uma vez que acções seriam estas.

Segundo Victor Gaspar, serão tomadas medidas para que no final do ano o défice da região seja de 5.9. Isso obrigará a medidas permanentes, a tomar no próximo ano, e que serão bastante duras.

Diário de Notícias
com Lusa
30/09/2011

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Governo descarta novos aumentos de impostos


Gaspar

O secretário de Estado do Orçamento anunciou hoje que o Governo vai tomar mais medidas de austeridade este ano.

Vítor Gaspar admite que a derrapagem orçamental vai obrigar, ainda este ano, a mais austeridade, mas descartou subir impostos.

“Haverá mais medidas temporárias que não incluem qualquer aumento adicional de tributação este ano”, garantiu o ministro das Finanças.

Vítor Gaspar explicou que a existência de medidas temporárias já estava prevista no documento de estratégia orçamental e indicou que essas medidas incluem a “venda de património, concessões e a transferência de algum fundo de pensões da banca”.

“São um conjunto de medidas que estavam já claramente referidas no documento de estratégia orçamental”, frisou o ministro, acrescentando que os “números de execução orçamental mostram um desvio significativo” face ao que estava previsto.

“No primeiro semestre, consumimos 70% do limite anual, o que só vem provar que o Governo tinha toda a legitimidade para logo após a tomada de posse tomar medidas de forma preventiva”, disse.

O INE revelou hoje que Portugal fechou o primeiro semestre com um défice de 8,3%, quando até ao final do ano, o défice vai ter de emagrecer até aos 5,9%.

Vítor Gaspar notou que, além das medidas temporárias a aplicar já este ano, e que não vão incluir um aumento da carga fiscal, “esta situação terá de ser corrigida com medidas permanentes e estruturais para 2012 e os anos seguintes, o que será tido em conta no Orçamento para 2012”, concluiu.

Económico online
Filipe Garcia e Eudora Ribeiro
30/09/11 19:07

nota do webmaster:

Esta notícia é inserida apenas com a intenção de registo, de mais esta afirmação do ministro Gaspar. Veremos se é verdadeira ou falsa… É que já não dá para acreditar nesta cambada de aldrabões…

Isaltino Morais já saiu da prisão


Justiça

O tribunal de Oeiras determinou a libertação do presidente da Câmara de Oeiras. Isaltino Morais foi libertado do estabelecimento prisional anexo à Polícia Judiciária, em Lisboa

Isaltino Morais já foi libertado do estabelecimento prisional anexo à Polícia Judiciária, em Lisboa, disse o seu advogado Carlos Pinto de Abreu.

“Isaltino Morais já está em liberdade”, garantiu o advogado do autarca aos jornalistas cerca das 18:50, sem adiantar mais esclarecimentos.

Porém, o autarca de Oeiras, que foi detido na quinta-feira, não saiu pela porta principal do estabelecimento prisional.

O tribunal de Oeiras decretou a libertação imediata de Isaltino Morais.

Segundo fonte do tribunal, a decisão da libertação de Isaltino Morais foi fundamentada no princípio “in dubio pro reo” (em caso de dúvida, decide-se a favor do réu).

O autarca de Oeiras, detido na quinta-feira à tarde, passou a noite na prisão, mas a defesa enviou dois requerimentos ao Tribunal de Oeiras a solicitar a “libertação imediata” de Isaltino Morais, considerando que foi detido um “presumível inocente”, uma vez que o processo não transitou em julgado.

Em declarações à Agência Lusa, o advogado do autarca, Rui Elói Ferreira, disse que o “tribunal de Oeiras terá partido do pressuposto errado” de que o processo de Isaltino Morais já teria “transitado em julgado”, o que ainda não aconteceu uma vez que estão “pendentes” dois recursos no Tribunal Constitucional.

“O que aconteceu é gravíssimo. Meteram na cadeia um presumível inocente, uma vez que toda a gente é inocente até aos processos transitarem em julgado, o que não foi o caso”, disse.

O presidente da Câmara de Oeiras foi detido pela PSP, depois de o Tribunal da Relação de Lisboa o ter condenado a dois anos de prisão, por fraude fiscal e branqueamento de capitais. Apesar da detenção, Isaltino Morais não perde o mandato.

O ‘Caso Isaltino’ teve início há mais de oito anos, quando o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) iniciou uma investigação ao autarca, por suspeitas de que possuía contas bancárias não declaradas na Suíça e na Bélgica.

Visão
Lusa
17:20 Sexta feira, 30 de Set de 2011

O texto acima foi corrigido para a língua portuguesa antes do acordo ortográfico.

Farmácias podem deixar de distribuir medicamentos comparticipados


A Associação das Farmácias de Portugal alertou, esta sexta-feira, para o facto de as medidas anunciadas pelo Governo para a área do medicamento poderem, “em breve”, colocar em causa a distribuição de medicamentos comparticipados, já que retira às farmácias “elasticidade económica”.

foto Lisa Soares/Global Imagens

Na origem do alerta está o decreto-lei aprovado, na quinta-feira, em Conselho de Ministros, que estabelece um novo regime para determinar o preço dos medicamentos, com o objectivo de conseguir “uma baixa generalizada dos respectivos preços” e “uma redução nos gastos públicos”.

“As medidas anunciadas ontem [quinta-feira] pelo senhor ministro da Saúde podem, em breve, pôr em causa a dispensa dos medicamentos aos utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, afirma em comunicado a Associação das Farmácias de Portugal (AFP).

A entidade lembra ainda que “as farmácias são micro-empresas privadas que cumprem uma função essencial na cadeia de valor do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e que a sua elasticidade económica e financeira há muito que atingiu o seu limite razoável”.

A AFP refere que tem vindo a alertar “o Governo e as entidades gestoras da saúde para os problemas que as políticas erráticas em torno do medicamento têm provocado na actividade das farmácias, medidas essas que poderão conduzir à necessidade de o Estado ter de vir a nacionalizar o sector”.

A AFP espera ser recebida pelo ministro da Saúde, Paulo Macedo, para o sensibilizar para os problemas que decorrerão para o SNS se as farmácias deixarem de poder exercer a sua função de dispensa de medicamentos.

Jornal de Notícias
30.Set.2011 | 15h59

Isaltino: o que justiça não consegue os portugueses não querem


Isaltino Morais foi detido. Pela PSP. Como um criminoso. Uma pessoa lê e não acredita. Criminoso é quem rouba um auto-rádio, não é quem rouba o Estado quando ocupa cargos públicos. O criminoso gasta o dinheiro no dia seguinte, não o põe a render na Suíça.

Sim, é verdade que o processo ainda não acabou. Mas olha-se para a forma como os seus advogados tratam da sua defesa e percebe-se como as coisas funcionam. Todos os recursos são entregues na véspera de cada decisão transitar em julgado. Não há a tentativa de provar a inocência do autarca. Há a tentativa de arrastar, o mais que der, o processo.

Defendo que qualquer acusado deve ter direito a todas as garantias de defesa e a um julgamento justo. Oponho-me a julgamentos sumários. Mas o sistema jurídico português, com o seu labirinto processual, garante uma justiça rápida para quem não pode pagar um advogado e processos que se arrastam até darem em nada para quem consiga pagar os melhores.

Sim, toda a gente é inocente até prova em contrário. Nunca me cansarei de o dizer. Mas tudo tem um limite. No caso de Isaltino Morais, os truques dos seus advogados, que já vão no Tribunal Constitucional, sempre deixando esgotar todos os prazos até pagarem todas as multas necessárias, não podem deixar as evidências suspensas por mais tempo. Todos conseguimos distinguir quando se está a tentar provar a inocência de alguém ou a tentar adiar uma condenação.

Mas os portugueses não se podem queixar. O que a justiça não faz eles deixaram por fazer. Nem sequer foram os partidos. O de Isaltino correu com ele. Foram os eleitores, e não as leis, que reelegeram Isaltino depois da sua condenação. E não se tratou de caciquismo ou compra de votos. Oeiras tem os munícipes mais instruídos e com mais poder de compra do País. Os mesmos que se indignarão porque um qualquer pilha-galinhas “é apanhado hoje e amanhã já está cá fora”. Não é a justiça que distingue o ladrão rico e o ladrão pobre. São os próprios portugueses. Gostam de ser roubados. Desde que o ladrão, claro, “tenha obra”.

Expresso
Daniel Oliveira (www.expresso.pt)
8:00 Sexta feira, 30 de Setembro de 2011

Tarifa social do gás: Custo suportado pelos consumidores


Desconto de 13 por cento

O custo da tarifa social para o gás natural, cujo desconto foi fixado em 13 por cento, vai ser suportado por todos os clientes, segundo um diploma hoje publicado em Diário da República.

A tarifa social do gás natural pode ser requerida pelos consumidores “economicamente vulneráveis”, entre os quais: beneficiários do complemento solidário para idosos, do Rendimento Social de Inserção (RSI), do subsídio social de desemprego, do 1.º escalão do abono de família e da pensão social de invalidez.

Os beneficiários terão, além disso, de ser titulares de um contrato de fornecimento de gás natural com um consumo anual igual ou inferior a 500 metros cúbicos.

A tarifa social é calculada através da aplicação de um desconto na tarifa de acesso às redes de baixa pressão fixado anualmente. Para 2011/12, este desconto foi fixado em 13 por cento.

Segundo o decreto-lei 101/2011, o financiamento dos custos com a aplicação desta tarifa social vai ser suportado por todos os clientes de gás natural, na proporção da energia consumida, ao contrário do que acontece com a tarifa social da electricidade que é financiada pelos prestadores do serviço.

O diploma não esclarece, no entanto, qual será o peso destes custos para os consumidores do gás natural.

Diário de Notícias
30/09/2011
por Lusa

O texto acima foi corrigido para a língua portuguesa antes do acordo ortográfico.

Madeira: Ferreira Leite considera “impensável que PS possa sequer abrir a boca”


Dois artigos, dois jornais, duas datas diferentes. A notícia a seguir, de ontem no Expresso online, às 23:02, fala de uma Ferreira Leite que diz ser impensável o PS possa sequer abrir a boca sobre a dívida da Madeira. Só que esta senhora esqueceu-se, por comer queijo em demasia, que foi ela como ministra do sr. Silva, na era cavaquista, que ajudou à destruição de Portugal e a levar o Povo à miséria.

Também é bom recordar, ou não esquecer, que foi esta senhora “democrata” que propôs que se suspendesse a democracia por seis meses! Suspender a democracia? Em meu entender, suspender a democracia, seja porque motivo for, é regressar e implantar uma ditadura. Precisamente aquela que ela apoia incondicionalmente conforme demonstra no artigo do Público, de 7 de Setembro de 2009, quando elogiou, numa visita à Madeira, na qualidade de presidente do PPD/PSD «o exemplo da Madeira como “bastião inamovível” e “bom governo PSD“».

Vê-se que o bastião desta senhora é tudo menos a democracia e que apoia incondicionalmente o Rei da Madeira, as suas políticas, a sua (des)governação, a sua ocultação das contas e da dívida, as ilegalidades cometidas com a própria dívida da ilha…

Nesta conformidade, pede-se à D. Ferreira Leite que feche a matraca e não diga mais alarvidades em vez de andar a mandar calar os outros. Porque em democracia, na verdadeira democracia e não nesta merda de pseudo-democracia, TODOS, sem excepção, têm o DIREITO A FALAR, mesmo que o seu passado seja tão vergonhoso (PS) como o foi e continua a ser o partido desta senhora.

E é bom que esta senhora tenha presente o Artigo 13.º. – Princípio da igualdade – 2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.

E segundo me parece, a Constituição da República Portuguesa ainda se encontra em vigor embora muitos “democratas” de pacotilha a queiram alterar, quiçá, acabar com ela por já não representar a actualidade deste país…

Notícias Bravas
30.Set.2011

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“Aquilo que não deixo de fazer é de relembrar que o Eng. Sócrates, o ministro Teixeira dos Santos deixaram o País numa situação de tal forma caótica e endividada (…) que me parece impensável que o PS possa sequer abrir boca sobre a questão da Madeira”, afirmou Manuela Ferreira Leite.

A ex-líder social-democrata Manuela Ferreira Leite disse hoje que José Sócrates e Teixeira dos Santos “deixaram o País numa situação de tal forma caótica e endividada” que lhe parece “impensável que o PS possa sequer abrir boca” sobre a Madeira.

À entrada para a conferência que marca o renascimento das Mulheres Sociais-Democratas de Matosinhos, Manuela Ferreira Leite foi questionada pelos jornalistas sobre a questão da omissão de dívidas públicas na Madeira, tendo considerado que “sobre o Alberto João Jardim já está tudo dito”.

Mas acrescentou: “Aquilo que, pessoalmente, não deixo de fazer é de relembrar que o Eng. Sócrates, o ministro Teixeira dos Santos deixaram o País numa situação de tal forma caótica e endividada, e fizeram-no de uma forma tão consciente e com todo esse endividamento, [que] deixaram o País num tal estado, que me parece, pelo menos, impensável que o Partido Socialista possa sequer abrir boca sobre a questão da Madeira”.

Expresso
23:02 Quinta feira, 29 de Setembro de 2011

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Líder social-democrata visita arquipélago

Ferreira Leite elogia exemplo da Madeira como “bastião inamovível” e “bom governo PSD”

Manuela Ferreira Leite considerou hoje que a Madeira é exemplo de um “bastião inamovível” e de “um bom governo do PSD”, durante a primeira visita da social-democrata ao arquipélago desde que assumiu a liderança do partido.

O trânsito parou em algumas ruas da baixa do Funchal para ver passar a líder social-democrata na sua primeira visita à Madeira como presidente do partido. Acompanhada por Alberto João Jardim, Ferreira Leite foi recebida junto à estátua do descobridor da Madeira, João Gonçalves Zarco, ao som do hino do PSD tocado por uma banda musical do PSD/M, e percorreu várias ruas da cidade acompanhada por muitos dirigentes, deputados, candidatos do partido.

Questionada sobre a razão de só agora se ter deslocado a esta região, Ferreira Leite, explicou que “só agora foi possível dentro da volta da campanha eleitoral”. “Seria inaceitável não vir à Madeira que é um exemplo típico um bastião inamovível do PSD, que é um exemplo do bom governo do PSD, é o local do continente e das ilhas, de todo o Portugal, em que a política social-democrata tem mais efeitos visíveis no que é o êxito, o progresso o desenvolvimento e bem-estar das pessoas”, afirmou.

A líder do PSD rejeitou a crítica de que existe “asfixia democrática” neste arquipélago, argumentando que “quem legitima o poder é o voto do povo e não está ninguém aqui por imposição, é em resultado dos votos”. “Acho que há asfixia democrática no continente”, adiantou, apontando que “todos os jornalistas, todos os empresários, muitas das pessoas da sociedade civil, percebem que estão sob algum tipo de chantagem”.

Em relação à Madeira, Ferreira Leite julga que “há comunicação social contra o governo, mas no continente muitas das vozes que são audíveis sofrem a respectiva retaliação”.

Contrariou ainda a opinião dos que classificam de virtual a candidatura de Alberto João Jardim à Assembleia da República, sustentando que “ele é muito real e não está a candidatar-se a dois cargos ao mesmo tempo”.

Garantiu também que está no programa eleitoral do PSD a correcção das injustiças que têm sido feitas à Madeira.

“A única coisa que sei é que a Madeira foi altamente discriminada, fortemente perseguida pelo facto de ser do PSD. Não vou governar com base na cor dos eleitores, mas em nome dos interesses de Portugal”, afiançou.

Disse ainda não se sentir “absolutamente nada incomodada” por participar hoje numa inauguração do presidente do Governo Regional, o Centro Cívico das Furnas, no concelho da Ribeira Brava, concluindo que tem criticado que se tenha utilizado dinheiros públicos para fazer campanha e fazer uma inauguração não gasta dinheiros públicos”.

O programa de Manuela Ferreira Leite à Madeira inclui ainda uma deslocação à freguesia da Tábua, concelho da Ribeira Brava, para uma homenagem ao mais antigo autarca do país, António Ramos.

In Público online
07.09.2009 – 13:46
Por Lusa

Magistradas suspeitas de burlas


Lisboa

Magistradas suspeitas de burla pesquisaram dados pessoais do Procurador Geral da República e do director da PJ

nota do webmaster:

– É a este tipo de canalha que o País e os Portugueses estão entregues…

Taxas moderadoras: Quem está isento


Saúde

O diploma hoje aprovado em Conselho de Ministros que revê as categorias de isenção das taxas moderadoras no acesso aos cuidados de saúde distingue entre quem está ou não isento directamente.

Assim, de acordo com um documento do Ministério da Saúde, estão isentos directamente do pagamento de todas as taxas moderadoras:

– Utentes em situação de comprovada insuficiência económica;
– Grávidas e parturientes;
– Crianças até aos 12 anos, inclusive;
– Utentes com grau de incapacidade igual ou superior a 60%;
– Doentes transplantados de órgãos;
– Deficientes das Forças Armadas.

Nos cuidados primários (centros de saúde) estão ainda isentos:

– Dadores benévolos de sangue;
– Dadores de órgãos;
– Bombeiros e militares.

Estão ainda previstas isenções para doentes crónicos, mas nas prestações ou actos de saúde associadas à condição da doença. Nestes casos, é ao médico que cabe definir o âmbito da doença.

Diário de Notícias
por Lusa
29/09/2011

Isaltino Morais foi preso


Presidente da Câmara de Oeiras (ACTUALIZADA)

Isaltino Morais foi preso esta tarde pelo Grupo de Investigação Criminal da PSP de Oeiras e está detido na cadeia anexa à PJ.

Isaltino Morais, presidente da Câmara Municipal de Oeiras, foi detido, por volta das 20 horas, pelo Grupo de Investigação Criminal da PSP de Oeiras, no “cumprimento de um mandado de detenção”. O autarca foi levado para a zona prisional anexa à Polícia Judiciária (PJ), na Rua Gomes Freire, em Lisboa, onde deverá cumprir os dois anos de cadeia a que foi condenado pelo Supremo Tribunal de Justiça, por fraude fiscal, abuso de poder, corrupção passiva para acto ilícito e branqueamento de capitais.

Fonte da autarquia adiantou à Agência Lusa que Isaltino Morais já não compareceu à inauguração de um conjunto escultórico de autoria de Pedro Cabrita Reis, que estava prevista para as 20:00 horas, no Fórum Oeiras.

O presidente da Câmara de Oeiras foi detido ao abrigo de um despacho do procurador de Oeiras, que considerou que o caso Isaltino Morais transitou em julgado, disse hoje à Agência Lusa fonte próxima do processo.

A Agência Lusa soube, entretanto, que a defesa de Isaltino Morais advoga que o autarca está detido ilegalmente porque o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) havia considerado que a acção judicial estava suspensa. Assim sendo, a defesa deverá na sexta-feira intentar um pedido de ‘habeas corpus’ para que este tribunal se pronuncie sobre a legalidade ou não da detenção. Fontes contactadas pela Agência Lusa disseram que há um prazo de 48 horas para o STJ se pronunciar sobre o pedido de ‘habeas corpus’.

Em análise está o despacho do procurador de Oeiras (tribunal de primeira instância onde correu o processo), que considera que o caso Isaltino Morais transitou em julgado, apesar de a defesa do autarca entender que não há ainda uma decisão definitiva dos tribunais superiores, designadamente do Tribunal Constitucional.

Diário de Notícias
Dn.pt com Lusa
29/09/2011

Governo aprova redução das isenções no acesso à saúde


O Governo aprovou hoje alterações às taxas moderadoras, nomeadamente a redução das isenções. Ainda assim, quando o critério da isenção passa pelo rendimento, aí o Governo aumenta os tectos existentes (salário mínimo, rendimento social de inserção e pensões). O montante, por elemento do agregado, a partir do qual se deixa de ter direito a isenção passa a ser 624 euros.

“A revisão surge do acordo com a troika” e implica “um aumento das taxas, a diminuição das isenções, a indexação à inflação, e a diferenciação de cuidados primários face às urgências”, explicou o ministro da Saúde, Paulo Macedo.

O ministro explicou que no caso de grávidas, crianças até aos 12 anos, dadores de sangue, bombeiros, doentes transplantados, deficientes das Forças Armadas, bem como um conjunto de outras isenções serão mantidas.

Mas há alterações, nomeadamente para os pacientes com doenças crónicas. Nestes casos, ficam isentos “todos os tratamentos relacionados com a doença”, mas o doente deixa de ser isento. Ou seja, “tudo o que diz respeito à doença” fica isento de pagamento, outros tratamentos ou análises perdem a condição de isenção, explicou o ministro.

Outras alterações foram feitas nas condições de recurso. Até agora as isenções eram dadas a quem auferia o salário mínimo nacional, pensões baixas ou rendimentos sociais. Agora a isenção passa a “ter em atenção o rendimento médio mensal” do agregado. Quando este for mais de 1,5 vezes o indexante de apoios sociais deixa de haver isenção, explicou o ministro. Isto é o mesmo que dizer que ficam isentos os elementos de um agregado que auferirem até 624 euros, o que no caso de um casal significa até 1.240 euros.

O cálculo da isenção das taxas moderadores pelo rendimento vai permitir abranger um número mais alargado de cidadãos, explicou Paulo Macedo. Ainda que, até agora eram tidos em conta apenas os rendimentos provenientes do trabalho (ou apoio social no caso do RSI) e passarão a ser tidos em conta todos os rendimentos sujeitos ou não a IRS.

Negócios online
29 Setembro 2011 | 14:20
Sara Antunes – saraantunes@negocios.pt

Estou farto desta treta: este país não é para velhos nem para novos


Estou farto daquilo em que se tornou este país. Estou farto de estar farto deste país. Estou farto de aldrabões, de vigaristas e de ilusionistas. De “doutores” e “engenheiros”, senhores que secam tudo à passagem. Farto de políticos de vão de escada e de elefante Branco. Farto de offshores sem dono. Fartos de idosos com pensões de miséria. Farto de empresas a fechar e famílias destruídas. Farto de ver amigos à rasca. Farto da justiça comprometida, de procuradoras bizarras e de um Ministério Publico caquéctico. Farto de ver pessoas desdobrarem-se para conseguirem sobreviver. Farto de indignidades e desemprego. Farto de banqueiros e de bancos metidos em todos os grandes casos de corrupção. Farto de Casa Pia e de Face Oculta. Farto da falta de vergonha na cara de quem promete o que nunca irá cumprir. Estou farto de ver miséria escondida, envergonhada pela sociedade iludida e pura de consumo, embriagados que andámos pelo excesso de dinheiro que choveu até a torneira europeia secar e voltarmos à estaca zero, com mais snack-bares e cafés, tudo a fundo perdido. Farto de ver o mérito ser apenas mais uma palavra de dicionário. Farto de filhos da mãe. Farto de assistir à promoção da estupidez, da ignorância premiada e do compadrio a alastrar. Farto de ver pessoas entregarem as suas casas aos bancos, os mesmos que financiaram a compra sem critério. O Ronaldo é que sabe mas os Martins é que vão viver para a garagem. O Mourinho é o maior e você está falido. Mas pense positivo: têm conta no mesmo banco.

Estou farto de ver acéfalos a falar de despesismo, o que se deve e não gastar, onde se deve e não cortar. Farto da falsa direita e da esquerda de sauna. Farto de conselhos dos velhos que lixaram isto tudo. Estou farto do FMI e dos ratings de empresas imorais a soldo dos EUA. Estou farto da senhora Merkel e das facturas escandalosas da EDP. Farto de gente a falar da crise sem a cheirar. Estou farto da boçalidade de Jardim e de gente que num país a sério seria obrigada a explicar o que faz e porque fez. Farto de Fundações e empresas públicas falidas. Farto da desresponsabilização. Farto de incompetência. Farto do Magalhães e do embuste das renováveis. Farto da gestão de mercearia na saúde pública. Farto de ver um Presidente da República a agir como uma jarra da vista Alegre em dia de festa no palácio. Farto de ver agricultores pagos para não produzirem. Fartinho de ver tudo a queixar-se e ninguém fazer nada e de me queixar e ser insultado – “se não gostas vai-te embora” – como se fossemos obrigados a gostar do estado em que estamos e estar caladinhos. Farto de ver gente genial partir desta selva. Ponham novamente a porcaria do Cravo nas arminhas e façamos uma revolução se os chaimites pegarem à primeira e houver gasolina nos depósitos. Uma “revoluçãozinha” à portuguesa, daquelas limpinhas, ordeiras e com paragem para pastéis de bacalhau e arroz de tomate. Povo de brandos costumes e…blá blá blá. Viva, viva a liberdade e agora toca a gamar.

Ou então façamos uma a sério, assim à grega, aqueles maluquinhos que certo dia inventaram a “democracia” e que agora são uns vândalos e tal, ou estarei enganado? Daqui a 40 anos cá estará alguém a queixar-se. Espero que não os mesmos de sempre.

Expresso
Tiago Mesquita (www.expresso.pt)
8:00 Quinta feira, 29 de Setembro de 2011

nota do webmaster:

Um dos comentários do online:

Farto deste sistema de merda que nos engole
Farto destes políticos a coçar os colhões ao sol
Farto de promessas da treta
Sobem ao poder metem as promessas na gaveta
Farto de ver o país parado como uma lesma
Ver as moscas mudarem e a merda ser a mesma
Farto de miséria, o povo na pobreza
Uns deitam a comida fora, outros não a têm à mesa
Farto de rótulos, estigmas e preconceitos
Abrir os olhos e ver que não temos os mesmos direitos
Farto de mentiras, farto de tentar acreditar
Farto de esperar sem ver nada a melhorar
Farto de ser a carta fora do baralho
Farto destes cabrões neste sistema do caralho
Não te iludas ninguém quer saber de ti
Todos falam da crise mas nem todos a sentem
Muitos com razão, mas muitos deles apenas mentem
Crimes camuflados durante anos a fio
Tavam lá todos eles mas ninguém viu
Não foi ninguém, ninguém fez nada,
E se por acaso perguntarem ninguém diz nada
Farto de ver intocáveis saírem impunes
Dizem que a justiça é para todos mas muitos são imunes
Dois pesos, duas medidas
Fazem o que fazem, seguem com as suas vidas
Para o povo não há facilidades
E os verdadeiros criminosos do lado errado das grades
Boss AC

As aldrabices de Passos Coelho


– Passos Coelho disse que chumbava o PEC IV do anterior Governo porque não se podia pedir mais sacrifícios aos portugueses. Afinal podia-se. Mentiu.

– Outra razão para o chumbo do PEC IV era que o partido tinha sido apanhado de surpresa com as medidas lá constantes. Afinal conhecia-as e em detalhe, depois de uma reunião de quatro horas com Teixeira dos Santos. Mentiu.

– Durante a campanha, defendeu sempre a redução da Taxa Social Única, garantindo que era uma medida acertada e que o seu governo iria levá-la adiante. Logo que tomou posse, informou que iria criar uma comissão de análise e avaliação da medida proposta. Ou seja, afinal não tinha tanta certeza sobre a bondade da medida. Mentiu.

– A 1 de Abril, dia das mentiras e em plena campanha eleitoral, garantiu que era uma parvoíce cortar nos subsídios (férias e Natal). Logo que tomou posse, aplicou um corte no subsídio de Natal, mesmo para quem não o aufira (como é o meu caso, enquanto trabalhador independente). Mentiu.

– Este corte no subsídio, que não é mais do que um imposto extraordinário (enquanto os empresários pagam menos impostos, com a redução da TSU, os trabalhadores pagam mais), foi justificado com a evolução da situação económica. Ora, esta medida até já estava prevista no programa de governo do PSD e já tinha sido discutida (como revela o Expresso) na semana passada, ainda antes de serem publicamente conhecidos os números de execução orçamental, suposto motivo para o imposto. Mentiu.

– Passos Coelho justificou ainda este imposto com os números de execução orçamental do primeiro trimestre deste ano. Mas sucede que esses números já eram conhecidos quando a troika cá veio e analisou as nossas contas. O PSD e o CDS ficaram, então, a conhecê-los. E assinaram o memorando. Mentiu.

– Passos Coelho prometeu cortar nas despesas. Iria reduzir o número de Ministros, para o efeito. Dos dezasseis do anterior governo, passámos a ter onze. Secretários de estado, que eram vinte e cinco, passaram a ser trinta e cinco. Ou seja, mais despesa. Mentiu.

– Uma das primeiras medidas de Passos Coelho foi passarem os elementos do governo a viajar em classe económica. Afinal, já não pagavam os bilhetes, foi uma medida para eleitor ver. Mentiu.

– Passos Coelho disse que não iria contratar boys para o governo. Miguel Relvas e Marco António Costa, dois dos elementos fortes do aparelho social-democrata, foram dos primeiros a ser contratados, seguindo-se assessores contratados a blogues apoiantes, premiando as batalhas blogosféricas travadas nos últimos anos. E as nomeações dos boys PSD/CDS para a Caixa Geral de Depósitos, e não só? Mentiu.

– Os governos costumam começar bem e terminar mal. A excepção, nos últimos anos, foi Santana Lopes, que começou logo enquanto desastre político. Passos Coelho começa mal e ameaça piorar ainda mais as coisas, como se tal fosse possível. Se Sócrates era mentiroso, Passos Coelho já deu mostras, mais do que suficientes, de que é igual. Mais do mesmo, portanto.

Destak
comentário sobre a peça
Cavaco quer ouvir Conselho de Estado sobre “incidência situação política, económica e financeira” no país
28 | 09 | 2011 21.26H

Polícias travam polícias junto ao Ministério das Finanças


Polícias barraram polícias no Terreiro do Paço

Os ânimos exaltaram-se ao final da tarde desta quarta-feira junto ao Terreiro do Paço, em Lisboa. Os cerca de dois mil profissionais dos serviços e forças de segurança tentaram aproximar-se do Ministério das Finanças e só um cordão policial, de membros da Equipa de Intervenção Rápida da PSP conseguiu travar os manifestantes, que acabaram por desmobilizar.

“Gatuno” gritavam os polícias que, desde quarta-feira se têm manifestado, exigindo ao Governo a colocação nas novas tabelas remuneratório em vigor desde 2010.

“Nós só queremos o que é nosso por direito” apelavam na deslocação para o Ministério das Finanças. O desfile era encabeçado por profissionais fardados das forças de segurança.

Entretanto, face ao apelo à calma feito pelos dirigentes sindicais aos elementos mais exaltados, os manifestantes acabaram por desmobilizar.

O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP) e secretário nacional da CCP, Paulo Rodrigues, disse que a questão dos vencimentos é um problema transversal, que afecta tanto o director nacional como o agente.

A desmotivação dos polícias “é tanta” que os associados da ASPP “pedem medidas de luta mais duras e até difíceis de tomar”, afirmou

Paulo Rodrigues adiantou que a ASPP vai pedir uma audiência ao Ministério da Administração Interna no sentido de encontrarem soluções que permitam resolver esta situação e na quinta-feira vão ter uma reunião com o grupo parlamentar do PSD.

Ao final da tarde desta quarta-feira, uma delegação dos sindicatos que organizam o protesto foram recebidos por um elemento do ministro das Finanças a quem entregaram um documento.

Jornal de Notícias
20h48m | 28/09/2011
Gina Pereira
foto João Girão/Global Imagens

Precisa-se de matéria prima para construir um País


(Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, por isso façam uma leitura atenta)

A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, bem como Cavaco, Durão e Guterres.

Agora dizemos que Sócrates não serve.

E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.

Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.

O problema está em nós. Nós como povo.

Nós como matéria prima de um país.

Porque pertenço a um país onde a ESPERTEZA é a moeda sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.

Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude mais apreciada do que formar uma família baseada em valores e respeito aos demais.
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais poderão ser vendidos como em outros países, isto é, pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal E SE TIRA UM SÓ JORNAL, DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.

Pertenço ao país onde as EMPRESAS PRIVADAS são fornecedoras particulares dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa, como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil para os trabalhos de escola dos filhos… e para eles mesmos.

Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.

Pertenço a um país:

-Onde a falta de pontualidade é um hábito;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano;
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois reclamam do
governo por não limpar os esgotos;
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros;
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que é muito chato ter que ler’) e não
há consciência nem memória política, histórica nem económica;
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis que só servem para
caçar os pobres, arreliar a classe média e beneficiar alguns.

Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas podem ser ‘compradas’, sem se fazer qualquer exame.
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada finge que dorme para não lhe dar o lugar;
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro e não para o peão;
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.

Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.

Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, o que me ajudou a pagar algumas dívidas.

Não. Não. Não. Já basta.

Como ‘matéria prima’ de um país, temos muitas coisas boas, mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.

Esses defeitos, essa ‘CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA’ congénita, essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós, ELEITOS POR NÓS. Nascidos aqui, não noutra parte…

Fico triste.

Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.

E não poderá fazer nada…

Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.

Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.

Qual é a alternativa ?

Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei com a força e por meio do terror ?

Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa ‘outra coisa’ não comece a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, igualmente estancados… igualmente abusados!

É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento como Nação, então tudo muda…

Não esperemos acender uma vela a todos os santos, a ver se nos mandam um messias.

Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses nada poderá fazer.

Está muito claro… Somos nós que temos que mudar.

Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:

Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e, francamente, somos tolerantes com o fracasso.

É a indústria da desculpa e da estupidez.

Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir) que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, de desentendido.

Sim, decidi procurar o responsável e ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO.

AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.

E você, o que pensa ?… MEDITE !

Eduardo Prado Coelho
in Público

Passos e PSD resistem à austeridade


Após cem dias de governo e de outras tantas medidas de austeridade, Passos Coelho permanece e reforça a sua posição como político com maior índice de popularidade. O PSD, por seu turno, é o único partido que sobe nas intenções de voto e tem hoje o dobro do PS.

O PSD subiu quase nove pontos no Barómetro TSF/Diário Económico e fica com o dobro das intenções de voto do PS, apesar da aplicação das medidas de austeridade por parte do Executivo.

Segundo este Barómetro realizado pela Marktest, os sociais-democratas alcançaram os 47,1% das intenções de voto, contra pouco mais de 23% dos socialistas, agora liderados por António José Seguro, que caíram quase sete pontos face ao último estudo feito na véspera das legislativas de Junho.

O PS fica, assim, com o seu pior resultado no Barómetro em quatro anos. Todos os demais partidos também perdem terreno junto do eleitorado, inclusive o CDS-PP, parceiro júnior da coligação governamental, que desce 5,7 pontos percentuais para os 4% nas intenções de voto, o resultado mais baixo do partido de Paulo Portas nos últimos três anos e meio.

Por seu lado, a CDU cai 1,7 pontos em relação a Junho para os 4%, um recuo que deixa mesmo assim a coligação liderada pelo PCP como a terceira maior força política portuguesa neste estudo.

O Bloco de Esquerda cai quase dois pontos para os 2,7%, no que é o pior resultado de sempre do partido liderado por Francisco Louçã no Barómetro.

Também a popularidade do primeiro-ministro disparou desde a sua tomada de posse, e Passos Coelho é hoje mais popular do que aquando das eleições de Junho: as opiniões negativas caíram de 46% para 32% e as positivas subiram de 33% para 45%. Pela segunda vez em 20 anos de estudos da Marktest, um líder de um partido fica à frente de um Presidente da República.

Jornal de Negócios Online
28 Setembro 2011 | 08:35
negocios@negocios.pt

nota do webmaster:

Mas alguém, em seu perfeito juízo, acredita nestes resultados? E que tal fazer uma sondagem por aqueles que pagam a crise e não por aqueles que recebem os dividendos da crise…?

Governo não entrega prémio a melhores alunos


O Governo decidiu deixar de entregar o prémio de 500 euros para os melhores alunos do ensino secundário a poucos dias da cerimónia de entrega. A decisão, tomada ontem, apanhou as escolas de surpresa, noticia o “Público”.

O jornal diário escreve em primeira página que os directores das escolas das regiões Norte e Lisboa e Vale do Tejo tinham até já comunicado aos vencedores que iriam receber a distinção depois de amanhã, no “Dia do Diploma”.

O Governo, escreve ainda o “Público” responde ao desapontamento de pais e professores garantindo que o valor dos prémios será aplicado em projectos destinados a apoiar alunos ou famílias carenciadas em escolas que os alunos ‘premiados’ escolherem.

Diário de Notícias
28/09/2011

Urgências sem médicos e à beira do colapso


Os cortes na Saúde estão a deixar as urgências dos hospitais à beira do colapso por falta de médicos, noticia hoje em primeira página o jornal “Correio da Manhã”.

Os médicos de família que são exclusivos dos centros de saúde deixam de prestar serviço nos hospitais e até ao dia 1 de Outubro serão dispensados mais de 30 clínicos de dois dos maiores hospitais de Lisboa, escreve o “Correio da Manhã”.

Em causa estão os cortes na despesa do SNS exigidos pela ‘troika’. A proibição aos médicos de família e clínicos gerais dos centros de saúde de darem consulta nos hospitais permite ao Estado poupar nas horas extraordinárias, explica o jornal.

Diário de Notícias
28/09/2011

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Sondagem

REVISÃO DE TEXTOS



Todos os textos aqui inseridos, são corrigidos para a Língua Portuguesa de antes do acordo ortográfico.

Mentiroso…!!!

visitas

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visitas desde 17/08/2011

artigos interessantes…

... não só pelos conteúdos, como pelos comentários que demonstram o que esta canalha política no poder (e não só) merece da maioria dos portugueses...

- Diário de Notícias: Cavaco sublinha importância da coesão nacional

- Diário de Notícias: Electricidade da Madeira desmente novo 'buraco'

- Expresso: Jardim diz que não se arrepende do endividamento

Os responsáveis pela derrocada de Portugal

Mário Soares - 9 de Junho de 1983 - 6 de Novembro de 1985

Cavaco Silva - 6 de Novembro de 1985 - 28 de Outubro de 1995

António Guterres - 28 de Outubro de 1995 - 6 de Abril de 2002

Durão Barroso - 6 de Abril de 2002 - 17 de Julho de 2004

Santana Lopes - 17 de Julho de 2004 - 12 de Março de 2005

José Sócrates - 12 de Março de 2005 - 21 de Junho de 2011

Passos Coelho - desde 21 de Junho de 2011

promessas do passado…

C E N S U R A

A partir desta data e tal como já foi exercido com outro online, este Blogue deixará de inserir notícias publicadas no Correio da Manhã online, dado que ontem foram deixados 3 comentários naquele online que não foram publicados e que se encontravam completamente dentro das regras exigidas pelo jornal nesta matéria.

Notícias Bravas
12.09.2011

salários mínimos na Europa

Bulgária € 123,00
Roménia € 153,00
Polónia € 281,00
PORTUGAL € 525,00
Grécia € 628,00
Espanha € 728,00
Reino Unido € 1.010,00
França € 1.321,00
Bélgica € 1.387,00
Irlanda € 1.462,00
Luxemburgo € 1.642,00

valores calculados sobre 14 meses
(incluem férias e 13º. mês)

E já que falam tanto em colocar Portugal ao mesmo nível dos países da UE, esqueceram-se da igualdade do salário mínimo?

Portugal fora da U.E.

frases ao acaso…

- Impressionante como Portugal não apresenta novos quadros na política e no seu grande empresariado. Onde estão os jovens portugueses? Ouvir um mesmo Cavaco e Silva há mais de três décadas é dose. Um Mário Soares, um Ramalho Eanes (esse ainda está vivo?), é brincadeira. Juventude lusitana assumam logo seu país antes que esses incompetentes o levem à derrocada total. Vejo diariamente a SIC e fico impressionado com o quadro político que se apresenta do continente à Madeira e Açores. Os comentários intermináveis e inócuos no programa "Quadratura do Círculo". O nome diz tudo: Umas bestas quadradas vociferando asneiras em círculo que não levam a lugar algum. Triste ver a nação de Camões, da Escola de Sagres, da Universidade de Coimbra acabar assim.

- Este Governo age como autêntico capataz da Srª. Merkel e Sr. Sarkozy. É o próprio Governo a dizer que os Portugueses têm que fazer sacrifícios, tem que ir para além da troika, para a Srª Merkel e o Sr. Sarkozy ficarem satisfeitos. E para agradar aos olhos daquelas duas personagens, este Governo submete os Portugueses a uma política que não leva a lado nenhum se o objectivo é pagar a dívida. Mas como o que interessa é o sorriso das tais personagens, este Governo optou por medidas de fazer sangue e quando o faz há quem corra para junto de Merkel e de Sarkosy a perguntar se está bem assim ou querem com mais sangue? São pacotes de austeridade atrás de pacotes de austeridade, são impostos directos acompanhados com cortes de vencimentos e como ainda acham,o Governo, que os Portugueses ainda ficam com uns trocos para matar a fome lá vêm com impostos indirectos... O simples cidadão está ensanduichado e sufocado em impostos...
O que este Governo condenou o anterior está a fazer ainda pior e sem se importar com políticas sociais e económicas... O que interessa a este Governo é que Merkel sorria de satisfação, bata palmas a este espectáculo de circo romano onde os Portugueses foram atirados às feras. O Governo fica sempre satisfeito com o seu desempenho quando Merkel bate palmas!!!!
Não temos um Governo inovador para contornar a crise ao serviço dos Portugueses, temos sim um capataz/carrasco ao serviço de quem lhes passa as mãos pelas costas!

- O povo português não é todo estúpido, subserviente e ignorante, temos de calar esta gente sem escrúpulos que manda trabalhar e nada faz pelo país, gente vendida ao capitalismo internacional. A paciência tem limites e o desespero já começa a fazer comichão nas palmas das mãos, prontas para distribuir chapada por esta gentalha miserável e oportunista que reduziu uma nação soberana a uma coutada de meia dúzia de atiradores furtivos que gosta de gozar com a cara de quem ainda acredita no seu país. O melhor é mudarem de discurso senão tudo pode acontecer e os responsáveis por isso terão de fazer as malas e bater com os calcanhares no traseiro.

- Num País de aldrabões e corruptos, nada é demais!!... Vale tudo, até tirar olhos!!! Fazem o que querem e o Povo consente!!! Aqui é que está o mal!!... É o Povo consentir toda esta bagunça e esperar pelo dia D, da sua desgraça!!! Mas, alguma vez existe alguma legislação ou Lei ou seja lá o quê, credível neste País!!! Só nos resta a natureza que essa mão falha!!! Para o ano, serão também taxados os Subsídios de Férias e de Natal, até nos levarem à depressão e ao suicídio!!! Só a INSURREIÇÃO será a solução, nada mais!!! E O POVO PÁ!!!!

- "Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis".

- Farto deste sistema de merda que nos engole
Farto destes políticos a coçar os colhões ao sol
Farto de promessas da treta
Sobem ao poder metem as promessas na gaveta
Farto de ver o país parado como uma lesma
Ver as moscas mudarem e a merda ser a mesma
Farto de miséria, o povo na pobreza
Uns deitam a comida fora, outros não a têm à mesa
Farto de rótulos, estigmas e preconceitos
Abrir os olhos e ver que não temos os mesmos direitos
Farto de mentiras, farto de tentar acreditar
Farto de esperar sem ver nada a melhorar
Farto de ser a carta fora do baralho
Farto destes cabrões neste sistema do caralho
Não te iludas ninguém quer saber de ti
Todos falam da crise mas nem todos a sentem
Muitos com razão, mas muitos deles apenas mentem
Crimes camuflados durante anos a fio
Tavam lá todos eles mas ninguém viu
Não foi ninguém, ninguém fez nada,
E se por acaso perguntarem ninguém diz nada
Farto de ver intocáveis saírem impunes
Dizem que a justiça é para todos mas muitos são imunes
Dois pesos, duas medidas
Fazem o que fazem, seguem com as suas vidas
Para o povo não há facilidades
E os verdadeiros criminosos do lado errado das grades
Boss AC

- O povo português, mesmo com todos os seus defeitos e manias, não merece estar à mercê de uma classe política que só se importa consigo própria.
100editora.net

- Marinho Pinto é tipo ciclone... nunca se sabe que rumo e intensidade toma... Às vezes diz umas verdades...outras burrega em toda a linha. Perdeu na sua defesa do pagamento das defesas oficiosas. Os Advogados metiam "mesmo" a mão na massa, como a ministra já provou, como se verifica pela quantidade de casos descobertos. Agora Marinho ameaça , numa reacção pouco civilizada e imodesta. É o que temos neste país... Marinhos Pintos e João Albertos....

Jardim pede independência da Madeira - Há pouco mais de 5 séculos 2 intrépidos navegadores,João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, cobriram de glória o nome de Portugal, abrindo as portas à grande epopeia dos Descobrimentos Portugueses. Contrariamente ao que diz o apátrida Jardim, atraiçoando a memória destes grandes portugueses, a Madeira nunca foi COLONIZADA, por ser um arquipélago sem ocupação humana, à data da descoberta.
Esta última e miserável declaração desta ingrata personagem conduz-nos a uma situação sem retorno e exige a realização de um REFERENDO que nos permita saber se os portugueses da Madeira querem manter a sua condição de PORTUGUESES – com todas as obrigações e direitos –ou se, pelo contrário, querem embarcar num navio à deriva, que rapidamente afundará, conduzido por um rasca aprendiz de marinheiro que condenará a população da Madeira a um futuro pouco risonho.

- No exterior são muitas as vozes - Martin Feldstein, George Soros são dois exemplos - que consideram provável que Portugal acabe por sair do euro pelo seu pé, uma vez que não terá condições de aguentar tanta austeridade ou de crescer com as regras do euro, orientadas para economias fortes. Esta semana, em entrevista à SIC, o economista João Ferreira do Amaral - crítico da entrada de Portugal no euro - apontava que vista de fora, sem o envolvimento com o país, a situação insustentável seria fácil de observar.

- Chamar merceeiros a estes "gestores/economistas" de pacotilha, é ofender seriamente os verdadeiros merceeiros...

- Hoje não há uma notícia que nos deixe reconfortados e o problema é só um: o mundo neoliberal em que nós mergulhámos deixou-nos neste estado de pura desgraça. Cavaco começou esta pouca vergonha em Portugal: ele o timoneiro e os seus comparsas. Gente sem categoria nenhuma pouco cultos sem inteligência que vieram dos montes para singrarem na cidade e na política onde se consegue um bom emprego a não fazer nada e depois conseguir-se um grande lugar numa empresa ou em várias. É uma alegria: pessoas com 5 e 6 reformas. Eu sei. Dinheiro muito dinheiro da CEE mal gerido e desperdiçado nas mãos de gente nada séria.Uma máfia. BPN, BPP, MADEIRA. Os portugueses a pagarem as vigarices do homem que quer passar a imagem de honesto mas que a mim nunca me enganou.

- O 25 de Abril tem sido um paraíso fiscal para estes políticos Gatunos que deixam as famílias portuguesas falidas e eles Milionários...!!!

- Votar, em Portugal, já não é democrático, é consentir que o crime de corrupção prolifere sem limite. Podemos travá-los? Sim...
Sem o teu voto, eles não são nada!

- "O País entrou no bloco operatório para fazer uma lipoaspiração e, devido a um erro clínico, saiu de lá sem um rim e com um braço a menos"

- Paulo Macedo, esse grande herói da Direcção-Geral dos Impostos, com vasto currículo na Saúde, quer, por exemplo, economizar nos transplantes. Muito bem. Toda a gente sabe que essas operações são meros caprichos e que, frequentemente, as listas de cirurgia estão cheias de utentes que querem mudar de fígado só porque o que tinham estava fora de moda.

- O ministro também anunciou que o Estado deixará de comparticipar a pílula, sem dúvida uma excelente maneira de combater o aborto. O mesmo caminho segue a vacina contra o cancro do colo do útero e os medicamentos para asmáticos, esses malandros que querem respirar à borla.

- Com menos portugueses e mais asfixiados, certamente o Estado terá menos despesas. Confirma-se: não há vida além do défice.

Porque é que as dívidas de particulares aumentam?

Existem por aí uns economistas de capoeira, a mandarem bitaites sobre os "calotes" que as famílias pregam à banca e às "sociedades financeiras" que designo de "mercearias de dinheiro fácil" sem terem em linha de conta, na maioria dos casos, do porquê de tal situação.
O Dr. Paulo Morais em meia dúzia de frases, sintetizou os porquês dessa situação e eles são, principalmente:

- Ganância irresponsável de uma Banca usurária.
- Quando se vulgarizaram, o crédito ao consumo e os empréstimos pessoais pareciam uma solução fácil. Um embuste colossal.
- As empresas de crédito ao consumo lançaram milhões num inferno. Prometiam taxas de juro que eram já de si elevadas. Mas a estas acresceram comissões, seguros, impostos e outros assaltos. Obrigam assim os clientes ao pagamento de taxas anuais efectivas de encargos (a famosa TAEG) de quase 30 por cento. Em famílias de escassos recursos, estes empréstimos provocaram a insolvência.
- Ao longo de anos, as autoridades de supervisão bancária nada fizeram. Sucessivos governos deixaram os consumidores de produtos financeiros à mercê das verdadeiras sanguessugas que são as sociedades financeiras de “apoio” (?!) ao consumo e de concessão de crédito pessoal.
- Há que tentar perceber a ausência de intervenção do Banco de Portugal e até a inércia do Ministério Público, incompreensível, uma vez que a usura em Portugal constitui crime. De seguida, baixar compulsivamente as taxas, repondo a equidade.

Nem o Banco de Portugal, nem o Ministério Público, nem os (des)governos, todos eles, em conjunto, alguma vez puseram cobro a esta USURA que, como Paulo Morais diz, constitui CRIME em Portugal.

A.C.A.M.

União de Doentes com Cancro em risco de fechar

A União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC) anunciou hoje que corre o risco de encerrar devido à redução de donativos e apela às dádivas dos portugueses para poder continuar a apoiar estes doentes e os seus familiares.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a UHDC refere que, "devido à crise e consequente drástica redução de donativos", está a "passar por graves dificuldades económicas".
Nas contas da UHDC está já com um saldo negativo de 27 mil euros, relativo a 31 de Agosto, valor que a organização precisa reunir até final do ano, "de modo a garantir o pagamento de salários e a prossecução de todas as suas actividades de apoio a doentes com cancro e seus familiares, nomeadamente, a Linha Contra o Cancro e o Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico".
A União Humanitária dos Doentes com Cancro apela aos contributos da população (empresas e particulares), disponibilizando a conta da organização no Montepio com o NIB: 0036 0216 99100077363 22.
Esta associação - que tem como primeiro objectivo apoiar os doentes com cancro e seus familiares, mediante a prestação de diversas valências de apoio, inteiramente gratuitas - promove anualmente uma campanha de angariação de fundos, de modo a garantir a sua sustentabilidade, tendo registado este ano uma redução de cerca de 30 mil euros face à campanha do ano passado.
Esta redução de fundos "coloca em causa a sobrevivência da associação", lê-se no comunicado.

inquérito Diário Digital

Inquérito JN 500 euros aos alunos

Inquérito JN sobtre quebra de proditividade

Inquérito JN – Taxa para financiar bombeiros

Inquérito J.N. desvio contas Madeira

aldrabices de algibeira

"Ninguém nos verá no Governo a impor sacrifícios aos que mais precisam apenas para fazer de conta que está tudo bem, se as coisas não estiverem bem, nós teremos de dizer que aqueles que têm mais, têm de ajudar mais os que têm menos em Portugal".
Passos Coelho
In JN de 2011-06-01

"A Grécia pediu ajuda e falhou. E sabem o que é que pode acontecer? Pode não haver mais ajuda externa. Não é a Europa que pode estar em causa com o Euro. São os gregos que podem ficar de fora da Europa e podem sofrer o que não é justo que sofram", disse, num paralelo com o que pode vir a acontecer a Portugal, se não houver um Governo "forte e coeso".
"Nós não podemos ter um Governo que faça de conta, que minta".
"Não percam tempo com quem já sabe que fracassa, dêem força a quem pode ganhar Portugal", pediu, apelando a que, numa "altura histórica" como a que Portugal vive, os portugueses não votem num Governo que "pode deitar tudo a perder".
Para além de ter dito: GOVERNAR PORTUGAL É IR AO POTE!
Passos Coelho
In JN de 2011-05-29

“O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, garantiu hoje que, se ganhar as eleições, “não vai mexer nas taxas de IVA” e que pretende recolher mais dinheiro dos impostos “alargando a base”. “Eu já tive ocasião de dizer que o PSD, e eu próprio, não vamos mexer naquilo que são as taxas de IVA que estão previstas, nomeadamente no acordo que foi estabelecido com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional. Nós vamos ter de recolher mais dinheiro dos impostos alargando a base, que não aumentando ou agravando as taxas do imposto”, disse.”<
Passos Coelho falava numa acção de campanha em Valença do Minho, durante a qual ouviu as preocupações dos comerciantes e dos autarcas locais sobre a disparidade já existente entre o IVA em Portugal e em Espanha.”
In LUSA/SOL 30 de Maio de 2011

A 01.Abr.2011, Passos Coelho GARANTIU a uma aluna de uma escola de Vila Franca de Xira que NÃO IRIA MEXER NO SUBSÍDIO DE NATAL 2011...!!!

C A R R I S

15% de aumento nos títulos de transporte resultaram na continuidade dos maus serviços prestados aos utentes!
Equipamentos de ar condicionado, em pleno Agosto, com temperaturas exteriores mais frescas que dentro das viaturas porque o AC está DESLIGADO! 80% dos motoristas devem ser alérgicos ao AC pois pela janelinha do lado deles entra corrente de ar, ao passo que os que pagam o seu título de transporte vão numa de sauna forçada!
E como isto é um País de mansos, onde ninguém protesta, a estória continua diariamente... E não esqueçam, seus pategos, que em Janeiro está previsto novo aumento de tarifário...!

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