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Gangues imitam máfias italianas e chinesas


Há mais gangues em Portugal, estão mais violentos e utilizam métodos semelhantes aos das máfias chinesa e italiana.

A realidade é denunciada por José Manuel Anes, presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), ao comentar os violentos casos ocorridos no Algarve e que envolveram um inglês torturado, violado e amputado e o recente espancamento brutal de Liberto Mealha, empresário da noite algarvia – que foi surpreendido na semana passada ao chegar a casa por quatro encapuzados, tendo sofrido fortes golpes no rosto e nos olhos.

Anes adianta que «a violência extrema é uma característica da nova criminalidade». Segundo o especialista, a violência está ser usada para «manietar e dominar as vítimas», mas também para ‘dar recados’ aos próprios grupos, imitando o que sucede nas máfias em Itália e na China. «Funciona como um sistema de aviso aos outros membros do gangue».

O presidente do OSCOT nota que foi com grupos vindos do Leste da Europa que começou o aumento da violência com as vítimas. Isto apesar de, também já haver portugueses a utilizar estes métodos mais violentos.

Segundo apurou o SOL junto de fontes policiais, muitos dos gangues violentos que operam no Algarve são mesmo da Europa de Leste e envolvem tráfico de droga, armas e prostituição. E muitos já agem com rituais semelhantes aos das máfias, como corte de dedos e outras torturas.

O gangue é como «uma família»

«Ao torturarmos uma pessoa estamos também a mostrar aos outros o que lhes acontece se forem desleais», explicou ao SOL o elemento de um gangue que opera no Algarve e que admite fazer torturas para «sacar informação» aos traidores.

João Paulo (nome fictício) chegou a Portugal há mais ou menos cinco anos, instalou-se perto de Faro e entrou para um uma organização terrorista que trafica droga, armas e mulheres. Admite que já matou e torturou algumas pessoas: «Nem sempre matamos a pessoa. Muitas vezes é para dar uma lição», explica.

Para ele, o gangue é como «uma família»: «Aquilo que sentimos uns pelos outros é idêntico ao sentimento que temos pela família. E temos de confiar mais no nosso parceiro do que na nossa mulher».

João Paulo revela que na «família» não existe um código de tortura. Cada um tem o seu método: «Pode cortar-se uma orelha, uns dedos dos pés ou das mãos, queimar com cigarros, partir os pés, dar um tiro nas pernas. Eu pessoalmente prefiro sempre coisas que não metam muito sangue. Mas a informação tem de sair cá para fora».

Depois da tortura segue-se o julgamento. É o chefe quem decide os passos a dar e preside ao «julgamento». «Damos as informações da tortura. E depois ele diz o que fazemos», refere. «Se for para mandar embora, manda-se. Se for para fazer outra coisa, faz-se», sublinha, enquanto ajeita a camisa de xadrez e o colete quispo azul-escuro da marca Duffy.

João conta que o gangue a que pertence se dedica ao tráfico de droga e armas e está ligado também ao ramo da prostituição. «Não temos meninas escravas, não pensem», avisa, acrescentando que as armas e a droga vêm de «todo o lado». Até de Portugal, «numas plantações boas ali na zona de Monchique».

As zonas de tráfico estão pré-definidas pelos diversos gangues espalhados pelo Algarve. «Cada um sabe onde pode trabalhar», afirma. O moldavo diz ainda que os portugueses são cada vez mais uma minoria na criminalidade praticada no Sul do país. Casado e pai de filhos, João confessa que a mulher «não faz ideia» da sua profissão. «A comida chega a casa, temos dinheiro para coisas que no nosso país não tínhamos. A minha função é sustentar a minha família».

In Jornal SOL online
por Patrícia Martins Pereira e Sónia Balasteiro
sonia.balasteiro@sol.pt
30 de Outubro, 2011

[aviso]- Comentários… para quê? Portugal está a saque… [/aviso]

 

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Patrões podem gerir meia hora de trabalho extra sem informar o trabalhador


A gestão da meia hora de trabalho extra proposta pelo Governo durante o período de vigência da ajuda financeira a Portugal será feita pelo empregador sem que seja necessário o acordo do trabalhador, disse hoje fonte oficial do Executivo.

De acordo com a proposta do Governo, o trabalhador passará a trabalhar mais meia hora por dia, ou seja, terá um acréscimo de 2h30 por semana e de dez horas por mês.

A questão que se coloca é a de saber como este tempo extra será imposto ao trabalhador que, «a não ser que trabalhe por turnos fixos», não terá opção de escolha.

Segundo explicou aos jornalistas fonte do gabinete do ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, «o trabalhador poderá entrar meia hora mais cedo, sair meia hora mais tarde ou ver reduzida em meia hora a pausa de almoço».

Esclareceu ainda que o trabalhador não será ouvido, «a não ser que trabalhe em regime de turno».

O único momento em que o trabalhador terá de ser ouvido e poderá ter algum poder de decisão prende-se com uma eventual decisão por parte da empresa para que este cumpra, por exemplo, uma hora num dia, acumulando a meia hora obrigatória correspondente a dois dias de trabalho, segundo a mesma fonte.

A empresa poderá também optar por exigir ao trabalhador o cumprimento de dez horas [total acumulado por mês] num dia de descanso semanal obrigatório, como por exemplo, um domingo.

Em resumo, o trabalhador terá de cumprir a imposição já em 2012, conforme pretende o Governo.

In Sol online
Lusa/SOL
31 de Outubro, 2011

Dias de férias podem ser cortados


A redução do número de dias de férias será também analisada no âmbito do novo pacote laboral, admite o ministro da Economia.

Férias podem ser cortadas # imagem: Hugo Coelho

“Estamos disponíveis para ouvir todas as propostas dos parceiros sociais”, disse Álvaro Santos Pereira, à saída de uma reunião de concertação social em que foi debatida o alargamento do horário de trabalho em meia-hora por dia.

Actualmente, o mínimo legal de férias é de 22 dias por ano a que acresce um máximo de três dias caso o trabalhador nunca tenha faltado e tenha cumprido de forma impecável os seus deveres.

Mas o Governo, que está muito preocupado com a falta de produtividade e de competitividade da economia, não rejeita olhar também para a questão das férias, como forma de aliviar o custo de muitas empresas.

A diminuição das férias é um ponto de debate que foi levado à mesa das negociações pela Confederação do Comércio e Serviços. O seu presidente, João Vieira Lopes, considera que esta medida seria muito mais eficaz para este sector – o mais importante da economia portuguesa em termos de emprego e de criação de riqueza – do que a medida da meia-hora de trabalho extra e não paga por dia.

Esta última, terá sobretudo impacto nos sectores que produzem em série e com recurso a trabalho por turnos, alegou Vieira Lopes à saída da concertação.

Os sindicatos – CGTP e UGT – consideram as propostas levadas à reunião pelo Governo como “inqualificáveis” e “ultrajantes”.

O alargamento do horário de trabalho é uma medida que visa substituir a redução da Taxa Social Única, que não foi em frente porque lesava imenso a receita fiscal e contributiva, pondo em risco as metas do défice público.

“Choque de competitividade” passa por trabalhar mais, receber menos, ter menos feriados e até pode vir a penalizar o período legal de férias

In Dinheiro Vivo on line
31/10/2011 | 14:08 |

[aviso]- Esta merda está a precisar é de um reviralho a sério… Basta de andarem a gozar com quem trabalha e com quem anda a alimentar esta cambada de CHULOS…!!![/aviso]

 

Falar verdade


Dia a dia

José Rodrigues

Em política, como sabemos, há promessas que se cumprem e outras que não, e no que diz respeito a impostos, estamos conversados… Não vamos fazer aqui um levantamento do que sobre a matéria se afirmou na última campanha eleitoral, mas há pelo menos uma promessa, feita pelos que agora nos governam, que há que recordar, já que ela pretendia marcar a diferença em relação ao estilo da anterior liderança: a promessa de falar verdade.

Vem isto a propósito do modo como o Governo tem abordado a questão dos cortes do 13º e 14º meses, com anúncios a conta-gotas e recados ambíguos, como quem lança barro à parede a ver se pega. Há que falar claro: vai ou não o Governo acabar de vez com o 13º e o 14º meses?

Admitamos que estes dois salários (que representam 14,2% do rendimento anual) serão diluídos pelos 12 meses do ano. Trata-se apenas de um ajustamento técnico, como alguns defendem? Sê-lo-ia talvez para quem já está no mercado de trabalho, mas quem viesse a ser contratado no futuro só receberia 12 meses. Ou seja, o valor do trabalho baixaria consideravelmente. Como disse Cavaco Silva durante a Cimeira Ibero-Americana: “Às vezes, o diabo está nos detalhes”…

In Correio da Manhã online
31/10/2011 01h00
Por:José Rodrigues, Editor de Política e Economia

[aviso]- Falar verdade? Cada político, cada ALDRABÃO! [/aviso]

 

Pontes como a de hoje em vias de extinção


Com o dia de Todos-os-Santos à terça-feira, é provável que a ponte tenha começado no sábado e só termine amanhã. Todos os anos são diferentes, mas em 2012 o calendário muda de forma estrutural. A redução de feriados e pontes é uma das questões que hoje serão debatidas em concertação social.

Pare e olhe à sua volta. Se há lugar para estacionar no centro da cidade, se a empresa está vazia e se não consegue apanhar ninguém ao telefone é provável que subscreva o diagnóstico do Governo. O que não significa que concorde com a solução: menos feriados, menos pontes como a de hoje e mais duas horas e meia hora de trabalho por semana – pelo mesmo salário – num País que regista o segundo maior número anual de horas de trabalho na Zona Euro.

In Jornal Negócios online
31 Outubro 2011 | 00:01
Catarina Almeida Pereira – catarinapereira@negocios.pt

[aviso]- Andamos a ser ROUBADOS há mais de TRINTA ANOS por esta gandulagem política! Não só temos mais horas de trabalho anuais, como os menores salários europeus! Mas esta gandulagem quer fazer crer que é precisamente o contrário. A falácia dos 13º. e 14º. meses (férias e natal) que muitos países da Europa não têm. Só que esses bandalhos não dizem é que os ordenados nesses países são muito superiores ao nosso e que no Norte da Europa existem condições que levam a que esses dois meses “extra” no nosso orçamento familiar, ultrapassam tudo o que se possa imaginar.
Os países escandinavos (Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca) não têm um salário mínimo fixado, sendo, no entanto, países altamente sindicalizados. Os sindicatos consideram que a fixação de um salário mínimo nacional iria interferir com a negociação colectiva, e poderia até conduzir a uma redução dos salários. Os países nórdicos preferem ter um acordo colectivo entre sindicatos e empregadores como ponto de referência para os salários, não estabelecido pelo governo. Em alguns casos, particularmente na Dinamarca, diz-se que isso levou a um grau muito forte de cooperação entre empregadores e trabalhadores. «É bastante harmonioso. Há um equilíbrio no nível de compromisso.» ” (retirado da forbes magazine). Contudo, e para referência, em 2005, para a indústria o valor de remuneração mínimo por hora rondava os 14€, sendo em a média 18€, e na construção o mínimo estava fixado em 16€, rondando a média, os 21€.
Ou seja, partindo do princípio que serão 8 horas de trabalho/dia na indústria, seriam € 144,00/dia x 22 dias úteis = € 3.168,00/mês; no caso da construção seria € 168,00/dia x 22 dias úteis = € 3.696,00/mês. Nada mau!!! Por cá… é quase igual, igualzinho, n’é ó cambada de ALDRABÕES?
E quanto às pontes a tentativa de enganar os trabalhadores é a mesma que para tudo o resto, ou seja, as empresas que não quiserem dar o dia da “ponte” não são obrigadas a fazê-lo! E quem quiser meter um dia de férias nessa ponte, é dia que lhe é devido, não fica a dever nada a ninguém! No Estado não fazem o mesmo? Se não fazem, passem a fazê-lo!
Agora, gozar dias feriados com características históricas ou religiosas, noutras datas, para fugir às pontes… é a maior PALHAÇADA que alguma vez foi concebida e que a sê-lo mais uma vez demonstra a total incapacidade, incompetência e estupidez de quem decide uma alarvidade dessas!
Exemplificando: Amanhã, dia 1, seria gozado hoje, dia 31; o dia de ano novo que é a uma terça-feira passaria para o dia 31 de Dezembro…??? Tenham dó, porque nunca constatei tanto entulho em tão poucas caixas córneas… [/aviso]

 

Portugal é o quarto país com mais horas de trabalho na União Europeia


Quatro países têm mais feriados que Portugal – o Chipre e a Eslováquia, ambos com quinze, e Malta e Espanha, os dois com 14.

Jornal Negócios online
31 Outubro 2011 | 00:01
Catarina Almeida Pereira – catarinapereira@negocios.pt

Motas de baixa cilindrada vão pagar 60 euros de ISV


Já em Janeiro

Fotografia © MARCO LEAL / Global Imagens

Muitos dos motociclos de mais baixa cilindrada, até agora isentos de Imposto Sobre Veículos (ISV), vão passar a pagar 60 euros de imposto caso a proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2012 (OE2012) venha a ser aprovada.

De acordo com a proposta de Orçamento, os motociclos cujo escalão de cilindrada se situa entre 120 e 250 centímetros cúbicos (cc), muitos deles actualmente isentos de tributação, passam a pagar 60 euros de ISV já no início do próximo ano.

Actualmente, apenas os motociclos com cilindrada igual ou superior a 180 cc é que pagam ISV e mesmo assim, os que têm uma cilindrada entre 180 cc e até 750 cc, pagam um imposto equivalente a apenas 53,84 euros.

Agora, caso a proposta do Governo não seja alterada, a partir de 1 de Janeiro de 2012, as motos com cilindrada superior a 120 cc vão passar a pagar um mínimo de 60 euros de ISV. Mas esta não é a única alteração que o Governo quer introduzir nesta matéria e se a proposta de Orçamento vier a ser aprovada sem alterações, o agravamento dos impostos sobre as motas será generalizado e afectará todos os escalões de cilindrada.

“Trata-se de um aumento brutal deste imposto, na medida em que em alguns casos – como os escalões intermédios – nota-se um aumento muito pesado quando comparado com a taxa máxima”, salienta a ‘manager’ de impostos indirectos da PricewaterhouseCoopers (PwC), Manuela Silveira.

Já o secretário-geral da Associação Automóvel de Portugal (ACAP), Hélder Pedro, afirmou, por seu turno, que “num momento em que o objectivo é ter receita, vai acontecer o contrário porque haverá uma retracção nas vendas, o que prejudica, não só o sector, como o Governo”.

In Diário de Notícias online
por Lusa
30/10/2011

[aviso]- É só GAMAR…!!! [/aviso]

 

«Corte do 13.º e 14.º meses integra plano macabro de liquidação do país»


Jerónimo de Sousa

Foto: LUSA

O secretário-geral do PCP acusou hoje o Governo de promover um “plano macabro de liquidação do país”, questionando porque é que, ao comparar Portugal com países sem 13.º e 14.º meses, os governantes omitem que aí também se ganha mais.

Num comício com mais de 200 militantes na Escola EB 2,3 António Dias Simões, em Ovar, Jerónimo de Sousa referiu-se a declarações públicas do Primeiro-Ministro e do ministro dos Assuntos Parlamentares para afirmar que esses, ao cortarem o 13.º e o 14.º meses à Administração Pública, “estão a levar a cabo o seu plano macabro, que é o da liquidação do país”.

“Estão sempre, sempre, sempre a fazer comparações com outros países em que não há 13.º e 14.º meses”, observou o líder dos comunistas. “Mas então por que carga de água é que não comparam também os salários e as condições de vida desses países?”.

Jerónimo de Sousa considera que os “planos tenebrosos” do Governo passam também por usar essa “táctica do 13.º e 14.º meses” para “criar divisões entre os trabalhadores”, de acordo com uma política que “é o afundar do país no pântano e o afundar dos portugueses num mar imenso de injustiças”.

Sobre as declarações de Passos Coelho admitindo que o país teria que empobrecer para superar a situação em que se encontra actualmente, o secretário-geral do PCP declarou: “O Primeiro-Ministro de Portugal assumir como objectivo o empobrecimento do povo é de uma desfaçatez e gravidade inaceitável”.

Jerónimo de Sousa rejeita a ideia de que o povo vive acima das suas possibilidades, defende que o Governo “alimenta essa mentira e a repete até à exaustão sabendo que quem vive nessa situação é uma centena de famílias ligadas aos grandes grupos económicos e à banca”, e critica por isso um empobrecimento nacional que prejudica sobretudo os cerca de dois milhões de trabalhadores que “são pobres ou vivem em risco de pobreza”.

No mesmo contexto, o líder comunista lamenta que “das conclusões do conselho europeu e da cimeira da zona euro conste, esta semana, a ameaça a de novas medidas de austeridade para Portugal”. “Há aqui uma sofreguidão insaciável”, realça. “Nem uma medida se vislumbra para dinamizar a economia ou promover o emprego, como se impunha”.

“Antes vimos apenas a decisão de aprovar um milionário programa de recapitalização do sistema bancário a par do reforço do Fundo Europeu de Estabilização Financeira”, continua Jerónimo de Sousa, “o que representa, no essencial, a transferência por via directa ou indirecta de colossais montantes de dinheiros públicos para a banca – transformada num Deus que aplaca a sua ira com sacrifícios de sangue e de vidas”.

In Destak online
29 | 10 | 2011 19.59H
Destak/Lusa | destak@destak.pt

[aviso]- As palavras deste homem, tenha ele os defeitos que tiver – e quem não os tem? -, estão carregadas de razão. Não tenho simpatia nenhuma pelo PCP porque ainda não me esqueci do trágico ano de 75 em que eles queriam entregar Portugal à ex-URSS como de uma colónia se tratasse, mas o que me interessa são a essência das palavras mesmo que essas estejam conotadas com alguém que defende a “ditadura do proletariado”. Porque de ditadura fiquei farto do que gramei no passado! Mas é bom lembrar que os países escandinavos (Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca) não têm um salário mínimo fixado, sendo, no entanto, países altamente sindicalizados. Os sindicatos consideram que a fixação de um salário mínimo nacional iria interferir com a negociação colectiva, e poderia até conduzir a uma redução dos salários. Os países nórdicos preferem ter um acordo colectivo entre sindicatos e empregadores como ponto de referência para os salários, não estabelecido pelo governo. Em alguns casos, particularmente na Dinamarca, diz-se que isso levou a um grau muito forte de cooperação entre empregadores e trabalhadores. «É bastante harmonioso. Há um equilíbrio no nível de compromisso.» ” (retirado da forbes magazine). Contudo, e para referência, em 2005, para a indústria o valor de remuneração mínimo por hora rondava os 14€, sendo em a média 18€, e na construção o mínimo estava fixado em 16€, rondando a média, os 21€.
Ou seja, partindo do princípio que serão 8 horas de trabalho/dia na indústria, seriam € 144,00/dia x 22 dias úteis = € 3.168,00/mês; no caso da construção seria € 168,00/dia x 22 dias úteis = € 3.696,00/mês. Nada mau!!! [/aviso]

 

A verdade da mentira


Correio da Justiça

Carlos Garcia

Ouvi com perplexidade, o Dr. Miguel Relvas, logo secundado pelo Sr. 1º Ministro, afirmar que o ‘confisco’ dos subsídios de Natal e de Férias dos funcionários públicos, poderia ser definitivo e não temporário. A verdade de ontem é mentira hoje. Há muito tempo que não acredito nos políticos.

Sei pelas minhas funções que, infelizmente, a realidade é bem mais insidiosa do que a imaginada pelo comum dos portugueses. A Constituição e as leis são despudoradamente desprezadas/atropeladas em nome de um interesse nacional, que começa a feder a objectivos meramente ideológicos e financeiros. Outra perplexidade é a justificação dada: só os países do Sul da Europa têm estes subsídios, países como a Suécia ou a Noruega não. Também nós desgraçados’ do Sul não teríamos problemas em receber apenas 12 salários, se tivéssemos os salários do Norte, sem falar nas diferenças da protecção social, de saúde e educação, etc. Curiosamente, nos países exemplificados, o peso dos funcionários públicos na população activa, varia de 30 a 33%, contra os 17,9% de Portugal (Eurostat).

In Correio da Manhã online
30/10/2011 | 01h00
Por:Carlos Garcia, Presid. Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal

 

[nota]- Completamente de acordo. Quem ainda “acredita” nos políticos é a pandilha que lhes está adstrita para os interesses costumeiros… Mas ainda existem uns anormalóides que afirmam, em ordem ao autor deste artigo de opinião que «Este senhor dá a interpretação que quer em relação aos países nórdicos mas esquece um detalhe, lá pagam muito mais impostos que em Portugal e a vida é muito mais cara, mas não é só nesses países em França não existe.» Ó besta, olha para os salários mínimos destes países:

PORTUGAL € 525,00
Grécia € 628,00
Espanha € 728,00
Reino Unido € 1.010,00
França € 1.321,00
Bélgica € 1.387,00
Irlanda € 1.462,00
Luxemburgo € 1.642,00
(inclui subsídios de férias e de natal)

Em ordem aos salários mínimos dos países nórdicos (não existem) existe a seguinte informação:
“Os países escandinavos (Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca) não têm um salário mínimo fixado, sendo, no entanto, países altamente sindicalizados. Os sindicatos consideram que a fixação de um salário mínimo nacional iria interferir com a negociação colectiva, e poderia até conduzir a uma redução dos salários.
Os países nórdicos preferem ter um acordo colectivo entre sindicatos e empregadores como ponto de referência para os salários, não estabelecido pelo governo. Em alguns casos, particularmente na Dinamarca, diz-se que isso levou a um grau muito forte de cooperação entre empregadores e trabalhadores. «É bastante harmonioso. Há um equilíbrio no nível de compromisso.» ” (retirado da forbes magazine).
Contudo, e para referência, em 2005, para a indústria o valor de remuneração mínimo por hora rondava os 14€, sendo em a média 18€, e na construção o mínimo estava fixado em 16€, rondando a média, os 21€. Nada mau!
A este parvalhóide eu diria que não me importava nada em ser nórdico ou mesmo francês… Há cada macaco! [/nota]

 

SL Benfica 2 – Olhanense 1


Benfica, Golo, Rodrigo, 1m, 1-0
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Benfica, Golo, Rodrigo, 13m, 2-0

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Benfica, Jogada, Cardozo, 30m
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Benfica, Jogada, Matic, 64m
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Benfica, Jogada, Cardozo, 68m
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(Mais um ROUBADO à descarada… mas já é hábito!)

In Sapo vídeos
29/10/2011

«Golo mais rápido da Liga mexeu com os jogadores» – Daúto Faquirá


Daúto Faquirá diz que golo de Rodrigo nos primeiros segundos de jogo «condicionou bastante» a equipa do Olhanense, que se passeou na Luz durante a primeira parte.

«O Olhanense tem uma equipa muito jovem. Sofreu o golo mais rápido da Liga e isso mexeu com os jogadores, deu alento ao Benfica e criou o clima contrário ao que queríamos. Estar a perder desde muito cedo, contra um Benfica fortíssimo, condicionou-nos bastante», comentou Faquirá, na zona de entrevistas rápidas, acrescentando que «níveis de agressividade baixos» deixaram «o Benfica jogar».

«Os jogadores passearam na primeira parte», criticou.

«A segunda parte foi mais consentânea com o nosso valor, de alguma forma limpou uma primeira parte menos conseguida», elogiou, considerando, todavia, que «o Benfica ganhou bem».

In A Bola online
23:10 – 29-10-2011
Por Redacção

[aviso]- Não entendo estes gajos… Então não foi este “artista” que antes do jogo, na véspera, disse que o Benfica não metia medo a ninguém e que ia à Luz para trazer pontos? E um pouco de humildade ó Faquirá, não seria mais benéfico para depois a cachola não ser muito granjola? [/aviso]

 

Precários acusam ministro de “fraude política”


Mota Soares anunciou alívio de 270 euros para independentes

Ministro anunciou alívio nas contribuições, mas independentes afirmam que está em vigor desde Janeiro

O movimento que representa os trabalhadores precários acusa o ministro da Solidariedade, Pedro Mota Soares, de usar de “fraude política” ao afirmar que os trabalhadores independentes vão beneficiar este ano de “um alívio” de 270 euros nas contribuições para a segurança social.

O ministro anunciou sexta-feira que pouco mais de 400 mil trabalhadores independentes que são contribuintes activos da Segurança Social vão beneficiar de um “alívio” de 270 euros por ano em contribuições.

Num comunicado assinado pelas associações Precários Inflexíveis, FERVE – Fartos/as d’Estes Recibos Verdes e Plataforma dos Intermitentes do Espectáculo e do Audiovisual, o movimento considera que as declarações do ministro “são uma fraude política, porque o que foi ‘anunciado’ decorre apenas da aplicação do Código Contributivo, uma legislação que já está em vigor desde Janeiro e que Pedro Mota Soares combateu abertamente no passado”.

O movimento alerta que “este Código Contributivo mantém integralmente a injustiça nas contribuições para os trabalhadores independentes, uma vez que continua a não existir qualquer correspondência entre rendimentos e o valor das contribuições”.

Os trabalhadores precários destacam que, “ao contrário do que diz o ministro, não existe qualquer ‘readequação do escalão segundo os seus verdadeiros rendimentos’, porque os trabalhadores a recibos verdes são forçados a descontar valores fixos mensais, segundo os rendimentos obtidos no ano civil anterior”.

“A ‘redução média de 270 euros anuais’ ‘anunciada’ pelo Ministro decorre da existência de um novo escalão mínimo, que, atenuando o valor mensal das contribuições dos trabalhadores a recibos verdes com menores rendimentos, apenas perpetua um sistema contributivo injusto”, referem.

O movimento contesta ainda o anúncio do alargamento do número de prestações para regularização de dívidas à Segurança Social para os trabalhadores a recibos verdes, por considerar que “estas dívidas são quase sempre injustas, porque foram contraídas devido à conduta ilegal dos patrões, que não celebraram os contratos devidos e que remeteram os trabalhadores à situação de falsos recibos verdes”.

Segundo o movimento, este ano cerca de 100 mil trabalhadores a recibos verdes, na sua maioria precários e com baixos rendimentos, foram notificados e cerca de 50 mil deles têm processos de penhora iminentes para pagamento das dívidas à Segurança Social.

“Porque a esmagadora maioria contraiu estas dívidas em situação de falsos recibos verdes, defendemos, hoje como sempre, a suspensão imediata da cobrança das dívidas para que seja implementado de forma célere um mecanismo que detecte estas situações e, desta forma, responsabilize também as entidades empregadoras incumpridoras”, destacam.

In Correio da Manhã online
29/10/2011 | 12h42

[aviso] – A L D R A B Õ E S [/aviso]

Mais uma voltinha


Pensar Alto

Joana Amaral Dias

Que tempos ímpares. Todos os meses, mais um momento crucial para a Europa. Somos uns privilegiados, assistindo ao fazer-se da história em directo e ao vivo. O facto de a UE continuar a afundar-se, após tantos acordos salvadores, é um pequeno pormenor.

A verdade é que o contágio tem funcionado mais para as soluções do que para os problemas que continuam bem circunscritos e contidos. Aliás, a última cimeira foi espectacular. O perdão da dívida à Grécia é um bom exemplo. Até pode ser que não seja da ordem dos 50% como é dito, mas dos 30%.

Até pode ser que seja a banca a sair beneficiada, trocando esses títulos de dívida que valem zero por outros a 30 anos, com reembolso garantido pelo FEEF, e recebendo, até lá, juros pelos montantes “perdoados”. Mas foi bonita a festa, pá. Realmente, a cimeira não respondeu a nenhuma das questões essenciais como a mudança de estatuto do BCE. Mas que interessa se ainda não foi desta que a Alemanha abandonou o euro? Nem preocupa que venha aí mais austeridade e recessão. O que importa é que estamos a assistir à história. E devemos ficar gratos por isso. Mesmo que seja do lado errado.

In Correio da Manhã online
29/10/2011 | 01h00
Por:Joana Amaral Dias, Docente Universitária

Inquietante raciocínio


Avaliação Contínua

José Eduardo Moniz

Passos Coelho foi ao Brasil levando no bolso a EDP, um dos anéis de que Portugal vai desfazer-se, na ânsia de trazer alívio às contas públicas.

Muitas vendas de jóias irão ocorrer nos próximos meses, empobrecendo Portugal ainda mais. O primeiro-ministro não afirmou por acaso, há dias, que o País tem de ficar mais pobre para recuperar. Estranha e dramática contradição a que o fim de muitos anos de folguedo e as políticas orçamentais do actual Governo conferem veracidade. Arrepia, nestas circunstâncias, ouvir o anterior ministro das Finanças revelar que chegou a ponderar a hipótese de se demitir ainda em 2010.

É pena que o não tenha feito. Poderia a História reservar-lhe um lugar diferente do de coveiro das finanças nacionais, mesmo considerando o impacto da crise internacional sobre uma economia tão pequena e frágil. Não quis travar a louca corrida para o precipício a que o irrealismo de Sócrates ajudou a conduzir o País. Teixeira dos Santos ficará assim cúmplice para sempre. Tal como Pedro Silva Pereira, seu colega de Governo e homem de mão do ex-líder do PS, que, em plena AR, qual virgem imaculada , se ergueu para confrontar Vítor Gaspar com a austeridade do Orçamento, esgrimindo o argumento da insensibilidade social. Até parecia que nada tinha a ver com o filme de terror que co-realizou. O mesmo que acomodou, sob a batuta de Paulo Campos, o negócio das Scut com a Mota-Engil, com um custo para o Estado que saltou de zero para mais de 1400 milhões.

O bom senso e a prudência fartaram-se de aconselhar a antecipação de medidas correctivas. O eleitoralismo e a demagogia falaram, porém, mais alto. Agora, pagam todos: justos e pecadores, ricos e pobres, empresas e particulares. Remediados e desfavorecidos jamais recuperarão rendimentos e benefícios perdidos. Não sou dos que acham inútil o apuramento de responsabilidades. Deixar que a culpa morra solteira é permitir o triunfo da impunidade. É absurdo fechar os olhos aos actos de quem ocupa o Poder, sobretudo, em momentos como o presente, em que tanto sacrifício se exige a várias gerações.

Inquietante, pois, que um governante como Miguel Relvas tenha justificado, há dias, as suas opções sobre a RTP, por mais discutíveis que se mostrem, alegando que, em tempo de crise, quem decide se arrisca a acertar ou falhar. Entrou-se no domínio da sorte e do azar, dos imponderáveis da roleta. É levar ao extremo o princípio de que mais vale decidir, ainda que mal. Ou seja, agir antes de pensar. Duvido que os portugueses fiquem tranquilos, após tantos anos de erros e fantasias. Deus nos livre se a prática alastra a todo o Governo.

In Correio da Manhã online
29/10/2011 | 01h00
Por:José Eduardo Moniz (jemoniz@cmjornal.pt)

Portugueses contra o Orçamento do Estado


Sondagem mostra que há muita desconfiança e descrença em relação às opções políticas do Governo de Passos Coelho e Vítor Gaspar.

O Governo só leva quatro meses de vida, mas os portugueses não parecem dispostos a dar nota positiva no primeiro grande teste do Executivo: O Orçamento de Estado para 2012.

Com efeito, a sondagem da Eurosondagem para o Expresso, RR e SIC mostra que uma clara maioria dos inquiridos está contra a proposta de Orçamento do Estado. E não acredita que as metas orçamentais previstas sejam cumpridas. E, ainda, não tem confiança no Governo ou no rosto deste Orçamento, Vítor Gaspar.

Ficha técnica

Estudo de opinião efectuado pela Eurosondagem, S.A. para o Expresso, SIC e Rádio Renascença, de 20 a 25 de Outubro de 2011. Entrevistas telefónicas realizadas por entrevistadores seleccionados e supervisionados. O universo é a população com 18 anos ou mais, residente em Portugal Continental e habitando em lares com telefone da rede fixa. A amostra foi estratificada por região – norte (19,9%), A.M. do Porto (14,3%), centro (29,9%) A.M. de Lisboa (26,1%) e sul (9,8%), num total de 1032 entrevistas validadas. Foram efectuadas 1336 tentativas de entrevistas e destas 304 (22,8%) não aceitaram colaborar no estudo de opinião. Foram validadas 1032 entrevistas, correspondendo a 77,2% das tentativas realizadas. A escolha do lar foi aleatória nas listas telefónicas e entrevistado, em cada agregado familiar, o elemento que fez anos há menos tempo. Desta forma resultou, em termos de sexo, feminino – 51,1%, masculino – 48,9%; e no que concerne à faixa etária dos 18 aos 30 anos – 17,4%, dos 31 aos 59 – 47,4%, com 60 anos ou mais – 35,2%. O erro máximo da amostra é de 3,05%, para um grau de probabilidade de 95%. Um exemplar deste estudo de opinião está depositado na Entidade Reguladora para a Comunicação Social.

In Expresso online
Martim Silva (www.expresso.pt)
20:00 Sexta feira, 28 de Outubro de 2011

1.- Concorda com este OE ?
NÃO: 81,1% – SIM: 13,6% – NS-NR: 5,3%

2.- CONCORDA COM O CORTE DO SUBSíDIO DE FÉRIAS E DE NATAL AOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS?
NÃO: 79,8% – SIM: 12,5% – NS-NR: 7,7%

3.- CONFIA NO GOVERNO?
NÃO: 57,8%; SIM: 29,4%; NS-NR: 12,8%

4.- CONCORDA COM A CONVOCACÃO DA GREVE GERAL?
SIM: 63%; NÃO: 29,7%; NS-NR: 7,3%

5.- AS METAS DO ORÇAMENTO DO ESTADO SERÃO CUMPRIDAS?
NÃO: 63,2%; SIM: 25,2%; NS-NR: 11,6%

6.- O CORTE DEVIA SER EXTENSÍVEL AOS TRABALHADORES DO SECTOR PRIVADO?
NÃO: 53,8%; SIM: 34,7%; NS-NR: 11,5%

7.- CONFIA NO MINISTRO DAS FINANÇAS?
NÃO: 59,6%; SIM: 24,4%; NS-NR: 16%

8.- RELATIVAMENTE À CONTESTAÇÃO SOCIAL…
ACHA QUE É NECESSÁRIA: 49,3%
RECEIA O SEU AUMENTO: 30%
NS-NR: 20,7%

O ORÇAMENTO É O PRIMEIRO GRANDE TESTE DO GOVERNO DE PASSOS. E OS PORTUGUESES REVELAM-SE MUITO CRÍTICOS. ALÉM DE NÃO CONCORDAREM COM A PROPOSTA DE OE PARA 2012, NãO ACREDITAM QUE O EXECUTIVO O
CONSIGA CUMPRIR. E, SOBRETUDO, DIZEM NÃO CONFIAR NO ELENCO DE PASSOS E EM VÍTOR GASPAR EM PARTICULAR.

CGTP acusa Relvas de se estar a preparar para ‘dar cabo’ dos subsídios de férias e Natal


O secretário-geral da CGTP criticou hoje o «sorriso cínico e maldoso» de Miguel Relvas e acusou o ministro de estar «a preparar o caminho para ver se dá cabo» dos subsídios de férias e de Natal dos portugueses.

«O ministro sempre de serviço Miguel Relvas está já a preparar o caminho para ver se nos dá cabo do 13.º e do 14.º meses», referiu Carvalho da Silva, em Braga, durante um cordão humano integrado na Semana de Luta da CGTP.

Carvalho da Silva reagia, assim, à entrevista do ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares à TVI, em que disse que, neste momento, o cenário de suspensão dos subsídios de Natal e de férias «é por dois anos», mas contrapôs que «muitos países da União Europeia só têm 12 vencimentos».

Além do conteúdo das declarações, que classificou de «desastrosas», o líder da CGTP criticou também «o sorriso cínico, maldoso e que não é admissível em democracia» de Miguel Relvas e aconselhou-o a «meter a mão na consciência».

«Parece que descobriu agora que o ano tem 12 meses», ironizou, aludindo mesmo a «tipos armados em descobridores da pólvora».

O sindicalista sublinhou que o subsídio de férias e de Natal «são retribuições de equilíbrio da distribuição da riqueza que têm a ver com o desenvolvimento da sociedade».

Sobre a eventual diluição daqueles dois subsídios nos salários dos 12 meses, Carvalho da Silva respondeu que não é «anjinho» nem tem «asinhas» para afirmar que não tem a «mínima dúvida do que aconteceria».

«O primeiro passo pode ser essa tese de que se dilui nos outros meses, mas o passo seguinte é não actualizar os salários no valor que devia ser actualizado e rapidamente se elimina o valor dos subsídios de férias e de Natal», alertou.

Para Carvalho da Silva, o fim daqueles subsídios significaria «um retrocesso social e civilizacional como o país já não assistia desde finais da década de 1940».

In SOL online
Lusa/SOL
28 de Outubro, 2011

Portugal não tem espaço para quem não quer trabalhar


Alberto da Ponte diz que é preciso "ter pessoas motivadas" # imagem: Nuno Fox

O presidente executivo da Sociedade Central de Cervejas, Alberto da Ponte, defendeu hoje que o sector privado deve apostar nos despedimentos.

O presidente executivo da Sociedade Central de Cervejas (SCC), Alberto da Ponte, defendeu hoje que o sector privado deve apostar nos despedimentos como alternativa aos cortes do subsídio de Natal e de férias aplicado à função pública.

Em declarações à agência Lusa, à margem de uma conferência realizada no Estoril (Cascais) sobre impacto e tecnologias de informação na competitividade, Alberto da Ponte afirmou que “dispensar pessoal é alternativa”.

Alberto da Ponte sublinhou a importância de “ter pessoas motivadas” a trabalhar e, como alternativa aos cortes dos subsídios de Natal e de Férias anunciados pelo Governo no sector público, defendeu que no sector privado quem não tiver uma boa performance deve ser dispensado.

“Não há espaço para as pessoas que não queiram trabalhar, para a não produtividade, no Portugal de hoje”, sustentou.
“É uma medida excelente para aumentar a produtividade. Se peca, é por ser pouco”

O gestor da empresa proprietária das marcas Sagres e Luso considerou ainda que o acréscimo de meia hora extra de trabalho, outra das medidas anunciadas pelo Governo para 2012, peca por ser pouco.

“É uma medida excelente para aumentar a produtividade. Se peca, é por ser pouco”, defendeu.

Sobre o aumento do IVA no sector da restauração, uma medida que afecta o sector de negócio no qual está inserido, Alberto da Ponte disse à Agência Lusa que até ao final da próxima semana irá apresentar uma proposta ao Governo que prova que não é necessário.

“Estamos ainda a trabalhar para apresentar uma proposta, na próxima semana, ao Governo de uma medida alternativa para manter a margem dos agentes da restauração e não alterar os preços”, afirmou o responsável.

Sem adiantar mais pormenores sobre o teor do documento, o líder da Central de Cervejas disse apenas tratar-se de “uma proposta que mostra ao Governo que não é preciso aumentar o IVA na restauração para fazer mais receita”.

Sobre as medidas de austeridade anunciadas pelo Governo para 2012, Alberto da Ponte disse estar “completamente de acordo com a grande disciplina imposta no Orçamento do Estado” para o próximo ano e afirmou que “a sobrevivência da economia do País passa pela dinamização das exportações”.

Contudo, considera que deve ser feita também “de forma disciplinada”, ou seja, “é preciso escolher bem os mercados que mais interessam” ao País.

“A crise não é uma catástrofe, é uma coisa que acontece e temos de nos adaptar. Temos de ir buscar fora aquilo que não fazemos cá dentro”, concluiu.

»»» alguns comentários do online sobre esta peça:

– Eu não acredito…
… no que eu li…
Mas como eu ainda tenho algum direito de escolha…
Enquanto eu me lembrar, Sagres e Água do Luso, não entram tão cedo cá em casa!!!

– Re: Eu não acredito…
Já somos dois!
Cmpts

– Re: Eu não acredito…
some mais um… eu só bebo cruzcampo e lanjarón…

– Re: Pior a emenda…
Façam isso que os trabalhadores da Central agradecem… e o Alberto das Pontes definitivas também.

– Re: Eu não acredito…
…bandidos destes ainda podem falar???…
é por vivermos numa DEMO-CRACIA e não em democracia… quem promoveu estes gajos a “gestores”…nem na casa deles. Estou consigo zeewolf !!! Está na altura de acabarmos com este sistema DEMO-CRÁTICO de há 30 anos e refundarmos uma verdadeira DEMOCRACIA

– Re: Eu não acredito…
E vao dois, se so vem numeros temos que lhes dar os nossos numeros 000

– Re: Eu não acredito…
Olhe, eu fiquei banzado, petrificado (e até já estava convencido que neste País nada me faria ficar neste estado) ao ler este tipo de declarações! Uns bandalhos que se não fossem os trabalhadores não seriam nada na vida, apenas um ZERO ABSOLUTO com a trampa das empresas que detêm, têm a distinta lata e coragem de fazer este tipo de afirmações? Cerveja não bebo; água do Luso era cliente mas deixei de o ser há mais de um ano assim que comprei dois jarros de água com filtro incorporado que me fazem economizar umas boas dezenas de euros ao ano (cada filtro dá para 150 litros de água – 30 garrafões de 5 lts – e custa cerca de 5 euros). Realmente é triste existirem este tipo de bandalhos no topo de empresas privadas. Querem motivação das pessoas com ordenados de trampa e que geram riqueza enquanto eles ganham 10,20, 30 vezes mais e nada produzem a não ser canalhices desta natureza? Precisa-se de um novo Abril mas não de cravos…

– Calma. Ele só fala assim porque tem problemas.
A Central de Cervejas está a cair de podre na organização e gestão de recursos humanos.
Tem funcionários em excesso, falta de modernização, custos de produção elevados e, claro, o único método de gestão conhecido do pobre senhor são os despedimentos…
Não fosse o amor que os Portugueses têm à Sagres e o facto de a Central pespegar a máquineta das imperiais em tudo que é café e restaurante, há muito que a empresa ia ter problemas graves.
Vale-lhes o marketing, talvez a área mais produtiva da empresa…que encomenda a publicidade a terceiros, como se sabe.
Reestruturação da empresa, reorganização, re-skilling…são conceitos que não lhe assistem.
E acredita esta alma que, se começar a despedir a eito, isso vai motivar os outros trabalhadores?
O medo dá asas, mas nunca ouvi dizer que aumentasse a produtividade.

– Re: Calma. Ele só fala assim porque tem problemas.
Acho que ele está a começar a ficar senil! Mesmo que pense desta forma, não pode vir a público manifestar essas ideias, enquanto presidente de uma empresa comercial. Prejudicou claramente a imagem da empresa e, provavelmente as vendas.
Antes de despedir quem não é produtivo, deve pensar em tornar produtivo os que não o são. Isso é que seria capacidade de gestão! Mas infelizmente, é a qualidade de muitos gestores da nossa praça: não passam do óbvio que aprenderam há demasiado tempo. por isso há tão poucas empresas de excelência em Portugal e, quando aparecem, é um “oba-oba” que não se justifica em mais lado nenhum…

– Re: Calma. Ele só fala assim porque tem problemas.
Se calhar este energúmeno devia ser o primeiro a ser despedido por incompetência grosseira… Os nossos gestores só conseguem aumentar a competitividade baixando os salários que já estão mais que baixos, Em contrapartida, os gestores do resto da europa pagam salários 4 vezes mais que o salário mínimo português e são bastante competitivos. Afinal, onde é que reside o problema ?. Cambada de FDP…

– Fascismo de volta
Aos poucos e poucos , os ratos fascistas vão saíndo todos das tocas.
Este deve-se achar dono de Portugal para dizer isto.
Aqui em casa tambem não entra mais sagres ou água do Luso.
Portugal não deve ter lugar é para fascistas.

– Porra para estes gestores !!
É o que temos infelizmente em Portugal !!!
No caso desta aventesma, perde quota de mercado em tudo o que é Palop, suplantado que está a ser pela Super Bock. Depois culpa a produção.
Gestor ex caixeiro-viajante, que perdeu brilho ao longo dos anos, esquece que controla a produção pelo mapa de vendas. É a técnica do merceeiro. Só que este não produz, não aumenta o armazém quando não vende !!!
Gente desta, quando fala de produção, vejo de imediato que se deveriam dedicar exclusivamente ao comércio. Nem que fosse a vender cabos de martelo ou alpargatas.
PS: como só bebo Tuborg, continuarei a não tocar na Sagres.

– Re: Porra para estes gestores !!
Com tais declarações só prova que não tem o mínimo de respeito pelos trabalhadores e acabou de dar uma machadada nas vendas e depois vai dizer que a culpa é dos outros, quando na verdade o insucesso parece ser muito mais dele.

– Há-de chegar o tempo.
Nos EUA, de vez em quando, um empregado maluco, costuma mandar um balázio no patrão mauzão.

– Re: Há-de chegar o tempo. Spacer Fechar
caro amigo aqui ja falta pouco, estamos no limite e o desespero leva a loucura, mas quando temos um ministro que lhe dá aquilo que eles não tinham coragem de o pedir directamente eles acham-se agora os maiores e ja dizem o que querem mas cuidado anda muito maluco a solta, já agora só bebo super bock e agua do caramulo a cerveja dele e agua que a enfie pelo C…. acima

– Re: Há-de chegar o tempo.
É que esta malta depois esquece-se que há muita gente desesperada que está plenamente convencida que já não tem nada a perder.

– Sr., Alberto da Ponte
Diga-me qual o funcionário que se motiva por 485 euros, é o seu vencimento?

– Re: Sr., Alberto da Ponte
Este palhaço confunde motivação com escravidão!!!
Cumps.

– Re: Sr., Alberto da Ponte
Infelismente não temos ninguém que nos defenda deste tipo de orcas pois eles descendem dos democráticos deputados que estão na AR.
Cump.

– Re: Sr., Alberto da Ponte
Pelo contrário meu caro, os únicos que nos podem defender desta seita, somos nós próprios. Mas isso significaria perder muitas vidas, porque eles têm polícia e exército controlados e, ao mínimo sinal de ameaça, não hesitarão em largar os “cães raivosos” para massacrar quem os ousa afrontar.
E pelo andar da carruagem, esse dia já esteve mais longe!

– Re: Sr., Alberto da Ponte
Meu caro tem razão mas também lhe afirmo que a minha parte ninguém a tira.

– Portugal não tem espaço para quem não trabalhar
É gente desta que forma a maior parte do tecido de empresários, cujo pensamento é o do atual governo em que Passos Coelho tem orgulho. Foram pensamentos destes que levaram o Mundo a esta crise que estamos a viver. É caso para dizer que corpo grande cabeça pequena. Se a economia não estiver ao serviço das pessoas para que nos serve? Margaret Thatcher fez o mesmo em Inglaterra há uns anos e o resultado foi o dobro dos desempregado e pobres. Este governo está a ir pelo mesmo caminho.Karl Markes previu que o capitalismo devido à sua ganância se ia comer a ele mesmo. Nunca nenhum empresário me conseguiu explicar a razão, porque os nossos emigrantes são tão produtivos lá fora e não o são cá dentro. No entanto os emigrantes referem que lá fora são tratados como pessoas.

– Re: Portugal não tem espaço para quem não trabalha
Caro Toni 2 ;
Tem toda a razão!Caminhamos , a “Passos” largos , para o empobrecimento fatal.O caso dos emigrantes , que cita , é paradigmático ! Mas parece que ninguém percebe … ou quer perceber. O nosso país é (des)governado por lobbies e são eles que , no passado , nos mataram e que actualmente nos vão fazer o funeral.
Os meus cumprimentos

– O senhor pode despedir quem quiser mas recuso-me a aceitar esse tipo de linguagem.
Até ver ainda não é possível obrigar ninguém a trabalhar ou a cumprir cotas de produtividade.
“Não há espaço…no Portugal de hoje”?!
O senhor disse mesmo esta frase?!

– Pois
palhaço diz onde arranjas emprego,ALGUEM QUE ME DIGA ONDE EXISTE TRABALHO,esta gente não deve viver em portugal.

– Re: Pois
Concordo que o indivíduo é um autentico palhaço e acho que lhe fica muito mal a maneira como diz isto. Vê se bem o tipo de empresário que é, sem respeito nenhum pelo trabalhador, pelo menos pelos que o merecem.
Não posso é, de maneira nenhuma, concordar com a lenga-lenga do “não há trabalho”! Há trabalho sim senhor, pode não haver para todos mas se procurar bem vai ver que há. Temos que parar de nos queixar e fazer-mo-nos à vida!
“Desperate times call for desperate mesures”
Eu não tinha emprego e arranjei recentemente, e acredite que não foi assim tão difícil, ganho pouco, mas já não estou encalhado.

– Mais Um
Epa´na minha casa a Sagres e o Luso também vão deixar de ter espaço,com um presidênte assim vou já despedi-las definitivamente das compras.

– A historia repete-se constantemente
Sempre que algo vai mal, ou aparentemente mal, há muitos empresários que aproveitam para mandarem gente para casa, mesmo que não seja preciso. Nestas alturas encontram motivos mais do que suficientes para convencerem os politiqueiros amigos da necessidade de reduzirem pessoal, senão é o descalabro e fecham a “loja”. Tal é resultado das politicas laborais comunistas do 25 de Abril. Infelizmente há vigaristas e oportunistas em todas as classes e assistimos a cenas como esta. Veio este rato do fundo de um silo de cereais da cerveja mandar bacoradas a esmo para que se faça o que quer.
Pois bem, por mim nunca mais entra nada da Central de Cervejas em minha casa para esse bandalho aprender.

– Na Alemanha Nazi também não havia espaço!
Para judeus, ciganos, gays, velhos, deficientes, e todos os que eles achavam que não eram produtivos!
É nestes tempos de crise que a mascara cai aos fascistas!
Deve ser amigo do grande trabalhador Pedro Passos!!
O tal que é PM de Portugal, que começou a trabalhar aos 40 anos!!!
EM 40 ANOS SEM NUNCA TRABALHAR, SEMPRE EXISTIU ESPAÇO EM PORTUGAL PARA A ALFORRECA!
http://youtu.be/gNu5BBAdQ…

– Este Senhor da Central de Cervejas !
Meta a viola no saco e vá pregar para as Quintas do Inferno! Desconhece que temos empresas de top em portugal? Ou é moucvo? Faz de contas! Ou cegeta! Já viu a Auto Europa a sua capacidade com um Gestor Português só com uma diferença , não diz as suas barbaridades! Senão não sabe mais demita-se dê lugar a um gestor pleno! E a propósito em tempos de austeridade e se é assim tão patriótico abdique de parte do seu ordenado, que não é assim tão pequeno para Portugal, como muita gente já foi compelida a fazer e o Senhor como um Génio de quinta linha sugeriu com um brilhantismo inaudito!…. ! Julga-se um Rei da Cocada Preta do Alto do seu Império, mas não passa de um aprendiz de feiticeiro! Não se esqueça , de que no momento que vivemos precisamos de mais imaginação… do que aquela que tem, ou seja, quero ,posso e mando!… aonde já eu ouvi isso? Lembre-se que à porta da Wall Stree houve aquelas contestações todas e noutras cidades da América! Será que se apercebeu destes sinais ? Ou passa a vida na sua fábrica..alheio ao que vai pelo MUNDO? Uma sugestão arranje alguém para lhe melhorar a imagem porque anda muito mal acompanhado!….. Boa noite e boa sorte para as suas próximas cogitações!!!!…..Conte até 10 e depois ..fale… para não dizer tantas babozeiras!!!……

– Eu vou apresentar uma proposta
Eu vou apresentar uma proposta que mostra ao Governo e a tpdp o pais que não é preciso aumentar o IVA para desmantelar a vida a quase toda a populaçao portuguesa. Com excepçao, claro, deste tipo de seres que aqui nos apresentam. Chamam-se os sanguessugas…

– do tradicional patronato português anda toda assanhada, agora que temos um governo ultra-liberal (travestido de social-democrata). É ver quem mais seca o pote da economia real. É a crise, oportunidade para sacar o máximo de lucro pelo mínimo de custos e despesas com o pessoal!
Segundo este representante das cabeças de vento que é o grande patronato português, é preciso “ter as pessoas motivadas”. E quem não está motivado, rua! Meia hora de trabalho a mais, excelente! Não queres ir para a rua, então não recebes os subsídios, pá!
O que esta abécula não disse é COMO se motivam as pessoas sem ser pelo medo do despedimento, da redução do vencimento e aumento do horário!!!
Depois admiram-se que haja uma emigração neste país, é que muita boa gente (da mais à menos qualificada) não está para ser explorada por esta gentalha que tem o “mindset” de um Henry Ford.

– Re: A estirpe retrógada…
Para limpar sanitas aqui em Portugal, prefiro limpar em Espanha ou noutro país qualquer, ganho mais e a merda é a mesma. Sem dúvida que o patronato da geração deste tipo é, na generalidade, muito mas muito medíocre.

– baptizado
Todo o cao quando nasce lhe é posto um nome e a todo o espertalhao lhe é posto um alcunha. Este espertalhao eventualmente podre de dinheiro tem a lingua muito comprida porque os seus empregados nao têm genica. Ó espertalhao pega num camiao e poe-te na distribuicao dos barris da cerveja em vêz de andares a sugar quem trabalha. Que tens tu a ver com os cortes na funcao pública? O governo corta nas despesas porque nao tem capital para lhes pagar o que nao é o teu caso. Se o IVA aumenta na restauracao nao és tu que o pagas mas sim eu e todo o consumidor. Além disso a inteligência nao está distribuida por capitalistas exploradores. A resposta à tua treta seria os teus funcionários construirem uma fábrica de cerveja e mandarem-te às favas. Aliás a única solucao para acabar com estes badalhocos destruídores da vida sao as cooperativas. Uma boa campanha de informacao e sensibilisacao a nível nacional seria a solucao. Vá maos à obra caros trabalhadores escravos desta cambada de sanguesugas.

– Basta de Sagres!
Não se fez o 25 de Abril para hoje estarmos a ouvir fachos destes! Praça de Touros com eles!

– 2 vezes burro
Da um tiro no pé, e depois mete em risco a empresa, com declaraçoes destas, se as pessoas por nao gostarem destas declaraçoes, deixam de comprar sagres, a empresa deixa de ter beneficios, depois é que tem mesmo de despedir, sao estes os grandes patroes que temos em Portugal, se alguma vez o patrao da tuborg dizia uma coisa destas, mesmo que o pensasse, estamos em crise? até nem parece, dà a impressao que o pais é uma grande potencia economica, com burros destes isso nunca vai acontecer.

– O que Alberto de Ponte diz faz todo o sentido.
O que Alberto de Ponte diz faz todo o sentido; é preciso ter pessoas motivadas e disponíveis para beber umas cervejolas, sendo os desempregados um excelente mercado. Alargar o mercado é a estratégia correcta.

– Este gestor devia ser o primeiro a ser despedido..
Demonstra nitidamente uma incapacidade de gerir, bem como de escolher as pessoas que devem zelar pelo bom rumo de uma empresa.
Quando se equaciona a despedimento de trabalhadores com a intencao de aumentar a produtividade, so indicia que tem um pessimo diretor de producao, um pessimo diretor de recursos humanos (recrutamento) e nao sabe nada de metodos de trabalho!!!
(Por isso sempre preferi heineken e a agua da minha regiao)

– Escravos é que era bom!
Este Alberto da Ponte apenas deixou cair a máscara que muitos, muitos empresários portugueses usam. Para eles, um empregado deve estar motivado para trabalhar pelo simples facto de estar empregado! O que este senhor gostava mesmo era que ainda existissem escravos. Este senhor, quando olha para um empregado, não vê uma pessoa com família mas apenas um factor de produção.

– Lúcidos e esclarecidos
Muitos dos comentadores aqui nem sabem que os fascistas subiram ao poder com o apoio das massas e que na Alemanha receberam o apoio especial dos desempregados! O Alberto das pontes infinitas é nazi porque depois de despedir os trabalhadores vai passar a contar com o apoio destes para a causa do nacional-socialismo, certamente!
Lembro também um comentário de um conhecido “fascista”: “Quem não trabalha, não come!”
Léninie re-dixit

– A crise não é uma catástrofe, é …
…uma merda digo eu, Alberto, e o IVA do vinho é outra, não?
Sabes eu nunca fui muito cervejas, prefiro o vinhinho, olha como o Salazar, tens saudades dele? Pois eu não, mas deve haver muitos como tu que sim, quem sabe.

In Expresso online
22:36 Quinta feira, 27 de Outubro de 2011

[aviso]- Comigo, estás FODIDO, pá, porque em produtos da tua empresa nem mais um cent… !!! [/aviso]

Pensões mais baixas vão subir 3,1% no próximo ano


“As pensões mínimas de 189 euros, de 227 euros e de 246 euros terão um aumento de 3,1%, em linha com a inflação”, afirmou Pedro Mota Soares.

Pedro Mota Soares

O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, afirmou hoje que as pensões mínimas terão um aumento de 3,1% em 2012, em linha com a inflação.

“As pensões mínimas de 189 euros, de 227 euros e de 246 euros terão um aumento de 3,1%, em linha com a inflação”, afirmou Pedro Mota Soares que está a ser ouvido esta tarde na Comissão do Orçamento e Finanças, no Parlamento.

De acordo com o ministro da tutela, “numa altura em que se pedem sacrifícios, é importante dar um pouco mais a quem tem muito pouco, pois os portugueses estão disponíveis para aceitar a austeridade, mas também exigem ao Governo um tratamento que dê um pouco mais a quem tem muito pouco”.

E acrescentou: “Neste cenário de dificuldades, esse aumento é em linha com a inflação e fará com que estes pensionistas não percam poder de compra”.

As declarações de Mota Soares sucederam a intervenção da deputada do BE, Mariana Aiveca, que questionou o governante sobre se o Governo estaria em condições de garantir o aumento das pensões mínimas já no próximo ano.

In Jornal de Negócios online
28 Outubro 2011 | 17:58
Lusa

[nota]- Seus felizardos…!!! Agradeçam lá ao ministro da Vespa o aumentozinho de € 5,67 (para as pensões de 189,00); € 7,037 (para as pensões de 227,00) e de € 7,626 (para as pensões de 246,00), ou seja, respectivamente, de € 0,189, € 0,234 e € 0,254 por dia…!!! Imaginemos que este aumento seria sobre um salário de € 5.000 seria = € 5.155,00 = € 5,166/dia… Nada mau, heim? Que bondosos são estes “governantes”… [/nota]

 

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Todos os textos aqui inseridos, são corrigidos para a Língua Portuguesa de antes do acordo ortográfico.

Mentiroso…!!!

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artigos interessantes…

... não só pelos conteúdos, como pelos comentários que demonstram o que esta canalha política no poder (e não só) merece da maioria dos portugueses...

- Diário de Notícias: Cavaco sublinha importância da coesão nacional

- Diário de Notícias: Electricidade da Madeira desmente novo 'buraco'

- Expresso: Jardim diz que não se arrepende do endividamento

Os responsáveis pela derrocada de Portugal

Mário Soares - 9 de Junho de 1983 - 6 de Novembro de 1985

Cavaco Silva - 6 de Novembro de 1985 - 28 de Outubro de 1995

António Guterres - 28 de Outubro de 1995 - 6 de Abril de 2002

Durão Barroso - 6 de Abril de 2002 - 17 de Julho de 2004

Santana Lopes - 17 de Julho de 2004 - 12 de Março de 2005

José Sócrates - 12 de Março de 2005 - 21 de Junho de 2011

Passos Coelho - desde 21 de Junho de 2011

promessas do passado…

C E N S U R A

A partir desta data e tal como já foi exercido com outro online, este Blogue deixará de inserir notícias publicadas no Correio da Manhã online, dado que ontem foram deixados 3 comentários naquele online que não foram publicados e que se encontravam completamente dentro das regras exigidas pelo jornal nesta matéria.

Notícias Bravas
12.09.2011

salários mínimos na Europa

Bulgária € 123,00
Roménia € 153,00
Polónia € 281,00
PORTUGAL € 525,00
Grécia € 628,00
Espanha € 728,00
Reino Unido € 1.010,00
França € 1.321,00
Bélgica € 1.387,00
Irlanda € 1.462,00
Luxemburgo € 1.642,00

valores calculados sobre 14 meses
(incluem férias e 13º. mês)

E já que falam tanto em colocar Portugal ao mesmo nível dos países da UE, esqueceram-se da igualdade do salário mínimo?

Portugal fora da U.E.

frases ao acaso…

- Impressionante como Portugal não apresenta novos quadros na política e no seu grande empresariado. Onde estão os jovens portugueses? Ouvir um mesmo Cavaco e Silva há mais de três décadas é dose. Um Mário Soares, um Ramalho Eanes (esse ainda está vivo?), é brincadeira. Juventude lusitana assumam logo seu país antes que esses incompetentes o levem à derrocada total. Vejo diariamente a SIC e fico impressionado com o quadro político que se apresenta do continente à Madeira e Açores. Os comentários intermináveis e inócuos no programa "Quadratura do Círculo". O nome diz tudo: Umas bestas quadradas vociferando asneiras em círculo que não levam a lugar algum. Triste ver a nação de Camões, da Escola de Sagres, da Universidade de Coimbra acabar assim.

- Este Governo age como autêntico capataz da Srª. Merkel e Sr. Sarkozy. É o próprio Governo a dizer que os Portugueses têm que fazer sacrifícios, tem que ir para além da troika, para a Srª Merkel e o Sr. Sarkozy ficarem satisfeitos. E para agradar aos olhos daquelas duas personagens, este Governo submete os Portugueses a uma política que não leva a lado nenhum se o objectivo é pagar a dívida. Mas como o que interessa é o sorriso das tais personagens, este Governo optou por medidas de fazer sangue e quando o faz há quem corra para junto de Merkel e de Sarkosy a perguntar se está bem assim ou querem com mais sangue? São pacotes de austeridade atrás de pacotes de austeridade, são impostos directos acompanhados com cortes de vencimentos e como ainda acham,o Governo, que os Portugueses ainda ficam com uns trocos para matar a fome lá vêm com impostos indirectos... O simples cidadão está ensanduichado e sufocado em impostos...
O que este Governo condenou o anterior está a fazer ainda pior e sem se importar com políticas sociais e económicas... O que interessa a este Governo é que Merkel sorria de satisfação, bata palmas a este espectáculo de circo romano onde os Portugueses foram atirados às feras. O Governo fica sempre satisfeito com o seu desempenho quando Merkel bate palmas!!!!
Não temos um Governo inovador para contornar a crise ao serviço dos Portugueses, temos sim um capataz/carrasco ao serviço de quem lhes passa as mãos pelas costas!

- O povo português não é todo estúpido, subserviente e ignorante, temos de calar esta gente sem escrúpulos que manda trabalhar e nada faz pelo país, gente vendida ao capitalismo internacional. A paciência tem limites e o desespero já começa a fazer comichão nas palmas das mãos, prontas para distribuir chapada por esta gentalha miserável e oportunista que reduziu uma nação soberana a uma coutada de meia dúzia de atiradores furtivos que gosta de gozar com a cara de quem ainda acredita no seu país. O melhor é mudarem de discurso senão tudo pode acontecer e os responsáveis por isso terão de fazer as malas e bater com os calcanhares no traseiro.

- Num País de aldrabões e corruptos, nada é demais!!... Vale tudo, até tirar olhos!!! Fazem o que querem e o Povo consente!!! Aqui é que está o mal!!... É o Povo consentir toda esta bagunça e esperar pelo dia D, da sua desgraça!!! Mas, alguma vez existe alguma legislação ou Lei ou seja lá o quê, credível neste País!!! Só nos resta a natureza que essa mão falha!!! Para o ano, serão também taxados os Subsídios de Férias e de Natal, até nos levarem à depressão e ao suicídio!!! Só a INSURREIÇÃO será a solução, nada mais!!! E O POVO PÁ!!!!

- "Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis".

- Farto deste sistema de merda que nos engole
Farto destes políticos a coçar os colhões ao sol
Farto de promessas da treta
Sobem ao poder metem as promessas na gaveta
Farto de ver o país parado como uma lesma
Ver as moscas mudarem e a merda ser a mesma
Farto de miséria, o povo na pobreza
Uns deitam a comida fora, outros não a têm à mesa
Farto de rótulos, estigmas e preconceitos
Abrir os olhos e ver que não temos os mesmos direitos
Farto de mentiras, farto de tentar acreditar
Farto de esperar sem ver nada a melhorar
Farto de ser a carta fora do baralho
Farto destes cabrões neste sistema do caralho
Não te iludas ninguém quer saber de ti
Todos falam da crise mas nem todos a sentem
Muitos com razão, mas muitos deles apenas mentem
Crimes camuflados durante anos a fio
Tavam lá todos eles mas ninguém viu
Não foi ninguém, ninguém fez nada,
E se por acaso perguntarem ninguém diz nada
Farto de ver intocáveis saírem impunes
Dizem que a justiça é para todos mas muitos são imunes
Dois pesos, duas medidas
Fazem o que fazem, seguem com as suas vidas
Para o povo não há facilidades
E os verdadeiros criminosos do lado errado das grades
Boss AC

- O povo português, mesmo com todos os seus defeitos e manias, não merece estar à mercê de uma classe política que só se importa consigo própria.
100editora.net

- Marinho Pinto é tipo ciclone... nunca se sabe que rumo e intensidade toma... Às vezes diz umas verdades...outras burrega em toda a linha. Perdeu na sua defesa do pagamento das defesas oficiosas. Os Advogados metiam "mesmo" a mão na massa, como a ministra já provou, como se verifica pela quantidade de casos descobertos. Agora Marinho ameaça , numa reacção pouco civilizada e imodesta. É o que temos neste país... Marinhos Pintos e João Albertos....

Jardim pede independência da Madeira - Há pouco mais de 5 séculos 2 intrépidos navegadores,João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, cobriram de glória o nome de Portugal, abrindo as portas à grande epopeia dos Descobrimentos Portugueses. Contrariamente ao que diz o apátrida Jardim, atraiçoando a memória destes grandes portugueses, a Madeira nunca foi COLONIZADA, por ser um arquipélago sem ocupação humana, à data da descoberta.
Esta última e miserável declaração desta ingrata personagem conduz-nos a uma situação sem retorno e exige a realização de um REFERENDO que nos permita saber se os portugueses da Madeira querem manter a sua condição de PORTUGUESES – com todas as obrigações e direitos –ou se, pelo contrário, querem embarcar num navio à deriva, que rapidamente afundará, conduzido por um rasca aprendiz de marinheiro que condenará a população da Madeira a um futuro pouco risonho.

- No exterior são muitas as vozes - Martin Feldstein, George Soros são dois exemplos - que consideram provável que Portugal acabe por sair do euro pelo seu pé, uma vez que não terá condições de aguentar tanta austeridade ou de crescer com as regras do euro, orientadas para economias fortes. Esta semana, em entrevista à SIC, o economista João Ferreira do Amaral - crítico da entrada de Portugal no euro - apontava que vista de fora, sem o envolvimento com o país, a situação insustentável seria fácil de observar.

- Chamar merceeiros a estes "gestores/economistas" de pacotilha, é ofender seriamente os verdadeiros merceeiros...

- Hoje não há uma notícia que nos deixe reconfortados e o problema é só um: o mundo neoliberal em que nós mergulhámos deixou-nos neste estado de pura desgraça. Cavaco começou esta pouca vergonha em Portugal: ele o timoneiro e os seus comparsas. Gente sem categoria nenhuma pouco cultos sem inteligência que vieram dos montes para singrarem na cidade e na política onde se consegue um bom emprego a não fazer nada e depois conseguir-se um grande lugar numa empresa ou em várias. É uma alegria: pessoas com 5 e 6 reformas. Eu sei. Dinheiro muito dinheiro da CEE mal gerido e desperdiçado nas mãos de gente nada séria.Uma máfia. BPN, BPP, MADEIRA. Os portugueses a pagarem as vigarices do homem que quer passar a imagem de honesto mas que a mim nunca me enganou.

- O 25 de Abril tem sido um paraíso fiscal para estes políticos Gatunos que deixam as famílias portuguesas falidas e eles Milionários...!!!

- Votar, em Portugal, já não é democrático, é consentir que o crime de corrupção prolifere sem limite. Podemos travá-los? Sim...
Sem o teu voto, eles não são nada!

- "O País entrou no bloco operatório para fazer uma lipoaspiração e, devido a um erro clínico, saiu de lá sem um rim e com um braço a menos"

- Paulo Macedo, esse grande herói da Direcção-Geral dos Impostos, com vasto currículo na Saúde, quer, por exemplo, economizar nos transplantes. Muito bem. Toda a gente sabe que essas operações são meros caprichos e que, frequentemente, as listas de cirurgia estão cheias de utentes que querem mudar de fígado só porque o que tinham estava fora de moda.

- O ministro também anunciou que o Estado deixará de comparticipar a pílula, sem dúvida uma excelente maneira de combater o aborto. O mesmo caminho segue a vacina contra o cancro do colo do útero e os medicamentos para asmáticos, esses malandros que querem respirar à borla.

- Com menos portugueses e mais asfixiados, certamente o Estado terá menos despesas. Confirma-se: não há vida além do défice.

Porque é que as dívidas de particulares aumentam?

Existem por aí uns economistas de capoeira, a mandarem bitaites sobre os "calotes" que as famílias pregam à banca e às "sociedades financeiras" que designo de "mercearias de dinheiro fácil" sem terem em linha de conta, na maioria dos casos, do porquê de tal situação.
O Dr. Paulo Morais em meia dúzia de frases, sintetizou os porquês dessa situação e eles são, principalmente:

- Ganância irresponsável de uma Banca usurária.
- Quando se vulgarizaram, o crédito ao consumo e os empréstimos pessoais pareciam uma solução fácil. Um embuste colossal.
- As empresas de crédito ao consumo lançaram milhões num inferno. Prometiam taxas de juro que eram já de si elevadas. Mas a estas acresceram comissões, seguros, impostos e outros assaltos. Obrigam assim os clientes ao pagamento de taxas anuais efectivas de encargos (a famosa TAEG) de quase 30 por cento. Em famílias de escassos recursos, estes empréstimos provocaram a insolvência.
- Ao longo de anos, as autoridades de supervisão bancária nada fizeram. Sucessivos governos deixaram os consumidores de produtos financeiros à mercê das verdadeiras sanguessugas que são as sociedades financeiras de “apoio” (?!) ao consumo e de concessão de crédito pessoal.
- Há que tentar perceber a ausência de intervenção do Banco de Portugal e até a inércia do Ministério Público, incompreensível, uma vez que a usura em Portugal constitui crime. De seguida, baixar compulsivamente as taxas, repondo a equidade.

Nem o Banco de Portugal, nem o Ministério Público, nem os (des)governos, todos eles, em conjunto, alguma vez puseram cobro a esta USURA que, como Paulo Morais diz, constitui CRIME em Portugal.

A.C.A.M.

União de Doentes com Cancro em risco de fechar

A União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC) anunciou hoje que corre o risco de encerrar devido à redução de donativos e apela às dádivas dos portugueses para poder continuar a apoiar estes doentes e os seus familiares.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a UHDC refere que, "devido à crise e consequente drástica redução de donativos", está a "passar por graves dificuldades económicas".
Nas contas da UHDC está já com um saldo negativo de 27 mil euros, relativo a 31 de Agosto, valor que a organização precisa reunir até final do ano, "de modo a garantir o pagamento de salários e a prossecução de todas as suas actividades de apoio a doentes com cancro e seus familiares, nomeadamente, a Linha Contra o Cancro e o Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico".
A União Humanitária dos Doentes com Cancro apela aos contributos da população (empresas e particulares), disponibilizando a conta da organização no Montepio com o NIB: 0036 0216 99100077363 22.
Esta associação - que tem como primeiro objectivo apoiar os doentes com cancro e seus familiares, mediante a prestação de diversas valências de apoio, inteiramente gratuitas - promove anualmente uma campanha de angariação de fundos, de modo a garantir a sua sustentabilidade, tendo registado este ano uma redução de cerca de 30 mil euros face à campanha do ano passado.
Esta redução de fundos "coloca em causa a sobrevivência da associação", lê-se no comunicado.

inquérito Diário Digital

Inquérito JN 500 euros aos alunos

Inquérito JN sobtre quebra de proditividade

Inquérito JN – Taxa para financiar bombeiros

Inquérito J.N. desvio contas Madeira

aldrabices de algibeira

"Ninguém nos verá no Governo a impor sacrifícios aos que mais precisam apenas para fazer de conta que está tudo bem, se as coisas não estiverem bem, nós teremos de dizer que aqueles que têm mais, têm de ajudar mais os que têm menos em Portugal".
Passos Coelho
In JN de 2011-06-01

"A Grécia pediu ajuda e falhou. E sabem o que é que pode acontecer? Pode não haver mais ajuda externa. Não é a Europa que pode estar em causa com o Euro. São os gregos que podem ficar de fora da Europa e podem sofrer o que não é justo que sofram", disse, num paralelo com o que pode vir a acontecer a Portugal, se não houver um Governo "forte e coeso".
"Nós não podemos ter um Governo que faça de conta, que minta".
"Não percam tempo com quem já sabe que fracassa, dêem força a quem pode ganhar Portugal", pediu, apelando a que, numa "altura histórica" como a que Portugal vive, os portugueses não votem num Governo que "pode deitar tudo a perder".
Para além de ter dito: GOVERNAR PORTUGAL É IR AO POTE!
Passos Coelho
In JN de 2011-05-29

“O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, garantiu hoje que, se ganhar as eleições, “não vai mexer nas taxas de IVA” e que pretende recolher mais dinheiro dos impostos “alargando a base”. “Eu já tive ocasião de dizer que o PSD, e eu próprio, não vamos mexer naquilo que são as taxas de IVA que estão previstas, nomeadamente no acordo que foi estabelecido com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional. Nós vamos ter de recolher mais dinheiro dos impostos alargando a base, que não aumentando ou agravando as taxas do imposto”, disse.”<
Passos Coelho falava numa acção de campanha em Valença do Minho, durante a qual ouviu as preocupações dos comerciantes e dos autarcas locais sobre a disparidade já existente entre o IVA em Portugal e em Espanha.”
In LUSA/SOL 30 de Maio de 2011

A 01.Abr.2011, Passos Coelho GARANTIU a uma aluna de uma escola de Vila Franca de Xira que NÃO IRIA MEXER NO SUBSÍDIO DE NATAL 2011...!!!

C A R R I S

15% de aumento nos títulos de transporte resultaram na continuidade dos maus serviços prestados aos utentes!
Equipamentos de ar condicionado, em pleno Agosto, com temperaturas exteriores mais frescas que dentro das viaturas porque o AC está DESLIGADO! 80% dos motoristas devem ser alérgicos ao AC pois pela janelinha do lado deles entra corrente de ar, ao passo que os que pagam o seu título de transporte vão numa de sauna forçada!
E como isto é um País de mansos, onde ninguém protesta, a estória continua diariamente... E não esqueçam, seus pategos, que em Janeiro está previsto novo aumento de tarifário...!

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