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Portugal é o único país onde a austeridade exigiu mais aos mais ao pobres


Estudo da Comissão analisa medidas tomadas entre 2009 e 2011 pelos seis países mais afectados pela crise
Entre os seis países da União Europeia mais afectados pela crise, Portugal é o único onde as medidas de austeridade exigiram um esforço financeiro aos pobres superior ao que foi pedido aos ricos, revela um estudo recente publicado pela Comissão Europeia.
Na comparação com Grécia, Estónia, Irlanda, Reino Unido e Espanha, Portugal é também o País que regista um dos maiores aumentos de risco de pobreza devido às medidas de consolidação orçamental adoptadas durante a crise, ultrapassando a barreira dos 20% da população em risco.
03 Janeiro 2012 | 10:00
Rui  Peres Jorge – rpjorge@negocios.pt

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Quatro atrasos de mais de uma semana num ano podem motivar despejo


Lei do arrendamento

Os proprietários podem pôr termo a contratos de arrendamento se num ano houver quatro atrasos no pagamento superiores a oito dias, prevê a proposta de lei com novas regras para o arrendamento urbano.

Aprovado na quinta-feira em Conselho de Ministros, o diploma agora divulgado na íntegra pormenoriza aspectos como o despejo por falta de pagamento, como nos atrasos reiterados.

Na exposição de motivos da proposta de lei n.º 38/XII é também indicada, como referido na semana passada pelo Governo, a possibilidade de o senhorio “resolver o contrato após dois meses de não pagamento ou atraso da renda” comunicando-o ao inquilino.

“No mês seguinte [o terceiro], e por uma única vez”, o arrendatário pode pagar a renda em atraso” e na falta de pagamento terá de haver desocupação “sem qualquer outro prazo”.

O documento explica ainda que nas rendas antigas a actualização pode ser feita com base num mecanismo de negociação, a iniciar pelo senhorio, que propõe um valor. O inquilino pode aceitar, fazer uma contraposta ou denunciar o contrato.

“Se o arrendatário aceitar a proposta, o valor da renda é actualizado, considerando-se o contrato celebrado por prazo certo, por cinco anos”, mas as partes podem acordar outra duração. Em caso de a contraproposta ser aceite apenas em termos de valor (e não de tipo/ou duração), considera-se que o contrato se prolonga por cinco anos.

Em caso de não haver acordo, o senhorio tem de pagar uma indemnização no valor da média das duas propostas multiplicada por 60 (cinco anos de contrato). A indemnização é agravada se o “acordo se frustrar por pequenas margens”, lê-se na proposta de lei.

Havendo denúncia do contrato por desacordo, o inquilino deverá desocupar a habitação em sete meses, um prazo que pode chegar aos 13 meses quando houver crianças na família.

Caso o senhorio não tenha dinheiro para a indemnização, este pode actualizar a renda segundo o “valor patrimonial tributário do locado” através de um contrato com a duração de cinco anos.

No processo de negociação, se o inquilino denunciar o contrato, deverá sair em três meses, não existindo actualização da renda ou indemnização.

Os casos de dificuldades financeiras devem ser comprovados através do rendimento anual bruto corrigido (RABC), que para tal terá de ser inferior a cinco retribuições mínimas nacionais anuais (RMNA).

Durante o período transitório de cinco anos, um agregado familiar com um rendimento igual ou superior a 500 euros mensais não pode ter uma actualização superior a uma taxa de esforço de 25%. Quando o RABC é inferior a 500 euros mensais, a taxa não pode ultrapassar os 10%. Em ambos os casos, há sempre o limite de 1/15 do valor do imóvel definido com o valor patrimonial.

No final dos cinco anos ou se o agregado ultrapassar as cinco RMNA, a “renda passa a poder ser actualizada nos termos gerais”, mas a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, assegurou na semana passada que a Segurança Social irá encontrar respostas.

Quando os inquilinos têm idade igual ou superior a 65 anos ou deficiência com grau de incapacidade superior a 60% podem existir actualizações a partir do valor acordado ou do valor patrimonial tributário do imóvel.

“Atendendo, contudo, a razões de mobilidade associadas à idade, e salvo acordo entre as partes, não pode ocorrer a cessação do contrato ou a alteração do tipo de contrato”, refere a proposta de lei.

As novas regras determinam o “fim da possibilidade de transmissões sucessivas (de contratos de arrendamento)” e da transmissão para “quem tenha casa própria ou arrendada no mesmo concelho”.

Porém, permite-se, em alguns casos, a transição integral para o novo regime com a alteração do tipo de contrato e estão contempladas transmissões a ascendentes com mais de 65 anos e a jovens.

Para as rendas comerciais, há um regime especial durante cinco anos para microempresas, com actualizações previstas por referência ao valor do imóvel, e sem o acordo das partes não pode haver fim de contrato ou alteração do seu tipo.

O Governo determina ainda a criação, como anunciou Assunção Cristas após o Conselho de Ministros, do Balcão Nacional do Arrendamento (BNA), junto da Direcção-Geral da Administração da Justiça, para o “procedimento especial de despejo”.

A proposta de lei do Arrendamento Urbano

In Jornal Negócios online
02 Janeiro 2012 | 19:05

Poupanças de 70 milhões no rendimento social de inserção vão suportar os aumentos das pensões


Com este aumento, que é feito em linha com a inflação, a pensão mínima passa a ser de 254 euros, a rural 234 euros e a social de 195 euros, disse o ministro aos jornalistas.

O aumento de cerca de sete euros mensais nas pensões mínimas, rurais e sociais, que entra hoje em vigor, será aplicado com os 70 milhões de poupança no Rendimento Social de Inserção (RSI), disse hoje o ministro Pedro Mota Soares.

A medida já tinha sido anunciada antes pelo Governo, mas o ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, fez questão de a sublinhar hoje em Lisboa, no dia em que entra em vigor o aumento daquelas pensões, durante uma visita ao Centro Paroquial de São Vicente de Paulo, no Bairro da Serafina.

Com este aumento, que é feito em linha com a inflação, a pensão mínima passa a ser de 254 euros, a rural 234 euros e a social de 195 euros, disse o ministro aos jornalistas.

“Não é uma medida simbólica. Nós estamos a falar de um milhão de portugueses. Este milhão de portugueses em 2011 viu o seu poder de compra ser reduzido. As pessoas, com o congelamento das pensões, com o aumento da inflação, ficaram com menos poder de compra”, alertou.

Os cerca de 70 milhões de euros canalizados para este aumento do valor das pensões serão provenientes do que o Governo quer poupar com o conjunto de novas regras de atribuição do RSI, “para separar o trigo do joio”.

O objectivo é “garantir que quem precisa do RSI pode ter e que quem faz abusos e recebe numa situação de fraude deixe de o receber”, disse Mota Soares.

Em Novembro, o ministro tinha anunciado que o Governo estima reduzir de 440 milhões de euros em 2011, para 370 milhões de euros em 2012 a verba destinada ao RSI, canalizando a poupança (70 milhões de euros) para o aumento das pensões mínimas, rurais e sociais.

Pedro Mota Soares visitou hoje o Centro Paroquial de São Vicente de Paulo, que tem várias valências (creche, lar, centro de dia, ATL) e dá apoio a cerca de 700 crianças, idosos e pessoas com deficiência.

In Jornal de Negócios online
01 Janeiro 2012 | 17:00

E os burros somos nós!!!???

Vida fica mais cara a 1 de Janeiro


Subidas: Impostos agravam-se e fazem disparar as contas das famílias

A conta do supermercado vai pesar no orçamento familiar

Poupar será palavra de ordem em 2012, já que o orçamento não estica e os produtos e serviços vão ficar mais caros. No próximo ano, o aumento dos impostos vai fazer-se sentir fortemente no bolso dos portugueses.

A factura da luz já subiu em Outubro, mas volta a aumentar. Em média, uma conta mensal de 50 euros sofre um agravamento de 1,75 euros. E se for ao supermercado, prepare-se para o engordar do recibo e o encolher do carrinho. Produtos como as batatas pré-fritas, os refrigerantes ou a água engarrafada vêem o IVA subir de 6% para 13%. E o café, compotas, margarinas, óleos e produtos congelados, entre outros, vêem o IVA crescer da taxa intermédia (13%) para a máxima (23%). O pão também subirá, influenciado pelo preço das matérias-primas, mas não se sabe quanto.

Nos transportes, as tarifas também crescem, mas os novos preços só são fixados em Fevereiro. Já falar ao telemóvel ou enviar um SMS também sairá mais caro, pois as comunicações vão aumentar 3,1%.

Na habitação, a situação piora para quem é arrendatário, já que os aumentos situam-se em 3,2% para as rendas actuais e até 5% para as antigas.

E até vícios como fumar ou beber uma cerveja não escapam ao Fisco: o tabaco sobe 4,6% e as bebidas alcoólicas 2,3%. A bica sobe entre cinco e dez cêntimos. Pelo contrário, para minimizar prejuízos, o sector leiteiro e o da restauração vão absorver os aumentos para não perderem clientes.

RESTAURAÇÃO TENTA MANTER PREÇOS

Os empresários da restauração prometem suportar parte do aumento do IVA para evitar perder clientes. “Na maioria dos casos não haverá repercussão nos preços na totalidade porque o poder de compra dos portugueses já é muito baixo”, diz à Lusa Mário Gonçalves, da AHRESP. Além da subida do IVA na restauração para 23%, os empresários somam os aumentos nos produtos alimentares, electricidade, água e gás, entre outros. Os cafés, bares e restaurantes podem cobrar os novos preços, mesmo com os produtos comprados em 2011.

VAI SER MAIS CARO IR À BOLA

Actividades desportivas como o futebol passam da taxa mínima para a máxima de 23%.

Os bilhetes que comprar ainda hoje para um jogo em 2012 têm uma taxa de IVA ainda de 6%. Para não perderem público, os clubes podem ter de baixar a margem de lucro, para tentar manter o preço dos bilhetes.

PORTAGENS SOBEM 4,36%

Circular nas auto-estradas do País vai ser mais caro a partir deste domingo, com aumento médio das tarifas de 4,36 por cento, valor tomado por referência à inflação homóloga – sem habitação – de Outubro. Acresce que os portugueses começaram também a pagar portagens nas ex-Scut.

In Correio da Manhã online
31/12/2011

O que vai mudar na sua pensão de reforma


A austeridade baterá à porta de todos e nem quem julgava ter a sua reforma garantida escapa. Para o ano, 300 mil aposentados da Segurança Social e outros tantos da Função Pública vão levar um corte nominal na sua pensão. O “castigo” triplica o que tinha sido negociado com a troika.

Desde Maio de 2011 que os pensionistas estavam de pré-aviso em relação aos cortes que poderiam vir a sofrer nas suas reformas. Mas a tesourada que o Governo acabou por lhes determinar revelou-se três vezes maior do que a que estava negociada com a troika. Contas feitas, 600 mil levam um corte no valor nominal da pensão e 700 mil vêem-na congelada durante dois anos.

Para o ano, escapa à austeridade só quem recebe as chamadas pensões de “miséria” pagas pela Segurança Social, onde, ainda assim, se enquadram um milhão de reformados. Dos 247 euros por mês em diante, todos perdem.

As pensões até 600 euros brutos por mês, ficarão congeladas pelo segundo ano consecutivo, acumulando uma desvalorização real superior a 6%. Significa isto que, com o mesmo dinheiro, conseguirão comprar menos 6% de bens e serviços do que em 2010. Nunca foram divulgados números oficiais sobre os atingidos por esta medida, mas as estatísticas da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações (CGA) apontam para cerca de 700 mil pensões de reforma.

Quem ganha mais de 600 euros sofrerá mesmo cortes nominais, que crescem à medida que a pensão sobe de valor. A ceifadela concretiza-se nos subsídios de Natal e de férias de cada um, na proporção da contribuição que lhe cabe (ver tabela em baixo). Para se ter uma ideia, quem ganhar uma pensão bruta (ou um conjunto de pensões, todas somadas) de 730 euros brutos por mês, acabará por ceder um subsídio inteiro no ano (recebe metade do de Natal e metade do de férias). Quem ganhar 1.100 euros ou mais, já terá de prescindir da totalidade dos subsídios, empobrecendo em dois salários por ano.

Estão implicados nesta medida 300 mil aposentados que recebem reforma da Segurança Social, segundo números oficiais cedidos esta semana pelo ministério liderado por Pedro Mota Soares. Um grupo ao qual se juntam cerca de mais 300 mil pensionistas que recebem reformas via CGA, segundo as estatísticas desta instituição (as Finanças nunca chegaram a precisar o universo exacto de afectados). No total, são 600 mil que levam cortes.

Austeridade a triplicar

Os cortes no rendimento bruto dos pensionistas são análogos aos que serão aplicados aos trabalhadores do Estado e renderão aos cofres do Estado cerca de 1,26 mil milhões de euros brutos.

A despesa que o Estado poupa é o triplo da que estava prevista com a medida que constava do memorando assinado em Maio, e que previa uma redução média de 5% nas pensões de reforma acima de 1.500 euros brutos mensais.

Os cortes são certos para 2012 e 2013, mas poderão estender-se para lá desta data. O Governo tem respondido que a sua vigência coincidirá com o plano de ajustamento da troika, o que significa que se este se prolongar, a austeridade poderá revelar-se mais duradoura.

In Jornal Negócios online
30 Dezembro 2011 | 09:00
Elisabete Miranda – elisabetemiranda@negocios.pt

Então macacada...???

Novas regras de isenção das taxas moderadoras “injustas”


Utentes Saúde

Fotografia © Global Imagens

O Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde e a Associação de Famílias Numerosas consideram “injustas” as novas regras de isenção das taxas moderadoras de saúde por “ignorarem” o número de filhos.

A partir de domingo entram em vigor as novas normas que definem que a isenção das taxas moderadoras se aplica quando a média mensal do rendimento do agregado familiar é inferior a 628,83 euros.

Ao contrário do que acontecia até agora, o rendimento médio mensal do agregado familiar passa a ser apurado “mediante a consideração do conjunto dos rendimentos das pessoas que o constituem em função da capitação correspondente ao número de sujeitos passivos, a quem incumbe a direcção do agregado familiar”, define a portaria nº 311-D/2011 publicada em Diário da República.

Para o presidente da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas (APFN), Fernando Ribeiro e Castro, o diploma, que “ignora a existência de crianças no cálculo do rendimento médio mensal”, é mais um caso de uma política que tem vindo a “agravar de forma duríssima a vida das famílias”.

Para a associação, o diploma “viola a Constituição, porque no cálculo da taxa ignora a dimensão do agregado familiar”, situação que leva Fernando Ribeiro e Castro a defender que “o Governo tem de entrar em linha de conta com o rendimento ‘per capita'”.

“O Governo está a ignorar as despesas com as crianças e com os jovens, porque vê os filhos como um luxo a abater”, criticou a presidente da APFN, recordando que neste momento já existem “imensas famílias em situação aflitiva”.

Também o Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde se diz chocado com a medida: “Este é um critério muito redutor e deixa de fora muitas famílias por pormenores que deviam ter sido ponderados de outra forma”, criticou Manuel Vilas Boas, acrescentando que a associação “não compreende e não pode aceitar” as mudanças.

Perante o novo diploma, o representante da APFN recordou o anúncio da criação do “visto familiar”, uma espécie de autorização previa que todos os diplomas deveriam ter antes de serem aprovados.

“Esta medida é contra o próprio programa eleitoral. O senhor primeiro-ministro fez um grande foguetório que ia criar um visto familiar, mas onde é que ele está? Está na clandestinidade, porque eu não acredito que qualquer pessoa com bom senso fosse carimbar com o visto familiar esta medida”, criticou Fernando Ribeiro e Castro.

De acordo com o diploma, “até 29 de Fevereiro de 2012, todos os utentes que se encontrem registados como isentos no Registo Nacional de Utentes (RNU) a 31 de Dezembro de 2011 serão notificados pelos serviços do Ministério da Saúde, da manutenção ou caducidade dos termos do respectivo registo”.

Entretanto, “até 15 de Abril de 2012, presumem-se isentos do pagamento de taxas moderadoras os utentes que se encontrem registados como isentos no Registo Nacional de Utentes (RNU) a 31 de Dezembro de 2011 e que apresentem requerimento de 29 de Fevereiro a 31 de Março de 2012 para reconhecimento de situação de insuficiência económica”.

In Diário de Notícias online
por Lusa
29/12/2011

[aviso] – O Hitler criou campos de extermínio para dizimar os judeus e todos aqueles que não pertenciam à “raça pura ariana”; estes, querem exterminar TODOS os pobres que ganham uns fabulosos salários/pensões/reformas abaixo dos 1.000 euros, sendo que só o arrendamento de um barraco não custa menos de 500 euros hoje em dia! E o resto? Quem paga…? [/aviso]

 

Então macacada...???

Rendas: As 10 principais mudanças aprovadas hoje


Rendas: As 10 principais novidades

Assunção Cristas

A revisão da lei do arrendamento, tantas vezes prometida e outras tantas adiada, vai mesmo avançar e prevê mudanças consideráveis ao actual regime.

Com o mercado imobiliário a sofrer de forma clara os efeitos da crise económica, e com a agravante de os bancos terem fechado a torneira do crédito, esta nova legislação, aprovada hoje no Conselho de Ministros, é vista como uma oportunidade de agilizar e promover o arrendamento, em detrimento da compra individual de habitação. O que muda:

1. A nova lei do arrendamento prevê uma actualização das rendas congeladas, num espaço de cinco anos. Os que beneficiem de rendas antigas e não provarem a sua incapacidade financeira, vão ter em breve a sua renda actualizada.

2. Este mecanismo de negociação vai implicar que o senhorio proponha ao inquilino o valor que considera ajustado. O inquilino pode, depois, sugerir um novo valor.

3. Se o inquilino ou senhorio não chegarem a acordo, é acertado um valor médio entre as duas propostas. Esse valor médio, multiplicado por 60 (cinco anos) será o valor da renda se o senhorio quiser que o inquilino abandone o imóvel

4. A prevista actualização das rendas antigas vai ter em conta os recursos económicos dos inquilinos e será gradual. Quem tiver + 65 anos, invalidez acima de 60% ou não tiver condições económicas terá salvaguardas. Haverá um período de cinco anos de transição para estes casos. No final deste período, a renda é actualizada e o Estado pode subsidiar a diferença, garantiu hoje a ministra.

5. Nesse período de cinco anos de transição, o ajustamento anual nunca poderá ser superior a 25% do rendimento dos inquilinos. Para quem ganha até 500 euros mensais, a taxa de esforço fica limitada a 10%.

6. Os inquilinos que falharem o pagamento de duas rendas seguidas. O Ministério ainda não definiu o critério para as rendas que não forem pagas intervaladas (com meses pagos pelo meio).

7. Será criado um balcão de arrendamento, onde os senhorios se podem dirigir quando considerarem que têm razões para terminar o contrato com o inquilino. Será esse balcão que informará o inquilino, que pode recusar sair. Nesse caso, o processo é resolvido em tribunal

8. A lei, apesar de facilitar os despejos, continua a dificultar a resolução do conflitos, permitindo que a solução para os conflitos se arrastem em tribunal. A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, bateu o pé e não quis que os despejos ficassem de fora dos tribunais, contrariando assim a celeridade desejada pela troika.

9. Os princípios gerais do novo diploma de arrendamento deverão ser aprovados nos próximos 90 dias. A actualização das rendas está presa por outro processo que corre em paralelo: a actualização do valor patrimonial dos imóveis antigos para efeitos de IMI.

10. O Governo quer aproximar o regime fiscal dos rendimentos prediais aos impostos cobrados ao capital. Na prática, isto pode implicar uma taxa liberatória mais baixa para quem arrende caixas. “Queremos incentivar que mais pessoas coloquem as suas casas no mercado”, garantiu a ministra.

In Dinheiro Vivo online
por Lucília Tiago
29/12/2011 | 15:20

[aviso] – Quem tiver mais de 65 anos, 60% de incapacidade, etc., etc., passados 5 anos já poderá ver agravada a sua situação? Sinceramente, se calhar nessa altura já voltou a ser jovem, perdeu a incapacidade, isto é, ressuscitou…!!! Haja paciência para aturar esta canalha! [/aviso]

E os burros somos nós!!!???

Preço do pão sobe em 2012


Para compensar subida do IVA

A indústria de panificação adianta que o pão e os bolos vão ficar mais caros em 2012

A indústria de panificação adianta que o pão e os bolos vão ficar mais caros em 2012, para minimizar o impacto das quebras de 30 a 45 por cento no consumo e da subida do IVA na restauração.

Sem adiantar valores, a secretária-geral da Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares (ACIP), Graça Calisto admite que o aumento vai ser incontornável, mas recusa falar de aumentos.

“Não se pode falar de subida do preço, porque uma subida implica que os industriais tivessem lucro. Trata-se apenas de não ter prejuízos e de acomodar a subida do IVA na restauração de 13 para 23 por cento”, declarou.

A responsável da ACIP sublinhou que esta indústria está muito associada a negócios de restauração, acrescentando que os cafés e pastelarias estão também a sofrer os efeitos da crise.

“Há uns tempos atrás, entendemos que não era altura de fazer um aumento. Neste momento, devido à retracção do consumo, que ronda 30 a 35 por cento na padaria e 40 a 45 por cento na pastelaria, entendo que terá de haver correcções nos preços de alguns produtos”, justificou.

O aumento do IVA na restauração foi “o descalabro”. “Antes, um bolo consumido na loja era taxado a 13 por cento, agora vai ser a 23 por cento”, observou Graça Calisto, adiantando que “há casas a fechar” e “vai haver mais gente no desemprego”.

Em Setembro, a ACIP rejeitava a subida do preço do pão, apesar do preço dos cereais ter disparado 76 por cento. Graça Calisto referiu, na altura, que os industriais da panificação, por estavam “solidários neste tempo de crise e as pessoas não tinham dinheiro no bolso”.

»»»» comentários do online:

– Pff., digam o que se mantém ou o que desce…é que é mt. mais fácil!

– esta noticia é realmente triste. pk o pão è o alimento dos pobres, não entendo como o pão em Portugal è mais caro k aki na suíça algo se passa, i não deve ser só por causa do IVA , já antes era caro , não entendo ….

– aumento do pão , é tirar aos mais pobres , isso não se faz . bandidos , assassinos , revolcao . esta a precisar este pais

– Pelo andar da carruagem, em breve não restará ao povo sequer pão e circo.



In Correio da Manhã online

23/12/2011 | 11h54

[aviso] – Querem acabar de vez com esta GANDULAGEM que nos anda a ROUBAR a torto e a direito, sem olhar a quem? Façam como eu que há dois anos comprei uma MÁQUINA DE FAZER PÃO (e agora até estão mais baratas), farinha e água e pão feito em casa, quentinho e na altura… Verão que esses GATUNOS têm de dar a volta se não quiserem falir por falta de clientela… Eles só aprendem pela via da FORÇA que é o mesmo o que nos estão a fazer!
O maior problema é que este povo, pacóvio até dizer chega, prefere ser enrabado à má fila e deixar correr a onda em vez de tomar atitudes dignas desse nome… [/aviso]

E os burros somos nós!!!???

Urgências dos centros de saúde aumentam 163%


Taxas moderadoras das urgências dos centros de saúde aumentam de €3,80 para €10 já a partir de 1 de Janeiro, de acordo com a portaria hoje publicada.

Taxas moderadoras das urgências hospitalares vão passar a custar entre €15 e €20 # Tiago Miranda

As taxas moderadoras das urgências hospitalares vão passar a custar a cada utente entre €15 e €20 e as dos centros de saúde aumentam de €3,80 para €10, segundo uma portaria hoje publicada no Diário da República .

De acordo com a portaria, que entra em vigor a partir de 1 de Janeiro, acrescem a estes valores as taxas moderadoras por cada meio complementar de diagnóstico e terapêutica (MCDT) efectuado no âmbito da urgência, podendo o total chegar aos €50, mas nunca ultrapassá-lo.

Assim, o documento estipula para o serviço de urgência polivalente um aumento de €9,60 para e20 de taxa moderadora.

A urgência básica e a urgência médico-cirúrgica, que custavam €8,60, passam a custar €15 e €17,5, respectivamente.

A portaria das taxas moderadoras fixa ainda para o Serviço de Atendimento Permanente ou Prolongado (SAP) um valor de €10, o que representa um acréscimo de €6,20.

No âmbito das consultas, as de medicina geral e familiar, ou outra médica que não a de especialidade, os valores passam de €2,25 para €5.

As consultas de enfermagem, ou de outros profissionais de saúde, vão custar no próximo ano €4 nos cuidados de saúde primários e €5 nos hospitais, ao passo que as consultas de especialidade passam a ter um custo de €7,5.

A taxa moderadora para a consulta no domicílio (que inclui lares e instituições afins) passa de €4,80 para €10.

A consulta médica sem a presença do utente, que o documento salvaguarda ter de ser realizada sempre com o “consentimento informado” do doente, custará €3.

Uma sessão de hospital de dia terá um custo de taxa moderadora correspondente ao valor das taxas moderadoras aplicáveis aos atos complementares de diagnóstico e terapêutica realizados no decurso da sessão, neste caso até um valor máximo de €25.

O Governo define ainda uma tabela de valores para os MCDT, que vai desde um taxa moderadora de €0,35 para exames entre €1,10 e €1,49 até aos €50 para exames de valor igual ou superior a €500.

Segundo a revisão do memorando de entendimento da troika, a que a Lusa teve acesso, o executivo deverá encaixar €150 milhões de no próximo ano, com a alteração dos valores das taxas moderadoras.

In Diário de Notícias online
8:00 Quarta feira, 21 de Dezembro de 2011

E os burros somos nós!!!???

Utentes têm de pedir isenção de taxas


Paulo Macedo diz que os três milhões de portugueses que não estarão isentos terão de pagar, cada um, apenas mais 2,5 euros por mês.

Cidadãos terão de preencher formulário para as Finanças, que informarão os hospitais. Governo estima que 72% fiquem isentos

Os serviços do Ministério da Saúde não vão ter acesso a informação sobre os rendimentos dos utentes para decidir se estes estão isentos das taxas moderadoras por motivos económicos. Será a Direcção-Geral de Impostos (DGI) que irá analisar os requerimentos feitos pelos cidadãos e informar os hospitais e centros de saúde se estes estão em situação de insuficiência económica. Os serviços de saúde irão, assim, construir um registo nacional com os utentes isentos.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde (MS), e já enviados aos deputados, «estão nesta situação de insuficiência 5,2 milhões de portugueses», ou seja, mais 800.000 dos que os 4.400 que estavam isentos de acordo com as regras das taxas antigas.

Além destes 5,2 milhões há ainda mais dois milhões de portugueses isentos – entre grávidas, crianças até aos 12 anos, pessoas com incapacidade superior a 60%, entre outros (ver infografia). Isto é, 72% da população está abrangida por uma das formas de isenção. E foi isso mesmo explicou o ministro da Saúde no documento que enviou à Assembleia da República.

Também esta semana, nas declarações públicas que fez, Paulo Macedo não escondeu que considera a onda de contestação às taxas desproporcional ao seu aumento. E, naquele relatório, explica que a estimativa é arrecadar «mais 199 milhões de euros com as taxas, o que equivale a 19,79 euros a mais por residente por ano».

Mas, entretanto, Macedo emendou as contas e decidiu dividir os custos apenas pelos três milhões de portugueses que as vão pagar. Na quarta-feira, no final da tomada de posse do novo Conselho de Administração do Centro-hospitalar Leiria-Pombal, frisou que cada português terá de gastar mais 30 euros por ano, ou seja, 2,5 euros por mês.

A contribuir para o aumento de pessoas que não pagam está o elevado número de utentes incluídos na lista de isentos por carência financeira, devido à alteração dos cálculos. Agora, passam a ser isentos todos os que integrem agregados familiares cujo rendimento médio mensal, «dividido pelo número de pessoas a quem cabe a direcção do agregado», seja igual ou inferior a 628,83 euros.

Para ficarem isentos, os utentes terão de preencher já a partir de 1 de Janeiro um formulário – disponível nos hospitais, centros de saúde e na internet – com os números de utente, identificação fiscal e Segurança Social de todos os membros do agregado familiar. Esta informação será enviada para as Finanças, que a comunicará à Saúde.

Segundo o SOL apurou, a portaria da Saúde, Finanças e Segurança Social (que irá definir todo este procedimento e que será publicada em breve) fixa um prazo de dez dias para que a DGI dê a informação aos hospitais. Ou seja, caso o utente recorra aos serviços de saúde antes de ter entregue o formulário, terá de pagar a taxa, pois a resposta das Finanças só chega dez dias depois. Assim, só na segunda consulta o seu nome passará a constar como isento. «As pessoas devem preencher e entregar o formulário o mais rápido possível para que, quando necessitem de ir ao hospital, os serviços já tenham a resposta das Finanças», explica uma fonte ligada ao processo, acrescentando que há uma excepção para as pessoas que já estavam isentas no modelo anterior e que têm de confirmar essa condição.

O Governo permite que até 15 de Abril as isenções actuais permaneçam em vigor. A partir daí, caso o utente não tenha preenchido o papel, corre o risco de ter de pagar a taxa. Assim, o MS aconselha os que já estavam isentos a requerer nova isenção até 31 de Março.

In Jornal SOL online
19 de Dezembro, 2011
por Catarina Guerreiro
catarina.guerreiro@sol.pt

Governo prepara 2012 sob críticas cerradas


Conselho de ministros extraordinário

Ministros sem gravata à saída do conselho de ministros "informal"

Seguro reage duramente a entrevista de Passos e diz que só Governo “demissionário” mandaria emigrar; professores não poupam nas críticas e aconselham a ser o primeiro-ministro a deixar o País; distritais do PSD exigem fim da austeridade

Após dez horas a afinar a estratégia das reformas para um “ano difícil”, o conselho de ministros extraordinário de ontem, em Oeiras, acabou sem conclusões, como planeado. E enquanto os ministros se reuniam, na Figueira da Foz o líder da oposição ensaiava a resposta: António José Seguro acusou Passos Coelho de estar “apaixonado pela austeridade”.

Também a afirmação do primeiro-ministro, numa entrevista, de que emigrar é solução para evitar desemprego dos professores não ficou sem resposta, com o líder socialista a acusar Passos Coelho de estar “demissionário”, “passivo” e de “braços caídos”.

E para juntar às pressões sobre o Executivo, as distritais do PSD contestam agravamento da austeridade. Num almoço no Fundão, dirigentes sociais-democratas pediram ao Governo que comece a aplicar resultados dos sacrifícios.

In Diário de Notícias online
19/12/2011

DECO diz que aumento da luz é acima de 4%


“Esconde agravamento muito superior”

A associação de defesa dos consumidores lembra que a factura já foi agravada em 16 por cento, com a subida da taxa do IVA, em Outubro

A DECO defendeu esta quinta-feira que o aumento da factura da electricidade em 4 por cento, hoje anunciado, “esconde um agravamento muito superior” e exigiu uma redução de 30 por cento dos custos políticos até 2013.

A associação de defesa dos consumidores lembra que a factura já foi agravada em 16 por cento, com a subida da taxa do IVA, em Outubro, e sublinha que o Governo adiou a cobrança de mil milhões de euros, correspondente a cerca de 50 por cento dos Custos de Interesse Económico Geral (CIEG), mas que os consumidores terão de suportar estes custos mais tarde.

“Estes custos, resultantes de opções políticas e medidas legislativas para subsidiar o sector, já deveriam ter sido reduzidos, tal como exigiu a DECO e 170 mil assinantes da petição entregue na Assembleia da República em 2010”, reivindicou, num comunicado.

A DECO pede, por isso, “um plano concreto de redução dos CIEG com o objectivo de uma redução de 30 por cento desses custos até 2013”.

A associação considera que esta é a única maneira de reduzir a factura de electricidade e caminhar para a sustentabilidade do sector, salientando que a própria ‘troika’ recomendou uma revisão destes custos no memorando de entendimento assinado com o Governo.

“O Governo ignorou essa recomendação, embora tenha sido lesto a antecipar outra — a subida do IVA. É uma política de dois pesos e duas medidas, sempre desfavorável ao consumidor, que a DECO nunca poderá aceitar”, conclui o comunicado.

In Correio da Manhã online
15/12/2011 | 17h57

Taxa de desemprego sobe para 12,9% em Portugal


Segundo dados da OCDE

Portugal sofreu em Outubro a segunda maior subida da taxa de desemprego (0,6%), só superado por Espanha (2,3%)

A taxa de desemprego estimada pela OCDE para Portugal subiu para os 12,9 por cento em Outubro, acima da média dos países da zona euro, que atingiu um novo máximo ao subir para os 10,3 por cento.

Em termos homólogos, de acordo com os dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal sofreu em Outubro a segunda maior subida da taxa de desemprego (0,6%), a seguir a Espanha (com 2,3%).

Em Setembro, a taxa de desemprego em Portugal tinha subido 0,2 pontos percentuais para 12,8 por cento.

Portugal mantém-se, assim, com a quarta taxa de desemprego mais elevada dentro da organização que congrega 34 países de todo o mundo.

Para os países com dados disponíveis em Outubro, só Espanha (22,8 por cento), Irlanda (14,3 por cento) e Eslováquia (13,6 por cento) se encontravam com taxas de desemprego superiores a Portugal. As taxas mais baixas, por sua vez, encontram-se na Coreia (3,1 por cento), Áustria (4,1 por cento) e Luxemburgo (4,7 por cento). De acordo com os dados hoje disponibilizados, a taxa de desemprego na média dos países da OCDE subiu também dos 8,2 por cento de Setembro para os 8,3 por cento em Outubro.

Em relação às sete maiores economias da organização (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), a taxa de desemprego passou dos 7,6 por cento de Setembro para os 7,7 por cento de Outubro.

Segundo as estimativas da OCDE, em Outubro, havia 45,1 milhões de pessoas desempregadas na região, menos 1,5 milhões em comparação com o mesmo mês de 2010, mas superior em 14,1 milhões de pessoas face a Outubro de 2007.

In Correio da Manhã online
13/12/2011 | 12h07

[aviso] – Nada de anormal, pá! Os pobres (miseráveis) já não têm mais cinto para fazerem furos, os pançudos do regime estão cada vez mais gordos à custa dos miseráveis e assim se vai vivendo neste pequeno (em tudo) quintal à beira mar plantado… [/aviso]

Então macacada...???

Passos: Taxas moderadoras podem aumentar ainda mais


Primeiro-ministro invoca acórdão do Tribunal Constitucional para justificar agravamentos

O primeiro-ministro nega que o agravamenot das taxas exclua os utentes mais carenciados do acesso aos cuidados de saúde

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, invocou esta segunda-feira um acórdão do Tribunal Constitucional para afirmar que o Governo está “muito longe de esgotar o ‘plafond’ de crescimento das taxas moderadoras” aplicadas no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O anúncio surge no dia em que é conhecido o aumento dos preços cobrados nas consultas da especialidade nos hospitais distritais, quase triplicando o valor.

“Nós estamos, de acordo com o acórdão do Tribunal Constitucional que no passado tratou sobre matéria relacionada com as taxas moderadoras, muito longe de esgotar o ‘plafond’ de crescimento dessas taxas moderadoras”, afirmou Passos Coelho, em conferência de imprensa, no final de uma reunião com a primeira-ministra da Dinamarca, na residência oficial de São Bento, em Lisboa.

“O nosso objectivo, portanto, é que o seu efeito moderador possa ser reforçado, e que aqueles que nesta ocasião têm mais disponibilidade possam realmente dar um contributo maior para o financiamento também do sistema de saúde”, acrescentou.

Ressalvando que o Executivo sabe que “a missão das taxas moderadoras não é financiar o sistema nacional de saúde”, Passos Coelho defendeu que é “importante, para não pôr em causa justamente a qualidade dos serviços prestados, que estas taxas sejam actualizadas”.

Questionado se os aumentos das taxas moderadoras que estão previstos não poderão deixar portugueses sem acesso à saúde, o primeiro-ministro respondeu que “não” e que “o Governo está absolutamente confortado com a proposta” feita pelo ministro da Saúde.

Passos Coelho assinalou que, segundo o decreto-lei que estabelece as regras de aplicação das taxas moderadoras, vai haver um “conjunto ainda mais alargado de isenções” de pagamento destas taxas.

“É muito importante que todos aqueles que têm verdadeiras necessidades económicas não vejam o seu acesso aos cuidados de saúde dificultado por razões de natureza económica ou financeira. Portanto, é hoje claro para Portugal que as pessoas que têm maiores dificuldades financeiras estarão na primeira fila do acesso aos serviços de qualidade na área da saúde”, considerou.

O primeiro-ministro disse ainda ter “a certeza que os portugueses saberão que nos próximos anos a reestruturação que está a ser desenvolvida na área da saúde não levará mais pessoas às urgências, antes pelo contrário”, porque a intenção do Governo “é que o alargamento do chamado médico de família, do acesso às unidades de saúde familiar possa suprir essa ineficiência do nosso sistema hospitalar”.

In Correio da Manhã online
12/12/2011 | 12h56

[aviso]

G A T U N O S ### B A S T A R D O S…!!!

[/aviso]

Então macacada...???

Governo prepara novo corte no abono de família


Prestações sociais

O Executivo quer reduzir o número de famílias com direito a abono de família. O secretário de Estado da Segurança Social quer evitar que esse apoio seja atribuído “indevidamente a quem não precisa”.

O Governo quer reduzir o número de famílias que têm direito a abono. Se forem tomadas como exemplo algumas das últimas decisões do Executivo em matéria social, poderá estar em causa a eliminação de um ou mais escalões, tal como o ex-primeiro ministro José Sócrates fez anteriormente.

Segundo o secretário de Estado da Solidariedade Social, o Governo quer assegurar que apenas recebe abono de família quem realmente necessita.

In Diário de Notícias online
07/12/2011

[aviso] – Bora lá, cambada! Saquem lá mais uns milhõe$ ao pessoal, c’a gente até ainda tem mais umas reservasitas para estas situações… Aos pançudos do regime é que não podem faltar as mordomias, os altos salários e, principalmente, as faraónicas múltiplas reformas milionárias…[/aviso]

 

 

E os burros somos nós!!!

Aumento taxas moderadoras é “opção política” para garantir isenções a 6 milhões


OE 2012

O PSD reconheceu hoje que a revisão das taxas moderadoras é uma “opção política”, mas sublinhou que as alterações são feitas no sentido de garantir a isenção para seis milhões de portugueses.

“O acesso dos portugueses à saúde não está em causa neste momento, nem vai estar em causa no futuro”, assegurou o vice-presidente da bancada parlamentar do PSD Miguel Santos, que falava aos jornalistas enquanto decorria uma reunião dos grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP com o ministro da Saúde.

Sublinhando que “o aumento das taxas moderadoras, tal como está a ser feito, é exactamente para garantir que aqueles que mais necessitam e menos condição económica têm vão continuar a ter acesso ao Sistema Nacional de Saúde de uma forma isenta, portanto, sem pagar qualquer valor”, Miguel Santos estimou que seis milhões de portugueses estarão nesta situação.

Entre os utentes que estarão isentos do pagamento das taxas moderadoras encontram-se, segundo Miguel Santos, aqueles que preenchem os critérios de “insuficiência económica”, as crianças até aos 12 anos, grávidas, dadores de sangue, doentes crónicos, entre outros.

“O esforço que é pedido é um esforço acrescido àqueles que têm maior capacidade económica para conseguir fazer face a este aumento”, insistiu o vice-presidente da bancada social-democrata.

Miguel Santos esclareceu ainda que o critério de insuficiência económica “é por utente e não por agregado familiar”.

“Aquilo que este Governo fez e está a fazer relativamente à revisão das taxas moderadoras é uma opção política, uma opção política de manter na totalidade as isenções que já vinham do regime anterior, mas mais ainda renovando e alargando o critério de insuficiência económica de um salário mínimo nacional de 485 euros para um e meio IAS [Indexante de Apoios Sociais], 628 euros”, explicou.

O vice-presidente da bancada parlamentar do PSD recordou igualmente que no acordo que foi assinado pelo anterior Governo socialista com a ‘troika’ foi fixado o compromisso de revisão das taxas moderadoras.

“Aquilo que este Governo fez e está a fazer relativamente à revisão das taxas moderadoras é uma opção política, uma opção política de manter na totalidade as isenções que já vinham do regime anterior, mas mais ainda renovando e alargando o critério de insuficiência económica de um salário mínimo nacional de 485 euros para um e meio IA, 628 euros”, insistiu, reconhecendo, contudo, que é necessário fazer um “esforço complementar para explicar a razão destas medidas”, que têm que ver com o desequilíbrio financeiro do SNS.

Questionado se o PSD apoia incondicionalmente o aumento, Miguel Santos disse que o partido “apoia em primeiro lugar o país” e o esforço que está a ser feito para a recuperação.

“Até lá é preciso fazer um esforço acrescido porque não há opção viável”, defendeu.

Na segunda-feira, no programa da RTP, Prós e Contras, o ministro da Saúde anunciou que a partir de Janeiro de 2012, as consultas nos centros de saúde passam de 2,25 euros para 5 euros, enquanto nas urgências hospitalares a taxa moderadora passa de 9,60 euros para 20 euros.

À entrada da reunião com os grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP, o ministro da Saúde não fez qualquer declaração à comunicação social.

In Destak online
06 | 12 | 2011 21.25H
Destak/Lusa | destak@destak.pt

[aviso] – Eu só gostava de saber quem são esses SEIS MILHÕES que deixam de pagar taxas moderadoras. Esta canalha política ainda não está satisfeita com o que anda a ROUBAR há mais de 4 meses? Foi a dupla Merkozy que mandou ou é para o fedelho ficar bem visto junto dos seus novos patrões? Opção política, aumentar para mais do dobro taxas que já custam a pagar a milhares de Portugueses? Puta que os pariu com as opções de merda que tomam em nome deles, não do Povo, porque esse NÃO CONCORDA, em absoluto, com estas medidas que nem o António de Oliveira Salazar alguma vez pensou tomar! E ele, o António, é que era o fascista? Estes, por muita política de extrema direita ultra neoliberal que continuem a fazer, nem daqui a TREZENTOS ANOS, a comer merda todos os dias, alguma vez conseguiriam chegar aos calcanhares do Botas![/aviso]

E os burros somos nós!!!

Orçamento de Estado foi aprovado com a abstenção do PS


Parlamento

As bancadas da maioria aprovaram o Orçamento do Estado para 2012, com os cinco deputados da Madeira a alinhar no voto favorável, mas entregando declarações de voto (quatro do PSD, um do CDS).

No PS ninguém se levantou para declarar a intenção de entregar declarações de voto, à excepção de Carlos Zorrinho, líder parlamentar, que anunciou uma da bancada (a oficial). Deve ainda haver pelo menos mais uma de José Lello, que já o confirmou esta manhã à TSF.

O Parlamento repetiu a votação do Orçamento para as Grandes Opções do Plano (GOP) e o texto final da comissão de Orçamento e Finanças relativo à lei de enquadramento orçamental.

O diploma segue agora para Belém e, segundo a Constituição, após a sua receção o Presidente da República tem 20 dias para decidir sobre a sua promulgação.

Ainda de acordo com a Constituição, a apreciação preventiva da constitucionalidade pode ser requerida pelo chefe de Estado ao Tribunal Constitucional no prazo de oito dias.

In Diário de Notícias online
por David Dinis / Lusa
30/11/2011

Comida das escolas pode piorar com IVA a 23%


Alerta da DECO

Receios da DECO estendem-se também às cantinas sociais e às das empresas públicas, lembrando a associação que o último estudo em cantinas revelou uma melhoria na qualidade das refeições

A qualidade das refeições nas cantinas escolares e sociais pode baixar com o aumento do IVA para a taxa máxima de 23 por cento na restauração, alertou nesta terça-feira a associação de defesa dos consumidores DECO.

“Com este aumento é natural que as empresas fornecedoras das cantinas queiram uma revisão do preço e, não tendo o Estado [autarquias] dinheiro para aumentar a sua comparticipação, tememos uma diminuição da qualidade das refeições nas cantinas”, disse à Lusa o secretário-geral da associação, Jorge Morgado.

Os receios da DECO estendem-se também às cantinas sociais e às das empresas públicas, lembrando a associação que o último estudo em cantinas revelou uma melhoria na qualidade das refeições.

“Tudo isto é penoso, é voltarmos aos tempos dos nossos avós”, comentou Jorge Morgado.

O aumento da taxa de IVA para 23 por cento vai ter um “impacto enorme” na vida quotidiana dos consumidores, segundo a DECO, “principalmente” naqueles que trabalham nos grandes centros urbanos.

“O impacto na economia doméstica vai ser grande e vamos regressar ao passado da lancheira”, concluiu Jorge Morgado.

O Parlamento aprovou, por maioria, um aumento do IVA na restauração, entre outros produtos, que deixa de estar sujeita a uma taxa de 13 por cento, passando para 23 por cento, com votos contra de toda a oposição.

In Correio da Manhã online
29/11/2011 | 17h12

[aviso] – A merda é que quem não votou nestes sociais-fascistas merdosos tem de comer a merda que eles andam a plantar pelo País! Mas quando a fome começar a apertar… CUIDADO!!! pode ser que aí os mansos ACODEM DE VEZ! [/aviso]

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REVISÃO DE TEXTOS



Todos os textos aqui inseridos, são corrigidos para a Língua Portuguesa de antes do acordo ortográfico.

Mentiroso…!!!

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visitas desde 17/08/2011

artigos interessantes…

... não só pelos conteúdos, como pelos comentários que demonstram o que esta canalha política no poder (e não só) merece da maioria dos portugueses...

- Diário de Notícias: Cavaco sublinha importância da coesão nacional

- Diário de Notícias: Electricidade da Madeira desmente novo 'buraco'

- Expresso: Jardim diz que não se arrepende do endividamento

Os responsáveis pela derrocada de Portugal

Mário Soares - 9 de Junho de 1983 - 6 de Novembro de 1985

Cavaco Silva - 6 de Novembro de 1985 - 28 de Outubro de 1995

António Guterres - 28 de Outubro de 1995 - 6 de Abril de 2002

Durão Barroso - 6 de Abril de 2002 - 17 de Julho de 2004

Santana Lopes - 17 de Julho de 2004 - 12 de Março de 2005

José Sócrates - 12 de Março de 2005 - 21 de Junho de 2011

Passos Coelho - desde 21 de Junho de 2011

promessas do passado…

C E N S U R A

A partir desta data e tal como já foi exercido com outro online, este Blogue deixará de inserir notícias publicadas no Correio da Manhã online, dado que ontem foram deixados 3 comentários naquele online que não foram publicados e que se encontravam completamente dentro das regras exigidas pelo jornal nesta matéria.

Notícias Bravas
12.09.2011

salários mínimos na Europa

Bulgária € 123,00
Roménia € 153,00
Polónia € 281,00
PORTUGAL € 525,00
Grécia € 628,00
Espanha € 728,00
Reino Unido € 1.010,00
França € 1.321,00
Bélgica € 1.387,00
Irlanda € 1.462,00
Luxemburgo € 1.642,00

valores calculados sobre 14 meses
(incluem férias e 13º. mês)

E já que falam tanto em colocar Portugal ao mesmo nível dos países da UE, esqueceram-se da igualdade do salário mínimo?

Portugal fora da U.E.

frases ao acaso…

- Impressionante como Portugal não apresenta novos quadros na política e no seu grande empresariado. Onde estão os jovens portugueses? Ouvir um mesmo Cavaco e Silva há mais de três décadas é dose. Um Mário Soares, um Ramalho Eanes (esse ainda está vivo?), é brincadeira. Juventude lusitana assumam logo seu país antes que esses incompetentes o levem à derrocada total. Vejo diariamente a SIC e fico impressionado com o quadro político que se apresenta do continente à Madeira e Açores. Os comentários intermináveis e inócuos no programa "Quadratura do Círculo". O nome diz tudo: Umas bestas quadradas vociferando asneiras em círculo que não levam a lugar algum. Triste ver a nação de Camões, da Escola de Sagres, da Universidade de Coimbra acabar assim.

- Este Governo age como autêntico capataz da Srª. Merkel e Sr. Sarkozy. É o próprio Governo a dizer que os Portugueses têm que fazer sacrifícios, tem que ir para além da troika, para a Srª Merkel e o Sr. Sarkozy ficarem satisfeitos. E para agradar aos olhos daquelas duas personagens, este Governo submete os Portugueses a uma política que não leva a lado nenhum se o objectivo é pagar a dívida. Mas como o que interessa é o sorriso das tais personagens, este Governo optou por medidas de fazer sangue e quando o faz há quem corra para junto de Merkel e de Sarkosy a perguntar se está bem assim ou querem com mais sangue? São pacotes de austeridade atrás de pacotes de austeridade, são impostos directos acompanhados com cortes de vencimentos e como ainda acham,o Governo, que os Portugueses ainda ficam com uns trocos para matar a fome lá vêm com impostos indirectos... O simples cidadão está ensanduichado e sufocado em impostos...
O que este Governo condenou o anterior está a fazer ainda pior e sem se importar com políticas sociais e económicas... O que interessa a este Governo é que Merkel sorria de satisfação, bata palmas a este espectáculo de circo romano onde os Portugueses foram atirados às feras. O Governo fica sempre satisfeito com o seu desempenho quando Merkel bate palmas!!!!
Não temos um Governo inovador para contornar a crise ao serviço dos Portugueses, temos sim um capataz/carrasco ao serviço de quem lhes passa as mãos pelas costas!

- O povo português não é todo estúpido, subserviente e ignorante, temos de calar esta gente sem escrúpulos que manda trabalhar e nada faz pelo país, gente vendida ao capitalismo internacional. A paciência tem limites e o desespero já começa a fazer comichão nas palmas das mãos, prontas para distribuir chapada por esta gentalha miserável e oportunista que reduziu uma nação soberana a uma coutada de meia dúzia de atiradores furtivos que gosta de gozar com a cara de quem ainda acredita no seu país. O melhor é mudarem de discurso senão tudo pode acontecer e os responsáveis por isso terão de fazer as malas e bater com os calcanhares no traseiro.

- Num País de aldrabões e corruptos, nada é demais!!... Vale tudo, até tirar olhos!!! Fazem o que querem e o Povo consente!!! Aqui é que está o mal!!... É o Povo consentir toda esta bagunça e esperar pelo dia D, da sua desgraça!!! Mas, alguma vez existe alguma legislação ou Lei ou seja lá o quê, credível neste País!!! Só nos resta a natureza que essa mão falha!!! Para o ano, serão também taxados os Subsídios de Férias e de Natal, até nos levarem à depressão e ao suicídio!!! Só a INSURREIÇÃO será a solução, nada mais!!! E O POVO PÁ!!!!

- "Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis".

- Farto deste sistema de merda que nos engole
Farto destes políticos a coçar os colhões ao sol
Farto de promessas da treta
Sobem ao poder metem as promessas na gaveta
Farto de ver o país parado como uma lesma
Ver as moscas mudarem e a merda ser a mesma
Farto de miséria, o povo na pobreza
Uns deitam a comida fora, outros não a têm à mesa
Farto de rótulos, estigmas e preconceitos
Abrir os olhos e ver que não temos os mesmos direitos
Farto de mentiras, farto de tentar acreditar
Farto de esperar sem ver nada a melhorar
Farto de ser a carta fora do baralho
Farto destes cabrões neste sistema do caralho
Não te iludas ninguém quer saber de ti
Todos falam da crise mas nem todos a sentem
Muitos com razão, mas muitos deles apenas mentem
Crimes camuflados durante anos a fio
Tavam lá todos eles mas ninguém viu
Não foi ninguém, ninguém fez nada,
E se por acaso perguntarem ninguém diz nada
Farto de ver intocáveis saírem impunes
Dizem que a justiça é para todos mas muitos são imunes
Dois pesos, duas medidas
Fazem o que fazem, seguem com as suas vidas
Para o povo não há facilidades
E os verdadeiros criminosos do lado errado das grades
Boss AC

- O povo português, mesmo com todos os seus defeitos e manias, não merece estar à mercê de uma classe política que só se importa consigo própria.
100editora.net

- Marinho Pinto é tipo ciclone... nunca se sabe que rumo e intensidade toma... Às vezes diz umas verdades...outras burrega em toda a linha. Perdeu na sua defesa do pagamento das defesas oficiosas. Os Advogados metiam "mesmo" a mão na massa, como a ministra já provou, como se verifica pela quantidade de casos descobertos. Agora Marinho ameaça , numa reacção pouco civilizada e imodesta. É o que temos neste país... Marinhos Pintos e João Albertos....

Jardim pede independência da Madeira - Há pouco mais de 5 séculos 2 intrépidos navegadores,João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, cobriram de glória o nome de Portugal, abrindo as portas à grande epopeia dos Descobrimentos Portugueses. Contrariamente ao que diz o apátrida Jardim, atraiçoando a memória destes grandes portugueses, a Madeira nunca foi COLONIZADA, por ser um arquipélago sem ocupação humana, à data da descoberta.
Esta última e miserável declaração desta ingrata personagem conduz-nos a uma situação sem retorno e exige a realização de um REFERENDO que nos permita saber se os portugueses da Madeira querem manter a sua condição de PORTUGUESES – com todas as obrigações e direitos –ou se, pelo contrário, querem embarcar num navio à deriva, que rapidamente afundará, conduzido por um rasca aprendiz de marinheiro que condenará a população da Madeira a um futuro pouco risonho.

- No exterior são muitas as vozes - Martin Feldstein, George Soros são dois exemplos - que consideram provável que Portugal acabe por sair do euro pelo seu pé, uma vez que não terá condições de aguentar tanta austeridade ou de crescer com as regras do euro, orientadas para economias fortes. Esta semana, em entrevista à SIC, o economista João Ferreira do Amaral - crítico da entrada de Portugal no euro - apontava que vista de fora, sem o envolvimento com o país, a situação insustentável seria fácil de observar.

- Chamar merceeiros a estes "gestores/economistas" de pacotilha, é ofender seriamente os verdadeiros merceeiros...

- Hoje não há uma notícia que nos deixe reconfortados e o problema é só um: o mundo neoliberal em que nós mergulhámos deixou-nos neste estado de pura desgraça. Cavaco começou esta pouca vergonha em Portugal: ele o timoneiro e os seus comparsas. Gente sem categoria nenhuma pouco cultos sem inteligência que vieram dos montes para singrarem na cidade e na política onde se consegue um bom emprego a não fazer nada e depois conseguir-se um grande lugar numa empresa ou em várias. É uma alegria: pessoas com 5 e 6 reformas. Eu sei. Dinheiro muito dinheiro da CEE mal gerido e desperdiçado nas mãos de gente nada séria.Uma máfia. BPN, BPP, MADEIRA. Os portugueses a pagarem as vigarices do homem que quer passar a imagem de honesto mas que a mim nunca me enganou.

- O 25 de Abril tem sido um paraíso fiscal para estes políticos Gatunos que deixam as famílias portuguesas falidas e eles Milionários...!!!

- Votar, em Portugal, já não é democrático, é consentir que o crime de corrupção prolifere sem limite. Podemos travá-los? Sim...
Sem o teu voto, eles não são nada!

- "O País entrou no bloco operatório para fazer uma lipoaspiração e, devido a um erro clínico, saiu de lá sem um rim e com um braço a menos"

- Paulo Macedo, esse grande herói da Direcção-Geral dos Impostos, com vasto currículo na Saúde, quer, por exemplo, economizar nos transplantes. Muito bem. Toda a gente sabe que essas operações são meros caprichos e que, frequentemente, as listas de cirurgia estão cheias de utentes que querem mudar de fígado só porque o que tinham estava fora de moda.

- O ministro também anunciou que o Estado deixará de comparticipar a pílula, sem dúvida uma excelente maneira de combater o aborto. O mesmo caminho segue a vacina contra o cancro do colo do útero e os medicamentos para asmáticos, esses malandros que querem respirar à borla.

- Com menos portugueses e mais asfixiados, certamente o Estado terá menos despesas. Confirma-se: não há vida além do défice.

Porque é que as dívidas de particulares aumentam?

Existem por aí uns economistas de capoeira, a mandarem bitaites sobre os "calotes" que as famílias pregam à banca e às "sociedades financeiras" que designo de "mercearias de dinheiro fácil" sem terem em linha de conta, na maioria dos casos, do porquê de tal situação.
O Dr. Paulo Morais em meia dúzia de frases, sintetizou os porquês dessa situação e eles são, principalmente:

- Ganância irresponsável de uma Banca usurária.
- Quando se vulgarizaram, o crédito ao consumo e os empréstimos pessoais pareciam uma solução fácil. Um embuste colossal.
- As empresas de crédito ao consumo lançaram milhões num inferno. Prometiam taxas de juro que eram já de si elevadas. Mas a estas acresceram comissões, seguros, impostos e outros assaltos. Obrigam assim os clientes ao pagamento de taxas anuais efectivas de encargos (a famosa TAEG) de quase 30 por cento. Em famílias de escassos recursos, estes empréstimos provocaram a insolvência.
- Ao longo de anos, as autoridades de supervisão bancária nada fizeram. Sucessivos governos deixaram os consumidores de produtos financeiros à mercê das verdadeiras sanguessugas que são as sociedades financeiras de “apoio” (?!) ao consumo e de concessão de crédito pessoal.
- Há que tentar perceber a ausência de intervenção do Banco de Portugal e até a inércia do Ministério Público, incompreensível, uma vez que a usura em Portugal constitui crime. De seguida, baixar compulsivamente as taxas, repondo a equidade.

Nem o Banco de Portugal, nem o Ministério Público, nem os (des)governos, todos eles, em conjunto, alguma vez puseram cobro a esta USURA que, como Paulo Morais diz, constitui CRIME em Portugal.

A.C.A.M.

União de Doentes com Cancro em risco de fechar

A União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC) anunciou hoje que corre o risco de encerrar devido à redução de donativos e apela às dádivas dos portugueses para poder continuar a apoiar estes doentes e os seus familiares.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a UHDC refere que, "devido à crise e consequente drástica redução de donativos", está a "passar por graves dificuldades económicas".
Nas contas da UHDC está já com um saldo negativo de 27 mil euros, relativo a 31 de Agosto, valor que a organização precisa reunir até final do ano, "de modo a garantir o pagamento de salários e a prossecução de todas as suas actividades de apoio a doentes com cancro e seus familiares, nomeadamente, a Linha Contra o Cancro e o Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico".
A União Humanitária dos Doentes com Cancro apela aos contributos da população (empresas e particulares), disponibilizando a conta da organização no Montepio com o NIB: 0036 0216 99100077363 22.
Esta associação - que tem como primeiro objectivo apoiar os doentes com cancro e seus familiares, mediante a prestação de diversas valências de apoio, inteiramente gratuitas - promove anualmente uma campanha de angariação de fundos, de modo a garantir a sua sustentabilidade, tendo registado este ano uma redução de cerca de 30 mil euros face à campanha do ano passado.
Esta redução de fundos "coloca em causa a sobrevivência da associação", lê-se no comunicado.

inquérito Diário Digital

Inquérito JN 500 euros aos alunos

Inquérito JN sobtre quebra de proditividade

Inquérito JN – Taxa para financiar bombeiros

Inquérito J.N. desvio contas Madeira

aldrabices de algibeira

"Ninguém nos verá no Governo a impor sacrifícios aos que mais precisam apenas para fazer de conta que está tudo bem, se as coisas não estiverem bem, nós teremos de dizer que aqueles que têm mais, têm de ajudar mais os que têm menos em Portugal".
Passos Coelho
In JN de 2011-06-01

"A Grécia pediu ajuda e falhou. E sabem o que é que pode acontecer? Pode não haver mais ajuda externa. Não é a Europa que pode estar em causa com o Euro. São os gregos que podem ficar de fora da Europa e podem sofrer o que não é justo que sofram", disse, num paralelo com o que pode vir a acontecer a Portugal, se não houver um Governo "forte e coeso".
"Nós não podemos ter um Governo que faça de conta, que minta".
"Não percam tempo com quem já sabe que fracassa, dêem força a quem pode ganhar Portugal", pediu, apelando a que, numa "altura histórica" como a que Portugal vive, os portugueses não votem num Governo que "pode deitar tudo a perder".
Para além de ter dito: GOVERNAR PORTUGAL É IR AO POTE!
Passos Coelho
In JN de 2011-05-29

“O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, garantiu hoje que, se ganhar as eleições, “não vai mexer nas taxas de IVA” e que pretende recolher mais dinheiro dos impostos “alargando a base”. “Eu já tive ocasião de dizer que o PSD, e eu próprio, não vamos mexer naquilo que são as taxas de IVA que estão previstas, nomeadamente no acordo que foi estabelecido com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional. Nós vamos ter de recolher mais dinheiro dos impostos alargando a base, que não aumentando ou agravando as taxas do imposto”, disse.”<
Passos Coelho falava numa acção de campanha em Valença do Minho, durante a qual ouviu as preocupações dos comerciantes e dos autarcas locais sobre a disparidade já existente entre o IVA em Portugal e em Espanha.”
In LUSA/SOL 30 de Maio de 2011

A 01.Abr.2011, Passos Coelho GARANTIU a uma aluna de uma escola de Vila Franca de Xira que NÃO IRIA MEXER NO SUBSÍDIO DE NATAL 2011...!!!

C A R R I S

15% de aumento nos títulos de transporte resultaram na continuidade dos maus serviços prestados aos utentes!
Equipamentos de ar condicionado, em pleno Agosto, com temperaturas exteriores mais frescas que dentro das viaturas porque o AC está DESLIGADO! 80% dos motoristas devem ser alérgicos ao AC pois pela janelinha do lado deles entra corrente de ar, ao passo que os que pagam o seu título de transporte vão numa de sauna forçada!
E como isto é um País de mansos, onde ninguém protesta, a estória continua diariamente... E não esqueçam, seus pategos, que em Janeiro está previsto novo aumento de tarifário...!

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