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Portugal é o único país onde a austeridade exigiu mais aos mais ao pobres


Estudo da Comissão analisa medidas tomadas entre 2009 e 2011 pelos seis países mais afectados pela crise
Entre os seis países da União Europeia mais afectados pela crise, Portugal é o único onde as medidas de austeridade exigiram um esforço financeiro aos pobres superior ao que foi pedido aos ricos, revela um estudo recente publicado pela Comissão Europeia.
Na comparação com Grécia, Estónia, Irlanda, Reino Unido e Espanha, Portugal é também o País que regista um dos maiores aumentos de risco de pobreza devido às medidas de consolidação orçamental adoptadas durante a crise, ultrapassando a barreira dos 20% da população em risco.
03 Janeiro 2012 | 10:00
Rui  Peres Jorge – rpjorge@negocios.pt

Quatro atrasos de mais de uma semana num ano podem motivar despejo


Lei do arrendamento

Os proprietários podem pôr termo a contratos de arrendamento se num ano houver quatro atrasos no pagamento superiores a oito dias, prevê a proposta de lei com novas regras para o arrendamento urbano.

Aprovado na quinta-feira em Conselho de Ministros, o diploma agora divulgado na íntegra pormenoriza aspectos como o despejo por falta de pagamento, como nos atrasos reiterados.

Na exposição de motivos da proposta de lei n.º 38/XII é também indicada, como referido na semana passada pelo Governo, a possibilidade de o senhorio “resolver o contrato após dois meses de não pagamento ou atraso da renda” comunicando-o ao inquilino.

“No mês seguinte [o terceiro], e por uma única vez”, o arrendatário pode pagar a renda em atraso” e na falta de pagamento terá de haver desocupação “sem qualquer outro prazo”.

O documento explica ainda que nas rendas antigas a actualização pode ser feita com base num mecanismo de negociação, a iniciar pelo senhorio, que propõe um valor. O inquilino pode aceitar, fazer uma contraposta ou denunciar o contrato.

“Se o arrendatário aceitar a proposta, o valor da renda é actualizado, considerando-se o contrato celebrado por prazo certo, por cinco anos”, mas as partes podem acordar outra duração. Em caso de a contraproposta ser aceite apenas em termos de valor (e não de tipo/ou duração), considera-se que o contrato se prolonga por cinco anos.

Em caso de não haver acordo, o senhorio tem de pagar uma indemnização no valor da média das duas propostas multiplicada por 60 (cinco anos de contrato). A indemnização é agravada se o “acordo se frustrar por pequenas margens”, lê-se na proposta de lei.

Havendo denúncia do contrato por desacordo, o inquilino deverá desocupar a habitação em sete meses, um prazo que pode chegar aos 13 meses quando houver crianças na família.

Caso o senhorio não tenha dinheiro para a indemnização, este pode actualizar a renda segundo o “valor patrimonial tributário do locado” através de um contrato com a duração de cinco anos.

No processo de negociação, se o inquilino denunciar o contrato, deverá sair em três meses, não existindo actualização da renda ou indemnização.

Os casos de dificuldades financeiras devem ser comprovados através do rendimento anual bruto corrigido (RABC), que para tal terá de ser inferior a cinco retribuições mínimas nacionais anuais (RMNA).

Durante o período transitório de cinco anos, um agregado familiar com um rendimento igual ou superior a 500 euros mensais não pode ter uma actualização superior a uma taxa de esforço de 25%. Quando o RABC é inferior a 500 euros mensais, a taxa não pode ultrapassar os 10%. Em ambos os casos, há sempre o limite de 1/15 do valor do imóvel definido com o valor patrimonial.

No final dos cinco anos ou se o agregado ultrapassar as cinco RMNA, a “renda passa a poder ser actualizada nos termos gerais”, mas a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, assegurou na semana passada que a Segurança Social irá encontrar respostas.

Quando os inquilinos têm idade igual ou superior a 65 anos ou deficiência com grau de incapacidade superior a 60% podem existir actualizações a partir do valor acordado ou do valor patrimonial tributário do imóvel.

“Atendendo, contudo, a razões de mobilidade associadas à idade, e salvo acordo entre as partes, não pode ocorrer a cessação do contrato ou a alteração do tipo de contrato”, refere a proposta de lei.

As novas regras determinam o “fim da possibilidade de transmissões sucessivas (de contratos de arrendamento)” e da transmissão para “quem tenha casa própria ou arrendada no mesmo concelho”.

Porém, permite-se, em alguns casos, a transição integral para o novo regime com a alteração do tipo de contrato e estão contempladas transmissões a ascendentes com mais de 65 anos e a jovens.

Para as rendas comerciais, há um regime especial durante cinco anos para microempresas, com actualizações previstas por referência ao valor do imóvel, e sem o acordo das partes não pode haver fim de contrato ou alteração do seu tipo.

O Governo determina ainda a criação, como anunciou Assunção Cristas após o Conselho de Ministros, do Balcão Nacional do Arrendamento (BNA), junto da Direcção-Geral da Administração da Justiça, para o “procedimento especial de despejo”.

A proposta de lei do Arrendamento Urbano

In Jornal Negócios online
02 Janeiro 2012 | 19:05

Poupanças de 70 milhões no rendimento social de inserção vão suportar os aumentos das pensões


Com este aumento, que é feito em linha com a inflação, a pensão mínima passa a ser de 254 euros, a rural 234 euros e a social de 195 euros, disse o ministro aos jornalistas.

O aumento de cerca de sete euros mensais nas pensões mínimas, rurais e sociais, que entra hoje em vigor, será aplicado com os 70 milhões de poupança no Rendimento Social de Inserção (RSI), disse hoje o ministro Pedro Mota Soares.

A medida já tinha sido anunciada antes pelo Governo, mas o ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, fez questão de a sublinhar hoje em Lisboa, no dia em que entra em vigor o aumento daquelas pensões, durante uma visita ao Centro Paroquial de São Vicente de Paulo, no Bairro da Serafina.

Com este aumento, que é feito em linha com a inflação, a pensão mínima passa a ser de 254 euros, a rural 234 euros e a social de 195 euros, disse o ministro aos jornalistas.

“Não é uma medida simbólica. Nós estamos a falar de um milhão de portugueses. Este milhão de portugueses em 2011 viu o seu poder de compra ser reduzido. As pessoas, com o congelamento das pensões, com o aumento da inflação, ficaram com menos poder de compra”, alertou.

Os cerca de 70 milhões de euros canalizados para este aumento do valor das pensões serão provenientes do que o Governo quer poupar com o conjunto de novas regras de atribuição do RSI, “para separar o trigo do joio”.

O objectivo é “garantir que quem precisa do RSI pode ter e que quem faz abusos e recebe numa situação de fraude deixe de o receber”, disse Mota Soares.

Em Novembro, o ministro tinha anunciado que o Governo estima reduzir de 440 milhões de euros em 2011, para 370 milhões de euros em 2012 a verba destinada ao RSI, canalizando a poupança (70 milhões de euros) para o aumento das pensões mínimas, rurais e sociais.

Pedro Mota Soares visitou hoje o Centro Paroquial de São Vicente de Paulo, que tem várias valências (creche, lar, centro de dia, ATL) e dá apoio a cerca de 700 crianças, idosos e pessoas com deficiência.

In Jornal de Negócios online
01 Janeiro 2012 | 17:00

E os burros somos nós!!!???

Salários reais caem 5% e já estão ao nível de 2003


Contas nacionais terceiro trimestre

Remunerações estão a cair ao ritmo mais alto da década. Défice público também diminuiu no terceiro trimestre.
Os salários em Portugal estão a cair ao ritmo mais elevado da década, de acordo com dados publicados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No terceiro trimestre de 2011, as remunerações pagas aos trabalhadores recuaram 5% em termos reais e já estão agora ao nível que se registava em 2003.

A diminuição do bolo salarial está a acelerar por duas vias: salários médios mais baixos – cerca de menos 1,8% face ao mesmo trimestre do ano anterior – e uma inflação que já está acima dos 3%, corroendo assim o poder de compra dos vencimentos efectivamente pagos.

Os números do INE não distinguem entre sector público e privado, mas sabe-se que os funcionários do Estado estão a receber salários que são, em média, cerca de 5% mais baixos do que no ano passado. A decisão foi tomada no final de 2010 pelo anterior Governo, e inscrita no Orçamento do Estado deste ano.

No sector privado, não há valores comparáveis. Mas os números do INE parecem revelar uma realidade bastante diferente da que é retratada pelos números do Banco de Portugal, que apontam para variações nominais de salários entre 1 e 2%. Estes últimos referem-se apenas às negociações em sede de contratação colectiva, o que os torna consideravelmente menos abrangentes do que os do INE.

Em todo o caso, os salários médios estão agora, em termos reais (ou seja, depois de se levar em conta a inflação), ao nível do que era praticado em 2003. A diminuição do peso da massa salarial nos custos de produção das empresas é, de resto, uma das metas do programa de ajustamento negociado com o FMI, Comissão Europeia e BCE.

Défice orçamental em mínimos

Outra novidade das Contas Nacionais por sector, divulgadas pelo INE, é o valor surpreendentemente baixo do défice público: apenas 3,8% do PIB do terceiro trimestre, bem menos do que os valores anteriores (7,7 e 9%, respectivamente).

Segundo o INE, a redução do défice fez-se através do aprofundamento dos cortes salariais – possivelmente, através de saídas de trabalhadores –, de uma melhoria considerável da cobrança de impostos sobre rendimentos (IRS e IRC, sobretudo), menores gastos com investimento e com benefícios sociais em espécie (comparticipação de medicamentos, por exemplo).

Se os valores se repetissem no quarto trimestre, o Governo fechava o ano com um défice de 6% do PIB – ou 2,5%, se se levar em conta a transferência dos fundos de pensões da banca. Mas os números devem ser lidos com cautela, já que não incorporam qualquer ajustamento sazonal. Ou seja, é possível que haja despesas e impostos contabilizados neste trimestre que deveriam, pelas regras de Bruxelas, ser atribuídos a outro período.

In Jornal Negócios online
29 Dezembro 2011 | 22:57
Pedro Romano – promano@negocios.pt

O que vai mudar na sua pensão de reforma


A austeridade baterá à porta de todos e nem quem julgava ter a sua reforma garantida escapa. Para o ano, 300 mil aposentados da Segurança Social e outros tantos da Função Pública vão levar um corte nominal na sua pensão. O “castigo” triplica o que tinha sido negociado com a troika.

Desde Maio de 2011 que os pensionistas estavam de pré-aviso em relação aos cortes que poderiam vir a sofrer nas suas reformas. Mas a tesourada que o Governo acabou por lhes determinar revelou-se três vezes maior do que a que estava negociada com a troika. Contas feitas, 600 mil levam um corte no valor nominal da pensão e 700 mil vêem-na congelada durante dois anos.

Para o ano, escapa à austeridade só quem recebe as chamadas pensões de “miséria” pagas pela Segurança Social, onde, ainda assim, se enquadram um milhão de reformados. Dos 247 euros por mês em diante, todos perdem.

As pensões até 600 euros brutos por mês, ficarão congeladas pelo segundo ano consecutivo, acumulando uma desvalorização real superior a 6%. Significa isto que, com o mesmo dinheiro, conseguirão comprar menos 6% de bens e serviços do que em 2010. Nunca foram divulgados números oficiais sobre os atingidos por esta medida, mas as estatísticas da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações (CGA) apontam para cerca de 700 mil pensões de reforma.

Quem ganha mais de 600 euros sofrerá mesmo cortes nominais, que crescem à medida que a pensão sobe de valor. A ceifadela concretiza-se nos subsídios de Natal e de férias de cada um, na proporção da contribuição que lhe cabe (ver tabela em baixo). Para se ter uma ideia, quem ganhar uma pensão bruta (ou um conjunto de pensões, todas somadas) de 730 euros brutos por mês, acabará por ceder um subsídio inteiro no ano (recebe metade do de Natal e metade do de férias). Quem ganhar 1.100 euros ou mais, já terá de prescindir da totalidade dos subsídios, empobrecendo em dois salários por ano.

Estão implicados nesta medida 300 mil aposentados que recebem reforma da Segurança Social, segundo números oficiais cedidos esta semana pelo ministério liderado por Pedro Mota Soares. Um grupo ao qual se juntam cerca de mais 300 mil pensionistas que recebem reformas via CGA, segundo as estatísticas desta instituição (as Finanças nunca chegaram a precisar o universo exacto de afectados). No total, são 600 mil que levam cortes.

Austeridade a triplicar

Os cortes no rendimento bruto dos pensionistas são análogos aos que serão aplicados aos trabalhadores do Estado e renderão aos cofres do Estado cerca de 1,26 mil milhões de euros brutos.

A despesa que o Estado poupa é o triplo da que estava prevista com a medida que constava do memorando assinado em Maio, e que previa uma redução média de 5% nas pensões de reforma acima de 1.500 euros brutos mensais.

Os cortes são certos para 2012 e 2013, mas poderão estender-se para lá desta data. O Governo tem respondido que a sua vigência coincidirá com o plano de ajustamento da troika, o que significa que se este se prolongar, a austeridade poderá revelar-se mais duradoura.

In Jornal Negócios online
30 Dezembro 2011 | 09:00
Elisabete Miranda – elisabetemiranda@negocios.pt

Então macacada...???

Governo de Passos Coelho merece nota positiva?


Qual o ministro do Governo com melhor desempenho? E o pior? Responda a esta e outras questões sobre o desempenho do Governo de Passos Coelho em 2011.

O Negócios lançou hoje um novo questionário no Negócios Opinião, a aplicação onde os leitores podem deixar a sua opinião sobre os mais variados temas.

Neste questionário, pedimos que faça a sua avaliação ao desempenho do Governo em 2011. Avalie os vários ministros, o Governo em geral e escolha o membro do Executivo com melhor e pior desempenho. Os resultados serão depois publicados no Negócios quando o questionário for encerrado.

Para responder a este questionário, tem primeiro que ter no seu telemóvel a aplicação Negócios Opinião, disponível para iPhone, iPad e Android.

Se ainda não respondeu ao primeiro questionário, sobre as Perspectivas para 2012, ainda o poderá fazer.

In Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
28 Dezembro 2011 | 18:22

»»»» Provas das ALDRABICES E DA LADROAGEM:

Citações que Passos Coelho fez antes das eleições

– …”Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.”

– …”Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa.”

– …”Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias.”

– …”Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou.”

– …”Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas.”

– …”O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa.”

– …”Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos.”

– …”Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.”

– …”Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos.”

– …”Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado.”

– …”Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal.”

– …”O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando.”

– …”Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa.”

– …”Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas.”

– …”Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.”

– …”A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento.”

– …”A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos.”

– …”Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota”

– …”O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.”

– …”Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate.”

– …”Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?”

Conta do Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010. Os tuites aqui transcritos foram publicados entre Março de 2010 e Junho de 2011 (Esta nota final foi rectificada às 19.30 de sexta-feira, 2 de Setembro) Artigo Parcial Citações de Passos Coelho antes das eleições… Comparem o que disse com o que está a fazer!!

[aviso] – Nota Positiva? Que nota positiva se pode dar a um (des)governo de aldrabões e de ladrões? Para ganhar o pote a todo o custo, aldrabou TODO O PAÍS com promessas que sabia não iria cumprir caso fosse eleito; o que aconteceu logo tomou posse. Como ladrão, roubou miseravelmente parte do subsídio de Natal deste ano a uma grande maioria de Portugueses em dificuldades financeiras, enquanto os pançudos do regime continuam a engordar à nossa custa; e vai continuar a roubar-nos com os subsídios de férias e de natal do ano que vem; e vai continuar a roubar-nos com os aumentos de taxas moderadoras, IVA’s, IRS’s e companhia. E TODA A CARGA FISCAL cai única e EXCLUSIVAMENTE EM CIMA DOS MAIS DESFAVORECIDOS! Estes ROUBOS SÃO INCONSTITUCIONAIS! Que nota se pode dar a esta canalha? RUA, IMEDIATAMENTE! [/aviso]

E os burros somos nós!!!???

Ni hao, meus senhores


Ontem foi um dia histórico. Menos pela saída do Estado Português do que pela entrada da China na EDP. A Europa está a ficar para tia, falida e pudica, de um mundo que agora gira entre Nova Iorque e Pequim. Portugal tomou uma opção: entrou nesse eixo. E isso abre um novo mar – um mar onde seremos as rémoras dos tubarões.
Ontem foi um dia histórico. Menos pela saída do Estado Português do que pela entrada da China na EDP. A Europa está a ficar para tia, falida e pudica, de um mundo que agora gira entre Nova Iorque e Pequim. Portugal tomou uma opção: entrou nesse eixo. E isso abre um novo mar – um mar onde seremos as rémoras dos tubarões.

A privatização foi um “jackpot” para a EDP e para o Estado. Porque traz aquilo de que ambos mais carecem: capital. O capital sem pátria, que preferíamos que fosse nosso, mas nosso não há. Há este, é pegar ou largar. Nós pegámos. A dependência tornou-nos pragmáticos: andamos a aprender com os angolanos. Mas a China é outra coisa: é um potentado. E quanto a proselitismos, basta olhar para a Zona Euro. O dinheiro chinês é o mesmo dinheiro que a União Europeia e o FMI foram mendigar há semanas para alavancar o Fundo de Estabilização da Zona Euro. Foi um vexame: a senhora Lagarde e o senhor Regling levaram tampa. Portugal fechou negócio. A diferença não é o espaço geográfico, é ser capital para investimento em vez de capital para pedinte.

É claro que os chineses são um problema, mesmo para quem não tem consciência. Não são uma democracia. Não respeitam direitos humanos. Nem ambientais. Mas a Europa hipotecou a consciência quando se tornou frágil. Olhai para Espanha: prepara-se para vender 10% da Repsol a chineses, a russos ou ao Qatar. Pois é: o país dos “campeões nacionais” está de rastos, com construtoras como a Sacyr a vender-se para pagar dívidas e bancos como o Santander a precisarem de aumentos de capital gigantes para tapar os buracos abertos pelos seus apregoados sucessos.

Sempre esperámos a ascensão dos BRIC. Nunca esperámos que ela acontecesse em simultâneo com o declínio acelerado da Europa e a erosão lenta dos Estados Unidos: a quebra do mundo ocidental. E agora, por muito que nos custe, e custa, vamos pedir dinheiro a países pobres onde há muitos ricos. Países de petróleo, da abundância de recursos naturais, países como a China. Que não é uma democracia. Que emergirá como nova potência mundial para uma nova bipolaridade. Sem disparar um único tiro.

A Three Gorges capitaliza e financia a EDP, salvando-a de uma dívida preocupante em tempo de maus “ratings”. Mais: a China traz fábricas, financia bancos, anuncia participar na solução do BCP. Mas nós, sobretudo, selámos uma aliança. Não com o Diabo. Não com qualquer anjo. Passos Coelho foi corajoso – e temerário.

É preciso garantir que tudo o que foi anunciado será cumprido – há razões para ser céptico em relação aos chineses. Se for, seguiremos no lastro. Para África, inclusive. E para o Brasil. É esse o nosso “interesse”: o “mercado de língua portuguesa”, de que falava o primeiro-ministro há dias. A PT vale pelo Brasil, a EDP vale pelo Brasil e pelas renováveis, a TAP vale pelo Brasil e África, a Galp vale pelo Brasil e Moçambique, o BPI vale por Angola. É o nosso factor competitivo, foi o nosso destino, a solução de escape enquanto falidos.

Os chineses investem em ciclos longos e actuam em rede. Percebemo-los mal e vamos ter de aprender a dialogar com eles, ou seremos enganados. Mas agora, numa galeria longínqua em Pequim, já nos olham como chinesinhos, seus aliados.

Angela Merkel deve ter aprendido ontem uma lição. Isto não está a acontecer a Portugal, está a acontecer à Europa, paralisada nas suas pequenas ordenanças. E nós? Nós estamos a ver se nos salvamos, desesperadamente procurando fora da Europa o que a Europa não nos consegue providenciar. Portugal não se vendeu porque não se vende o que não se tem. Bem-vindos ao mundo novo, ele é pouco admirável mas segue em lentas translações. Correr riscos é melhor do que morrer devagar.

In Jornal Negócios online
22 Dezembro 2011 | 23:30
Pedro Santos Guerreiro – psg@negocios.pt

“Negócio abre um novo mundo com a China, mas pode fechar portas no Brasil”


Pedro Santos Guerreiro comenta em directo na RTP a decisão do Governo de vender 21,35% da EDP aos chineses da Three Gorges. Veja aqui o vídeo.

http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/mS4q6Fp1PNBroN20WddH/mov/1&color=0x000000&frame=ROUND


22 Dezembro 2011 | 16:45
negocios@negocios.pt

Jerónimo aconselha Passos a “não desejar boas festas aos portugueses”


O secretário-geral comunista avisou o primeiro-ministro que os trabalhadores não vão consentir o aumento da jornada de trabalho e o “aumento da exploração”, aconselhando-o também a não desejar boas festas aos portugueses. Se o fizer convém “tapar as orelhas” para não ouvir a resposta que irá receber…

No debate quinzenal no Parlamento, Jerónimo de Sousa começou por dizer que “o roubo organizado” não será acolhido como “um roubo consentido pelos que estão a ser explorados”, lembrando medidas recentes como “o aumento da jornada de trabalho em meia-hora diária, o aumento da electricidade, das taxas moderadoras, o anúncio da linha privatizadora da Segurança Social, os cortes no subsídio de desemprego”.

“A jornada de trabalho é uma luta com mais de 100 anos. Esta tentativa brutal de pôr os trabalhadores portugueses a trabalharem mais 16 dias à borla… se está convencido que os trabalhadores vão consentir isto está muito enganado”, acrescentou o líder do PCP.

Por estas razões, concluiu visando o primeiro-ministro, “não deseje boas festas aos portugueses”. “Porque há portugueses que não vão ter uma boa ceia de Natal. Se pensar em desejá-lo tape as orelhas porque a resposta que ouviria seria muito significativa”, explicou Jerónimo de Sousa, para quem, “com estas políticas [o Executivo] está a infernizar a vida dos portugueses”.

Na resposta, Passos disse que tenciona dizer aos portugueses que sabe bem o grau de sacrifício que está a ser pedido. “Sabemos que o caminho que temos pela frente é de grandes dificuldades, mas não é um caminho que resulte de uma punição ou de um castigo”, sublinhou.

“Temos de fazer estes sacrifícios para sair da situação em que estamos. Os portugueses sabem e têm de saber que temos de conduzir uma política de salvação nacional. O que guia o meu Governo é desonerar os portugueses da dívida e dar-lhes um caminho”, concluiu Passos Coelho no debate quinzenal.

In Jornal Negócios online
16 Dezembro 2011 | 11:18
António Larguesa – alarguesa@negocios.pt

Famílas portuguesas gastam em média 20.400 euros por ano


A despesa anual média das famílias aumentou 15,9% em termos nominais e 5,9% em termos de volume, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Segundo o Inquérito de Despesas das Famílias 2010/2011, levado a cabo pelo INE entre Março de 2010 e Fevereiro de 2011, as despesas em habitação dos portugueses estão a crescer, ao passo que as despesas em bens alimentares estão a diminuir.

A despesa média anual das famílias portuguesas é de 20.400 euros, sendo que 57% desse valor é respeitante a: despesas em habitação (29,2%), despesas em transportes (14,5%) e em produtos alimentares (13,3%). O peso destes tipos de despesas não variou muito relativamente aos outros anos.

Em comparação com o inquérito de 2005/2006 a despesa anual média dos agregados cresceu 15,9%, de 17.607 euros para 20.400 euros. Destacam-se igualmente as subidas nominais das despesas anuais com ensino (46,7%), comunicações (30,9%), transportes (30,1%) e em habitação (27%).

Analisando por regiões, verifica-se que a região onde a despesa anual média é maior é em Lisboa (22.384 euros), seguida da região Norte (20.671 euros), do Algarve (19.967 euros) e do Centro (19.183 euros).

Os agregados com dependentes gastam mais do que no período de 2005/2006. Se nessa altura estes agregados gastavam mais 50% do que os agregados sem dependentes, no último inquérito a diferença subiu para os 60%. Este tipo de agregados gasta em média 26.786 euros.

»»»» alguns dos comentários do jornal online:

– Estatística falaciosa só pode ser 1. como é que este valor pode ser real quando se sabe que a maior parte dos portugueses pouco vai além do ordenado mínimo nacional . O INE está a fazer estatísticas para poder dar argumentos positivos da situação

– Quero lá saber da média! A média é das medidas mais falaciosas que existem. Qual a mediana, desvio padrão e moda, por exemplo?

– tapar os olhos – este inquéritos foi feito de certeza aos políticos, gestores e directores de empresas publicas,médicos,juiz,etc…etc…(o povo trabalhador nem isso ganha quanto mais).

– Para que serve isto?! Uma informação que poderá ser até absolutamente correcta, mas que não serve para coisa nenhuma. Que não seja para reforçar a ideia de que há por aí muita (pouca) gente a ganhar balúrdios. Tanto que até dá para “enriquecer” todas as famílias portuguesas… estatisticamente.

– DEPOIS DE EXPURGAR DA MÉDIA AS FAMÍLIAS DUARTE LIMA, ISALTINO MORAIS, SÓCRATES, VARA, E Cia A MÉDIA BAIXA PARA 10.000 EUROS +-

– esta-se mesmo a ver – que quem ganha o ordenado mínimo também gasta isso. 475 * 12 = 5.700 [N.W. – correcção: 485,00*14=6.790]. Retirem os 10% mais ricos e verão os números a descer para menos de metade. Aldrabar com estatísticas, qualquer um sabe; temos por exemplo todos aqueles políticos a lançarem estatísticas para o ar, à espera de se justificarem com os números !!!

In Jornal Negócios online
16 Dezembro 2011 | 12:04
Francisco Cardoso Pinto

[aviso] – Não é preciso ser-se economista, mesmo sendo licenciado com canudo tirado ao fim-de-semana por fax, para deduzir que este “inquérito” é defeituoso e enferma de veracidade. Se o salário mínimo nacional é de € 485,00 * 14 meses = € 6.790,00 (no pressuposto que o patrão paga os 14 meses a tempo e horas), sendo o salário médio de cerca de € 800,00 ( € 800,00 * 14 = € 11.200,00 também no pressuposto que os valores são pagos todos os meses), como pode a estatística dizer que as famílias portuguesas gastam em média € 20.400,00 por ano?
Para gastarem 20.400,00/ano, fazendo apenas contas a esta verba, o salário mensal seria de € 1.457,00 (€ 20.400,00/14). Então e o resto? Gastam tudo o que recebem?
Bom… o INE não informa é se esta estatística diz apenas respeito a gestores públicos, banqueiros, políticos, ex-políticos, etc., etc., etc. … Aí, talvez a estatística colha uma certa dose de verdade, embora exista muito boa gente a declarar o salário mínimo nacional e a andar de avião particular… [/aviso]

Troika diz não ter pedido ao Governo para cortar subsídio de Natal


A troika não terá pedido ao governo o corte do subsídio de Natal, ao contrário do que disseram o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, e o primeiro-ministro, Passos Coelho, de acordo com o jornal “Sol”.

Segundo jornal “Sol”, a troika não pediu ao Governo a aplicação da sobretaxa sobre o subsídio de Natal deste ano, nem condicionaram a transferência dos fundos de pensões a esta medida, apesar de Paulo Portas e Passos Coelho terem justificado a decisão do Governo como uma medida imposta pelo FMI, BCE e Comissão Europeia.

A informação divulgada pelo “Sol” contraria as declarações de Paulo Portas e Passos Coelho, e esclarece que quando os desvios nas contas de 2011 foram detectados, a troika apenas solicitou ao Governo que introduzisse medidas adicionais para cumprir o défice deste ano, 5,9% do PIB, deixando, no entanto, ao governo a liberdade de escolha das medidas a adoptar.

A troika revela que “não condicionou a aprovação da transferência do fundo de pensões da banca para o Estado, como medida extraordinária, a esse corte no subsídio de Natal”.

Paulo Portas afirmou ontem que “foi necessário recorrer à sobretaxa sobre o subsídio de Natal deste ano para que o país desse um sinal claro de que pretende emendar as suas contas públicas e só nessa circunstância é que o triunvirato – o FMI e a União Europeia – aceitaria a receita extraordinária dos fundos de pensões”.

O “Sol” avança ainda que o trio tem ainda de dar permissão ao Governo para que este possa utilizar parte desse fundo (dois mil a três mil milhões de euros) para pagar dívidas a fornecedores do Estado.

Portas revelou ainda que quando o Governo quando verificou as contas, percebeu que tinha no primeiro semestre deste ano “um desvio bastante significativo, à volta dos três mil milhões de euros”.

In Jornal Negócios online
16 Dezembro 2011 | 11:55
Andreia Major – amajor@negocios.pt

E os burros somos nós!!!???

Saiba como ficar isento das taxas moderadoras


A partir do dia 1 de Janeiro as taxas que se pagam no acesso a consultas ou exames vão aumentar, em alguns casos, para o dobro. Mas serão menos aqueles que vão pagar mais. Veja se é um dos que fica isento. Se estiver entre os três milhões que continuarão a pagar, descubra o que vai mudar.

Actualmente estou isento, o que me vai acontecer a partir de 1 de Janeiro?
Se já está isento continuará a estar até ao dia 12 de Abril, mas até ao final de Março tem de entregar no centro de saúde documentação a comprovar a sua situação.

E se perder a isenção, vou ter de repor as verbas não pagas até à data?
Se após a entrega dos documentos se verificar que já não preenche os requisitos, terá de pagar pelos cuidados já usufruídos desde o início do ano, segundo fonte do Ministério da Saúde.

Não estou isento mas acho que, por via do rendimento, posso vir a estar. O que devo fazer?
Se acha que, por razões de insuficiência económica, tem direito a cuidados de saúde gratuitos, terá de requerer essa isenção preenchendo um documento no centro de saúde ou via internet com os seus dados pessoais (número de utente, número da Segurança Social, número de contribuinte, data de nascimento, morada e telefone). Esse requerimento é enviado depois para o Fisco que em 10 dias terá de confirmar se a pessoa tem ou não direito a isenção e comunicá-lo ao centro de saúde. O período de insuficiência económica caduca a 30 de Setembro de cada ano, altura em que a condição terá de ser reavaliada.

Há outras novas isenções?
Sim. Se tiver um grau de incapacidade igual ou superior a 60% também terá direito a saúde gratuita. Basta entregar junto do centro de saúde, a cada ano civil, o atestado de incapacidade multiuso que lhe é passado pelo delegado de saúde.

Sou dador. Continuarei isento?
Se é dador benévolo de sangue ou de células, tecidos e órgãos continuará isento mas apenas nos centros de saúde. Deixará de estar isento nos hospitais. O mesmo se aplica aos bombeiros.

Em que condições terei então direito a isenção?
Estão isentas grávidas e parturientes, crianças até aos 12 anos, utentes com grau de incapacidade igual ou superior a 60%, dadores benévolos de sangue e de células, tecidos e órgãos bem como bombeiros (só nos centros de saúde), transplantados, militares e ex-militares das forças armadas incapacitados. Além disso todos os doentes crónicos continuarão isentos, mas apenas nas consultas e exames relacionados com a sua doença. Têm ainda direito a isenção os membros dos agregados familiares com rendimentos inferiores a 628 euros per capita por mês.

Se não tiver isenção, quanto vou pagar a partir de 1 de Janeiro?
Se for um dos três milhões de portugueses que terá de pagar pelos cuidados de saúde, a factura vai passar de 9,60 para 20 euros nas urgências hospitalares polivalentes e de 2,25 para cinco euros na consulta do centro de saúde. Os restantes valores só se saberão quando a portaria for publicada, o que deverá acontecer até ao início da próxima semana.

Se não pagar, o que me acontece?
Se não pagar é atendido na mesma, mas dão-lhe um recibo com o valor em dívida para liquidar dentro de 15 dias, que já é prática corrente em alguns hospitais. Caso não pague o recibo até à data limite, recebe outro aviso que lhe dá mais dez dias para liquidar a despesa. Se ainda assim insistir em não pagar, o Fisco intervém e cobrar-lhe-á o valor das taxas em dívida e uma multa que corresponderá a cinco vezes o valor da taxa em falta, nunca inferior a 50 euros.

Poderei deduzir as despesas com saúde?
Sim, mas 2012 vai ser o último ano em que poderá reaver 30% da despesa total em saúde durante 2011. No IRS que entregar em 2013, relativo a 2012, já só será reembolsado em 10% das despesas de saúde, com um tecto, por agregado, de 891 euros.

In Jornal Negócios online
15 Dezembro 2011 | 17:15
Marlene Carriço – marlenecarrico@negocios.pt

O negócio da China


“A EDP é de todos”, diz o anúncio. Mas está quase a ser toda deles. Porque não estão à venda 21,4% mas sim o controlo da EDP. E porque, não se sabendo ainda se a empresa será chinesa, alemã ou brasileira, sabe-se o que ela não será mais: portuguesa. Com um paradoxo notável: três dos quatro candidatos são detidos por Estados. Não é uma privatização, é um negócio. Com todo o direito a sê-lo.

Este será o maior negócio deste ano – e dos próximos. Esta terça-feira, os accionistas da EDP pronunciam-se sobre as propostas, depois a Parpública decide, a decisão vai quinta-feira a Conselho de Ministros, que apurará um ou dois finalistas para a negociação final. Até lá, todas as placas tectónicas do poder estão em movimento.

Como o Negócios revelou em primeira mão, os chineses da Three Gorges oferecem o preço mais alto (€3,45 por acção, ou quase 2,7 mil milhões de euros pelos 21,4%), seguidos dos brasileiros da Eletrobras e dos alemães da E.ON. A oferta menor é dos também brasileiros da Cemig, que parecem afastados da “pole position”. As três melhores propostas estão separadas, no entanto, por pouco: cerca de 200 milhões de euros.

As propostas envolvem muito mais do que dinheiro. Envolvem projecto industrial, investimento conjuntos, modelo (e nomes) para a gestão. Mas deixemo-nos de peneiras: um faminto não discute a ementa. É o dinheiro que hoje mais pesa. O abundante dinheiro chinês. O influente dinheiro brasileiro. O poderoso dinheiro alemão.

Se Angela Merkel pegar no telefone, dificilmente Passos Coelho dirá que não. Se o disser, di-lo-á também a Vítor Gaspar, que já vê da janela do seu gabinete o camião de dinheiro que os chineses prometem estacionar no Terreiro do Paço. 2,7 mil milhões pela EDP mais crédito ao Estado e aos bancos portugueses, num total de mais 7,5 mil milhões. De caminho, ainda entram no BCP, que há três porfia um accionista chinês.

A parada está alta. A China quase suborna Portugal com crédito. O Brasil mancomuna-se com os espanhóis da Iberdrola para dominar. A Alemanha convida António Mexia a Frankfurt e sedu-lo com funções na própria sede. Não há anjos nesta história, nem nunca haverá. Apesar de ter uma dívida que já é o dobro do seu valor em Bolsa, a EDP é, como se vê, apetecível, com produção renovável e entrada no Brasil e EUA.

Há dinheiro para o Estado, que venderá 21,4% e, mais tarde, os últimos 4%. Há dinheiro, também, para o núcleo duro BES, Grupo Mello e BCP, que está mortinho por vender a bom preço. Não tem o queijo mas tem a faca na mão: depois da privatização há Assembleia-Geral da EDP onde o seu voto é importante. Quem entrar tem de entrar com e não contra este núcleo. Mais tarde se fará a compra.

É por isso que a EDP vai ser outra coisa. Podem parti-la como partirão a Cimpor, torná-la uma filial, envergá-la como centro de renováveis ou ponta-de-lança na Europa. Mas no fundo assistimos à estrutura de poder que dominou Portugal – o Estado e os “núcleos duros” – a venderem o que podem para pagar as suas dívidas.

Three Gorges, Eletrobras e Cemig são empresas estatais e mesmo a E.ON, não o sendo, já envolveu chefes de Governo no negócio. A operação é financeira e política, e ainda vão arranjar forma de dizer que estão preocupados com os investidores minoritários e com os clientes, quando estão sim preocupados com continuar a cobrar impostos em Lisboa.

Este é o último “negócio da China” do Estado Português. Mas pode ser, também, o primeiro negócio com a China, que ainda não pôs a mão nas energias na Europa e está disposta a iniciá-lo em Portugal. Se os chineses ganharem, teremos um aliado poderoso e temido: o Estado Chinês, que é controlado pelo Partido Comunista Chinês. Estes são tempos de enormes ironias históricas: ainda ouviremos este Governo, que se diz liberal, não só a nacionalizar bancos como a dizer que é comunista desde pequenino.

In Jornal Negócios online
psg@negocios.pt
12 Dezembro 2011 | 23:30
Pedro Santos Guerreiro – psg@negocios.pt

Portugal é o terceiro país da Zona Euro mais pobre


PIB per capita ajustado ao poder de compra dos cidadãos equivale a 80% da média da União Europeia a 27, revelam os dados do Eurostat.

Portugal é o terceiro País da Zona Euro com menor PIB per capita quando ajustado ao poder de compra dos cidadãos, a seguir à Estónia e à Eslováquia.

Os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e pelo Eurostat revelam que em 2010, o PIB per capita português em paridades de poder de compra situou-se em 80% da média da União Europeia. Esta percentagem, que era de 75% em 2004, aumentou ligeiramente deste então.

O INE apresenta uma tabela comparativa de 37 países, liderada pelo Luxemburgo, com um PIB per capita em paridades de poder de compra que equivale a mais do dobro (272%) da média europeia. A Noruega, a Suíça, a Holanda e a Irlanda são os países seguintes, com taxas superiores a 100%.

Inversamente, surgem no final da tabela a Albânia, a Bósnia-Herzegovina, a Sérvia e a Macedónia, com percentagens inferiores a 40%.

Entre os países da União Europeia, Portugal é o 10º com a percentagem mais baixa. Malta e a Eslovénia superam Portugal.

In Jornal Negócios online
13 Dezembro 2011 | 10:47
Catarina Almeida Pereira – catarinapereira@negocios.pt

Cavaco Silva: “O Natal aqui no Palácio de Belém este ano será bastante contido”


Numa época de limitações orçamentais, o Natal no Palácio de Belém será este ano “bastante contido”, sem prendas para os filhos dos funcionários, mas com momentos de confraternização.

“O Natal aqui no Palácio de Belém este ano será bastante contido, temos em conta as limitações orçamentais e temos em conta também aquilo que se tem pedido aos portugueses nesta fase”, confessou o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas ao lado da mesa da consoada que a Casa do Passadiço de Braga preparou este ano para o Palácio de Belém.

Por isso, revelou Cavaco Silva, este ano na Presidência da República “os cartões de Natal que sobraram dos anos anteriores” serão aproveitados e os filhos dos funcionários não irão ter as tradicionais prendas.

“Mas teremos com certeza uma confraternização com todo o pessoal que trabalha aqui e com os seus familiares e esperamos conseguir alguma boa vontade para um momento musical”, acrescentou ainda o Presidente da República.

Sempre acompanhado pela mulher, Cavaco Silva, que reconheceu não ser “um bom perito em matérias de decoração”, esteve ainda a ver a árvore de Natal colocada na Sala das Bicas, já depois de ter inaugurado a Exposição de Natal “Menino de Barro – Imaginário do Mestre José Franco”, no Viveiro das Cascatas do Palácio de Belém.

E, porque não quer misturar outras questões com “a abertura da época natalícia” no Palácio de Belém, o chefe de Estado escusou-se a fazer qualquer comentário sobre o excedente de dois mil milhões de euros no Orçamento de 2011 resultante da transferência do fundo de pensões da banca para a Segurança Social.

“Eu não quero misturar questões como essa com a abertura da época natalícia aqui no Palácio de Belém, por isso peço a vossa compreensão para não responder a essa questão”, disse o chefe de Estado, quando questionado sobre a informação revelada pelo primeiro-ministro no domingo, em entrevista ao jornal Público.

In Negócios online
05 Dezembro 2011 | 19:38
Lusa

[aviso] – Contenção? Pois é, sr. Silva, aqui em casa o Natal, este ano, nem direito a árvore tem, mesmo de plástico e já com uma boa dezena de anos! É que não existe alegria, o futuro próximo é negro e há que racionar os alimentos para dias ainda piores que aí virão! Até parece que estou a falar em época de Guerra, mas a realidade não anda longe disso, sabe sr. Silva? Com certeza que não sabe, sr. Silva, porque o sr., com todas as suas mordomias (mesmo contidas), as suas múltiplas reformas milionárias, não sabe o que é racionamento, não sabe o que é passar fome, privações, não ter dinheiro para a farmácia, nem sabe o que é imaginar a tristeza de um dia sombrio… Por isso, sr. Silva, o que lhe desejo a si e a toda a pandilha política de uma ponta a outra do hemiciclo de S. Bento, sem excepção, é que mesmo sem remorsos do que andam a fazer, mesmo sem sentido de culpabilidade, tenham o pior Natal das vossas vidas! Quando estiver sentado à mesa, na noite da Consoada, mesa farta (mesmo em época de contenção), lembre-se que milhares de Portugueses deste pobre quintal à beira mar plantado, estão a passar fome. Mesmo que isso não lhe pese na consciência, coisa que nenhum de vocês possui… [/aviso]

Fotogaleria: A onda que levou a Nazaré além fronteiras


Quando um grande surfista “encontra” as melhores ondas do mundo na Praia do Norte, na Nazaré, o resultado é um espectáculo único. Veja aqui as fotos.

In Jornal de Negócios online
22 Novembro 2011 | 10:00
negocios@negocios.pt

montagem animada: Notícias Bravas

Passos Coelho pede aos portugueses que não deixem de acreditar


Numa mensagem no seu mural do Facebook, o primeiro-ministro apela aos sacrifícios e diz que este é o momento de “reescrever o futuro dos nossos filhos”.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, dirigiu-se hoje aos portugueses no Facebook, respondendo muito especialmente a uma mensagem no seu mural de uma portuguesa que já só “toma um banho por semana”, mas que, ainda assim, não consegue equilibrar as suas finanças.

Passos Coelho não dá soluções a Ana Isabel Albergaria. Ou melhor, responde-lhe com um outro post, de Richard Warrell, morador em Oeiras e filho de mãe portuguesa. Chegará?

O chefe de governo começa por dizer que o seu mural do Facebook tem recebido milhares de mensagens, vindo de portugueses de todo o mundo, sendo-lhe impossível acompanhar todos eles. No entanto, a sua equipa faz-lhe chegar muitos desses “posts” e é com base em dois testemunhos que Passos Coelho escreveu uma resposta.

“Desde que anunciei, no dia 13 de Outubro, as medidas mais duras do Orçamento de Estado para 2012, muitas têm sido as mensagens de frustração ou desespero que li nesta página. Mensagens como a da Ana Isabel Albergaria”, diz o primeiro-ministro.

E o que dizia Ana Isabel? “Exmo sr. primeiro-ministro. Votei no senhor e ainda acredito que está a fazer o melhor que pode e sabe. Preciso muito da sua ajuda. É sobre o meu orçamento familiar. Até aqui o ordenado nunca chegava ao fim do mês. Era com os subsídios de natal e férias que eu conseguia equilibrar as finanças, pagar seguros, contribuições, IRS ou outra despesa extraordinária, como um par de óculos. Já cortei tudo… (…) Tomo banho só uma vez por semana, só acendo uma lâmpada, dispensei a mulher-a-dias, só saio no carro em casos extremos. Não sei mais onde cortar e o dinheiro não chega. Por favor diga-me o que hei-de fazer para poder continuar a pagar as obrigações ao Estado. Estou desesperada. Agradeço que me ajude e dê sugestões de como equilibrar as minhas finanças”.

Passos Coelho responde-lhe: “Como a Ana Isabel, muitos de vocês estão assustados com o desafio que temos de enfrentar. Mas acredito também que, por mais que estes sacrifícios nos custem, sabemos hoje que não podemos mais fechar os olhos aos erros do passado. O momento de rescrever o futuro dos nossos filhos é agora e eu acredito que vamos consegui-lo”.

E prossegue: “Felizmente tenho descoberto também nesta plataforma que muitos são os Portugueses que acreditam. Homens e mulheres inspiradores que não baixam os braços. E usando as palavras de um deles – um redactor de Oeiras chamado Richard Warrell, filho de mãe portuguesa, que escreveu ‘Chega. Chegou a minha hora. Vou acordar todos os dias e vou pensar no que vou fazer hoje para que amanhã seja melhor. Vou gastar menos em coisas supérfluas e mostrar aos meus filhos que é assim que deve ser. Vou educá-los de maneira a não caírem nos mesmos erros da minha geração e das anteriores. Esse será o meu legado e o melhor que todos podemos fazer. Estamos a desperdiçar o presente. Asseguremos o futuro. Por mim, o fim acaba aqui. Este barco não vai ao fundo'”.

É recorrendo à mensagem de Richard Warrell que Passos Coelho espera que Ana Isabel consiga “dar a volta por cima”. “À Ana Isabel, ao Richard e a todos os que aqui escrevem diariamente peço que não deixem de acreditar”, apela.

“As dificuldades existem e têm de ser enfrentadas. Mas vale a pena enfrentá-las e ganhar força para as ultrapassar. Trata-se também de uma oportunidade para fazermos as coisas de modo diferente para futuro. Estaremos não apenas a corrigir erros do passado mas sobretudo a construir uma perspectiva de futuro bem mais digna para os nossos filhos e para nós próprios”, conclui o primeiro-ministro no seu mural no Facebook, acrescentando que “Juntos, com trabalho, vamos conseguir”.

Uma hora depois de colocar o seu “post”, Pedro Passos Coelho tinha 782 “likes” e 287 comentários. Uns de total apoio, outros mais inflamados.

In Jornal de Negócios online
21 Novembro 2011 | 18:44
Carla Pedro – cpedro@negocios.pt

[aviso] – ALDRABÃO! Como se pode acreditar num completo ALDRABÃO? Ou já te esqueceste do que disseste quando derrubaste o Sócas e o que fizeste logo ganhaste o pote? Os teus filhos têm o futuro assegurado, os meus nem tanto com as políticas que tu e TODOS os teus antecessores têm tido ao longo dos últimos 30 anos! Andas a ROUBAR os pobres para encheres a pança aos da tua laia! O povo até pode ser sereno, mas olha que a serenidade acaba quando a fome chegar e essa já não tarda pelo caminho que isto está a levar! [/aviso]

E para os que ainda continuam a acreditar neste ALDRABÃO, mentindo com quantos dentes tem na boca e escrevendo estas completas FALSIDADES no “seu” Facebook, para enganar papalvo, aqui ficam as TUAS PALAVRAS, aquelas que dizias, com toda a “convicção” aos Portugueses a fim de conseguires o tão almejado POTE! EU não me esqueci, pá!

– …”Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.”

– …”Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa.”

– …”Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias.”

– …”Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou.”

– …”Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas.”

– …”O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa.”

– …”Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos.”

– …”Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.”

– …”Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos.”

– …”Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado.”

– …”Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal.”

– …”O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando.”

– …”Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa.”

– …”Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas.”

– …”Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.”

– …”A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento.”

– …”A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos.”

– …”Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota”

– …”O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.”

– …”Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate.”

– …”Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?”
Conta do Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010. Os tuites aqui transcritos foram publicados entre Março de 2010 e Junho de 2011 (Esta nota final foi rectificada às 19.30 de sexta-feira, 2 de Setembro) Artigo Parcial Citações de Passos Coelho antes das eleições… Comparem o que disse com o que está a fazer!!

Chegam, ou queres ainda o vídeo para não dizerem que são falsas estas tuas declarações? Aqui vai o teu “Best of 2010-2011”:

e a análise correctíssima do Miguel Portas:

Realmente pá, NÃO PASSAS DE UM FARSOLAS…!!!

E os burros somos nós?!

Mas aproveitando neste ACREDITAR ALDRABÃO, no mural do Facebook de Pedro Passos Coelho, encontrei lá esta pérola que dá que pensar e, no meio de tanta vigarice, sorrir:

Tribunal de Contas……….

Será por isso que nos estão a obrigar a apertar o cinto?????????
Estou sem palavras !!!!!!!!

AQUI VOS DEIXO ALGUNS EXEMPLOS DE DÚVIDAS QUE O TRIBUNAL DE CONTAS ENCONTROU NAS DESPESAS PÚBLICAS…

1. ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SAÚDE DO ALENTEJO, I. P.

Aquisição de 1 armário persiana; 2 mesas de computador; 3 cadeiras c/rodízios, braços e costas altas: 97.560,00€

Eu não sei a quanto está o metro cúbico de material de escritório mas ou estes armários/mesas/cadeiras são de ouro sólido ou então não estou a ver onde é que 6 peças de mobiliário de escritório custam quase 100 000€. 2. MATOSINHOS HABIT – MH

Reparação de porta de entrada do edifício: 142.320,00 €

Alguém sabe de que é feita esta porta que custa mais do que uma casa?

3. UNIVERSIDADE DO ALGARVE – ESC. SUP. TECNOLOGIA – PROJECTO TEMPUS

Viagem aérea Faro/Zagreb e regresso a Faro, para 1 pessoa no período de 3 a 6 de Dezembro de 2008: 33.745,00 €

Segundo o site da TAP a viagem mais cara que se encontra entre Faro-Zagreb-Faro em classe executiva é de cerca de 1700€. Dá uma pequena diferença de 32 000 €. Como é que é possível???

4. MUNICÍPIO DE LAGOA

6 Kit de mala Piaggio Fly para as motorizadas do sector de águas: 106.596,00 €

Pelo vistos fazer um “Pimp My Ride” nas motorizadas do Município de Lagoa fica carote!!!

5. MUNICÍPIO DE ÍLHAVO

Fornecimento de 3 Computadores, 1 impressora de talões, 9 fones, 2 leitores ópticos: 380.666,00 €

Estes computadores devem ser mesmo especiais para terem custado cerca de 100 000€ cada….Já para não falar nos restantes acessórios.

6. MUNICÍPIO DE LAGOA

Aquisição de fardamento para a fiscalização municipal: 391.970,00€

Eu não sei o que a Polícia Municipal de Lagoa veste, mas pelos vistos deve ser Haute-Couture.

7. CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES

VINHO TINTO E BRANCO: 652.300,00 €

Alguém me explica porque é que a Câmara Municipal de Loures precisa de mais de meio milhão de Euros em Vinho Tinto e Branco????

8. MUNICIPIO DE VALE DE CAMBRA

AQUISIÇÃO DE VIATURA LIGEIRO DE MERCADORIAS: 1.236.000,00 €

Neste contrato ficamos a saber que uma viatura ligeira de mercadorias da Renault custa cerca de 1 milhão de Euros. Impressionante…

9. CÂMARA MUNICIPAL DE SINES

Aluguer de tenda para inauguração do Museu do Castelo de Sines: 1.236.500,00 €

É interessante perceber que uma tenda custa mais ou menos o mesmo que um ligeiro de mercadorias da Renault e muito mais que uma boa casa… E eu que estava a ser tão injusto com o município de Vale de Cambra…

10. MUNICIPIO DE VALE DE CAMBRA

AQUISIÇÃO DE VIATURA DE 16 LUGARES PARA TRANSPORTE DE CRIANÇAS: 2.922.000,00 €

E mais uma pérola do Município de Vale de Cambra: uma viatura de 16 lugares para transportar crianças custa cerca de 3 milhões de Euros. Upsss, outra vez o município de Vale de Cambra…

11. MUNICÍPIO DE BEJA

Fornecimento de 1 fotocopiadora, “Multifuncional do tipo IRC3080I”, para a Divisão de Obras Municipais: 6.572.983,00 €

Este contrato público é um dos mais vergonhosos que se encontra neste site. Uma fotocopiadora que custa normalmente 7,698.42€ foi comprada por mais de 6,5 milhões de Euros. E ninguém vai preso por porcarias como esta?

COMO É POSSÍVEL NÃO ESTARMOS EM CRISE?

COMO DIZ SÓCRATES, É DIFÍCIL CORTAR NAS DESPESAS PÚBLICAS…

NOTA-SE…

ACABÁMOS DE VER ALGUNS EXEMPLOS…

Corte salarial no privado cria buraco colossal no défice


Troika avalia Portugal

Se o sector privado procedesse a um corte salarial médio de 15%, as receitas fiscais sobre o trabalho encolheriam cerca de 1,7% do PIB. Mais um buraco.

Se os empresários do sector privado seguissem o apelo da troika e aplicassem um corte generalizado de salários, ganhariam competitividade, mas criariam um sério problema ao défice do Estado no curto prazo.

Só por via da perda de receita com IRS e Segurança Social, o buraco nas contas públicas seria de tal ordem que nem dois impostos extraordinários sobre o subsídio de Natal o conseguiriam tapar.

In Negócios online
17 Novembro 2011 | 23:30
Manuel Esteves – mesteves@negocios.pt
Elisabete Miranda – elisabetemiranda@negocios.pt
Catarina Almeida Pereira – catarinapereira@negocios.pt

E os burros somos nós?

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REVISÃO DE TEXTOS



Todos os textos aqui inseridos, são corrigidos para a Língua Portuguesa de antes do acordo ortográfico.

Mentiroso…!!!

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visitas desde 17/08/2011

artigos interessantes…

... não só pelos conteúdos, como pelos comentários que demonstram o que esta canalha política no poder (e não só) merece da maioria dos portugueses...

- Diário de Notícias: Cavaco sublinha importância da coesão nacional

- Diário de Notícias: Electricidade da Madeira desmente novo 'buraco'

- Expresso: Jardim diz que não se arrepende do endividamento

Os responsáveis pela derrocada de Portugal

Mário Soares - 9 de Junho de 1983 - 6 de Novembro de 1985

Cavaco Silva - 6 de Novembro de 1985 - 28 de Outubro de 1995

António Guterres - 28 de Outubro de 1995 - 6 de Abril de 2002

Durão Barroso - 6 de Abril de 2002 - 17 de Julho de 2004

Santana Lopes - 17 de Julho de 2004 - 12 de Março de 2005

José Sócrates - 12 de Março de 2005 - 21 de Junho de 2011

Passos Coelho - desde 21 de Junho de 2011

promessas do passado…

C E N S U R A

A partir desta data e tal como já foi exercido com outro online, este Blogue deixará de inserir notícias publicadas no Correio da Manhã online, dado que ontem foram deixados 3 comentários naquele online que não foram publicados e que se encontravam completamente dentro das regras exigidas pelo jornal nesta matéria.

Notícias Bravas
12.09.2011

salários mínimos na Europa

Bulgária € 123,00
Roménia € 153,00
Polónia € 281,00
PORTUGAL € 525,00
Grécia € 628,00
Espanha € 728,00
Reino Unido € 1.010,00
França € 1.321,00
Bélgica € 1.387,00
Irlanda € 1.462,00
Luxemburgo € 1.642,00

valores calculados sobre 14 meses
(incluem férias e 13º. mês)

E já que falam tanto em colocar Portugal ao mesmo nível dos países da UE, esqueceram-se da igualdade do salário mínimo?

Portugal fora da U.E.

frases ao acaso…

- Impressionante como Portugal não apresenta novos quadros na política e no seu grande empresariado. Onde estão os jovens portugueses? Ouvir um mesmo Cavaco e Silva há mais de três décadas é dose. Um Mário Soares, um Ramalho Eanes (esse ainda está vivo?), é brincadeira. Juventude lusitana assumam logo seu país antes que esses incompetentes o levem à derrocada total. Vejo diariamente a SIC e fico impressionado com o quadro político que se apresenta do continente à Madeira e Açores. Os comentários intermináveis e inócuos no programa "Quadratura do Círculo". O nome diz tudo: Umas bestas quadradas vociferando asneiras em círculo que não levam a lugar algum. Triste ver a nação de Camões, da Escola de Sagres, da Universidade de Coimbra acabar assim.

- Este Governo age como autêntico capataz da Srª. Merkel e Sr. Sarkozy. É o próprio Governo a dizer que os Portugueses têm que fazer sacrifícios, tem que ir para além da troika, para a Srª Merkel e o Sr. Sarkozy ficarem satisfeitos. E para agradar aos olhos daquelas duas personagens, este Governo submete os Portugueses a uma política que não leva a lado nenhum se o objectivo é pagar a dívida. Mas como o que interessa é o sorriso das tais personagens, este Governo optou por medidas de fazer sangue e quando o faz há quem corra para junto de Merkel e de Sarkosy a perguntar se está bem assim ou querem com mais sangue? São pacotes de austeridade atrás de pacotes de austeridade, são impostos directos acompanhados com cortes de vencimentos e como ainda acham,o Governo, que os Portugueses ainda ficam com uns trocos para matar a fome lá vêm com impostos indirectos... O simples cidadão está ensanduichado e sufocado em impostos...
O que este Governo condenou o anterior está a fazer ainda pior e sem se importar com políticas sociais e económicas... O que interessa a este Governo é que Merkel sorria de satisfação, bata palmas a este espectáculo de circo romano onde os Portugueses foram atirados às feras. O Governo fica sempre satisfeito com o seu desempenho quando Merkel bate palmas!!!!
Não temos um Governo inovador para contornar a crise ao serviço dos Portugueses, temos sim um capataz/carrasco ao serviço de quem lhes passa as mãos pelas costas!

- O povo português não é todo estúpido, subserviente e ignorante, temos de calar esta gente sem escrúpulos que manda trabalhar e nada faz pelo país, gente vendida ao capitalismo internacional. A paciência tem limites e o desespero já começa a fazer comichão nas palmas das mãos, prontas para distribuir chapada por esta gentalha miserável e oportunista que reduziu uma nação soberana a uma coutada de meia dúzia de atiradores furtivos que gosta de gozar com a cara de quem ainda acredita no seu país. O melhor é mudarem de discurso senão tudo pode acontecer e os responsáveis por isso terão de fazer as malas e bater com os calcanhares no traseiro.

- Num País de aldrabões e corruptos, nada é demais!!... Vale tudo, até tirar olhos!!! Fazem o que querem e o Povo consente!!! Aqui é que está o mal!!... É o Povo consentir toda esta bagunça e esperar pelo dia D, da sua desgraça!!! Mas, alguma vez existe alguma legislação ou Lei ou seja lá o quê, credível neste País!!! Só nos resta a natureza que essa mão falha!!! Para o ano, serão também taxados os Subsídios de Férias e de Natal, até nos levarem à depressão e ao suicídio!!! Só a INSURREIÇÃO será a solução, nada mais!!! E O POVO PÁ!!!!

- "Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis".

- Farto deste sistema de merda que nos engole
Farto destes políticos a coçar os colhões ao sol
Farto de promessas da treta
Sobem ao poder metem as promessas na gaveta
Farto de ver o país parado como uma lesma
Ver as moscas mudarem e a merda ser a mesma
Farto de miséria, o povo na pobreza
Uns deitam a comida fora, outros não a têm à mesa
Farto de rótulos, estigmas e preconceitos
Abrir os olhos e ver que não temos os mesmos direitos
Farto de mentiras, farto de tentar acreditar
Farto de esperar sem ver nada a melhorar
Farto de ser a carta fora do baralho
Farto destes cabrões neste sistema do caralho
Não te iludas ninguém quer saber de ti
Todos falam da crise mas nem todos a sentem
Muitos com razão, mas muitos deles apenas mentem
Crimes camuflados durante anos a fio
Tavam lá todos eles mas ninguém viu
Não foi ninguém, ninguém fez nada,
E se por acaso perguntarem ninguém diz nada
Farto de ver intocáveis saírem impunes
Dizem que a justiça é para todos mas muitos são imunes
Dois pesos, duas medidas
Fazem o que fazem, seguem com as suas vidas
Para o povo não há facilidades
E os verdadeiros criminosos do lado errado das grades
Boss AC

- O povo português, mesmo com todos os seus defeitos e manias, não merece estar à mercê de uma classe política que só se importa consigo própria.
100editora.net

- Marinho Pinto é tipo ciclone... nunca se sabe que rumo e intensidade toma... Às vezes diz umas verdades...outras burrega em toda a linha. Perdeu na sua defesa do pagamento das defesas oficiosas. Os Advogados metiam "mesmo" a mão na massa, como a ministra já provou, como se verifica pela quantidade de casos descobertos. Agora Marinho ameaça , numa reacção pouco civilizada e imodesta. É o que temos neste país... Marinhos Pintos e João Albertos....

Jardim pede independência da Madeira - Há pouco mais de 5 séculos 2 intrépidos navegadores,João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, cobriram de glória o nome de Portugal, abrindo as portas à grande epopeia dos Descobrimentos Portugueses. Contrariamente ao que diz o apátrida Jardim, atraiçoando a memória destes grandes portugueses, a Madeira nunca foi COLONIZADA, por ser um arquipélago sem ocupação humana, à data da descoberta.
Esta última e miserável declaração desta ingrata personagem conduz-nos a uma situação sem retorno e exige a realização de um REFERENDO que nos permita saber se os portugueses da Madeira querem manter a sua condição de PORTUGUESES – com todas as obrigações e direitos –ou se, pelo contrário, querem embarcar num navio à deriva, que rapidamente afundará, conduzido por um rasca aprendiz de marinheiro que condenará a população da Madeira a um futuro pouco risonho.

- No exterior são muitas as vozes - Martin Feldstein, George Soros são dois exemplos - que consideram provável que Portugal acabe por sair do euro pelo seu pé, uma vez que não terá condições de aguentar tanta austeridade ou de crescer com as regras do euro, orientadas para economias fortes. Esta semana, em entrevista à SIC, o economista João Ferreira do Amaral - crítico da entrada de Portugal no euro - apontava que vista de fora, sem o envolvimento com o país, a situação insustentável seria fácil de observar.

- Chamar merceeiros a estes "gestores/economistas" de pacotilha, é ofender seriamente os verdadeiros merceeiros...

- Hoje não há uma notícia que nos deixe reconfortados e o problema é só um: o mundo neoliberal em que nós mergulhámos deixou-nos neste estado de pura desgraça. Cavaco começou esta pouca vergonha em Portugal: ele o timoneiro e os seus comparsas. Gente sem categoria nenhuma pouco cultos sem inteligência que vieram dos montes para singrarem na cidade e na política onde se consegue um bom emprego a não fazer nada e depois conseguir-se um grande lugar numa empresa ou em várias. É uma alegria: pessoas com 5 e 6 reformas. Eu sei. Dinheiro muito dinheiro da CEE mal gerido e desperdiçado nas mãos de gente nada séria.Uma máfia. BPN, BPP, MADEIRA. Os portugueses a pagarem as vigarices do homem que quer passar a imagem de honesto mas que a mim nunca me enganou.

- O 25 de Abril tem sido um paraíso fiscal para estes políticos Gatunos que deixam as famílias portuguesas falidas e eles Milionários...!!!

- Votar, em Portugal, já não é democrático, é consentir que o crime de corrupção prolifere sem limite. Podemos travá-los? Sim...
Sem o teu voto, eles não são nada!

- "O País entrou no bloco operatório para fazer uma lipoaspiração e, devido a um erro clínico, saiu de lá sem um rim e com um braço a menos"

- Paulo Macedo, esse grande herói da Direcção-Geral dos Impostos, com vasto currículo na Saúde, quer, por exemplo, economizar nos transplantes. Muito bem. Toda a gente sabe que essas operações são meros caprichos e que, frequentemente, as listas de cirurgia estão cheias de utentes que querem mudar de fígado só porque o que tinham estava fora de moda.

- O ministro também anunciou que o Estado deixará de comparticipar a pílula, sem dúvida uma excelente maneira de combater o aborto. O mesmo caminho segue a vacina contra o cancro do colo do útero e os medicamentos para asmáticos, esses malandros que querem respirar à borla.

- Com menos portugueses e mais asfixiados, certamente o Estado terá menos despesas. Confirma-se: não há vida além do défice.

Porque é que as dívidas de particulares aumentam?

Existem por aí uns economistas de capoeira, a mandarem bitaites sobre os "calotes" que as famílias pregam à banca e às "sociedades financeiras" que designo de "mercearias de dinheiro fácil" sem terem em linha de conta, na maioria dos casos, do porquê de tal situação.
O Dr. Paulo Morais em meia dúzia de frases, sintetizou os porquês dessa situação e eles são, principalmente:

- Ganância irresponsável de uma Banca usurária.
- Quando se vulgarizaram, o crédito ao consumo e os empréstimos pessoais pareciam uma solução fácil. Um embuste colossal.
- As empresas de crédito ao consumo lançaram milhões num inferno. Prometiam taxas de juro que eram já de si elevadas. Mas a estas acresceram comissões, seguros, impostos e outros assaltos. Obrigam assim os clientes ao pagamento de taxas anuais efectivas de encargos (a famosa TAEG) de quase 30 por cento. Em famílias de escassos recursos, estes empréstimos provocaram a insolvência.
- Ao longo de anos, as autoridades de supervisão bancária nada fizeram. Sucessivos governos deixaram os consumidores de produtos financeiros à mercê das verdadeiras sanguessugas que são as sociedades financeiras de “apoio” (?!) ao consumo e de concessão de crédito pessoal.
- Há que tentar perceber a ausência de intervenção do Banco de Portugal e até a inércia do Ministério Público, incompreensível, uma vez que a usura em Portugal constitui crime. De seguida, baixar compulsivamente as taxas, repondo a equidade.

Nem o Banco de Portugal, nem o Ministério Público, nem os (des)governos, todos eles, em conjunto, alguma vez puseram cobro a esta USURA que, como Paulo Morais diz, constitui CRIME em Portugal.

A.C.A.M.

União de Doentes com Cancro em risco de fechar

A União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC) anunciou hoje que corre o risco de encerrar devido à redução de donativos e apela às dádivas dos portugueses para poder continuar a apoiar estes doentes e os seus familiares.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a UHDC refere que, "devido à crise e consequente drástica redução de donativos", está a "passar por graves dificuldades económicas".
Nas contas da UHDC está já com um saldo negativo de 27 mil euros, relativo a 31 de Agosto, valor que a organização precisa reunir até final do ano, "de modo a garantir o pagamento de salários e a prossecução de todas as suas actividades de apoio a doentes com cancro e seus familiares, nomeadamente, a Linha Contra o Cancro e o Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico".
A União Humanitária dos Doentes com Cancro apela aos contributos da população (empresas e particulares), disponibilizando a conta da organização no Montepio com o NIB: 0036 0216 99100077363 22.
Esta associação - que tem como primeiro objectivo apoiar os doentes com cancro e seus familiares, mediante a prestação de diversas valências de apoio, inteiramente gratuitas - promove anualmente uma campanha de angariação de fundos, de modo a garantir a sua sustentabilidade, tendo registado este ano uma redução de cerca de 30 mil euros face à campanha do ano passado.
Esta redução de fundos "coloca em causa a sobrevivência da associação", lê-se no comunicado.

inquérito Diário Digital

Inquérito JN 500 euros aos alunos

Inquérito JN sobtre quebra de proditividade

Inquérito JN – Taxa para financiar bombeiros

Inquérito J.N. desvio contas Madeira

aldrabices de algibeira

"Ninguém nos verá no Governo a impor sacrifícios aos que mais precisam apenas para fazer de conta que está tudo bem, se as coisas não estiverem bem, nós teremos de dizer que aqueles que têm mais, têm de ajudar mais os que têm menos em Portugal".
Passos Coelho
In JN de 2011-06-01

"A Grécia pediu ajuda e falhou. E sabem o que é que pode acontecer? Pode não haver mais ajuda externa. Não é a Europa que pode estar em causa com o Euro. São os gregos que podem ficar de fora da Europa e podem sofrer o que não é justo que sofram", disse, num paralelo com o que pode vir a acontecer a Portugal, se não houver um Governo "forte e coeso".
"Nós não podemos ter um Governo que faça de conta, que minta".
"Não percam tempo com quem já sabe que fracassa, dêem força a quem pode ganhar Portugal", pediu, apelando a que, numa "altura histórica" como a que Portugal vive, os portugueses não votem num Governo que "pode deitar tudo a perder".
Para além de ter dito: GOVERNAR PORTUGAL É IR AO POTE!
Passos Coelho
In JN de 2011-05-29

“O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, garantiu hoje que, se ganhar as eleições, “não vai mexer nas taxas de IVA” e que pretende recolher mais dinheiro dos impostos “alargando a base”. “Eu já tive ocasião de dizer que o PSD, e eu próprio, não vamos mexer naquilo que são as taxas de IVA que estão previstas, nomeadamente no acordo que foi estabelecido com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional. Nós vamos ter de recolher mais dinheiro dos impostos alargando a base, que não aumentando ou agravando as taxas do imposto”, disse.”<
Passos Coelho falava numa acção de campanha em Valença do Minho, durante a qual ouviu as preocupações dos comerciantes e dos autarcas locais sobre a disparidade já existente entre o IVA em Portugal e em Espanha.”
In LUSA/SOL 30 de Maio de 2011

A 01.Abr.2011, Passos Coelho GARANTIU a uma aluna de uma escola de Vila Franca de Xira que NÃO IRIA MEXER NO SUBSÍDIO DE NATAL 2011...!!!

C A R R I S

15% de aumento nos títulos de transporte resultaram na continuidade dos maus serviços prestados aos utentes!
Equipamentos de ar condicionado, em pleno Agosto, com temperaturas exteriores mais frescas que dentro das viaturas porque o AC está DESLIGADO! 80% dos motoristas devem ser alérgicos ao AC pois pela janelinha do lado deles entra corrente de ar, ao passo que os que pagam o seu título de transporte vão numa de sauna forçada!
E como isto é um País de mansos, onde ninguém protesta, a estória continua diariamente... E não esqueçam, seus pategos, que em Janeiro está previsto novo aumento de tarifário...!

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