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Portugal é o único país onde a austeridade exigiu mais aos mais ao pobres


Estudo da Comissão analisa medidas tomadas entre 2009 e 2011 pelos seis países mais afectados pela crise
Entre os seis países da União Europeia mais afectados pela crise, Portugal é o único onde as medidas de austeridade exigiram um esforço financeiro aos pobres superior ao que foi pedido aos ricos, revela um estudo recente publicado pela Comissão Europeia.
Na comparação com Grécia, Estónia, Irlanda, Reino Unido e Espanha, Portugal é também o País que regista um dos maiores aumentos de risco de pobreza devido às medidas de consolidação orçamental adoptadas durante a crise, ultrapassando a barreira dos 20% da população em risco.
03 Janeiro 2012 | 10:00
Rui  Peres Jorge – rpjorge@negocios.pt

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PCP: “Aumentos constituem roubo ao povo”


Jerónimo de Sousa promete “vigorosas lutas” para 2012

Jerónimo de Sousa diz que Cavaco está identificado com plano da troika

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, considerou esta segunda-feira que não pode existir compreensão ou aceitação dos aumentos dos preços dos bens e serviços essenciais, admitindo ponderar acompanhar um pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade do Orçamento do Estado.

“Não pode haver nem compreensão, nem aceitação destes aumentos. Eles constituem um roubo ao povo. São parte de um processo de empobrecimento do país”, afirmou o secretário-geral comunista, Jerónimo de Sousa, em conferência de imprensa na sede do partido.

Condenando de forma veemente “o brutal agravamento dos preços dos bens e serviços essenciais” que “empurrará milhões de portugueses para níveis de dificuldade, pobreza e privação que há muito não eram conhecidos”, Jerónimo de Sousa admitiu ponderar acompanhar um pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade do Orçamento do Estado para 2012.”Se avançarem, na altura ponderaremos”, disse.

Questionado sobre a mensagem de Ano Novo do Presidente da República, o secretário-geral do PCP recordou a “grande identificação” de Cavaco Silva com o acordo assinado com a troika, considerando que o chefe de Estado tem de resolver a “contradição” em que caiu.

“Todas as declarações bem intencionadas valem o que valem, o grande problema é que o actual Presidente da República tem uma grande identificação com esse pacto de agressão de onde emanam as políticas e as medidas”, referiu.

Por isso, acrescentou, Cavaco Silva “tem de resolver a contradição” em que caiu, pois “não pode estar bem com o pacto de agressão e mal com as injustiças que ele provoca”.

O secretário-geral do PCP prometeu ainda “vigorosas e poderosas lutas” para o ano de 2012, sublinhando que a única certeza do partido é que os portugueses não se irão submeter a um processo de “destruição do país”.

“Aos que têm a consciência que 2012 será um ano necessariamente pior, daqui reafirmamos que a única certeza que temos é a de que os trabalhadores e o povo português não se irão submeter a este processo de destruição do país, de liquidação das suas condições de vida e agravamento da exploração”, salientou.

Por isso, continuou o secretário-geral comunista, 2012 será “um ano de vigorosas e poderosas lutas contra a exploração e o empobrecimento, contra a política de desastre nacional, por um Portugal com futuro”.

In Correio da Manhã online
02/01/2012 | 18h51

O que vai mudar na sua pensão de reforma


A austeridade baterá à porta de todos e nem quem julgava ter a sua reforma garantida escapa. Para o ano, 300 mil aposentados da Segurança Social e outros tantos da Função Pública vão levar um corte nominal na sua pensão. O “castigo” triplica o que tinha sido negociado com a troika.

Desde Maio de 2011 que os pensionistas estavam de pré-aviso em relação aos cortes que poderiam vir a sofrer nas suas reformas. Mas a tesourada que o Governo acabou por lhes determinar revelou-se três vezes maior do que a que estava negociada com a troika. Contas feitas, 600 mil levam um corte no valor nominal da pensão e 700 mil vêem-na congelada durante dois anos.

Para o ano, escapa à austeridade só quem recebe as chamadas pensões de “miséria” pagas pela Segurança Social, onde, ainda assim, se enquadram um milhão de reformados. Dos 247 euros por mês em diante, todos perdem.

As pensões até 600 euros brutos por mês, ficarão congeladas pelo segundo ano consecutivo, acumulando uma desvalorização real superior a 6%. Significa isto que, com o mesmo dinheiro, conseguirão comprar menos 6% de bens e serviços do que em 2010. Nunca foram divulgados números oficiais sobre os atingidos por esta medida, mas as estatísticas da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações (CGA) apontam para cerca de 700 mil pensões de reforma.

Quem ganha mais de 600 euros sofrerá mesmo cortes nominais, que crescem à medida que a pensão sobe de valor. A ceifadela concretiza-se nos subsídios de Natal e de férias de cada um, na proporção da contribuição que lhe cabe (ver tabela em baixo). Para se ter uma ideia, quem ganhar uma pensão bruta (ou um conjunto de pensões, todas somadas) de 730 euros brutos por mês, acabará por ceder um subsídio inteiro no ano (recebe metade do de Natal e metade do de férias). Quem ganhar 1.100 euros ou mais, já terá de prescindir da totalidade dos subsídios, empobrecendo em dois salários por ano.

Estão implicados nesta medida 300 mil aposentados que recebem reforma da Segurança Social, segundo números oficiais cedidos esta semana pelo ministério liderado por Pedro Mota Soares. Um grupo ao qual se juntam cerca de mais 300 mil pensionistas que recebem reformas via CGA, segundo as estatísticas desta instituição (as Finanças nunca chegaram a precisar o universo exacto de afectados). No total, são 600 mil que levam cortes.

Austeridade a triplicar

Os cortes no rendimento bruto dos pensionistas são análogos aos que serão aplicados aos trabalhadores do Estado e renderão aos cofres do Estado cerca de 1,26 mil milhões de euros brutos.

A despesa que o Estado poupa é o triplo da que estava prevista com a medida que constava do memorando assinado em Maio, e que previa uma redução média de 5% nas pensões de reforma acima de 1.500 euros brutos mensais.

Os cortes são certos para 2012 e 2013, mas poderão estender-se para lá desta data. O Governo tem respondido que a sua vigência coincidirá com o plano de ajustamento da troika, o que significa que se este se prolongar, a austeridade poderá revelar-se mais duradoura.

In Jornal Negócios online
30 Dezembro 2011 | 09:00
Elisabete Miranda – elisabetemiranda@negocios.pt

Então macacada...???

Novas regras de isenção das taxas moderadoras “injustas”


Utentes Saúde

Fotografia © Global Imagens

O Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde e a Associação de Famílias Numerosas consideram “injustas” as novas regras de isenção das taxas moderadoras de saúde por “ignorarem” o número de filhos.

A partir de domingo entram em vigor as novas normas que definem que a isenção das taxas moderadoras se aplica quando a média mensal do rendimento do agregado familiar é inferior a 628,83 euros.

Ao contrário do que acontecia até agora, o rendimento médio mensal do agregado familiar passa a ser apurado “mediante a consideração do conjunto dos rendimentos das pessoas que o constituem em função da capitação correspondente ao número de sujeitos passivos, a quem incumbe a direcção do agregado familiar”, define a portaria nº 311-D/2011 publicada em Diário da República.

Para o presidente da Associação Portuguesa das Famílias Numerosas (APFN), Fernando Ribeiro e Castro, o diploma, que “ignora a existência de crianças no cálculo do rendimento médio mensal”, é mais um caso de uma política que tem vindo a “agravar de forma duríssima a vida das famílias”.

Para a associação, o diploma “viola a Constituição, porque no cálculo da taxa ignora a dimensão do agregado familiar”, situação que leva Fernando Ribeiro e Castro a defender que “o Governo tem de entrar em linha de conta com o rendimento ‘per capita'”.

“O Governo está a ignorar as despesas com as crianças e com os jovens, porque vê os filhos como um luxo a abater”, criticou a presidente da APFN, recordando que neste momento já existem “imensas famílias em situação aflitiva”.

Também o Movimento de Utentes dos Serviços de Saúde se diz chocado com a medida: “Este é um critério muito redutor e deixa de fora muitas famílias por pormenores que deviam ter sido ponderados de outra forma”, criticou Manuel Vilas Boas, acrescentando que a associação “não compreende e não pode aceitar” as mudanças.

Perante o novo diploma, o representante da APFN recordou o anúncio da criação do “visto familiar”, uma espécie de autorização previa que todos os diplomas deveriam ter antes de serem aprovados.

“Esta medida é contra o próprio programa eleitoral. O senhor primeiro-ministro fez um grande foguetório que ia criar um visto familiar, mas onde é que ele está? Está na clandestinidade, porque eu não acredito que qualquer pessoa com bom senso fosse carimbar com o visto familiar esta medida”, criticou Fernando Ribeiro e Castro.

De acordo com o diploma, “até 29 de Fevereiro de 2012, todos os utentes que se encontrem registados como isentos no Registo Nacional de Utentes (RNU) a 31 de Dezembro de 2011 serão notificados pelos serviços do Ministério da Saúde, da manutenção ou caducidade dos termos do respectivo registo”.

Entretanto, “até 15 de Abril de 2012, presumem-se isentos do pagamento de taxas moderadoras os utentes que se encontrem registados como isentos no Registo Nacional de Utentes (RNU) a 31 de Dezembro de 2011 e que apresentem requerimento de 29 de Fevereiro a 31 de Março de 2012 para reconhecimento de situação de insuficiência económica”.

In Diário de Notícias online
por Lusa
29/12/2011

[aviso] – O Hitler criou campos de extermínio para dizimar os judeus e todos aqueles que não pertenciam à “raça pura ariana”; estes, querem exterminar TODOS os pobres que ganham uns fabulosos salários/pensões/reformas abaixo dos 1.000 euros, sendo que só o arrendamento de um barraco não custa menos de 500 euros hoje em dia! E o resto? Quem paga…? [/aviso]

 

Então macacada...???

Governo de Passos Coelho merece nota positiva?


Qual o ministro do Governo com melhor desempenho? E o pior? Responda a esta e outras questões sobre o desempenho do Governo de Passos Coelho em 2011.

O Negócios lançou hoje um novo questionário no Negócios Opinião, a aplicação onde os leitores podem deixar a sua opinião sobre os mais variados temas.

Neste questionário, pedimos que faça a sua avaliação ao desempenho do Governo em 2011. Avalie os vários ministros, o Governo em geral e escolha o membro do Executivo com melhor e pior desempenho. Os resultados serão depois publicados no Negócios quando o questionário for encerrado.

Para responder a este questionário, tem primeiro que ter no seu telemóvel a aplicação Negócios Opinião, disponível para iPhone, iPad e Android.

Se ainda não respondeu ao primeiro questionário, sobre as Perspectivas para 2012, ainda o poderá fazer.

In Jornal de Negócios Online
negocios@negocios.pt
28 Dezembro 2011 | 18:22

»»»» Provas das ALDRABICES E DA LADROAGEM:

Citações que Passos Coelho fez antes das eleições

– …”Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.”

– …”Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa.”

– …”Aceitarei reduções nas deduções no dia em que o Governo anunciar que vai reduzir a carga fiscal às famílias.”

– …”Sabemos hoje que o Governo fez de conta. Disse que ia cortar e não cortou.”

– …”Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas.”

– …”O pior que pode acontecer a Portugal neste momento é que todas as situações financeiras não venham para cima da mesa.”

– …”Aqueles que são responsáveis pelo resvalar da despesa têm de ser civil e criminalmente responsáveis pelos seus actos.”

– …”Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.”

– …”Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos.”

– …”Queremos transferir parte dos sacrifícios que se exigem às famílias e às empresas para o Estado.”

– …”Já estamos fartos de um Governo que nunca sabe o que diz e nunca sabe o que assina em nome de Portugal.”

– …”O Governo está-se a refugiar em desculpas para não dizer como é que tenciona concretizar a baixa da TSU com que se comprometeu no memorando.”

– …”Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa.”

– …”Se vier a ser necessário algum ajustamento fiscal, será canalizado para o consumo e não para o rendimento das pessoas.”

– …”Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.”

– …”A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento.”

– …”A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos.”

– …”Não aceitaremos chantagens de estabilidade, não aceitamos o clima emocional de que quem não está caladinho não é patriota”

– …”O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.”

– …”Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate.”

– …”Como é possível manter um governo em que um primeiro-ministro mente?”

Conta do Twitter de Passos Coelho (@passoscoelho), iniciada a 6 de Março de 2010. Os tuites aqui transcritos foram publicados entre Março de 2010 e Junho de 2011 (Esta nota final foi rectificada às 19.30 de sexta-feira, 2 de Setembro) Artigo Parcial Citações de Passos Coelho antes das eleições… Comparem o que disse com o que está a fazer!!

[aviso] – Nota Positiva? Que nota positiva se pode dar a um (des)governo de aldrabões e de ladrões? Para ganhar o pote a todo o custo, aldrabou TODO O PAÍS com promessas que sabia não iria cumprir caso fosse eleito; o que aconteceu logo tomou posse. Como ladrão, roubou miseravelmente parte do subsídio de Natal deste ano a uma grande maioria de Portugueses em dificuldades financeiras, enquanto os pançudos do regime continuam a engordar à nossa custa; e vai continuar a roubar-nos com os subsídios de férias e de natal do ano que vem; e vai continuar a roubar-nos com os aumentos de taxas moderadoras, IVA’s, IRS’s e companhia. E TODA A CARGA FISCAL cai única e EXCLUSIVAMENTE EM CIMA DOS MAIS DESFAVORECIDOS! Estes ROUBOS SÃO INCONSTITUCIONAIS! Que nota se pode dar a esta canalha? RUA, IMEDIATAMENTE! [/aviso]

E os burros somos nós!!!???

Passos: ‘2012 será um ano de grandes mudanças e grandes transformações’


2012 será um ano de tão grandes mudanças e transformações, como de ALDRABICES geradas por este primeiro-aldrabão, perdão, primeiro-ministro que nos (des)governa há cerca de seis meses…

E embora já aqui tenha inserido as muitas aldrabices que este primeiro-aldrabão proferiu antes de ganhar o pote, é sempre bom lembrar ao vivo e a cores, algumas delas, desta feita pela voz do Partido Comunista Português, na Assembleia da República, durante a discussão do Orçamento para 2012.


25/12/2011

A mensagem de Natal do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho deixou para trás as tradicionais palavras de solidariedade e transformou-se numa mensagem de Ano Novo, ou sobre o que 2012 trará ao país: ‘Grandes mudanças e grandes transformações’.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, apontou hoje 2012 como “um ano de grandes mudanças e transformações”, que “incidirão com profundidade” nas “estruturas económicas”, com a realização de reformas estruturais que visam a “democratização” da economia.

Numa mensagem de Natal em que afirma que há “razões para olhar de frente o futuro com esperança”, o primeiro-ministro declarou que “os portugueses têm sido corajosos e que o seu esforço vai valer a pena”.

“2012 será um ano de grandes mudanças e transformações. Transformações que incidirão com profundidade nas nossas estruturas económicas”, afirmou Passos Coelho.

Para o Chefe de Governo, “são estas estruturas que muitas vezes não permitem aos portugueses realizar todo o seu potencial, que reprimem as suas oportunidades, que protegem núcleos de privilégio injustificado, que preservam injustiças e iniquidades, que não recompensam o esforço, a criatividade, o trabalho e a dedicação”.

“São estruturas que têm que ser mudadas”, sublinhou.

Assim, o próximo ano será, afirmou Passos Coelho, “determinante”, não só pelos “compromissos” que há que honrar, com “muitos objectivos orçamentais e financeiros para cumprir”, mas sobretudo pelas “reformas estruturais a executar”.

“A orientação geral de todas essas reformas será a democratização da nossa economia”, afirmou, defendendo que o objectivo é “colocar as pessoas, as pessoas comuns com as suas actividades, com os seus projectos, com os seus sonhos, no centro da transformação do país”.

O primeiro-ministro disse querer que “o crescimento, a inovação social e a renovação da sociedade portuguesa venha de todas as pessoas, e não só de quem tem acesso privilegiado ao poder ou de quem teve a boa fortuna de nascer na protecção do conforto económico”.

Estas reformas, que devem “nascer de baixo para cima”, foram pensadas pelo Governo “para fazer dos homens e das mulheres de todo o país os participantes activos na transformação e na recuperação de Portugal”, sustentou.

Passos Coelho sublinhou a importância da confiança, como “um activo público”, um “capital invisível, um bem comum, determinante para o desenvolvimento social, para a coesão e para a equidade” e enunciou que “um dos objectivos prioritários do programa de reforma estrutural do Governo consiste precisamente na recuperação e no fortalecimento da confiança”.

“Na nossa vida colectiva a degradação dos laços de confiança ao longo dos anos teve graves consequências na qualidade da nossa democracia, no nosso desempenho económico e na nossa solidariedade comunitária”, defendeu.

“Para construir a sociedade de confiança que queremos temos de reformar a Justiça, temos de tornar muito mais transparentes a máquina administrativa e as decisões públicas, temos de abrir a concorrência, agilizar a regulação e acelerar a difusão de uma cultura de responsabilidade no Estado, na economia e na sociedade”, propôs.

O primeiro-ministro disse que desde que tomou posse há seis meses tem ouvido “muita gente de todo o país”, com as suas “ansiedades por dívidas que não conseguiam pagar, frustrações por oportunidades que não aparecem, preocupações com o futuro dos seus filhos”, mas que também lhe chegaram “palavras de coragem, de tenacidade e de esperança”.

“Estou bem consciente das desigualdades e das injustiças de tantos aspectos da sociedade portuguesa”, disse Passos Coelho, considerando que há estruturas e instituições, “tanto políticas e económicas”, que “nem sempre estão à altura do serviço que têm de prestar”.

O Chefe de Governo destacou os problemas dos jovens e dos mais velhos e argumentou que “uma sociedade que se preza não pode desperdiçar nem os seus jovens nem as pessoas que se encontram na fase mais avançada da sua vida”.

»»»» comentários do online:

– “Para construir a sociedade de confiança que queremos temos de reformar a Justiça, temos de tornar muito mais transparentes a máquina administrativa e as decisões públicas…”
Por isso privatizaste o BPN? Onde estão os nomes de todos os que dele mamaram e nunca pagaram? Onde estão passos? São teus amigos? São do teu partido? Quem te obrigou a privatizar quando os custos já estavam assumidos? A troika? Só se fossemos todos estúpidos! Impingiste a privatização como obrigação imposta pela troika, sendo que a troika se esta nas tintas – desde que os custos reais fossem reconhecidos. És um aldrabão, branqueador de corruptos e ladrões!
As pensões vitalícias pagas pelo Estado não são informação publica? Por que razão? Não gostas que se saiba quanto paga o Estado a ex-titulares de órgãos públicos e políticos? E essa a tua transparência? Tem vergonha na cara, aldrabão!
Este gajo é perigoso. Este gajo é o fim da democracia. Este gajo branqueia criminosos enquanto obriga o povo português a pagar os saques por eles cometidos. Este gajo está comprometido com a mafia, ele é parte da mafia. É um logro! passos é um logro!!!!…

– Dizia este gajo: “Cortar o subsídio de Natal? Isso é um disparate!”.
Diz agora: “Encontrei uma situação pior do que esperava… as circunstâncias mudaram”.
———–
Dizia ele: “É preciso responsabilizar os políticos pela sua gestão danosa”.
Diz agora: “Temos outras prioridades… as circunstâncias mudaram”.
Etc, etc.
———–
Passos teve muito tempo para conhecer as circunstâncias, fez cair o Desgoverno anterior apenas quando quis, e nem sequer RESPONSABILIZOU ninguém – apenas mencionou um “desvio colossal”, para negá-lo em seguida. Logo, se as circunstâncias mudaram, as da sua eleição também mudaram.
Este Governo foi eleito por 20% (VINTE POR CENTO) da população, com base em certas premissas. Tal como o Desgoverno anterior, em 2009. E em ambos os casos, comprovou-se que MENTIRAM PARA SER ELEITOS.
Logo, a sua legitimidade “democrática” é nenhuma – é nula.
Como pode um Governo falar em responsabilidade perante credores, quando pregou um insanável calote aos eleitores? Como pode falar em credibilidade, quando MENTIU para ser eleito?
Continuo na minha: a carneirada limitou-se a rodar o tacho. O Centrão Podre nunca saiu do poder.
E andamos nisto há 35 anos, com os resultados à vista.

– Aqui há dois tipos de críticos do passos:
– há os que esperaram para ver e contestam aquilo que não gostam, mas que em devida altura criticaram o seu antecessor.
– há os que vangloriaram Sócrates e que, na senda dessa imbecilidade e por causa dela, sempre criticariam passos mesmo que fosse o melhor governante do mundo.
Claro está, você pertence ao segundo grupo. E portanto, lembro-a do seguinte:
– mentiroso e sem pingo de vergonha era, e e sempre será, o javardo do Sócrates.
– discursos palhaços eram a sua imagem de marca. Pior, eram discursos optimistas sem qualquer fundamento, sabendo ele bem que estava paulatinamente a enterrar as finanças publicas e a comprometer o futuro do pais. Interessavam-lhe as negociatas, os dinheiros em off-shores, os apartamentos que com eles comprava, os títulos académicos empolados – confissão clara da sua mediocridade e complexo de inferioridade provinciano – e demais trafulhices.
– ja em termos de governação, passos coelho e criticado precisamente por não corrigir uma serie de desmandos de Sócrates, precisamente por parecer ser seu cúmplice no branqueamento e na continuidade de negociatas iniciadas por Sócrates. I.e., passos coelho demonstra ser amigo de Sócrates e e nesse sentido que pode e deve ser criticado.
Por isso, não se entusiasme. Se tivesse um pingo de vergonha na cara desaparecia… e escusava-se a entrar numa conversa que desde há seis anos não e a sua: Portugal.
caro platão revejo-me em praticamente todo este seu comentário falta referir que o que permite a estes minorcas políticos ascenderem a lugares para que não estão minimamente preparados é este povinho ignorante que é dos partidos como se de clubes de futebol se tratasse e claro defendem com unhas e dentes o seu clube e atacam o clube adversários, um povo destes também não merece melhor

– Depois do Grande Trafulha ter deixado o Portugal sem crédito e sem esperança coube a Passos Coelho acertar o relógio do país e dos portugueses. Andamos 10 anos para trás. Até ao final do ano andaremos mais uns cinco, na melhor das hipóteses.

– E tempo de nos pormos a caminho: rua com a CANALHA laranja que veio branquear a CANALHA xuxa, no fundo uma mesma CANALHA com disfarces diferentes para enganar o papalvo.
passos coelho deve ser expulso! Este branqueador xuxa e um fingido que se apresentou como moralizador mas foi paulatinamente descartando tudo o que faria a diferença.
E tempo de irmos para a rua mostrar a CANALHA que quem manda em Portugal são os portugueses. Não queremos CANALHAS, já não os suportamos.
passos coelho caiu no erro de achar que era capaz de agradar a gregos enquanto de facto era amigo dos troianos. Achou-se! E vai-se lixar. Já não há moderados, há saturados. Já não há esperar para ver, há certezas demasiadas para deixar espaço para duvidas. O PSD branqueia o PS, são uma só e a mesmíssima coisa.
RUA BANDALHOS! CANALHAS! Portugal não e vosso!…
Vocês são os problemas de jovens, velhos e todos os outros. Vocês são exactamente aquilo que destrói a solidariedade. Vocês sao a perpetuação das injustiças e dos privilégios de uns poucos a custa de todos os outros. Vocês sao exactamente aquilo que mina a sociedade portuguesa, da economia a justiça, da solidariedade a democracia.
Esta CANALHA e o cancro que corroi Portugal. São hipócritas sem escrúpulos, autênticos criminosos.
Rua com a CANALHA!…

– Detesto servidores dóceis de nazis.
Detesto gente que conscientemente termina o meu país.
Detesto gente que se ajoelha perante o fascismo.
Detesto gajas horrorosas e feias oriundas de uma cultura vermelha, frustrada e ultrapassada.
Detesto maricas gauleses ancorados numa prostituta
italiana para disfarçar a realidade.
Detesto o meu país povoado de gentalha sem princípios e sem honra.
Adoro Espanha pela dignidade e respeito que demonstram pelo seu povo.
Entrem determinadamente nesta miserável província…e serão aclamados por um povo sedento de esperança…mas que nunca poderá ser governado por um bando de miúdos esquizofrénicos e gratuitamente arrogantes.
Viva a Ibéria!

– Os governos xuxialistas com o grande trafulha a liderar arruinaram o País.
O governo de Passos está a arruinar as famílias e as pequenas empresas.

– Após um suicida transmontano…eis que surge um incentivador da eutanásia…também transmontano.
Pela minha parte PQP a todos eles…vão mamar na 5ªpata do cavalo.
Oh meu querido Mariano Rajoy…anexa esta m****…e impõe-te à boa maneira balzaquiana.

– Já vimos o suficiente.

– Sem dúvida.
Esta canalha limitou-se a ser MAIS DO MESMO, na precisa altura em que o não podia ser.
O TRAFULHA e a máfia xuxa deixaram o país na ruína – ruína financeira, económica, e sobretudo MORAL. De um país já de si podre, eles deixaram um enorme esgoto a céu aberto.
Era essencial uma ruptura, e uma lição: pela primeira vez nesta partidocracia, exigiam-se RESPONSÁVEIS. E exigia-se uma mudança radical. Foi isso que o Passos prometeu, e também por isso foi eleito.
Seis meses depois, o que temos? Mais impostos, taxas, portagens… sempre a sacar.
Venda de activos, perda de fontes de receita, mais recessão, o futuro ainda mais hipotecado.
E… mais nada. Rigorosamente mais nada.
Até nomearam os boys do costume, para não fugir à regra, e até concluíram o branqueamento do BPN.
O TRAFULHA ri-se de nós em Paris, com centenas de milhões em offshores, e nem é questionado.
———————–
Eis a receita laranja: SAQUE FISCAL E IMPUNIDADE.
Para este peditório já demos. Andamos há 35 anos a dar.

– Este mentiroso compulsivo, não passa de um nojo politico que disse que os portugueses tem de empobrecer para crescerem, que manda os seus cidadãos emigrar, só um alarve mentecapto teria uma ideia desta, mas o toino gosta, nada uns coiratos e uma bejecas acompanhado um joguinho de futebol e não passa nada.
É lamentável ver comentadores que lambem as botas a este labrego o láparo, nem que lhes tirem a pele mas como são do partido tudo vale se fossem outros vociferavam cobras e lagartos por estas e outras é que somos o lixo da Europa, infelizmente. Este aldrabam durante as eleições era tudo céu e a terra a gora só inferno, dá-me nojo ser governado por estas m. e. r. .d. a. s saiu um entrou outro este sem estilo.
http://www.youtube.com/watch?v=xcNOHwfPIv4

– Este fedelho ainda consegue ser mais aldrabão que o Sócas. Dois Pinóquios que andaram na mesma escola e aprenderam pela mesma cartilha. Mas atenção! Não esquecer TODOS os anteriores Pinóquios, essa seita de aldrabões, de ladrões, de bandidos, que há mais de TRÊS DÉCADAS andam a destruir Portugal e a levar os Portugueses à miséria absoluta! Esses, também têm de ser lembrados, os que destruíram as pescas, a agricultura, a indústria e desbarataram os biliões que chegavam da CEE/UE em alcatrão e cimento, favorecendo amigalhaços, compadres e familiares; os responsáveis pelo descalabro financeiro do País e os que deram à sola para o estrangeiro (emigraram…) deixando o país de tanga, de fio dental e agora completamente NU!
Quanto às palavras deste aldrabão, recuperar a confiança em si? Como, se você desde a campanha para ganhar o pote tem andado a ALDRABAR continua e descaradamente ao Povo Português? Já está como aquela história em que o menino tantas vezes mentiu que, quando disse uma verdade, ninguém acreditou… Vê como é difícil a um ALDRABÃO recuperar a sua credibilidade? Nem que você andasse a dizer verdades a cada segundo, eu acreditaria numa que fosse…!
Quanto aos votos de Bom Natal e Feliz Ano Novo, não retribuo porque desejo que você tenha um ano em que seja severamente punido por tudo o que de mau tem feito a Portugal e aos Portugueses nestes seis meses de reinado como querido líder. O meu Natal de 2011 foi dos mais miseráveis que tive em toda a minha vida; o 2012 vai ser a pior m**** que terei em todos os anos que tenho de vida. Estou farto de encher a pança a gente da sua laia. Desapareça, emigre, mais a sua pandilha! Não fazem falta a Portugal e aos Portugueses! Pelo menos à maioria que não lhe deu qualquer confiança para governar porque vocês não passam de uma MINORIA que o actual regime eleitoral permite que governem…

– Ámen! do discurso gostei essencialmente da gravata… achei a cor muito adequada para o momento solene, já que o verde simboliza esperança. naturalmente que um tom de cinza chumbo parece-me, estaria a condizer mais com a coisa…
– Uma m**** de um país onde tudo se paga a peso de ouro…e a saúde cavalga mafiosamente para o privado…prefiro ser espanhol…onde se respeita o povo…a aturar estes bardamerdas oportunistas.

– Emigra para a Guiné…e deixa-nos em paz…meu puto malandreco de urinol.

– O Governo com as suas políticas de roubo dos Portugueses está servir de inspiração para os criminosos violentos que todos os dias roubam Caixas Multibanco por todo o País, assalta ourivesarias e mata cidadãos inocentes.
A irresponsabilidade do Governo está igualmente a inspirar os incendiários NEOL que querem destruir prédios velhos para construírem prédios novos e para isso não hesitam em incendiar os prédios velhos.
É o regabofe NEOL no seu melhor.

– “os portugueses têm sido corajosos”
Eu diria antes que os portugueses têm grande capacidade para engolir sapos e permanecer mansos…

– Discurso nulo.
“Democratização da economia” e uma expressão ensaiada por passos coelho a ver se pega. Soa bem mas diz pouco ou nada.
De passos coelho tivemos uma serie de democratizações da economia:
– a privatização do BPN, que finaliza um processo medonho de pouca vergonha e que “democratizou” uma enorme fraude a que passos coelho da o toque final. A parte “democrática” da coisa e a factura que fica para todos pagarmos. São os seus correlegionários, padrinhos e colegas de partido, de longa data, que passos fez questão de proteger e branquear. Fica desde logo estabelecido a quem deve lealdade este chefe de governo: aos seus.
– a segunda “democratização” e o enorme calote que todos pagamos com os impostos. Os corruptos saem impunes, passos coelho assim o assegura. Nada fez nem para para os trazer a justica. A divida, mesmo que ilegitima e para todos nos, “democraticamente”, pagarmos. As PPPs lá estão para durar e alimentar durante as próximas décadas banca e patos-bravos com quem o anterior governo se amantizou. passos coelho nada contesta, nada renegoceia, tudo corrobora. As reformas escabrosas de políticos la estão. A unica coisa que mudou e que passaram a nao ser publicas, porque passos coelho entende que esta informação nao deve ser partilhada com os portugueses. Os filhos da phuta nao gostam de ser conhecidos… e passos coelho concorda…
Neste contexto o discurso de passos coelho e coisa nenhuma. Nao diz nada, nao altera nada, finge. passos coelho e um logro.
Daqui para a frente trata-se de fazer o necessário para que desapareça. Ja vimos o suficiente.

– O discurso do PM parece que foi pensado para irritar os socretinos e chicos-espertos que só veem até aqui escrever baboseiras ou destilar ódio. Vão mas é trabalhar.

– Ao que Portugal chegou: ter um triste PM chamado Passos COelho, mentiroso sem pingo de vergonha na cara e que faz disccursos dde treta no Natal.

– 2012 será o ano em que os Portugueses sentirão mais na pele as consequências por terem eleito um bando de cavalgaduras para Governar Portugal.
Começaram por mentir logo na campanha eleitoral. Assim que se apanharam no Governo fizeram tudo ao contrário do que tinham prometido na campanha. Desde então, o Governo Português mais não fez do que entregar a governação do País a uma Troika estrangeira que não foi eleita pelos Portugueses e tem estado a desgraçar ainda mais Portugal. O Governo passou a ser uma comissão de liquidação de Portugal. Um bando de lambe-cús que passam a vida de gatas a lamber o cú à Boche Merkel e ao wannabe Napoleão Sarkozy. É a continuação da saga de má memória do “Bom Aluno da CEE” criada por Cavaco Silva, outro lambe-cús de Bruxelas, nos anos 80 e que desmantelou todo o aparelho produtivo nacional (Agricultura, Pescas e Indústria) a mando de Bruxelas.
Quanto mais cedo Portugal se livrar deste Governo que mais não é do que uma comissão de liquidação de Portugal, que se limita a ser um gestor de falências, melhor para Portugal. Se este Governo continuar no poder a de cócoras a lamber o cú à Boche Merkel e ao Napoleão Sarkozy, Portugal correrá sérios riscos de desaparecer do mapa como país soberano e independente. É preciso correr com estes traidores do poder antes que eles vendam o que resta de Portugal.
As privatizações são um crime contra Portugal. Se Portugal está agora na miséria foi exactamente por ter privatizado quase todas as empresas públicas estratégicas que eram a sua principal fonte de receitas. As privatizações só são feitas para dar de mamar aos escritórios de advogados corruptos do regime, a meia dúzia de políticos corruptos e para financiar partidos políticos corruptos. Há que caçar esta escumalha corrupta e sangrá-la em praça pública para dar o exemplo.
O futuro de Portugal não passa nem pelo Euro, nem pela UE. Quanto mais cedo Portugal sair do Euro e da UE, melhor para Portugal.

– Com essas conversas somente veio desacreditar mais as pessoas que fazem bandos para irem para o Governo.
São tão indigno que nem merecem classificação!
Para onde foi a vergonha?
O PM perdeu a vergonha ?
Não tem a noção do ridículo?
Se a vergonha e o ridículo fosse doença essa gentes do Governo estaria moribundo no Hospital qualquer!

– Uma das características do governo anterior era o favorecimento das empresas do regime.
Ofereceu dinheiro a empresas que já estavam fora do circuito comercial, manteve empresas falidas, outras sem viabilidade económica e fabricou mais de 50 PPP.
Entre outros vícios deixou a certeza que um 1.º ministro ou o Estado é que tem de arranjar empregos.
Outro dos vícios é a mania da dívida.
O actual 1.º ministro tem de encontrar soluções de forma a chamar os investidores para fabricar emprego.
Tem de reduzir o peso do estado que come mais de 50% da riqueza nacional.
Tem de liquidar os parasitas que gravitam em volta do Estado. Não é por coincidência que eles aparecem aqui a escrevinhar.
Pagar a pesada divida herdada da tropa fandanga que vê fugir direitos adquiridos; ou de outros que andam a ensinar engenharia por terras gaulesas.

– Portugal tem um grande problema para resolver mas parece insolúvel, é que o poder em Portugal está sempre ao serviço de alguém que não o povo, mesmo que o povo fizesse uma revolução poria alguém no poder que ao virar da esquina era logo comprado. PS: será dos genes?

– Regresso ao capitalismo selvagem e miséria do sec.XIX
“2012 será um ano de grandes mudanças e transformações. Transformações que incidirão com profundidade nas nossas estruturas económicas”, afirmou Passos Coelho
A tal famosa doutrina de choque de Friedman , o herói do nosso ministro das finanças Gaspar e mentor das políticas económicas de Pinochet , doutrina que por onde passou , só provocou miséria :
http://www.youtube.com/watch?v=jKU3jm4sjZE
Nomeadamente na Argentina :
http://www.youtube.com/watch?v=mHKWoE8qyu0
sem dúvida que as teorias neoliberais de Milton Friedman professadas pelo primeiro ministro e ministro das finanças vão criar em Portugal os problemas já criados por essa teorias na América do SUL, miséria e guerra

– Este tipo é um escravo da maçonaria

– A democracia cai democraticamente.

– Um esterco de mensagem, fotocópia duma qualquer cartilha ordinária e fora de prazo, sem nenhum conteúdo concreto, de alguém que não passa de um fantoche que não tem a menor ideia do que é governar o país, que simplesmente se pôs de cócoras perante a Merkel e os abutres do FMI, manifestando a mais completa disponibilidade para sujeitar o país e o povo ao arbítrio, à humilhação e ao vexame.
O discurso deste governo é:
Jovens, velhos, desempregados, reformados, doentes, necessitados, EMIGREM OU SUICIDEM-SE, Portugal não tem lugar para vocês!

– parole, parole, parole, a terminar o primeiro ministro diz o seguinte: “uma sociedade que se preza não pode desperdiçar nem os seus jovens nem as pessoas que se encontram na fase mais avançada da sua vida” mais uma vez estará a querer enganar quem? aos jovens não cria a oportunidade para encontrarem emprego, aos idosos aumenta-lhes o IRS, as taxas moderadoras, o IMI, o IVA e ainda lHes saca dois meses de salário, tenho razões para o mandar bujiar

– ELEGERAM UM BANDO
Não sou muito dado a apreciar tolinhos imbecis e menos ainda idiotas chicos-espertos.
Vem estas considerações a propósito dos comentadores que defendem o maior aldrabão da política portuguesa, Passos Coelho, com o argumento de que o coitadinho não sabia o que o governo anterior lhe tinha deixado.
Esta premissa poderia ter alguma verdade no caso da Madeira, quanto ao país é uma grosseira falsidade, senão reparem:
– Foi ou não foi o PSD que negociou o Orçamento de 2011 até à virgula?
– Não esteve o PSD nos anteriores orçamentos e na aprovação dos PECs 1,2 e 3?
– Não esteve o PSD nas negociações com a troika e não subscreveu o acordo?
Meus caros, V. podem acreditar, o meu filho mais novo também acredita, no pai natal, mas ele só tem 3 aninhos.
Haja decência, haja pudor, sejamos honestos.
A estratégia de diabolizar o anterior governo de modo a culpá-lo de todos os males do mundo, serve para consumo de imbecil, porém é factualmente falso.
O PSD, para alijar responsabilidades, quer fazer crer aos seus apaniguados que a crise da Europa, da moeda única e das dívidas soberanas têm causas conhecidas, a crise portuguesa, a culpa é do Engº José Sócrates.
O anterior governo tinha uma capacidade negocial e credibilidade internacional que este não tem nem nunca terá. Este é um governo de aldrabões liderado por um mentiroso impenitente.
Estes malandros estão a afundar o país.

– Este aborto social, as mudanças é o povo com mais miséria e o anormal a enriquecer as nossas custas ele e o bando marginal que nos governa.
É lamentável ver comentadores que lambem as botas a este labrego o láparo, nem que lhes tirem a pele mas como são do partido tudo vale se fossem outros vociferavam cobras e lagartos por estas e outras é que somos o lixo da Europa, infelizmente. Este aldrabam durante as eleições era tudo céu e a terra a gora só inferno, dá-me nojo ser governado por estas m. e. r. .d. a. s saiu um entrou outro este sem estilo.
http://www.youtube.com/watch?v=xcNOHwfPIv4

– ELEGERAM-NO, É BOM QUE GOSTEM
O que mais me impressionou no discurso deste troca-tintas, foi o apelo à confiança, a qual ele minou ao país, paulatinamente, até chegar ao poder.
Lembram-se? De cada vez que Passos Coelho vinha a terreiro era para prometer instabilidade. No Pontal prometeu chumbar o orçamento, depois Cavaco mandou-o ter tino, vinham aí as presidenciais. A seguir foi a negociação do Orçamento com as pintelhices de Eduardo Catroga. A promessa de chegada à Portela do FMI, era semana sim, semana não. A desautorização do Governo e a tentativa de governar o país a partir daquela maioria maravilha, PCP; BE; PSD e CDS, que se constituía na Assembleia da República para aprovar mais despesa, revogar a avaliação dos professores, mandar mais uns milhões para a Madeira…
Enfim chumbou o PEC IV, fez chegar o saudoso FMI, conseguiu ganhar as eleições e chegar ao pote. O que se segue é história recente.
Depois de por o país a pão e água, ter desencadeado uma recessão histórica, pede-nos para termos confiança, promete-nos reformas estruturais, mágicas que vão reinventar a democracia económica. Seja lá isso o que for.
Mais uma vez o que releva é o facto de termos levado a Primeiro-ministro, um rematado idiota e um competente aldrabão.
Não vejo como Portugal pode sustentar um PM destes.
A maior fragilidade da democracia é a que, não raramente, legitima os seus próprios carrascos.

– Estou estupefacto com o que li sobre Friedman e a terapia de choque.
Está visto que o mundo vai ser governado pelas corporações empresariais e económicas. A democracia será um período de transição. Quem tem o poder não vai nunca abdicar dele e fará tudo para o reforçar e estender.
Isto para os poderosos é um jogo que se vai jogando a vida toda. O resto, são danos colaterais.
Porque será que estas ideias e constatações nunca chegam às televisões e aos programas de debate?
E quando chegam levam logo o cunho das teorias da conspiração? Arranjam-se logo uma data de “especialistas” bem pagos para desdizer e baralhar os factos misturando verdades com mentiras até nada ser verdadeiramente esclarecedor e conclusivo?..Eles nunca dormem.

– Sendo certo que o actual governo não tem culpa dos abutres que destruíram impunemente a economia nacional, não deixa de ser ele a exigir os sacrifícios de quem vive do seu trabalho sem que estejam a contas com a Justiça os corruptos e escroques da sociedade portuguesa, havendo responsáveis que, em vez de terem sido sancionados, ainda foram promovidos como vitor constancio sem que o governo se pronuncie acerca de tais abusos e impunidades….
Tamém deveriam exigir a devolução dos lucros que alguns políticos, muito honestos, tiveram à margem da situação falimentar do BPN e do BPP…..

– Tal como dizia Baptista-Bastos em 16-11-2011:
«O discurso da impostura»
No discurso do poder há uma expressão quase insistente que pretende amparar, como bondosas e altamente patrióticas, as decisões tomadas:
“Tomámos em conta os superiores interesses do País.”
Esta impositiva forma de inevitabilidade política inculca-nos a ideia de que não há nada a fazer senão admitir com consideração e aceitar com respeito as determinações governamentais, quaisquer que elas sejam.
Faz lembrar a famosa locução do salazarismo: “Tudo pela nação. Nada contra a nação.”
Uma espécie de controlo impeditivo de um pensamento contrário.
E, afinal, quais são “os superiores interesses do País”?
A experiência no-lo tem revelado que a unilateralidade dos resultados desses “interesses” apenas se destina a favorecer uma minoria, e a abrir-lhe os caminhos de acesso ao poder.
Esta impostura, por insistente (tanto Guterres, quanto Durão, Sócrates, Passos Coelho ou Seguro serviram-se da expressão), distingue-se por criar uma espécie de absurda legitimidade.
Os tais “interesses” não são os da esmagadora maioria dos portugueses, e a perseverança com que os dirigentes políticos os nomeiam constituem o abastardamento da lógica interna da frase e da pressuposta grandeza do seu significado», DIXIT BB.
So se acrescento um nome aos citados: Também o Sr. Silva!

– Tenho muito respeito pelo Sr.Primeiro Ministro, louvo-o pela coragem que tem ao assumir o comando do leme neste momento difícil.
Mas devo dizer-lhe que este discurso foi um grande treta, um amontoado de tretas.
Todos nós sabemos que não conseguiremos pagar a divida.
Todos nós sabemos que as pessoas com idade para emigrar terão que fazê-lo.
Todos nós sabemos que os desempregados que não conseguirem emigrar terão que serem encaminhados para o interior e dedicarem-se a agricultura com a ajuda do estado….
Eu sei que os portugueses nunca gostaram de ouvir as verdades preferindo enterrar a cabeça na areia, mas mesmo assim, que diabo, o Sr. Primeiro Ministro deve pegar o boi pelos cornos…

– “A orientação geral de todas essas reformas será a democratização da nossa economia”,
Aqui , o rapazote enganou-se , da vez de democratização , é liberalização , não sujes a palavra democracia , que na tua boca não tem nenhum significado.
Liberalização , que como nas revoluções liberais do sec. XIX , não existe qualquer protecção social , o laissez faire , o mercado é que tudo ordena.
Ora isto é um retrocesso civilizacional em mais de cem anos , é preciso voltar aos tempos pré-Bismarck na Europa para se assistir a um liberalismo selvagem destes.

In SOL online
Lusa / SOL
25/12/2011

Reformas do Governo “incomodam interesses instalados”


O ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, disse hoje que as reformas em que o Governo está a trabalhar “incomodam muitos interesses instalados”.

“É verdade que muitas das reformas económicas que é preciso implementar incomodam essencialmente os interesses instalados. Só que não há alternativa às reformas na lei laboral, nos licenciamentos, nas rendas e na justiça”, afirmou.

Álvaro Santos Pereira falava hoje em Felgueiras na cerimónia de apresentação da Agenda Regional para a Empregabilidade do Tâmega e Sousa.

O ministro insistiu que “todas estas reformas muitas vezes incomodam, mas são essenciais para a competitividade da economia portuguesa”.

“São essenciais para o crescimento económico”, sublinhou, defendendo que o caminho que o Governo está a trilhar é o que o país precisa.

“Estamos perfeitamente conscientes que, se continuarmos o caminho que tem sido travado nos últimos meses, se assegurarmos o caminho da consolidação orçamental, se levarmos a cabo as reformas que nós precisamos, temos a perfeita consciência que iremos vencer”, disse.

O ministro destacou, a propósito, que nas próximas semanas será apreciada pelo Conselho de Ministros a nova Lei da Concorrência, a qual, explicou, irá tornar “os processos ligados às questões da concorrência mais transparentes”.

“Será uma lei que aproximará Portugal dos parâmetros europeus com uma economia mais aberta e concorrencial”, considerou Álvaro Santos Pereira.

»»»» comentários do jornal online:

– Deixem-se de cegadas e acabem de vez com a economia escondida. Nem mais um pagamento por baixo da mesa!

– Trabalho 10 a 11 horas/dia há mais de 15 anos. Levo trabalho para casa para o fim de semana e muitas vezes durante as férias. E ainda acham que tenho que trabalhar mais? Isto só pode vir de gente que nunca fez nada na vida a não ser dar umas aulas numa faculdade manhosa com almoços de “trabalho” de 3 horas …

– O sujeito que diz ser Ministro da Economia, não passa dum capo da propaganda, chefe do desemprego e impulsionador monetarista. Como esse bastardo não sabe de história económica, ou parece não saber, importa lhe dizer, que o sagrado E.U.A. que ele tanto se aninha, aquando da Grande Depressão também tentou e com um fracasso colossal o tipo de Política Orçamental/Fiscal que esse bacano idolatra. O ilustre país, só saiu da recessão massiva quando adoptou medidas precisamente opostas (keynesianas) ao que esse desatinado se aninha!

– Para que os Cidadãos acreditem num porvir mais humanizado e democrático, +e absolutamente necessária uma Lei ou seja o que seja, que LIMITE as vergonhosas REFORMAS POLITICAS. desta classe que se decadencia…sem vergonha e sem sensatêz…

– OS APOIOS SOCIAIS QUE OS POBRES E CLASSE MÉDIA TINHA, É A ISSO QUE CHAMAS INTERESSES INSTALADOS? NÃO CONHEÇO A TUA MÃE, RAZÃO PORQUE NÃO TE CHAMO GRANDE FILHO DA PUTA!

– E para moralizar ainda mais os cidadãos de Portugal, senhor ministro, acabem com o “aborto” desse acordo ortográfico.

– Não devia deixar-se entrar no eterno discurso da quezília que durante tanto tempo foi praticado pelo político de borra português, senhor ministro. Deixe lá isso, senhor ministro, aproveitem a crise para evoluírem mentalmente, foquem-se no que é fundamental e esqueçam o acessório. Só assim poderão levar o barco a bom porto. Depois, tirem para já daí as ideias de alguma vez irem receber grande aplauso pelo que está a ser feito em Portugal, porque toda a gente sabe que quem está a mandar em Portugal é a troika. Poupem os cidadãos a esse vexame, por favor. Continuem a navegar em “low profile” que é o que vos fica melhor. Não vai mal não senhor, mas não comecem já a estragar. No que respeita aos feriados, senhor ministro, eu se fosse ministro nas actuais circunstâncias nem sequer lhes mexia, pois não são o fundamental da produtividade do país. Aliás um país minimamente produtivo pode muito bem aguentar com eles. Não mexer neles é mostrar o mínimo de respeito pelos cidadãos deste país, é uma espécie de reboçado para quem tem de passar os próximos anos a enfrentar depressão e crise, e a aguentar com tudo isso depois do desfalque que os políticos e banqueiros e etc. deram nas finanças públicas. Há que manter o ânimo do povo pelo menos à tona de água, pelo que devia não mexer nos feriados.

– ENTÃO ESTE CROMO NÃO PARA DE DAR TIROS NOS PRÓPRIOS PÉS? FALA DE INTERESSES INSTALADOS MAS NÃO É DE LEVAR A SÉRIO, TAMBÉM O TEMOS QUE DESCULPAR POIS É CAPAZ DE COM A PRÓXIMIDADE DO NATAL ESTAR MAL DISPOSTO: ENTÃO OS INTERESSES INSTALADOS DO PSD NÃO HAVIAM. OLHE HAVIAM E ALGUNS NÃO FORAM NADA SÉRIOS, POR ISSO DEVIAM SER INSTALADOS NOS HOTÉIS DE GRADEAMENTO, FALO DO OLIVEIRA E COSTA DO ISALTINO, DO DIAS LOUREIRO E DO QUE FOI DAR UMA CONSULTA AO BRASIL À AMIGA DO FEITERA. FORA OUTROS MAIS QUE POR AÍ ANDAM. MAS NÃO SE ABORREÇA QUANDO CHEGAREM OS JULGAMENTOS NÃO HÁ PROVAS CNCLUDENTES, VEM TUDO PARA A RUA COM O RÓTULO DE BONS RAPAZES. E OS INTERESSES PESSOALMENTE INCOMODAM – ME POR ESTAVAM ESTÃO E IRÃO SEMPRE ESTAR COM OS GOVERNOS DO BAILE MANDADO. GOVERNAS TU DEPOIS GOVERNO EU.

– OH CARO ALVARO—————————–OS INTRESSES DO GRANDE CAPITAL E TUDO O QUE ENVOLVE————————–TAMBEM———– ————-HÁ MUITO QUE ESTAO INSTALADOS————————MAS PARA ESSAS ———————instalaçoes—————– –PARECE QUE AS—————— PALAS————————TOLDAM-LHE UMA VISAO MAIS———–PERIFERICA !

In Destak online
21 | 12 | 2011 20.32H
Destak/Lusa | destak@destak.pt

[aviso] – Dado que me encontro a cerca de NOVE DIAS (9), de encerrar este Blogue, deixarei de inserir as minhas notas nos artigos publicados. Em contrapartida, serão inseridos os comentários dos leitores dos respectivos órgãos de comunicação social, sempre que se justifique matéria para isso.[/aviso]

Urgências dos centros de saúde aumentam 163%


Taxas moderadoras das urgências dos centros de saúde aumentam de €3,80 para €10 já a partir de 1 de Janeiro, de acordo com a portaria hoje publicada.

Taxas moderadoras das urgências hospitalares vão passar a custar entre €15 e €20 # Tiago Miranda

As taxas moderadoras das urgências hospitalares vão passar a custar a cada utente entre €15 e €20 e as dos centros de saúde aumentam de €3,80 para €10, segundo uma portaria hoje publicada no Diário da República .

De acordo com a portaria, que entra em vigor a partir de 1 de Janeiro, acrescem a estes valores as taxas moderadoras por cada meio complementar de diagnóstico e terapêutica (MCDT) efectuado no âmbito da urgência, podendo o total chegar aos €50, mas nunca ultrapassá-lo.

Assim, o documento estipula para o serviço de urgência polivalente um aumento de €9,60 para e20 de taxa moderadora.

A urgência básica e a urgência médico-cirúrgica, que custavam €8,60, passam a custar €15 e €17,5, respectivamente.

A portaria das taxas moderadoras fixa ainda para o Serviço de Atendimento Permanente ou Prolongado (SAP) um valor de €10, o que representa um acréscimo de €6,20.

No âmbito das consultas, as de medicina geral e familiar, ou outra médica que não a de especialidade, os valores passam de €2,25 para €5.

As consultas de enfermagem, ou de outros profissionais de saúde, vão custar no próximo ano €4 nos cuidados de saúde primários e €5 nos hospitais, ao passo que as consultas de especialidade passam a ter um custo de €7,5.

A taxa moderadora para a consulta no domicílio (que inclui lares e instituições afins) passa de €4,80 para €10.

A consulta médica sem a presença do utente, que o documento salvaguarda ter de ser realizada sempre com o “consentimento informado” do doente, custará €3.

Uma sessão de hospital de dia terá um custo de taxa moderadora correspondente ao valor das taxas moderadoras aplicáveis aos atos complementares de diagnóstico e terapêutica realizados no decurso da sessão, neste caso até um valor máximo de €25.

O Governo define ainda uma tabela de valores para os MCDT, que vai desde um taxa moderadora de €0,35 para exames entre €1,10 e €1,49 até aos €50 para exames de valor igual ou superior a €500.

Segundo a revisão do memorando de entendimento da troika, a que a Lusa teve acesso, o executivo deverá encaixar €150 milhões de no próximo ano, com a alteração dos valores das taxas moderadoras.

In Diário de Notícias online
8:00 Quarta feira, 21 de Dezembro de 2011

E os burros somos nós!!!???

Segunda revisão do memorando da troika é “puro terrorismo social”


PCP

O PCP considerou hoje que a segunda revisão do memorando da ‘troika’ é “puro terrorismo social” e “mais um passo no rumo de desastre nacional que está a arrasar o país”.

“Tudo quanto vem escrito no documento ontem [quarta-feira] tornado público é puro terrorismo social, ao serviço dos grupos económicos e financeiros, que se acrescentará ao conjunto das inaceitáveis medidas inscritas no próximo Orçamento do Estado para 2012”, afirmou Vasco Cardoso, da Comissão Política do PCP, numa conferência de imprensa na sede do partido.

O dirigente comunista apontou a revisão do memorando de entendimento subscrito por PS, PSD e CDS-PP como “uma nova e insuportável ofensiva contra os mesmos de sempre”.

“Mais austeridade, mais exploração, mais empobrecimento e retrocesso social, mais um passo no rumo de desastre nacional que, a um ritmo vertiginoso, está a arrasar o país”, acrescentou.

Vasco Cardoso teceu críticas à “significativa desvalorização dos salários por via da liquidação da contratação colectiva” e à “brutal redução das indemnizações por despedimento para 8 a 12 dias por cada ano de trabalho e facilitação dos despedimentos com poder discricionário para o patronato”.

“A reunião do Conselho de Ministros do passado domingo foi uma enorme farsa em mangas de camisa para esconder esta revisão e agravamento do pacto de agressão (…) Nada, a não ser a opção pelos interesses do grande capital, justifica estas medidas”, considerou.

“Ora no Governo, ora na oposição, PS, PSD e CDS, com o apoio do actual Presidente da República, comportam-se como executantes de um programa antidemocrático e de traição nacional, a que urge por fim”, defendeu.

O comunista reforçou que “os trabalhadores e o povo português não só têm o direito de rejeitar, como de usar todos os direitos que a Constituição da República lhes consagra para impedir que a sua vida seja transformada num inferno”.

In Destak online
21 | 12 | 2011 13.15H
Destak/Lusa | destak@destak.pt

Governo prepara 2012 sob críticas cerradas


Conselho de ministros extraordinário

Ministros sem gravata à saída do conselho de ministros "informal"

Seguro reage duramente a entrevista de Passos e diz que só Governo “demissionário” mandaria emigrar; professores não poupam nas críticas e aconselham a ser o primeiro-ministro a deixar o País; distritais do PSD exigem fim da austeridade

Após dez horas a afinar a estratégia das reformas para um “ano difícil”, o conselho de ministros extraordinário de ontem, em Oeiras, acabou sem conclusões, como planeado. E enquanto os ministros se reuniam, na Figueira da Foz o líder da oposição ensaiava a resposta: António José Seguro acusou Passos Coelho de estar “apaixonado pela austeridade”.

Também a afirmação do primeiro-ministro, numa entrevista, de que emigrar é solução para evitar desemprego dos professores não ficou sem resposta, com o líder socialista a acusar Passos Coelho de estar “demissionário”, “passivo” e de “braços caídos”.

E para juntar às pressões sobre o Executivo, as distritais do PSD contestam agravamento da austeridade. Num almoço no Fundão, dirigentes sociais-democratas pediram ao Governo que comece a aplicar resultados dos sacrifícios.

In Diário de Notícias online
19/12/2011

Valor das reformas vai cair 50%


PEDRO PASSOS COELHO

Fotografia © Pedro Rocha / Global Imagens

O primeiro-ministro estima que quando atingir a idade da reforma o valor da sua pensão seja “sensivelmente metade” do que seria sem as alterações introduzidas pelo anterior Governo socialista no sistema de Segurança Social.

A estimativa de Pedro Passos Coelho consta de uma entrevista que será publicada este domingo pelo jornal Correio da Manhã.

Na entrevista, o primeiro-ministro, actualmente com 47 anos, foi questionado sobre que pensão espera receber quando chegar à idade de se aposentar e respondeu: “Sensivelmente metade daquela que existia antes de 2007. Talvez um pouco mais para todos aqueles que entraram na vida activa nos últimos dez anos, o que não é o meu caso, que entrei há bastante mais”.

Sobre o futuro do sistema de Segurança Social, Pedro Passos Coelho defendeu que o caminho passa pela introdução de “um pilar privado para efeitos de financiamento das reformas”, tendo como base a aplicação de um ‘plafond’ mais baixo às pensões a serem pagas pelo sistema público.

“Isso está inscrito no programa eleitoral do PSD” e “esse deve ser o caminho para o futuro. Isso acontece em outros países e acontece aqui ao lado em Espanha”, declarou na mesma entrevista.

Com esse novo sistema, de acordo com o líder do executivo, “qualquer que tenha sido a carreira contributiva, os pensionistas sabem que não obterão da Segurança Social uma pensão superior a um determinado valor e que, portanto, devem fazer aplicações (geridas ou não pelo Estado), de forma a terem uma pensão mais generosa do que está estabelecida”.

Pedro Passos Coelho admitiu que essa mudança no sistema de Segurança Social poderá vir a ser introduzida em Portugal, embora não a curto prazo. “Isso pode vir a acontecer, mas não está nas nossas intenções do curto prazo mexer nessa matéria”, advertiu.

Questionado se admite um aumento da reforma para os 67 anos, tal como acontece já actualmente em Espanha, o primeiro-ministro também a afastou esse cenário a curto prazo.

Pedro Passos Coelho apontou que a tendência europeia é a de aumentar o limite da idade da reforma, mas salientou que uma medida nesse sentido não está prevista no programa de assistência financeira a Portugal, que vigorará até 2013.

Interrogado se coloca a possibilidade de aumentar a idade da reforma depois de 2013, o primeiro-ministro respondeu: “Ninguém está em condições de falar no que vai acontecer daqui a três, quatro ou cinco anos”.

In Diário de Notícias online
17/12/2011
por Lusa

[aviso] – A mania destes gajos é continuarem a ir buscar exemplos ao estrangeiro, sempre que lhes interessa, menos para os exemplos dos ORDENADOS que se ganham nesses mesmos países! Quero lá saber do sistema de reformas que existem em Espanha, em França, na Alemanha ou em outros países europeus, se em Portugal o salário mínimo nacional e os salários médios dos trabalhadores são miseravelmente inferiores quando comparados com os desses países? BARDAMERDA! [/aviso]

E os burros somos nós!!!???

Troika diz não ter pedido ao Governo para cortar subsídio de Natal


A troika não terá pedido ao governo o corte do subsídio de Natal, ao contrário do que disseram o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, e o primeiro-ministro, Passos Coelho, de acordo com o jornal “Sol”.

Segundo jornal “Sol”, a troika não pediu ao Governo a aplicação da sobretaxa sobre o subsídio de Natal deste ano, nem condicionaram a transferência dos fundos de pensões a esta medida, apesar de Paulo Portas e Passos Coelho terem justificado a decisão do Governo como uma medida imposta pelo FMI, BCE e Comissão Europeia.

A informação divulgada pelo “Sol” contraria as declarações de Paulo Portas e Passos Coelho, e esclarece que quando os desvios nas contas de 2011 foram detectados, a troika apenas solicitou ao Governo que introduzisse medidas adicionais para cumprir o défice deste ano, 5,9% do PIB, deixando, no entanto, ao governo a liberdade de escolha das medidas a adoptar.

A troika revela que “não condicionou a aprovação da transferência do fundo de pensões da banca para o Estado, como medida extraordinária, a esse corte no subsídio de Natal”.

Paulo Portas afirmou ontem que “foi necessário recorrer à sobretaxa sobre o subsídio de Natal deste ano para que o país desse um sinal claro de que pretende emendar as suas contas públicas e só nessa circunstância é que o triunvirato – o FMI e a União Europeia – aceitaria a receita extraordinária dos fundos de pensões”.

O “Sol” avança ainda que o trio tem ainda de dar permissão ao Governo para que este possa utilizar parte desse fundo (dois mil a três mil milhões de euros) para pagar dívidas a fornecedores do Estado.

Portas revelou ainda que quando o Governo quando verificou as contas, percebeu que tinha no primeiro semestre deste ano “um desvio bastante significativo, à volta dos três mil milhões de euros”.

In Jornal Negócios online
16 Dezembro 2011 | 11:55
Andreia Major – amajor@negocios.pt

E os burros somos nós!!!???

PS disponível para “rever” travão constitucional


Défice

Fotografia © Pedro Rocha

O primeiro-ministro revelou hoje, no último debate quinzenal do ano no Parlamento, que o PS se lhe mostrou disponível para “rever” a sua oposição à inscrição na Constituição de uma norma travão do défice.

O PS “transmitiu ao Governo” a posição de que “não havia razões” para inscrever na Constituição o dito défice mas, segundo Passos Coelho, acrescentou estar “disponível” para “rever argumentos” caso se “justificasse”. O primeiro-ministro adiantou ainda que se tivesse recebido do secretário-geral do PS, antes do último Conselho Europeu, um claro não, o teria comunicado aos parceiros europeus, impedindo-se assim que alinhar no acordo intergovernamental que resultou da reunião.

“Se de forma alguma tivesse dito que não estava disponível, teria dito em Bruxelas que o PS não aceitaria – e que nem [de forma] constitucional nem [de forma] para-constitucional”, acrescentou o primeiro-ministro.

Passos insistiu com Seguro para que este revelasse a posição do PS sobre esta matéria. Mas o líder socialista recusou-se a fazê-lo, dizendo apenas a Passos que este a conhecia, tendo-lhe sido comunicada em Setembro e, mais recentemente, na audiência que o PS manteve com o primeiro-ministro na véspera do último Conselho Europeu.

In Diário de Notícias online
por João Pedro Henriques
16/12/2011

[aviso]

– PS + PPD/PSD + CDS/PP = UMA GRANDE MERDA! Mas BE + PCP + VERDES não lhes ficam atrás…

[/aviso]

 

E os burros somos nós!!!???

Comportamento do Governo visa humilhar trabalhadores


CGTP e UGT

Fotografia © Lionel Balteiro / Global Imagens

A CGTP e UGT acusaram hoje o Governo de ter um comportamento “ignóbil” por ter enviado ao Parlamento a proposta de lei sobre o aumento da meia hora de trabalho diário, sem comunicar às confederações sindicais e patronais.

Esta tarde, numa reunião conjunta das duas centrais sindicais, na sede da CGTP, em Lisboa, esteve em discussão “aquilo que se consubstancia na proposta de lei que o Governo apresentou à Assembleia da República e cuja discussão pública, de uma forma provocatória e sendo uma tentativa clara de dar sinais de humilhação dos trabalhadores, vai estar em discussão pública no período de Natal e Ano Novo, até 19 de Janeiro”, afirmou Carvalho da Silva. Em conferência de imprensa, o secretário-geral da Intersindical considerou que “esta é uma posição inaceitável e ignóbil, que tenta humilhar quem trabalha, é uma ausência total de sensibilidade e de sentido de responsabilidade do Governo, mas acima de tudo o problema são os conteúdos concretos da proposta”.

Carvalho da Silva reforçou que se trata de “uma proposta de imposição de trabalho forçado, que parte de argumentos mentirosos no que diz respeito aos objectivos e impactos que isto tem sobre o emprego”. Referiu ainda que a proposta do aumento do tempo de trabalho “se sustenta numa falácia absoluta no que diz respeito aos argumentos económicos”. O secretário-geral da UGT, João Proença, afirmou, por seu turno, que a posição da central está em linha com a defendida pela Intersindical e enfatizou: “A proposta está de tal modo mal elaborada que tem de ser alterada na Assembleia da República”. João Proença condenou ainda o Executivo pelo facto de, “sem dar conhecimento aos parceiros sociais, avançar unilateralmente com a aprovação de uma proposta de lei que nunca foi discutida com os parceiros sociais e está totalmente fora do quadro da concertação social”.

A proposta de lei que “estabelece um aumento excepcional e temporário dos períodos normais de trabalho de trinta minutos ou de duas horas e trinta minutos por semana” foi aprovada a 07 de Dezembro em Conselho de Ministros, uma medida que o Governo afirma ser aplicável durante a vigência do Programa de Assistência Económica e Financeira a Portugal. Uma semana depois, ou seja, na quarta-feira, a proposta deu entrada no Parlamento, antes da discussão previamente agendada com os parceiros sociais para 22 de dezembro, em sede de concertação social. De acordo com a proposta do Governo, o horário de trabalho será aumentado em meia hora por dia e em duas horas e meia por semana “sem acréscimo de retribuição”. A medida aplica-se a todos os trabalhadores do setor privando e deixa de fora os trabalhadores de empresas públicas, bem como aos que são afetados pelos cortes salariais do Estado.

In Diário de Notícias online
16/12/2011
por Lusa

[aviso]  – O que ainda me admira, é que estes gajos ainda não se convenceram que estamos piores que no tempo do Estado Novo e da União Nacional… [/aviso]

Passos: “Como dívidas são para pagar, acordos são para se cumprir”


Debate quinzenal

O primeiro-ministro afirmou esta sexta-feira que, “tal como as dívidas são para se pagar, os acordos são para se cumprir”, defendendo a inscrição no “direito primário” português da “regra de ouro” sobre o défice acordada no Conselho Europeu.

“Não podemos continuar de cimeira em cimeira anunciando compromissos que acabam por não ser cumpridos. Os acordos são para ser cumpridos e respeitados”, afirmou Pedro Passos Coelho, durante o debate quinzenal no Parlamento.

“Tal como as dívidas são para se pagar, os acordos são para se cumprir”, reforçou o primeiro-ministro, recebendo palmas das bancadas da maioria PSD/CDS-PP.

Passos Coelho argumentou que “a inscrição de uma regra de ouro a nível do tratado e do direito primário nacional corresponde ao reforço da credibilização dos compromissos assumidos nos pactos de estabilidade e crescimento, comprometendo grandes e pequenos países”.

Em seguida, Passos Coelho referiu que as negociações “para uma nova união orçamental de estabilidade “terão início “a muito breve trecho”, considerando que vão ser “complexas e difíceis”. Quanto à atitude do Governo nessas negociações, o primeiro-ministro acrescentou: “Não favoreço, em negociações desta natureza, uma diplomacia de megafone. Um decisor político não se deve comportar como um comentador. Como tenho afirmado, a Europa não precisa de cacofonia”.

In Correio da Manhã online
16/12/2011 | 11h08

[aviso]  – Pois é, ó aldrabão, realmente as dívidas são para pagar, os acordos para se cumprir… e as tuas promessas antes de ires ao pote? Tens cá uma lata pá! Consegues ainda ser pior que o que agora estás a acusar com as tuas demagogias de merda! Vai-te catar, sem vergonha! Já sinto NOJO só de olhar para a figura deste fedelho…[/aviso]

 

Então macacada...???

“Está-se perante políticas que criam país de mão estendida”


Subsídio de desemprego

Fotografia © Pedro Rocha / Global Imagens

A CGTP manifestou-se hoje totalmente contra as alterações propostas na atribuição do subsídio de desemprego e acusou o Governo de um comportamento “sem paralelo”, aplicando uma “política impositiva”.

“A negociação não existe e quanto ao comportamento do Governo não há paralelo com qualquer outro Governo no que diz respeito a uma política impositiva e ponto final”, afirmou o secretário-geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva.

Após mais de duas horas de reunião com o ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, no ministério, em Lisboa, Carvalho da Silva considerou que as propostas de alteração ao subsídio de desemprego conduzem a “políticas de um violento empobrecimento e de uma diminuição da protecção social que é muito perigosa”.

“É pegar no memorando da ‘troika’ e afirmando, na linguagem de qualquer Governo de um país sob ocupação, ‘isto é o que temos de fazer e ainda queremos ser mais eficazes'”, disse.

Segundo o líder da Intersindical, “não há espaço a nenhum conteúdo alternativo” e está-se “perante políticas que vão criar um país de mão estendida”.

O sindicalista foi ainda mais crítico, argumentando que “do ponto de vista político há aqui uma certa loucura”, pois a CGTP não acredita “que a miséria seja boa conselheira”.

Relativamente à redução do tempo de vigência desta protecção social – de três anos para ano e meio -, bem como da redução do valor mensal do subsídio de desemprego, Carvalho da Silva alertou para o facto de “a maioria dos desempregados em Portugal, mais de metade, não terem subsídio algum”.

“A governação de ocupação a que estamos sujeitos conduz para grandes situações de miséria e quando ouvimos alguns dos membros do Governo estamos perante a argumentação de um Governo de um país que está sob ocupação”, disse.

“Parte da imposição provém de quem nos está a ocupar e, em nome disso, cortam sem dó nem piedade nas condições das pessoas”, acrescentou.

As alterações ao subsídio de desemprego são uma obrigação do Estado português nos termos do memorando de entendimento assinado com a ‘troika’ (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional) e deverão entrar em vigor já em 2012.

De acordo com a proposta, que Mota Soares agora apresenta aos parceiros sociais e que será levada à reunião de concertação social, na próxima semana, prevê-se que o período máximo de atribuição desta prestação social seja, no máximo, de 18 meses, quando actualmente pode chegar aos três anos para os trabalhadores mais velhos e com carreiras contributivas mais longas.

Também o tecto máximo de atribuição do subsídio será revisto em baixa, passando dos actuais 1.257,66 euros para os 1.048,05 euros.

O valor desta prestação será igualmente reduzido uma vez que, prevê o executivo, caso um desempregado esteja sem trabalho seis meses depois de começar a receber subsídio, terá um corte de 10 por cento no valor da prestação mensal.

O Governo quer ainda criar esquemas de protecção social para uma categoria específica de trabalhadores, os pequenos e médios comerciantes, pequenos e médios agricultores e pequenos e médios empresários.

In Diário de Notícias online
15/12/2011
por Lusa

Então macacada...???

Imposto sobre subsídio de Natal foi contrapartida


Paulo Portas

Fotografia © João Girão/Global Imagens

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, justificou hoje a sobretaxa sobre o subsídio de Natal como uma condição para a ‘troika’ aceitar a receita extraordinária da transferência dos fundos de pensões da banca.

“Foi necessário recorrer à sobretaxa sobre o subsídio de Natal deste ano para que o país desse um sinal claro de que pretende emendar as suas contas públicas e só nessa circunstância é que o triunvirato – o FMI e a União Europeia – aceitaram a receita extraordinária dos fundos de pensões”, afirmou Paulo Portas.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, que é presidente do CDS-PP, falava durante uma entrevista concedida à RTP em que reiterou que o Executivo deparou-se com um desvio nas contas depois de tomar posse.

“O Governo quando verifica as contas percebe que tem no primeiro semestre deste ano um desvio bastante significativo, à volta dos três mil milhões de euros. Significava que nós íamos direitinhos contra a parede, nós enquanto país”, disse.

Questionado se pode garantir que não haverá novos aumentos de impostos no próximo ano – além dos previstos no Orçamento – , Paulo Portas nunca respondeu directamente, salientando que o Governo terá de fazer “tudo o que estiver ao seu alcance para que a execução orçamental corra bem”.

Portas quis ser poupado em críticas ao líder do maior partido da oposição, o PS, argumentando que o “sentido de Nação” deve estar acima das “diferenças partidárias”.

“Nós temos que agir como uma só Nação e sem sentido de facção”, afirmou, sem nunca qualificar a postura de António José Seguro enquanto secretário-geral do PS.

Na entrevista, o ministro de Estado e líder do CDS-PP defendeu a actuação do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, considerando que o presidente do conselho nacional do CDS, António Pires de Lima, não foi “razoável” nas críticas que dirigiu ao titular da pasta da Economia.

“É natural que os empresários, os gestores, que façam o seu papel e peçam mais medidas, mais actividade, mais políticas do ponto de vista da geração de crescimento económico”, afirmou.

Sobre o Presidente da República, Portas disse que as críticas de Cavaco Silva à falta de equidade fiscal das medidas do Orçamento baseiam-se num pensamento do Chefe de Estado que “não é uma novidade”.

“O Presidente da República tem a sua função, o Governo tem a sua função, não são o mesmo órgão de soberania, e para mim não é novidade esse pensamento, honra seja feita ao Presidente da República”, declarou.

O ministro dos Negócios Estrangeiros lembrou repetidamente que o momento que o país atravessa pede uma atitude de patriotismo e união.

“Nós vamos sair juntos, os mais velhos e os mais novos, as pessoas mais à direita e mais à esquerda, as pessoas mais do Norte e as pessoas mais do Sul, os portugueses que estão cá e os portugueses que estão fora”, afirmou.

In Diário de Notícias online
15/12/2011
por Lusa

[aviso] – ALDRABÃO, PARASITA, TRAFULHA, BASTARDO, OPORTUNISTA! [/aviso]

Passos Coelho vaiado e insultado em Matosinhos


Primeiro-ministro inaugurou centro de Arte Moderna

Primeiro-ministro inaugurou centro de Arte Moderna

Quer à chegada quer à saída do Centro de Arte Moderna Gerardo Rueda, em Matosinhos, cerca de três dezenas de populares manifestaram descontentamento, vaiaram o primeiro-ministro e gritaram insultos, tais como: “Ladrão”, “Gatuno”, “Palhaço”.

A segurança pessoal do Governo e a polícia ainda tiveram de intervir para travar a aproximação do populares.

Outros populares presentes no local saíram em defesa de Passos Coelho, gritando o nome do primeiro-ministro.

Recorde-se que o chefe do Governo e o espanhol José Maria Aznar inauguraram esta tarde a fundação, que tem um custo de 150 mil euros por ano, valor suportado por seis patrocinadores.

In Correio da Manhã online
14/12/2011
Por:Manuela Teixeira

Então macacada...???

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REVISÃO DE TEXTOS



Todos os textos aqui inseridos, são corrigidos para a Língua Portuguesa de antes do acordo ortográfico.

Mentiroso…!!!

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visitas desde 17/08/2011

artigos interessantes…

... não só pelos conteúdos, como pelos comentários que demonstram o que esta canalha política no poder (e não só) merece da maioria dos portugueses...

- Diário de Notícias: Cavaco sublinha importância da coesão nacional

- Diário de Notícias: Electricidade da Madeira desmente novo 'buraco'

- Expresso: Jardim diz que não se arrepende do endividamento

Os responsáveis pela derrocada de Portugal

Mário Soares - 9 de Junho de 1983 - 6 de Novembro de 1985

Cavaco Silva - 6 de Novembro de 1985 - 28 de Outubro de 1995

António Guterres - 28 de Outubro de 1995 - 6 de Abril de 2002

Durão Barroso - 6 de Abril de 2002 - 17 de Julho de 2004

Santana Lopes - 17 de Julho de 2004 - 12 de Março de 2005

José Sócrates - 12 de Março de 2005 - 21 de Junho de 2011

Passos Coelho - desde 21 de Junho de 2011

promessas do passado…

C E N S U R A

A partir desta data e tal como já foi exercido com outro online, este Blogue deixará de inserir notícias publicadas no Correio da Manhã online, dado que ontem foram deixados 3 comentários naquele online que não foram publicados e que se encontravam completamente dentro das regras exigidas pelo jornal nesta matéria.

Notícias Bravas
12.09.2011

salários mínimos na Europa

Bulgária € 123,00
Roménia € 153,00
Polónia € 281,00
PORTUGAL € 525,00
Grécia € 628,00
Espanha € 728,00
Reino Unido € 1.010,00
França € 1.321,00
Bélgica € 1.387,00
Irlanda € 1.462,00
Luxemburgo € 1.642,00

valores calculados sobre 14 meses
(incluem férias e 13º. mês)

E já que falam tanto em colocar Portugal ao mesmo nível dos países da UE, esqueceram-se da igualdade do salário mínimo?

Portugal fora da U.E.

frases ao acaso…

- Impressionante como Portugal não apresenta novos quadros na política e no seu grande empresariado. Onde estão os jovens portugueses? Ouvir um mesmo Cavaco e Silva há mais de três décadas é dose. Um Mário Soares, um Ramalho Eanes (esse ainda está vivo?), é brincadeira. Juventude lusitana assumam logo seu país antes que esses incompetentes o levem à derrocada total. Vejo diariamente a SIC e fico impressionado com o quadro político que se apresenta do continente à Madeira e Açores. Os comentários intermináveis e inócuos no programa "Quadratura do Círculo". O nome diz tudo: Umas bestas quadradas vociferando asneiras em círculo que não levam a lugar algum. Triste ver a nação de Camões, da Escola de Sagres, da Universidade de Coimbra acabar assim.

- Este Governo age como autêntico capataz da Srª. Merkel e Sr. Sarkozy. É o próprio Governo a dizer que os Portugueses têm que fazer sacrifícios, tem que ir para além da troika, para a Srª Merkel e o Sr. Sarkozy ficarem satisfeitos. E para agradar aos olhos daquelas duas personagens, este Governo submete os Portugueses a uma política que não leva a lado nenhum se o objectivo é pagar a dívida. Mas como o que interessa é o sorriso das tais personagens, este Governo optou por medidas de fazer sangue e quando o faz há quem corra para junto de Merkel e de Sarkosy a perguntar se está bem assim ou querem com mais sangue? São pacotes de austeridade atrás de pacotes de austeridade, são impostos directos acompanhados com cortes de vencimentos e como ainda acham,o Governo, que os Portugueses ainda ficam com uns trocos para matar a fome lá vêm com impostos indirectos... O simples cidadão está ensanduichado e sufocado em impostos...
O que este Governo condenou o anterior está a fazer ainda pior e sem se importar com políticas sociais e económicas... O que interessa a este Governo é que Merkel sorria de satisfação, bata palmas a este espectáculo de circo romano onde os Portugueses foram atirados às feras. O Governo fica sempre satisfeito com o seu desempenho quando Merkel bate palmas!!!!
Não temos um Governo inovador para contornar a crise ao serviço dos Portugueses, temos sim um capataz/carrasco ao serviço de quem lhes passa as mãos pelas costas!

- O povo português não é todo estúpido, subserviente e ignorante, temos de calar esta gente sem escrúpulos que manda trabalhar e nada faz pelo país, gente vendida ao capitalismo internacional. A paciência tem limites e o desespero já começa a fazer comichão nas palmas das mãos, prontas para distribuir chapada por esta gentalha miserável e oportunista que reduziu uma nação soberana a uma coutada de meia dúzia de atiradores furtivos que gosta de gozar com a cara de quem ainda acredita no seu país. O melhor é mudarem de discurso senão tudo pode acontecer e os responsáveis por isso terão de fazer as malas e bater com os calcanhares no traseiro.

- Num País de aldrabões e corruptos, nada é demais!!... Vale tudo, até tirar olhos!!! Fazem o que querem e o Povo consente!!! Aqui é que está o mal!!... É o Povo consentir toda esta bagunça e esperar pelo dia D, da sua desgraça!!! Mas, alguma vez existe alguma legislação ou Lei ou seja lá o quê, credível neste País!!! Só nos resta a natureza que essa mão falha!!! Para o ano, serão também taxados os Subsídios de Férias e de Natal, até nos levarem à depressão e ao suicídio!!! Só a INSURREIÇÃO será a solução, nada mais!!! E O POVO PÁ!!!!

- "Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhes é roubado pelos criminosos e ajuda a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis".

- Farto deste sistema de merda que nos engole
Farto destes políticos a coçar os colhões ao sol
Farto de promessas da treta
Sobem ao poder metem as promessas na gaveta
Farto de ver o país parado como uma lesma
Ver as moscas mudarem e a merda ser a mesma
Farto de miséria, o povo na pobreza
Uns deitam a comida fora, outros não a têm à mesa
Farto de rótulos, estigmas e preconceitos
Abrir os olhos e ver que não temos os mesmos direitos
Farto de mentiras, farto de tentar acreditar
Farto de esperar sem ver nada a melhorar
Farto de ser a carta fora do baralho
Farto destes cabrões neste sistema do caralho
Não te iludas ninguém quer saber de ti
Todos falam da crise mas nem todos a sentem
Muitos com razão, mas muitos deles apenas mentem
Crimes camuflados durante anos a fio
Tavam lá todos eles mas ninguém viu
Não foi ninguém, ninguém fez nada,
E se por acaso perguntarem ninguém diz nada
Farto de ver intocáveis saírem impunes
Dizem que a justiça é para todos mas muitos são imunes
Dois pesos, duas medidas
Fazem o que fazem, seguem com as suas vidas
Para o povo não há facilidades
E os verdadeiros criminosos do lado errado das grades
Boss AC

- O povo português, mesmo com todos os seus defeitos e manias, não merece estar à mercê de uma classe política que só se importa consigo própria.
100editora.net

- Marinho Pinto é tipo ciclone... nunca se sabe que rumo e intensidade toma... Às vezes diz umas verdades...outras burrega em toda a linha. Perdeu na sua defesa do pagamento das defesas oficiosas. Os Advogados metiam "mesmo" a mão na massa, como a ministra já provou, como se verifica pela quantidade de casos descobertos. Agora Marinho ameaça , numa reacção pouco civilizada e imodesta. É o que temos neste país... Marinhos Pintos e João Albertos....

Jardim pede independência da Madeira - Há pouco mais de 5 séculos 2 intrépidos navegadores,João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, cobriram de glória o nome de Portugal, abrindo as portas à grande epopeia dos Descobrimentos Portugueses. Contrariamente ao que diz o apátrida Jardim, atraiçoando a memória destes grandes portugueses, a Madeira nunca foi COLONIZADA, por ser um arquipélago sem ocupação humana, à data da descoberta.
Esta última e miserável declaração desta ingrata personagem conduz-nos a uma situação sem retorno e exige a realização de um REFERENDO que nos permita saber se os portugueses da Madeira querem manter a sua condição de PORTUGUESES – com todas as obrigações e direitos –ou se, pelo contrário, querem embarcar num navio à deriva, que rapidamente afundará, conduzido por um rasca aprendiz de marinheiro que condenará a população da Madeira a um futuro pouco risonho.

- No exterior são muitas as vozes - Martin Feldstein, George Soros são dois exemplos - que consideram provável que Portugal acabe por sair do euro pelo seu pé, uma vez que não terá condições de aguentar tanta austeridade ou de crescer com as regras do euro, orientadas para economias fortes. Esta semana, em entrevista à SIC, o economista João Ferreira do Amaral - crítico da entrada de Portugal no euro - apontava que vista de fora, sem o envolvimento com o país, a situação insustentável seria fácil de observar.

- Chamar merceeiros a estes "gestores/economistas" de pacotilha, é ofender seriamente os verdadeiros merceeiros...

- Hoje não há uma notícia que nos deixe reconfortados e o problema é só um: o mundo neoliberal em que nós mergulhámos deixou-nos neste estado de pura desgraça. Cavaco começou esta pouca vergonha em Portugal: ele o timoneiro e os seus comparsas. Gente sem categoria nenhuma pouco cultos sem inteligência que vieram dos montes para singrarem na cidade e na política onde se consegue um bom emprego a não fazer nada e depois conseguir-se um grande lugar numa empresa ou em várias. É uma alegria: pessoas com 5 e 6 reformas. Eu sei. Dinheiro muito dinheiro da CEE mal gerido e desperdiçado nas mãos de gente nada séria.Uma máfia. BPN, BPP, MADEIRA. Os portugueses a pagarem as vigarices do homem que quer passar a imagem de honesto mas que a mim nunca me enganou.

- O 25 de Abril tem sido um paraíso fiscal para estes políticos Gatunos que deixam as famílias portuguesas falidas e eles Milionários...!!!

- Votar, em Portugal, já não é democrático, é consentir que o crime de corrupção prolifere sem limite. Podemos travá-los? Sim...
Sem o teu voto, eles não são nada!

- "O País entrou no bloco operatório para fazer uma lipoaspiração e, devido a um erro clínico, saiu de lá sem um rim e com um braço a menos"

- Paulo Macedo, esse grande herói da Direcção-Geral dos Impostos, com vasto currículo na Saúde, quer, por exemplo, economizar nos transplantes. Muito bem. Toda a gente sabe que essas operações são meros caprichos e que, frequentemente, as listas de cirurgia estão cheias de utentes que querem mudar de fígado só porque o que tinham estava fora de moda.

- O ministro também anunciou que o Estado deixará de comparticipar a pílula, sem dúvida uma excelente maneira de combater o aborto. O mesmo caminho segue a vacina contra o cancro do colo do útero e os medicamentos para asmáticos, esses malandros que querem respirar à borla.

- Com menos portugueses e mais asfixiados, certamente o Estado terá menos despesas. Confirma-se: não há vida além do défice.

Porque é que as dívidas de particulares aumentam?

Existem por aí uns economistas de capoeira, a mandarem bitaites sobre os "calotes" que as famílias pregam à banca e às "sociedades financeiras" que designo de "mercearias de dinheiro fácil" sem terem em linha de conta, na maioria dos casos, do porquê de tal situação.
O Dr. Paulo Morais em meia dúzia de frases, sintetizou os porquês dessa situação e eles são, principalmente:

- Ganância irresponsável de uma Banca usurária.
- Quando se vulgarizaram, o crédito ao consumo e os empréstimos pessoais pareciam uma solução fácil. Um embuste colossal.
- As empresas de crédito ao consumo lançaram milhões num inferno. Prometiam taxas de juro que eram já de si elevadas. Mas a estas acresceram comissões, seguros, impostos e outros assaltos. Obrigam assim os clientes ao pagamento de taxas anuais efectivas de encargos (a famosa TAEG) de quase 30 por cento. Em famílias de escassos recursos, estes empréstimos provocaram a insolvência.
- Ao longo de anos, as autoridades de supervisão bancária nada fizeram. Sucessivos governos deixaram os consumidores de produtos financeiros à mercê das verdadeiras sanguessugas que são as sociedades financeiras de “apoio” (?!) ao consumo e de concessão de crédito pessoal.
- Há que tentar perceber a ausência de intervenção do Banco de Portugal e até a inércia do Ministério Público, incompreensível, uma vez que a usura em Portugal constitui crime. De seguida, baixar compulsivamente as taxas, repondo a equidade.

Nem o Banco de Portugal, nem o Ministério Público, nem os (des)governos, todos eles, em conjunto, alguma vez puseram cobro a esta USURA que, como Paulo Morais diz, constitui CRIME em Portugal.

A.C.A.M.

União de Doentes com Cancro em risco de fechar

A União Humanitária dos Doentes com Cancro (UHDC) anunciou hoje que corre o risco de encerrar devido à redução de donativos e apela às dádivas dos portugueses para poder continuar a apoiar estes doentes e os seus familiares.
Em comunicado enviado à agência Lusa, a UHDC refere que, "devido à crise e consequente drástica redução de donativos", está a "passar por graves dificuldades económicas".
Nas contas da UHDC está já com um saldo negativo de 27 mil euros, relativo a 31 de Agosto, valor que a organização precisa reunir até final do ano, "de modo a garantir o pagamento de salários e a prossecução de todas as suas actividades de apoio a doentes com cancro e seus familiares, nomeadamente, a Linha Contra o Cancro e o Núcleo de Apoio ao Doente Oncológico".
A União Humanitária dos Doentes com Cancro apela aos contributos da população (empresas e particulares), disponibilizando a conta da organização no Montepio com o NIB: 0036 0216 99100077363 22.
Esta associação - que tem como primeiro objectivo apoiar os doentes com cancro e seus familiares, mediante a prestação de diversas valências de apoio, inteiramente gratuitas - promove anualmente uma campanha de angariação de fundos, de modo a garantir a sua sustentabilidade, tendo registado este ano uma redução de cerca de 30 mil euros face à campanha do ano passado.
Esta redução de fundos "coloca em causa a sobrevivência da associação", lê-se no comunicado.

inquérito Diário Digital

Inquérito JN 500 euros aos alunos

Inquérito JN sobtre quebra de proditividade

Inquérito JN – Taxa para financiar bombeiros

Inquérito J.N. desvio contas Madeira

aldrabices de algibeira

"Ninguém nos verá no Governo a impor sacrifícios aos que mais precisam apenas para fazer de conta que está tudo bem, se as coisas não estiverem bem, nós teremos de dizer que aqueles que têm mais, têm de ajudar mais os que têm menos em Portugal".
Passos Coelho
In JN de 2011-06-01

"A Grécia pediu ajuda e falhou. E sabem o que é que pode acontecer? Pode não haver mais ajuda externa. Não é a Europa que pode estar em causa com o Euro. São os gregos que podem ficar de fora da Europa e podem sofrer o que não é justo que sofram", disse, num paralelo com o que pode vir a acontecer a Portugal, se não houver um Governo "forte e coeso".
"Nós não podemos ter um Governo que faça de conta, que minta".
"Não percam tempo com quem já sabe que fracassa, dêem força a quem pode ganhar Portugal", pediu, apelando a que, numa "altura histórica" como a que Portugal vive, os portugueses não votem num Governo que "pode deitar tudo a perder".
Para além de ter dito: GOVERNAR PORTUGAL É IR AO POTE!
Passos Coelho
In JN de 2011-05-29

“O líder do PSD, Pedro Passos Coelho, garantiu hoje que, se ganhar as eleições, “não vai mexer nas taxas de IVA” e que pretende recolher mais dinheiro dos impostos “alargando a base”. “Eu já tive ocasião de dizer que o PSD, e eu próprio, não vamos mexer naquilo que são as taxas de IVA que estão previstas, nomeadamente no acordo que foi estabelecido com a União Europeia e o Fundo Monetário Internacional. Nós vamos ter de recolher mais dinheiro dos impostos alargando a base, que não aumentando ou agravando as taxas do imposto”, disse.”<
Passos Coelho falava numa acção de campanha em Valença do Minho, durante a qual ouviu as preocupações dos comerciantes e dos autarcas locais sobre a disparidade já existente entre o IVA em Portugal e em Espanha.”
In LUSA/SOL 30 de Maio de 2011

A 01.Abr.2011, Passos Coelho GARANTIU a uma aluna de uma escola de Vila Franca de Xira que NÃO IRIA MEXER NO SUBSÍDIO DE NATAL 2011...!!!

C A R R I S

15% de aumento nos títulos de transporte resultaram na continuidade dos maus serviços prestados aos utentes!
Equipamentos de ar condicionado, em pleno Agosto, com temperaturas exteriores mais frescas que dentro das viaturas porque o AC está DESLIGADO! 80% dos motoristas devem ser alérgicos ao AC pois pela janelinha do lado deles entra corrente de ar, ao passo que os que pagam o seu título de transporte vão numa de sauna forçada!
E como isto é um País de mansos, onde ninguém protesta, a estória continua diariamente... E não esqueçam, seus pategos, que em Janeiro está previsto novo aumento de tarifário...!

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